terça-feira, 17 de novembro de 2015

RAPARIGAS DE MONCORVO

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6 comentários:

  1. Ainda sei letra e música.
    Cantávamos no canto coral, com o prof. António Pedro, seu autor.
    Penso que ele era do Felgar.

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  2. António Pedro era de são Mamede em Festa, mas foi mestre da banda do Felgar muitos anos. (acho eu)

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  3. António Pedro foi de facto mestre da banda do Felgar e foi ele que musicou o Hino do felgar Poema da Drª. Maria da Assunção Carqueja.

    És tão linda ó minha aldeia
    Pequenina e asseada
    Que em noites de lua cheia
    Pareces moira encantada,
    À luz branca do luar
    Que vais dizendo baixinho
    É o teu amado Felgar
    Bonita cheia de graça,
    Sorrindo sempre a quem passa,
    A todos faz encantar,
    Entre tantas as princesas,
    A aldeia mais portuguesa,
    Ès tu meu querido Felgar.
    Os teus campos e teus montes,
    As águas das tuas fontes,
    Têm tal magia e poder,
    Que quem por aqui passar,
    Por certo te há-de lembrar
    E não te pode esquecer.

    És tão linda ó minha aldeia
    Pequenina e asseada
    Que em noites de lua cheia
    Pareces moira encantada,
    À luz branca do luar
    Que vais dizendo baixinho
    É o teu amado Felgar

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  4. A mae era do Felgar, penso que ele tambem, foi para Sao Mamede De Infesta para dirigir a banda. Quanto ao LINDO HINO do Felgar, de facto ele fez a musica a letra nao digo nada. Eu so agora e que tenho visto o nome de quem fez os versos, no entanto eu sempre os ouvi cantar. ja os ouvia cantar a minha mae, ha muitos anos.

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    1. Confirmo o seu comentário, era do Felgar, e também tenho dúvidas quanto a quem fez os versos. Na banda esteve pouco tempo, como diz o ditado, Santos de casa não fazem milagres...

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  5. Bom dia para todos.
    Aqui José Almendra em Boticas.

    Muitas vezes cantei esta cançâo, e todos os mùsicos da banda (que se encontram na fotografia noutro post) também muitas vezes a interpretaram. (ainda conhece letra e mùsica, e conservei este documento)
    Muitas saudades desses tempos, "que eu defino" como melhores, pois nâo havia tanta miséria financeira e intelectual, e penso realmente que os tempos eram diferentes.

    Ouve laços de amizade e de honestidade que se desfiseram.

    Um pensamento especial para o Antonio Pedro, que bem conheci.
    Ainda eu era puto, e jà me queria là na banda.... e o Tio César que respondia " cresce, e depois aparece..."

    Um abraço.
    Tozé (916 43 46 29)

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