quinta-feira, 22 de junho de 2017

Douro Superior - Nova toponímia

A seta que aponta para a direita anuncia um beco, e a da esquerda, uma rua sem saída. Em que ficamos?

Torre de Moncorvo - A Tasquinha















A Tasquinha, de Maria Emília Lebreiro, mais conhecida por Dona Mila, abriu no passado dia 12 de Julho, em Torre de Moncorvo.
À frente do espaço encontra-se o seu filho, Jorge Bárbara, que estava desempregado.
Situado no Largo General Claudino, junto à Igreja, o estabelecimento conta com os mais variados petiscos, superiormente confeccionados por Dona Mila.
Publicado a 14/07/14
NB


Moncorvo - Terra de vinhos

Torre de Moncorvo -Terra de Vinhos from LB Produções on Vimeo.

Moncorvo ,Terra de vinhos - CISTUS II

CISTUS no semanário Expresso .

A Qualidade que vem das Fragas.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

MONCORVO - Dia de feira (1974)


Torre de Moncorvo : Do Reboredo à Vilariça

Fotografia de Leonel Brito

O Santuário do Imaculado Coração de Maria dos Cerejais

Cerejais, 18 jun 2017 (Ecclesia) – O Santuário do Imaculado Coração de Maria dos Cerejais, em Alfândega da Fé, Diocese de Bragança-Miranda, foi hoje elevado a Santuário Diocesano, por decisão do bispo local.
O decreto foi lido hoje no final do I Congresso Mariano Diocesano, precisamente neste santuário.
D. José Cordeiro proclama assim “o conjunto dos lugares sagrados da Mensagem de Fátima em Cerejais, Santuário Diocesano do Imaculado Coração de Maria”.
As celebrações deste domingo começaram com uma oração pelas vítimas do incêndio de Pedrógão Grande, cujas vítimas foram depois lembradas na Eucaristia, no Santuário do Imaculado Coração de Maria dos Cerejais.
A história deste santuário começou em 1961 com a construção de uma capela dedicada ao Imaculado Coração de Maria e em ligação às aparições de Nossa Senhora em Fátima.

Luís Ricardo apresenta : O Líder Charlatão

Luís Ricardo, residente nas Caldas da Rainha, faz o pré-lançamento do seu novo livro “O Líder Charlatão”, na Feira do Livro, em Lisboa, no dia 10 de junho, pelas 15h.
Capa do novo livro
Com edição da Chiado Editora, este livro “procura identifica os que se julgam com capacidades especiais de liderança, os que se julgam iluminados, os que se julgam imprescindíveis para orientar as nossas perdidas vidas, os que gostam de ter poder sobre os outros, os que afirma que sem eles o grupo não conseguirá ter sucesso, em suma, os que nos dizes: entrega-me a tua vida e continua idiota”
“A biologia, a antropologia, a sociologia e a filosofia racional são os suportes desta obra, que nos aponta algumas das razões do ser humano gostar tanto de posições que lhe conferem poder”, adianta a descrição do livro.
Nascido em 1961 em Torre de Moncorvo, mora há oito anos e meio nas Caldas da Rainha. É doutorado em Liderança Educacional (UAb - Lisboa), mestre em Administração Escolar (UPortucalense - Porto), licenciado em Administração Escolar (ESEL - Leiria) e licenciado em Engenharia Eletrotécnica (ISEC - Coimbra).
Tem experiência como professor (ensino secundário e ensino superior) e como responsável técnico/comercial em organizações empresariais.
Publicou vários artigos relacionados com a temática da liderança e é o autor dos livros “O Líder e a Liderança” (2014) e “O Fim do Líder” (2016).
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terça-feira, 20 de junho de 2017

LINHA DO SABOR - DUAS IGREJAS, A ÚLTIMA ESTAÇÃO



Chegada do primeiro comboio a Duas Igrejas,última estação da Linha do Sabor (22/06/1938).
Na fotografia:Frederico Soares Ferraz,maquinista;inspector Alcino Alves;António Manuel Ferraz, fogueiro.

NORDESTE TRANSMONTANO - PAISAGEM

Quinta da Laranjeira.Foto enviada por Armando P. Silva.

Amendoeiras em flor, por Júlia Biló


  "Quando a memória se torna peça de museu"
Época das amendoeiras em flor .  Após o esplendor  por vales e ladeiras,  após  os  “Oh!  Ah!”   dos turistas  maravilhados,  o vento agreste da Semana Santa começa o seu trabalho.  As pétalas brancas e leves voam em revoadas…  Em breve,  entre as pequenas folhas verdes brotam os amendrucos.
Eram os raparigos os primeiros a descobri-los e a comê-los.  As mães ralhavam:  “Não comas isso, seu diabo,  que ficas com dor de barriga” .  Qual dor de barriga?  Eram deliciosos :  tenros e frescos !
Mas os amendrucos  endureciam.  Levavam  largos meses a  endurecer:  passavam as cerejas, os pêssegos,  as  laranjas, os figos lampos,  chegavam as malápias e as uvas e os figos vindimos e só então as amêndoas começavam a abrir a primeira casca.  
Depois da apanha e da partição, começava em Moncorvo  um novo ciclo da amêndoa em que eram  figuras principais as “ cobrideiras de amêndoa” .  Para além das suas mãos ágeis,  as suas ferramentas de trabalho eram –  e continuam a ser  - muito simples, até rudimentares:  o enorme “caco” de barro,  quase cheio de cinza com uma cobertura de brasas,  uma grande bacia de  cobre , linda, brilhante,  oito dedais e um banquinho de pau.
Um pequeno monte de amêndoa pelada e torrada está agora no meio da bacia colocada sobre o caco;  ao lado direito,  o recipiente com  o açúcar em ponto de pérola, nem um pouquinho mais, nem um pouquinho menos, ou a cobertura de açúcar não terá a brancura da neve. A cobrideira  senta-se no seu banquito, benze-se e coloca os dedais.  Aos pouquinhos, vai regando a amêndoa com a calda de açúcar e move-a na bacia de cima para baixo , de baixo para cima, em movimentos regulares e ritmados, até os biquinhos aflorarem ou até que a cobrideira  ache  que está  “na conta”.
Era isto que fazia a minha mãe,  grande cobrideira de amêndoa.  Ah,  e ia cantando um fado do velho Marceneiro:  “Ausência tem uma filha / que se chama saudade…”
É com imensa saudade que olho para a velha bacia de cobre, brilhante, lindíssima, que guardo em minha casa, em lugar de destaque.

 Viana do Castelo,  4 de Março, 2012
Júlia Biló
Publicado a 04/03/2012

domingo, 18 de junho de 2017

Mirtilos - Aviso à navegação

Boa tarde,
Gostava de saber se estão interessados em comprar mirtilos para compotas?
A exploração fica no concelho de Torre de Moncorvo, os mirtilos são os que estão picados do granizo e pequenos.
Preço por kg 2.5€.


Muito obrigado.
Cumprimentos,
Nuno Almeida 

A Confraria da Amêndoa por terras do Sul


Primeira foto:  Elvas
Segunda foto:Taberna do Adro em Vila Fernando com a TVI
Terceira foto : "fardados" com a gerente  da taberna

III Encontro de História e Cultura Judaicas

NOTA DE IMPRENSA
III Encontro de História e Cultura Judaicas

Nos dias 23 e 24 de Junho a Biblioteca Municipal de Torre de Moncorvo recebe o III Encontro de História e Culturas Judaicas.
Um dos pontos altos será uma homenagem ao professor Adriano Vasco Rodrigues. Destaque no decorrer do programa para a apresentação dos livros “Pelourinho de Torre de Moncorvo – Projecto de reconstituição – Memória Descritiva e Justificativa” e “História e Cultura Judaicas – Homenagem ao Professor Adriano Vasco Rodrigues”.
Além de um espaço de debate e partilha de conhecimentos sobre esta temática, este encontro pretende dar a conhecer e valorizar o vasto espólio judaico existente no concelho.

Nota biográfica de Adriano Vasco Rodrigues

Adriano Vasco da Fonseca Rodrigues nasceu na Guarda a 4 de Maio de 1928 e é um arqueólogo e etnógrafo português que repartiu a sua carreira pela docência e investigação. Em 1956, licenciou-se em Ciências Históricas e Filosóficas na Universidade de Coimbra, fez o curso de Ciências Pedagógicas e fez cursos complementares de Língua e Cultura Espanhola na Universidade de Santiago de Compostela, onde mais tarde se especializa em História da Arte. Exerceu a docência nos três ramos do ensino: primário, secundário e superior. Adriano Vasco Rodrigues foi também Inspector Provincial Adjunto do Ensino em Angola, entre 1965 e 1969. Em 1980, foi deputado à Assembleia da República, nesse ano e no ano seguinte foi ainda nomeado pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Conselheiro do Conselho das Comunidades Portuguesas. Foi director da Schola Europaea, na Bélgica, entre 1988 e 1996.
Muitas são as ações nas quais participou sobre a Presença Judaica em Portugal, entre elas foi fundador (sócio n.° 1), da Associação da Amizade e Relações Culturais Portugal-Israel (1979). Foi Presidente da Direção e é Presidente Honorário. Com sua Esposa está ligado ao nascimento do Museu Judaico de Belmonte e ao futuro Centro de Estudos Judaicos de Torre de Moncorvo, que terá como nome Centro de Estudos Judaicos Maria da Assunção Carqueja e Adriano Vasco Rodrigues.
Tem publicado diversas obras na área da história e arqueologia, onde se destacam também vários livros ligados ao judaísmo.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 14 de Junho de 2017
Luciana Raimundo

Miranda do Douro acolhe primeiro festival ibérico dedicado à observação de aves

O ObservArribas - 1.º Festival Ibérico de Natureza das Arribas do Douro leva ao território meia centena de actividades ligadas ao turismo de natureza e cultural. Entre 23 e 25 de Junho.
"Trata-se do primeiro festival ibérico dedicado à temática da observação de aves e conservação da natureza, numa região onde se juntam dois parques naturais ibéricos de grande valor ambiental cultural ", afirma Joaquim Teodósio, coordenador do projecto, em declarações à agência Lusa.
A organização do certame resulta de uma parceria entre o município de Miranda do Douro, no distrito de Bragança, o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas e o projecto transfronteiriço "Life Rupis", que se dedica à conservação do britango e da águia perdigueira.
"Este tipo de festival de observação de aves tem acontecido em zonas do litoral, sendo esta a primeira vez que se faz algo do género em zonas de fronteira", indicou.
As iniciativas vão decorrer ao longo de todo o Parque Natural do Douro Internacional, que é considerado pelos especialistas como um "verdadeiro santuário" para a nidificação de aves rupícolas.

Festa da Cereja de Alfândega da Fé promoveu vários produtos do concelho

Foram muitos os visitantes que passaram por Alfândega da Fé durante três dias. O certame ganhou este ano uma cara nova, com a instalação numa tenda mais ampla que agradou a expositores e quem por lá passou.
Sendo a cereja o ex-libris de Alfândega da Fé e a rainha do certame mais conhecido do concelho, a qualidade do fruto e a produção deste ano foram o tema de conversa no concelho.

http://www.jornalnordeste.com/noticia/festa-da-cereja-de-alfandega-da-fe-promove-varios-produtos-do-concelho

Município de Torre de Moncorvo assinalou Dia Mundial da Criança

NOTA DE IMPRENSA
Município de Torre de Moncorvo assinalou Dia Mundial da Criança


A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo comemorou o Dia Mundial da Criança, no passado dia 1 de Junho, com a exibição do filme de animação “ A Bela e o Monstro”.
A atividade contou com duas sessões de cinema, uma durante a manhã destinada aos alunos dos jardins-de-infância do concelho e Centro Social e Paroquial de Torre de Moncorvo e, uma outra ao início da tarde, para os alunos do 1º ciclo do concelho.
No final de cada sessão, o Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, entregou uma pequena lembrança às crianças presentes.
O Município de Torre de Moncorvo ofereceu ainda o lanche a todos os alunos.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 9 de Junho de 2017
Luciana Raimundo

Bragança participa em obra de artista israelita

Copos de vidro, pás de padeira ou uma cama são alguns dos objetos doados para construir parte da exposição "Disruptive order" (Ordem interrompida, na tradução do inglês) sobre memórias percecionadas pela artista israelita, filha de sobreviventes do Holocausto.
O trabalho pode ser visitado no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, em simultâneo com a exposição "A Coragem e o Medo", sobre outra tragédia humana, a dos refugiados, da autoria de Graça Morais.
Abriram também ao público mais duas exposições, no Centro de Fotografia Georges Dussaud, que, até 31 de dezembro, vão mostrar Trás-os-Montes captado pela objetiva do fotógrafo francês, e a segundo do fotógrafo português Orlando Ribeiro centrada na arquitetura tradicional transmontana.
As quatro novas exposições estão integradas no evento internacional "Encontros de Culturas Judaico-Sefardita Terra (s) de Sefarad", como disse à Lusa Jorge da Costa, diretor do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais e comissário de três exposições.
O evento "Terra (s) de Sefarad" decorre entre 15 e 18 de junho, em Bragança, e integra um congresso, exposições, concertos, cinema e outras atividades, além da presença de vários nomes de referência, nomeadamente Yasmin Levy, "a mais conhecida e celebrada voz da música sefardita contemporânea".
A artista israelita Dvora Morag está em Bragança há vários dias a preparar a exposição "Ordem interrompida" com elementos simbólicos sobre a perseguição Nazi aos judeus, durante a Segunda Guerra Mundial.
É uma exposição "acerca da Humanidade", como vincou à Lusa a artista israelita, de 60 anos, que lê Fernando Pessoa e vai usar, numa instalação, frases do poeta português.
Dvora Morag questiona e desafia o público nesta instalação em que a serapilheira, símbolo de luto, pobreza, cor do deserto e usada para transporte de alimentos, cobre todos elementos, e que termina com a celebração da vida numa cascata de copos de vidro intitulada "cheers", a expressão em inglês usada para brindar.
A tragédia humana dos migrantes e refugiados da atualidade aliada às referências da identidade transmontana, que caracterizam a artista, está retratada no desenho e pintura do mais recente trabalho de Graça Morais, a exposição "A Coragem e o Medo", que ocupará a sala dedicada à pintora transmontana no Centro de Arte Contemporânea.
"Entre o protesto e a repulsa, o terror e a piedade, Graça Morais materializa em cada obra a dimensão de um ciclo dominado pelo medo, a perversão, a violência física e ideológica ou a crueldade que parecem ter-se instalado nas engrenagens que movem o mundo", como descreveu Jorge da Costa, comissário da exposição.
Jorge da Costa é também o responsável pela exposição que mostra novas fotografias de Georges Dussaud, que nos últimos 37 anos tem "captado o quotidiano de Trás-os-Montes, desde o comércio, rituais os ofícios, trabalhos agrícolas e pastoreio à paisagem, mas sobretudo, as gentes da região.
A exposição resulta de um novo trabalho fotográfico realizado entre abril de 2016 e fevereiro de 2017, a convite do município de Bragança, com "uma narrativa sobre a contemporaneidade desta região".
Trás-os-Montes é também o tema de outra exposição resultado de uma seleção de imagens a partir do trabalho artístico e documental de Orlando Ribeiro, com base em registos fotográficos deste território.

https://www.noticiasaominuto.com/cultura/811089/braganca-participa-em-obra-de-artista-israelita

sábado, 17 de junho de 2017

II Encontro de Casas de Acolhimento de Crianças e Jovens do Distrito de Bragança

NOTA DE IMPRENSA
II Encontro de Casas de Acolhimento de Crianças e Jovens do Distrito de Bragança

A Fundação Francisco António Meireles recebeu, no passado dia 25 de Maio, o II Encontro de Casas de Acolhimento de Crianças e Jovens do distrito de Bragança.
A sessão de abertura contou com a presença do Presidente da Fundação Francisco António Meireles, António Moreira, do Diretor do Instituto de Segurança Social de Bragança, Martinho Nascimento, e do Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves.
Durante a manhã decorreu um painel sobre “ Intervenção da Supervisão em Contexto de Acolhimento Residencial” seguida de uma visita à casa de acolhimento.
À tarde tiveram lugar duas sessões, uma sobre “O Acolhimento Visto de Dentro” e outra sobre “Acolhimento Educacional: Asas para Voar Fora do «Aquário» ”
A sessão de encerramento ficou ao cuidado de Lia Louçã, Diretora da Unidade de Desenvolvimento Social e Programas do CDSS de Bragança.
Com II Encontro de Casas de Acolhimento pretendeu-se promover a partilha e reflexão sobre as práticas adotadas nas instituições de crianças e jovens.
A iniciativa foi organizada pela Fundação Francisco António Meireles e Segurança Social e contou com o apoio do Município de Torre de Moncorvo.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 202 de Junho de 2017
Luciana Raimundo

TORRE DE MONCORVO - CALDEIRADA À MODA DA RIBEIRA


As coisas que se têm dito ou escrito sobre a sopa, ou caldo da Vilariça, não são bem assim. Escreveu a Maria de Lurdes Modesto, por sugestão do saudosíssimo Afonso Praça, uma receita de culinária, receita essa, que seria um simples caldo ou a sopa de feijão frade. O petisco chama-se Caldeirada da Ribeira ou À Moda da Ribeira, que era onde os meloeiros, como o meu saudoso avô “António Totó”, a faziam.

Naquele tempo os meloeiros passavam toda a época da cultura do melão na Vilariça a tempo inteiro, nem a casa vinham. O meu avô ia contando os dias de calor à sombra do choupo da Courela Grande. Da cabana fazia a sua casa, nela dormia e comia. O seu banho, era nas águas do Rio Sabor que, naquele tempo, corria límpido e despoluído. O fogão de cozinhar era a poça feita na terra onde se acendia a fogueira.

Produtores de Alfândega da Fé criam Azeite em Pó para promover região

Em Alfândega da Fé um produtor de azeite associou-se a uma empresa de ervas aromáticas e criaram um novo conceito: Azeite em Pó.
Trata-se de um produto gourmet para promover a qualidade do azeite transmontano além fronteiras.

http://portocanal.sapo.pt/noticia/124592/

Dia Mundial do Ambiente assinalado em Torre de Moncorvo

NOTA DE IMPRENSA
Dia Mundial do Ambiente assinalado em Torre de Moncorvo


Os alunos do Agrupamento de Escolas de Torre de Moncorvo celebraram o Dia Mundial do Ambiente, no passado dia 8 de Junho, numa atividade promovida pelo Município de Torre de Moncorvo.
A iniciativa desenrolou-se na Praça Francisco Meireles e os alunos dos jardins- de infância, Centro Social e Paroquial de Torre de Moncorvo, 1º ciclo e 2º ciclo do Agrupamento de Escolas foram convidados a colocar num placar frases ou ilustrações relacionadas com o tema do Ambiente.
A iniciativa teve como principal objetivo sensibilizar os alunos e os munícipes para os problemas ambientais e suas possíveis soluções, procurando transformar os cidadãos em participantes ativos na proteção dos valores naturais.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 9 de Junho de 2017
Luciana Raimundo

CASTELO DE PENAS RÓIAS, por Fernando de Castro Branco

De castelo em castelo, após Algoso, dirigimo-nos a Penas Róias. Da nesga de sublime anterior, deparamos agora com uma ostensiva Torre de Menagem carcomida ao alto como se mordida por irregulares dentes vindos do céu. Em volta, uma paisagem esculpida pelo suor humano; o morro Levanta-se o quanto baste para vigiar o horizonte, cujo afloramento mais próximo é uma pequena aldeia de ruas estreitas, casas minúsculas de pedra e cal, cercadas de hortas, Latadas, prados e árvores descendo pelas encostas. Uma pequena igreja branca parece indeciso farol orientando a confusa geometria do povoado, e no sopé do monte um antiquíssimo caixão de pedra funerária diz-nos que imensa água humana ali terá de continuar a bater para furar o granito; que continua aliás intacto, salvo a ligeira erosão do tempo na superfície interior, como alisada por uma mão dócil.
FERNANDO DE CASTRO BRANCO

Fonte: "ONDE NADA SE REPETE" - crónicas à volta do património. (excerto)

MP abre inquérito após queixa do GEOTA sobre barragem do Baixo Sabor

A Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou que foi aberto um inquérito na sequência de uma queixa-crime apresentada pela organização ambientalista GEOTA relacionada com a barragem do Baixo Sabor.
“Relativamente à barragem do Baixo Sabor confirma-se a receção de uma participação do GEOTA, a qual foi remetida ao Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), onde deu origem a um inquérito”, informou a PGR, depois de o Jornal Económico ter avançado hoje que o Ministério Público está a investigar barragens da EDP e Iberdrola.
Segundo a PGR, o inquérito resultante da participação do GEOTA é “autónomo do processo relacionado com os CMEC”, ou seja com as alegadas rendas excessivas da energia, e que levaram, no final da última semana, à realização de buscas à EDP, REN e à consultora BCG, e à constituição de vários arguidos, incluindo do presidente da EDP, António Mexia, por suspeitas de corrupção e participação económica em negócio.
Em 16 de fevereiro passado, a organização ambientalista GEOTA informou que apresentou uma queixa-crime na PGR com o propósito de que fosse desencadeada uma investigação criminal aos negócios relacionados com as novas barragens de Trás-os-Montes.
Em causa estão as barragens do Sabor e do Tua, já concluídas, e o complexo de três barragens no Tâmega, cuja construção teve início recentemente, e que fazem parte do Plano Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroelétrico (PNBEPH) lançado, em 2008, pelo então primeiro-ministro, José Sócrates.
A queixa do Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA) pedia à PGR uma investigação às decisões tomadas pelos responsáveis políticos e técnicos envolvidos na construção destas novas barragens.

Diocese de Bragança-Miranda realiza 1º congresso mariano

A Casa da Cultura de Alfândega da Fé acolhe, entre 16 e 18 de Junho, o primeiro congresso mariano da diocese de Bragança-Miranda. “Maria, Mãe para o terceiro milénio” é o tema do congresso com “carácter teológico” e que vai contar um conjunto de conferencistas de âmbito nacional.
A iniciativa “visa ajudar a pensar o lugar que Maria ocupa na devoção e no coração do povo cristão, a partir do magistério da Sagrada Escritura e das próprias Aparições de Fátima”, explica à Renascença o reitor do Santuário do Imaculado Coração de Maria dos Cerejais, padre José António Machado.
O sacerdote entende que “se Maria foi acolhida como mãe no 1º milénio”, também o pode e deve ser neste 3º milénio, “uma época em que há tantos filhos órfãos de pais vivos e até pais abandonados pelos filhos”.
O congresso mariano é organizado pelo Movimento da Mensagem de Fátima (MMF) em conjunto com o Santuário do Imaculado Coração de Maria dos Cerejais.
A sessão de abertura foi presidida pelo bispo diocesano, D. José Cordeiro, pelas 17h00, e meia hora depois teve lugar a conferência “A maternidade espiritual de Maria no Concílio Vaticano II”, pelo bispo auxiliar de Braga, D. Francisco Senra Coelho.
No sábado, dia 17, os trabalhos do congresso arrancaram às 10h00, com a reflexão “Conduzidos a Cristo por Maria”, pelo professor José Carvalho, da Universidade Católica Portuguesa, a que se segue a conferência “A Virgem Santa Maria na Sagrada Escritura”, pelo padre António Magalhães, mestre em Teologia Bíblica.

Castelo de Montalegre

Castelo de Montalegre localiza-se na vila, Freguesia e Concelho de mesmo nome, Distrito de Vila Real, em Portugal.
No topo de um monte granítico, de onde se descortinam as serras do Gerês (a Oeste) e do Larouco (a Leste) e o curso do rio Cávado (a Norte), o castelo domina a povoação, a poucos quilômetros da fronteira com a Galiza. Juntamente com o Castelo da Piconha, próximo de Tourém, e o Castelo de Portelo, em Sendim (Padornelos), integrava o conjunto defensivo das Terras de Barroso.
Índice
Acredita-se que o povoamento humano de seu sítio remonte a um castro pré-histórico, sucessivamente ocupado por Romanos (conforme testemunho de moedas e lápides recuperadas na área), Suevos desde 411 d.C e anexado pelos Visigodos em 585. Posteriormente foi atacado pelos muçulmanos várias vezes, na época da Reconquista cristã da península Ibérica, desde os meados do século VIII. Veio a integrar os domínios do Gallaeciense Regnum até a independência do Reino de Portugal. Desde esse momento faz parte do Portugal até o dia de hoje.
Castelo de Montalegre.
Território compreendido nos domínios do reino de Portugal desde a sua independência, a povoação recebeu Carta de Foral de D. Afonso III (1248-1279), em 9 de Junho de 1273, tornando-se cabeça das chamadas Terras de Barroso, época em que a construção do castelo deve ter sido iniciada, atravessando o reinado de D. Dinis (1279-1325) – que garantiu à vila substanciais privilégios em 1289, visando o seu povoamento -, para ser concluída, em 1331, no de D. Afonso IV (1325-1357), conforme inscrição epigráfica no sopé da torre sul.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

A bicicleta de Foz Côa

PJ confirma que a inscrição de uma bicicleta e da palavra BIK sobre gravuras de Foz Côa foi da autoria de dois homens primitivos.http://blogdodalailima.blogspot.pt/2017/05/arqueologia.html#links


Torre de Moncorvo - A nossa Seleção


Torre de Moncorvo - Património Imaterial

Primeira década do século XX

Parque do Côa está numa situação de “auto-gestão”

O presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses (AAP), José Morais Arnaud, afirmou, no parlamento, em Lisboa, que o Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC) se encontra numa situação “insustentável”, de “completa auto-gestão”, sem administração nem trabalhadores.
“Pelo que sabemos, ainda não tinha sido indigitada qualquer pessoa para substituir o diretor do Parque do Vale do Côa (António Batista), que se aposentou, e a entidade encontra-se completamente à deriva”, alertou o presidente da AAP.
No parlamento, o presidente e o vice-presidente da AAP, Luís Raposo, defenderam que aquele património mundial deve ser vigiado por presença humana, sem prejuízo da utilização de tecnologias.
“A vigilância física é uma componente essencial do projeto do Côa e é uma obrigação do Estado garantir isso. Ela foi sendo suspensa ao longo dos últimos quatro anos, e acabou por desaparecer. Mas é essencial, não só para a proteção do património, mas também para dar emprego a uma região altamente deprimida”, sustentou José Arnaud.
Para a direção da AAP, a guardaria humana “é também essencial do ponto de vista didático, para dar respostas aos visitantes do parque”.
O deputado do CDS-PP, João Almeida, considerou que a falta de vigilância “é um problema estrutural” e receia que o ato de vandalismo, ao Painel Central de Arte Rupestre da Ribeira de Piscos, possa repetir-se, tendo em conta a situação do Parque.
A associação dos arqueólogos portugueses também alertou para o facto de a administração da Fundação do Côa ainda não ter tomado posse o que, com a aposentação do diretor do parque, faz com que todo o conjunto – incluindo o museu – se encontre “à deriva”.
“Há uma falta de consciencialização cultural que é preciso reduzir, divulgando a importância de um património tão valioso”, sustentou a deputada do PS, Gabriela Canavilhas.

Amêndoas = Moncorvo


Bragança - Convite

A cidade de Bragança e a Rede de Judiarias de Portugal estão a implementar oMemorial e Centro de documentação_Bragança Sefardita, um Centro Permanente sem fins lucrativos com propósitos educativos e culturais e contando com apoio financeiro EE GRANTS.
O Centro de Documentação, situado no piso superior do Memorial, terá uma áreareservada para o visitante que pretenda fazer algum estudo ou investigação, mas também um espaço com uma pequena libraria e um local para aconsulta de um arquivo digital.
Como estamos neste momento a recolhar documentação para o Centro de Documentação ligado à cultura e história sefarditas, gostaríamos de os convidar a associarem-se a este projecto através de eventual parceria, colaborando connosco e com o Município de Bragança, pelo envio de Publicações, livros e revistas, relacionados com esta temática.
MORADA:
Memorial Bragança Sefardita - Centro de Documentação Arquivo Municipal Bragança
Forte S.João de Deus

O JARDIM CONSTANTINO E O SEU TITULAR, O " REI DOS FLORISTAS"



José Rentes de Carvalho apresentou «Trás-os-Montes, o Nordeste» (

José Rentes de Carvalho apresentou «Trás-os-Montes, o Nordeste» (Fundação Francisco Manuel dos Santos), na 30.ª Feira do Livro de Mogadouro. A Biblioteca Municipal Trindade Coelho teve muitos leitores para ouvirem falar de si e da sua terra, no penúltimo dia de Maio.
O dia seguinte foi passado em Estevais, aldeia tão presente na vida e na produção literária do autor.
A Comunidade Cultura e Arte viajou a convite da Fundação Francisco Manuel dos Santos para ouvir J. Rentes de Carvalho e conhecer a aldeia e a sua gente.
«Red Burros dá-te asas»

Mil Novecentos e Setenta e Cinco, de Tiago Patrício (Texto de apoio)

Tiago Patrício e Leonel Brito
Por vezes, a propósito de um livro, perguntam-me que personagem é que sou e eu digo, com alguma pena para quem pergunta, que não sou nenhuma ou que sou várias. Mas essencialmente sou como o Leonel, um observador com a câmara às costas, um “Cameraman”, que vai registando diferentes perspectivas do mundo, sem criticar, sem procurar uma moral, usando o mínimo de adjectivos possível e sem me tornar na personagem principal.
É curioso que quando sonhamos nunca vemos a nossa imagem, vemos o mundo a passar à nossa frente, com pessoas e objectos que conhecemos ou que nunca vimos e por vezes estamos num lugar bom e noutras somos perseguidos, mas o nosso corpo nunca aparece inteiro. Se nos esforçarmos podemos ver os pés, as mãos, a barriga. A partir desta ideia é possível estabelecer a ligação com o Cameraman, aquele que tudo vê, que faz ampliações de imagens e cortes, mas tem dificuldade em ver-se a si próprio. Por isso, nos sonhos nós fazemos uma espécie de filme documental e quando acordamos temos algumas imagens fragmentadas na cabeça, mas só com esforço é que conseguimos reconstruir o filme inteiro.

Freixo de Espada à Cinta acolhe a prova de resistência Douro Gentlemen's Race

Freixo Espada à Cinta, Bragança, 14 jun (junho) - A vila de Freixo de Espada à Cinta acolhe, no sábado e domingo, a "Douro Gentlemen's Race", uma prova de ciclismo de resistência e competição onde impera a "entreajuda" dos elementos de cada equipa, indicou hoje fonte do município.
Segundo a mesma fonte, a "Douro Gentlemen's Race" é uma competição por equipas que tenta aprofundar a camaradagem entre os elementos, ao mesmo tempo que percorre estradas e paisagens desafiantes.
A prova, de cariz transfronteiriço, tem início em Freixo de Espada à Cinta e inclui passagens por Barca D'Alva, Poiares, Mazouco e Ligares, no distrito de Bragança, atravessando o rio Douro para a província espanhola de Salamanca, com passagem por La Fregeneda, Saucelle e Hinojosa del Duero em território do Douro Internacional.
"Vamos também promover o desafio entre equipas para que se construam melhores estratégias para se conseguir atingir o objetivo final, sendo uma oportunidade para promover o 'teambuilding' (espírito de equipa). Ao mesmo tempo vamos tentar garantir que, com esta dinâmica, as equipas andem durante todo o percurso", indica a organização em comunicado.


Na Margem Esquerda da Ribeira, por Maria Idalina Alves de Brito

..."E, penso muitas vezes, que este meu amor ao campo é idêntico ao amor que muitas pessoas têm pelo mar ou pela cidade. Aqueles, porque nasceram, viveram ou vivem junto àquela imensidão azul e verde, branca e salgada, agitada, buliçosa, que os encanta, perturba ou atormenta. Estes, pelo movimento, acção, barulho, vida, mudança, agitação frenética, stress, que os faz viver, respirar, cansar, suar, mas que "morreriam" sem esse conforto diário. Já vivi nesses cenários. Amei-os enquanto duraram e, me foram imprescindíveis à minha existência e construção do meu futuro. Porém, à minha alma campesina, faltava o ar frio e leve, quente e abafado, faltavam as serras, as montanhas, os vales, o imenso planalto, que a chamavam diariamente e, a atraíam sempre. Ela, não poderia viver sem o "seu Trás-os-Montes" e, longe, uma saudade imensa assolava-a, atormentava-a, que só terminou quando, definitivamente regressou para aqui viver. Sou camponesa, com apenas os primeiros anos da minha Infância. Mas aprendi, nesse cudo período da minha vida, a mar o campo e, quem aprende a amá-lo, jamais o esquece. Amá-lo-á sempre, por mais longínquo que possa estar e por mais agitada, movimentada ou atarefada a sua existência."...

"Colecção Escritores Moncorvenses - Romance 1"

Côa - "diálogo permanente com a UNESCO"

Luís Filipe Castro Mendes "não reconhece que haja qualquer risco" do Parque Arqueológico do Vale do Côa vir a perder a sua classificação de Património da Humanidade atribuída pela UNESCO. O ministro da Cultura não está de acordo com a existência dos "graves problemas" apontados por especialistas mas afirma manter-se em "diálogo permanente com a UNESCO"
Em declarações ao Expresso, o ministro da Cultura afirma que uma boa novidade na área do património é a resolução do problema administrativo do Parque Arqueológico do Vale do Côa. Luís Filipe Castro Mendes adianta que "a Fundação Côa está pronta a tomar posse", já estando constituídos os órgãos diretivos e sublinha que será aberto de seguida um concurso público para elçeger um diretor para o museu.
Mais. Castro Mendes regozija-se mesmo com o protocolo que conseguiu assinar para o bom funcionamento do Parque com o Ministério do Ambiente, o Turismo de Portugal, A Câmara Municipal de Foz Côa e Ministério da Ciência.
Esta quarta-feira, em sede de audição da Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, na Assembleia da República, o tema foi a base de todo o debate.
José Zilhão, o arqueólogo que coordenou a criação do parque, alertou para o risco de este entrar na lista do património mundial em perigo da UNESCO. “A situação atual é suficiente para que um cidadão, um grupo de cidadãos ou um organismo da sociedade civil requeiram a integração do PAVC na lista do Património Mundial em perigo.” O que é, acrescenta, “demasiado desprestigiante para o Estado português, tendo em conta a forma como a UNESCO apoiou o projeto”.
A presidente da comissão portuguesa do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios, Maria Ramalho, defendeu ainda a apresentação de um relatório sobre o estado de conservação do parque ao Comité do Património Mundial, propondo à UNESCO a abertura de um processo para avaliar a situação.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

O caso da barragem do Baixo Sabor, por António Manuel Moreira Durão

1 - INTRODUÇÃO
Encontramo-nos numa época em que cada vez mais os problemas ambientais e de gestão dos recursos naturais, variáveis dependentes e/ou independentes (conforme o nivel de análise) resultantes do processo de desenvolvimento, são fonte de uma preocupação global. A isto não é alheio o facto de estarmos perante uma sociedade dotada de maior consciência para os problemas sociais e ambientais que a rodeiam, ou seja, uma sociedade que Giddens (2000) designa de "reflexiva". Esta reflexividade é fruto da existência de maior conhecimento científico, de meios de comunicação mais sofisticados e da democraticidade desses mesmos meios. Na análise da relação sociedade/ambiente é de realçar o contributo prestado pela Sociologia do Ambiente cujos fundamentos se devem a Catton e Dunlap (2002). Estes autores argumentam que o paradigma subjacente à Sociologia detinha uma visão antropocêntrico no que dizia respeito à relação sociedade/ambiente e, em alternativa propuseram um novo paradigma com uma perspectiva ecológica da mesma relação. Todos os meios de socialização constroem nos indivíduos representações ou modos de pensar sobre o que os rodeia.

RIO DOURO - Entre a Lousa e a Coleja

Foto: Lb

Rio Sabor -A velha ponte da Portela

 Ponte da Portela sobre o rio Sabor
Portugal, Bragança, Torre de Moncorvo
Arquitectura de comunicações e transportes, renascentista. Ponte de arco renascentista de tabuleiro plano, sobre 7 arcos de volta perfeita, com diâmetro diminuindo escalonadamente do centro para a margem, com talha-mares e olhais.
Descrição
Ponte em cantaria de granito, com tabuleiro plano, sustentada por sete arcos plenos; extradorso alinhado; diâmetro desigual mas idêntico pé-direito. O arco central apresenta maior diâmetro, tendo os arcos laterais pequenas diferenças de diâmetro entre si, diminuindo escalonadamente do centro para as margens. Os talha-mares, de tamanho desigual, apresentam secção triangular com degraus escalonados, existindo 6 a montante e 4 a jusante. Sobre os arcos existem sete olhais rectangulares. O tabuleiro é constituído por uma faixa de rodagem alcatroada e por dois passeios laterais, em lajes de granito, que excedem os paramento laterais da ponte sendo sustentados por mísulas; as guardas são em ferro.

Júlio e Júlia

Fotografia enviada por Lucinda Antunes

ENCONTRO DOS ANTIGOS ALUNOS DO COLÉGIO CAMPOS MONTEIRO