terça-feira, 24 de maio de 2016

Igreja Matriz - Moncorvo, 23 de Maio/ 2016

Fotografia enviada por Carlos Ricardo  "Camané"

http://lelodemoncorvo.blogspot.pt/2012/07/moncorvo-igreja-matriz-copus-dei.html
http://lelodemoncorvo.blogspot.pt/2010/10/torre-de-moncorvo-igreja-despojos-da.html
http://lelodemoncorvo.blogspot.pt/2012/02/torre-de-moncorvo-o-circulo-das-pombas.html

Vila de Torre de Moncorvo recebeu mais uma edição da Festa do Cinema


Durante os dias 16, 17 e 18 de Maio teve lugar no Cineteatro de Torre de Moncorvo mais uma edição da Festa do Cinema.
A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo selecionou para o evento 3 filmes candidatos aos óscares. No dia 16 de Maio foi exibido “ O Quarto”, vencedor do óscar de melhor atriz, no dia 17 o filme “Spotlight”, vencedor como melhor filme e melhor argumento original e no dia 18 de Maio “ A Rapariga Dinamarquesa”, vencedora do óscar de melhor atriz secundária.
Além da seleção dos filmes os bilhetes tiveram um custo promocional de 2,50€ por sessão.
O público aderiu bem a esta iniciativa que foi considerada um sucesso, pois embora decorresse durante a semana, passaram pela sala de cinema perto de 400 espetadores.
Esta é já a segunda vez que o Município de Torre de Moncorvo adere à Festa do Cinema, promovendo assim o gosto pela sétima arte, junto da população do concelho. 

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 24 de Maio de 2016
Luciana Raimundo

Torre de Moncorvo - Monstra à Solta com programa diversificado




De 3 a 5 de Junho a Câmara Municipal de Torre de Moncorvo apresenta a Monstra à Solta, um Festival de Cinema de Animação, no Cineteatro de Torre de Moncorvo.
O programa é diversificado sendo que apresenta sessões Monstrinha, exibições de curtas e longas-metragens e competição de curtas-metragens.

A Monstra à Solta tem início dia 3 de Junho e conta com duas sessões da Monstrinha, destinadas exclusivamente aos alunos dos jardins-de-infância e 1º ciclo do Agrupamento de Escolas do concelho de Torre de Moncorvo, no âmbito da comemoração do Dia Mundial da Criança. Na primeira sessão, para os alunos dos 3 aos 6 anos, serão exibidas 13 curtas-metragens e na sessão da tarde, destinada aos alunos dos 7 aos 10 anos de idade, serão apresentadas 9 curtas-metragens. As duas sessões têm a duração de cerca de uma hora e as animações apresentadas são originárias de vários países do mundo. Ainda na sexta-feira, pelas 18h30, realiza-se a I Competição de Curtas, com 12 curtas-metragens a concurso.

Para o dia 4 de Junho, sábado, está agendada a exibição de “O Grande Urso”, pelas 18h30, e à noite a Competição de Curtas II com 11 curtas a concurso.

Destinada a adultos e crianças a Monstra à Solta termina no dia 5 de Junho, domingo, com a exibição de “A Viagem de Chihiro”, pelas 18h30.

A iniciativa surge no seguimento da Monstra - Festival de Animação de Lisboa que terminou em março e vai apresentar até junho, sessões de animação em várias cidades como Marinha Grande, Porto, Portalegre, Santarém, Oeiras, Caldas da Rainha, Funchal, Ponta Delgada, Tomar, Coimbra e a vila de Torre de Moncorvo.



Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 23 de Maio de 2016

Luciana Raimundo

Jornadas de Aproximação e Troca de Conhecimentos em Defesa da Crianças e Jovens da Nossa Região



No passado dia 18 de maio decorreram, em Torre de Moncorvo, as Jornadas de Aproximação e Troca de Conhecimentos em Defesa da Crianças e Jovens da Nossa Região.
A iniciativa foi organizada pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco de Torre de Moncorvo e contou com a participação das Comissões de Proteção de Mogadouro, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Alfandega da Fé, Vila Nova de Foz Côa e Torre de Moncorvo.
A sessão de abertura contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, Presidente da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Torre de Moncorvo, António Moreira, Presidente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, Armando Leandro, Vereadora da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Piedade Meneses, dois representantes da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, um representante da Guarda Nacional Republicana e um representante da Segurança Social. Seguiu-se um debate sobre as realidades de cada organização concelhia e uma troca de experiência e boas práticas perante os problemas vividos em contextos e realidades semelhantes. Durante a tarde realizou-se uma visita ao Lar de Infância e Juventude da Fundação Francisco António Meireles e um debate subordinado ao tema “Minorias, realidades e abordagens”.
Teve ainda lugar uma visita cultural à Igreja Matriz de Torre de Moncorvo, sendo que o programa terminou no pátio exterior da Biblioteca Municipal de Torre de Moncorvo com um vinho fino de honra.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 23 de Maio de 2016
Luciana Raimundo

EXPO Trás-os-Montes | Concurso "As Maravilhas de Trás-os-Montes"


Futebol Formação - Torre de Moncorvo


Actos da Cultura Galego-Portuguesa 2016 | Vila Real – Pontevedra

Actos da Cultura Galego-Portuguesa 2016 | Vila Real – Pontevedra, dias 27, 28 e 29 de Maio de 2016 uma iniciativa de Cultura Que Une [também no âmbito de “Vila Real – Capital da Cultura do Eixo Atlântico 2016"]



Campanha alerta que estes podem ser os últimos meses do Tua



Lançada nas redes sociais, a campanha conseguiu meio milhão de visualizações em menos de dois meses. E à caixa de correio da UNESCO já chegaram mais de 22 mil cartas a apelar para a paragem imediata das obras de construção da barragem, o que a EDP rejeita.
As últimas betonagens da obra de aproveitamento hidroeléctrico do Tua, a barragem que está a ser construída pela EDP na foz daquele rio, a um quilómetro da confluência com o Douro, estão praticamente concluídas. Numa corrida contra o tempo, o consórcio construtor, liderado pela Mota-Engil, faz avançar a obra nas frentes da central eléctrica e no que vai ser o circuito hidráulico de restituição. E é também uma corrida contra o próprio Tua, um rio que, por estes dias de chuva, tem teimado em mostrar a sua face de rio de cheias, com um caudal intenso, a ameaçar entrar pelas cavidades de rejeição. Mas a EDP mantém que o início do enchimento da albufeira ocorrerá ainda durante este mês de Maio, “após visita das autoridades”. A intenção é a utilizar a potência de 270 megawatts que está a ser instalada e começar a produzir energia até ao final do primeiro semestre de 2017.
Nas redes sociais, e em paralelo, a Plataforma Salvar o Tua, fundada em 2013 por um conjunto de organizações locais e organizações ambientalistas às quais se juntou uma empresa vinícola, procura aumentar outro caudal: aquele que ameaça inundar as instalações da UNESCO de cartas com pedidos para que a obra pare.

“Peço à UNESCO que cumpra a sua missão: proteger da destruição locais como o Alto Douro Vinhateiro e assegurar que as futuras gerações possam deles desfrutar. E peço à UNESCO para agir: fazendo uma visita à área, reunindo com todos os afectados pela construção da barragem e colocando o Alto Douro Vinhateiro na Lista do Património Mundial em perigo”, lê-se no texto enviado ao organismo das Nações Unidas.

A campanha assenta em quatro histórias-documentário, realizados por Jorge Pelicano, autor do premiado documentário Páre, Escute e Olhe sobre a linha ferroviária do Tua, suspensa desde 2008, depois de muitos anos de desinvestimento e a pretexto de um acidente mortal. Jorge Pelicano escolheu quatro personagens reais para documentar a última caminhada, a última vindima, a última colheita, a última descida de rio.

Não está a dramatizar. Este é mesmo o último ano do Tua, pelo menos como toda a gente que ali aparece retratada o conheceu. Já não é possível fazer caminhadas ao longo da linha (os túneis já estão emparedados, o património ferroviário há muito foi levantado), a desmatação já levou área de cultivo (mesmo que a cota máxima de enchimento (NPA) tenha descido, durante o processo de avaliação de impacte ambiental, para os 170 metros. E, a confirmarem-se os planos de arrancar com o enchimento da albufeira ainda neste mês de Maio, para que se começar a produzir energia no primeiro semestre de 2017, as alterações tornar-se-ão, então, definitivas. Serão 420 hectares de vale inundado, 19 quilómetros de linha submersos, e um novo plano de mobilidade cuja operação, da primeira vez que foi lançado o concurso, ficou deserto.

BEMPOSTA -1964

Fotos cedidas por Arnaldo Firmino















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ALFÂNDEGA DA FÉ - Mortos na Guerra Colonial


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TORRE DE MONCORVO - EFEMÉRIDES ( 24/05))

24.05.1836
JOSÉ António Monteiro da Silva, de Urros, toma posse do cargo de vereador da câmara de Moncorvo pela renúncia de Rodrigues Pontes.
António Júlio Andrade.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Memórias Orais: Maria Saldenha

Maria e o marido foram toda a sua vida, pastores. De menina tomou conta de três irmãos, a sua mãe tinha falecido e ela era a mais velha e por isso tinha que assumir as responsabilidades da casa e da família. Ao mesmo tempo tinha que andar nos pastos com o gado e por lá ia esquecendo as preocupações de uma criança que tinha sido adulta demasiado cedo. “Eu e os meus três irmãos dormiam juntos numa cama, um dormia para os pés outros dormiam para cima. E outra caminha para o meu pai e as raparigas dormíamos também as duas mas tínhamos uma cama no chão. Só tínhamos dois quartinhos pequeninos e deitávamo-nos no chão, na salinha. Púnhamos a roupa para nos deitarmos”.
Depois que casou a vida que conheceu foi a mesma de menina. Não teve filhos mas ainda criou quatro sobrinhos. “Cheguei a guardar o gado, com um nas costas e traçado com um xaile atado assim atrás”. Ainda se lembra da primeira jeira que ganhou, à azeitona, 25 tostões. E de quando a água chegou a Freixo, “Deus tenha o Senhor Almirante lá no reino da Glória”, diz.
A vida sempre foi de muito trabalho, para por vezes só se comer “um bocado de pão”. Era o que tinha que ser que a vida havia de melhorar. “Trabalhei muito. Andava pela rua a apregoar o leite, a vender às pessoas. Vinha duas horas de caminho com um cântaro de leite à cabeça para casa, depois fazia o queijo, secava-o e vendia-o ao povo a quem mo comprava, cheguei a fazer oito e nove queijos. E a segar, era muita coisa, foi uma vida muito escrava senhor”.
Tem quase 90 anos, já está no Lar. Diz que ainda não há muitos anos que a vida viu melhoras. Hoje já não come pão enresinado. Mas há muita fartura que se estraga, “um pecado”, diz. As horas de caminho a conhecer tudo quanto a rodeava também já vão longe. Agora a vida é de descanso e as horas já não são de preocupação. 

(abril de 2015)

Entrevista na íntegra no link: https://www.youtube.com/watch?v=rrLvwMv9lJw&t=1038s
Joana Vargas

Encontro de Clássicos em Freixo de Espada à Cinta

Inscrições on-line (www.cm-freixoespadacinta.pt), até 24 de Maio.
Uma acção inserida nas Jornadas Gastronómicas do Bacalhau.

Câmara de Freixo adopta nova estratégia de comunicação

Câmara Municipal de Freixo de Espada à Cinta reforça a proximidade da estratégia de comunicação e promoção com a publicação digital Agora.
De periodicidade informal, a newsletter pretende informar e divulgar de forma mais incisiva e regular através de um meio sem custos, célere e popular.
Para a linguagem gráfica, buscou-se influência na folha da Amoreira, árvore associada ao ciclo da Seda, de que Freixo de Espada à Cinta é o único território peninsular produtor.
Com esta instância informativa, e nesta fase, o Município alcança de forma directa e imediata um público amplo e geograficamente diversificado.

Fonte:http://www.diariodetrasosmontes.com/noticia/camara-de-freixo-adopta-nova-estrategia-de-comunicacao

Mogadouro - 5.º Edição do Programa EDP - Empreendedor Sustentável


FREIXO DE ESPADA À CINTA - POSTAL

Enviado por João Luís Gomes Braga

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TORRE DE MONCORVO - OS CALOTEIROS

Clik na imagem para aumentar.
Versos de José Manuel Remondes

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TORRE DE MONCORVO - EFEMÉRIDES ( 23/05)

23.05.1914O dr. Artur Nogueira Soares pede autorização à câmara para construir uma capela para culto particular, anexa à sua casa de habitação, sita na Rua Garret. O requerimento foi deferido e a capela lá está. A rua é que tem nome diferente – Rua do Cano ou Rua do Visconde de Vila Maior.
António Júlio Andrade

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Guerra Junqueiro e os Portugueses

Foto de Junqueiriana.
Os Portugueses
«Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta. [...]
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira a falsificação, da violência ao roubo, donde provem que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro. Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País.
A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.
Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar.»

Guerra Junqueiro, in "Pátria" (1896).
Fonte:https://www.facebook.com/junqueiriana/?fref=ts

Município de Torre de Moncorvo vai estar presente na Feira de Cenon, em França



A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo vai estar presente no Marché Portugais d’Artisanal d’Art et de Gastronomie, que tem lugar nos dias 27, 28 e 29 de maio em Cenon, Bordéus.
Para venda e em exposição vão estar vários produtos regionais, onde não faltarão queijos, enchidos, mel, figos secos, grão de amêndoa, amêndoas cobertas, bolos de amêndoa, compotas, azeite e vinhos.
O Marché Portugais d’Artisanal d’Art et de Gastronomie conta já com sete edições, sendo que Torre de Moncorvo estará representado pela primeira vez nesta edição.
Com esta mostra pretende-se divulgar os produtos de qualidade produzidos no concelho, assim como levar junto da comunidade portuguesa, em França, as iguarias que tanto gostam, mas que devido à distância da sua terra natal, não podem apreciar diariamente.


Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 20 de Maio de 2016
Luciana Raimundo