quarta-feira, 4 de março de 2015

O Fio das Lembranças – Biografia de Amadeu Ferreira, de Teresa Martins Marques (CONVITE)

O lançamento das obras O Fio das Lembranças – Biografia de Amadeu Ferreira, de Teresa Martins Marques, e Belheç / Velhice, último livro de Amadeu Ferreira, decorre amanhã, 5 de Março, pelas 18:00 horas, na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa.
 A biografia de Amadeu Ferreira, escritor e vice-presidente da CMVM falecido no passado dia 1 de Março, será apresentada por Luís Vaz das Neves, presidente do Tribunal da Relação de Lisboa, enquanto Teresa Martins Marques, investigadora do CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias) da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, fará a apresentação da obra bilingue Belheç / Velhice, em mirandês e português, publicada sob o pseudónimo Fracisco Niebro.

Em baixo seguem as sinopses dos livros e, em anexo, o convite para a sessão.

CONCURSO DE IDEIAS - TEM UMA IDEIA PARA O INTERIOR?

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TEM UMA IDEIA PARA O INTERIOR?

ENVIE-NOS E TENHA A HIPÓTESE DE A CONCRETIZAR (E GANHAR PRÉMIOS)

A Microsoft® Portugal e o Interior 2.0 juntaram-se para premiar as melhores ideias que ajudem a potenciar os territórios de baixa densidade. A sua ideia não precisa de ser de base tecnológica, apenas tem que representar uma boa solução para diminuir os fatores que influenciam negativamente estas regiões ou explorar positivamente o potencial destas áreas.

Queremos que a população participe no processo de construção do futuro dos territórios de baixa densidade, partilhando ideias - pequenas ou grandes, comerciais ou não - que possam ajudar a tornar os territórios de baixa densidade bons locais para viver, trabalhar e crescer.
Todos nós temos ideias e todos nós podemos contribuir de forma válida para a sociedade. É nisso que acreditamos no Interior 2.0.

O Concurso de Ideias "Interior: Que Futuro?" é um desafio à sociedade cívil para que se envolva activamente na construção do futuro dos territórios de baixa densidade, através da partilha de soluções.


Porque nem só de ideias vive o mundo, com este concurso para além dos prémios mencionados acompanharemos as ideias para que algumas delas consigam ser postas em prática com a ajuda dos nossos parceiros regionais e nacionais.
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João CastroBusiness Development Manager
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Torre de Moncorvo - Padre Sobrinho

Fotografia de Carlos Ricardo (Camané)


Município de Torre de Moncorvo promove “Viagens pela Minha Terra”

Município de Torre de Moncorvo promove “Viagens pela Minha Terra”
A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo em articulação com a Rede Social de Torre de Moncorvo promove a atividade “Viagens pela Minha Terra”.
Todos os meses os idosos das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho vão visitar outras instituições e a freguesia onde estão inseridas, onde ficarão a conhecer os locais de maior interesse, algumas tradições e as vivências das suas gentes.
Assim, a primeira instituição a receber os idosos é o Centro Paroquial do Larinho, no dia 5 de Março, seguindo-se no dia 1 de Abril a Santa Casa da Misericórdia de Torre de Moncorvo, no dia 7 de Maio o Centro Social e Paroquial de Carviçais, no dia 4 de Junho o Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora da Oliveira na Cardanha, no dia 2 Julho o Centro Paroquial e Social de Felgueiras, no dia 3 Setembro a Fundação Francisco


António Meireles, no dia 15 Outubro a Associação de Bem-fazer de Mós, no dia 5 Novembro o Centro Social do Peredo dos Castelhanos e no dia 3 de Dezembro a Associação Sociocultural e Recreativa de Felgar.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 03 de Março de 2015

Luciana Raimundo.

Alfândega da Fé - FESTIVAL DE TEATRO | CASA DA CULTURA - MARÇO 2015


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Bragança - “UM OCIDENTAL ACIDENTAL, de ÁLVARO LEONARDO TEIXEIRA (convite)

Eventos 1 720 1000
A Câmara Municipal de Bragança e as escolas trazem para a rua um pouco de poesia em forma de instalações artísticas, de música e de outras expressões.


APRESENTAÇÃO DA OBRA “UM OCIDENTAL ACIDENTAL”DE ÁLVARO LEONARDO TEIXEIRA
Prefácio: Dra. Elisete Afonso
Data: 20/03/2015 
Biblioteca Municipal às 18h00 

Fonte: http://www.cm-braganca.pt/frontoffice/pages/540?event_id=402

Ela, a mãe-natureza! Arinda Andrés

Mesmo cansada, velha e truncada,
mesmo decepada, ou até dissecada,
de seiva, de vida, esquecida,
ferida da mágoa vivida,
unguentos ou tormentos,
renasce em rebentos,
cria laços de alimentos,
passos ou momentos
de coragem, de alegria,
na voragem, fantasia
do dia-a-dia…



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TORRE DE MONCORVO - ESCAPARATE (XI)

                             Prefácio

Comovido a Nordeste
Há prefácios que exigem rigor e análise; outros, memória e contextualização tão imbricadas que os factores predominam sobre a personagem que se prefacia. Eu, cá por mim, prefiro a emoção, refreada pelo pudor e algum recato. Mas, mesmo assim, emoção. Porque vou falar de três amigos de décadas, Afonso Praça, Assis Pacheco e Leonel Brito, este último o único sobrevivente ainda em carne e alma, na palavra e no encontro.
O primeiro texto sobre Moncorvo, que eu sintetizei, foi escrito por Afonso Praça e data de 1972. Dá-nos um olhar descarnado sobre o Moncorvo de então, estagnado e sem saída. O Afonso Praça era natural do Felgar que, mais do que Moncorvo, era a sua grande ligação às nossas origens. Ele e o Assis trabalharam juntos nas mesmas redacções, depois de meados da década de 60. Primeiro no Diário de Lisboa, depois no República, regressaram ao Diário de Lisboa, mais tarde reencontraram-se em O Jornal e morreram ambos na Visão.

ESTADO NOVO - FOTO DE FAMÍLIA

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segunda-feira, 2 de março de 2015

Freixo de Espada à Cinta - Calçada de Alpajares com direito a centro interpretativo

Calçada de Alpajares com direito a centro interpretativo
A “Calçada de Alpajares” tem cerca de 800 metros de comprimento e pelo menos 28 curvas ou lancetes e é feita em lages de xisto e de quartzitos espetados na terra, ajustados entre si. 
Autarcas não querem "dois Douros"
A antiga escola primária de Poiares, no concelho de Freixo de Espada à Cinta, foi transformada num centro interpretativo da Calçada de Alpajares, um caminho medieval, descrito como “Belo Horrível” pelo escritor Guerra Junqueiro.
A recuperação e transformação do edifício esteve a cargo do Museu do Douro (MD) e da Câmara de Freixo de Espada à Cinta.
Para o director do Museu do Douro, Fernando Seara, o novo espaço vai ajudar a “preservar, valorizar e divulgar” um caminho exemplar que subsiste no Douro e atrair visitantes ao Douro Superior.
“Espera-se um maior aproveitamento turístico e cultural deste património, que pelo seu trajecto único, pela densidade histórica e pela carga mágica que encerra, não deixará indiferente os que vivem no território e os que o visitam”, explica o director do Museu do Douro.
“O primeiro passo é a apresentação do percurso e depois a explicação de todo o património imaterial e as lendas que lhe estão associadas”, realça Fernando Seara.
“Três Olhares sobre Alpajares” é o nome da exposição de abertura que vai mostrar a beleza do território que, “independentemente da sua localização cronológica, é um caminho completamente deslumbrante” e que será mostrado ao público pelas objectivas dos fotógrafos Egídio Santos, João Pedro Souto Mayor e Luís Ferreira Alves, explica Fernando Seara.
O novo espaço interpretativo abre portas este domingo. Está localizado na aldeia de Poiares, no concelho de Freixo de Espada à Cinta, distrito de Bragança, e pretende ser um espaço interpretativo do percurso de origem “medieval ou romana” que ligava Freixo de Espada à Cinta à Barca d'Alva.
Oitocentos metros em lages de xisto e de quartzitos
Estruturada ao longo de cerca de oitocentos metros em lages de xisto e de quartzitos, a “Calçada de Alpajares” ou "Calçada dos Mouros", como será mais conhecida localmente, integrava a via romana de carácter secundário que atravessava o rio Douro, subindo em ziguezague desde a ponte sobre a Ribeira do Mosteiro entre os penhascos que caracterizam aquela zona do Parque Natural do Douro Internacional e do Alto Douro Vinhateiro.
A “Calçada de Alpajares” está classificada como imóvel de interesse público desde 1977.

Torre de Moncorvo recebe Fim-de-Semana Gastronómico do Borrego da Churra da Terra Quente

De 6 a 8 de Março decorre em Torre de Moncorvo o fim-de-semana gastronómico do Borrego da Churra da Terra Quente.
Durante três dias os restaurantes aderentes irão servir o borrego terrincho confecionado de diversas formas e com variados acompanhamentos. Destacamos o borrego assado no forno ou na brasa, estufado, com arroz de miúdos, em ensopado ou em caldeirada.
O Borrego da Churra da Terra Quente é um produto certificado (DOP), sendo só comercializados as crias de animais inscritos no Livro Genealógico da raça. Os animais são criados à base de pastos e abatidos muito jovens, o que define e mantém o sabor caraterístico desta carne, normalmente de cor muito clara, tenra, sem gordura e extremamente saborosa.
Como sobremesas recomenda-se a todos os visitantes que provem o delicioso bolo de amêndoa, o requeijão e o queijo terrincho, acompanhados com compotas tradicionais, não esquecendo as famosas amêndoas cobertas, tão típicas deste concelho.
Estas iguarias podem ser apreciadas em Torre de Moncorvo nos restaurantes aderentes, “As Piscinas”, “Taberna do Carró”, “A Lareira”, “D. Corvo”, “O Lagar”, “Jardim”, “O Frango”, “Pingo” e “Restaurante Pizzaria Panorâmica”, e ainda em algumas freguesias, Açoreira, no “Café Restaurante Romanzeira”, Larinho, no “BôCafé” e “Estação Bar”, Carvalhal, no “O Botelho” e Carviçais, no “Artur” e “Casa do Benfica”.
A iniciativa é da Associação dos Comerciantes e Industriais do Concelho de Moncorvo, Associação Nacional de Criadores de Ovinos da Churra da Terra Quente, Câmara Municipal de Torre de Moncorvo e Douro Superior - Associação de Desenvolvimento, com o apoio do PRODER.
O fim-de-semana gastronómico está inserido nas festividades da Amendoeira em Flor, sendo mais um atrativo para visitar a região na época em que os campos se enchem de um manto branco e rosado.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 02 de Março de 2015

Luciana Raimundo

Alfândega da Fé - CONVITE

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TORRE DE MONCORVO - EFEMÉRIDES (02/03)


Café Moreira
02.03.1786 – Passado alvará de fidalgo cavaleiro a António Luís de Carvalho e Castro, filho do capitão – mor Francisco de Carvalho e Castro.
02.03. 1914 – Aqui ficam os nomes dos 2 sócios da empresa construtora do troço da linha do comboio entre Moncorvo e Carviçais: António José Gomes e Augusto Gonçalves Lobo.
02.03.1949 – Mudança do posto telefónico público, da Garagem Central para o Café Moreira.

António Júlio Andrade

TORRE DE MONCORVO - MINAS DE FERRO (1899)

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Jornal "O Século", em 27 de Março 1899
Notícia enviada por Francisco Pinto
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TORRE DE MONCORVO - URROS (1935)

Click na imagem para aumentar.Notícia enviada pela Carina Thibieroz.
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TORRE DE MONCORVO - VIZINHOS



















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domingo, 1 de março de 2015

Morreu Amadeu Ferreira, escritor e investigador da língua mirandesa

Morreu hoje em Lisboa, Amadeu Ferreira, considerado um dos maiores escritores e instigadores do mirandês, a segunda língua oficial em Portugal, disse à Lusa fonte familiar.

Em nota enviada à Lusa, a família explicou que o também poeta e jurista, de 64 anos, padecia de um cancro no cérebro há mais de ano e meio e informou que não haverá cerimónia fúnebre já que o corpo será cremado.
Amadeu Ferreira
Amadeu Ferreira nasceu a 29 de julho de 1950 em Sendim, Miranda do Douro. Era presidente da Associação de Língua e Cultura Mirandesas (ALCM), presidente da Academia de Letras de Trás-os-Montes, vice-presidente da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), professor convidado da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, membro do Conselho Geral do Instituto Politécnico de Bragança e, desde 2004, comendador da Ordem do Mérito da República Portuguesa.
O estudioso é o autor e tradutor de uma vasta obra em português e em mirandês, onde assinava com os pseudónimos Fracisco Niebro, Marcus Miranda e Fonso Roixo.
Amadeu Ferreira deixa obras científicas e literárias, em poesia e em prosa. Entre muitas outras, publicou, na área do Direito, "Homicídio Privilegiado" e "Direito dos Valores Mobiliários"; em poesia, "Cebadeiros", "Ars Vivendi / Ars Moriendi" e "Norteando"; em prosa, "La bouba de la Tenerie / Tempo de Fogo", "Cuntas de Tiu Jouquin", "Lhéngua Mirandesa - Manifesto an Forma de Hino" e "Ditos Dezideiros / Provérbios Mirandeses".
Traduziu para a língua mirandesa obras como "Os Quatro Evangelhos", "Os Lusíadas", de Luís Vaz de Camões, "Mensagem", de Fernando Pessoa, dois volumes de "Astérix", e obras de Horácio, Vergílio e Catulo, entre muitos outros. Foi, além disso, colaborador, sobretudo em mirandês, de diversos meios de comunicação social, nomeadamente do Jornal Nordeste, do Mensageiro de Bragança, do Diário de Trás-os-Montes, do Público e da rádio MirandumFM e publicou mais de três mil de textos, quase exclusivamente literários, em blogues como Fuontes de l Aire, Cumo Quien Bai de Camino e Froles Mirandesas.
A sua biografia e o seu mais recente livro, "Belheç / Velhice", têm lançamento marcado para quinta-feira, na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa.
Neste último trabalho, o escritor utilizou o seu pseudónimo mais comum Fracisco Niebro.

Torre de Moncorco - TV Japonesa e a Amêndoa

Moncorvenses e japoneses juntos na promoção da nossa região
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Vila Real - Pastelaria Gomes

Manuel dos Santos Gomes tinha chegado do Brasil e estabeleceu-se em Benguela abrindo este hotel acolhedor família. A sua esposa Maria Conceição, tinha mão para a cozinha e os hóspedes deliciavam-se com as suas receitas. Ao Domingo havia empadas de carne e a sala enchia- se de comensais. Soube mais tarde que este casal resolveu regressar  a Vila Real e abrir a Pastelaria Gomes, mas nunca cheguei a lá ir.
Desde Março (1912) que estava a comandar a Companhia de Depósito de Benguela.



Fonte:
MEMÓRIAS ESQUECIDAS – A VIDA DO CAPITÃO ANTÓNIO BRAZ, de Isabel Braz

Editora: Chiado Editora

O QUE ACONTECIA PELO MUNDO, por Teresa Martins Marques

(excerto da Biografia de Amadeu Ferreira)
Amadeu Ferreira nasceu a 29 de Julho de 1950, sob o signo da contestação, da guerra e da revolução. Era, com efeito, uma época de grande turbulência, no plano nacional e internacional. Logo no dealbar do ano, a 2 de Janeiro, morre na prisão o resistente antifascista Militão Ribeiro; a 25 do mesmo mês, a Índia torna-se República; em Fevereiro, a União Indiana apresentou ao governo português uma proposta para integração dos territórios portugueses de Goa, Damão e Diu, que foi liminarmente recusada; a 11 de Fevereiro dois batalhões Viet Minh atacam uma base francesa na Indochina; a 14 de Fevereiro a China e a URSS assinam em Moscovo um Tratado de Amizade; recorde-se que em 1 de Outubro de 1949, Mao Tsé-Tung, havia proclamado a criação da República Popular da China; a 27 de Fevereiro Chiang Kai-shek é eleito presidente da República da China nacionalista, sediada em Taiwan.
Será em plena guerra da Coreia, opondo dois sistemas políticos, que Amadeu Ferreira virá ao mundo, como que preanunciando as lutas ideológicas em que haveria de envolver-se mais tarde. 
Façamos um breve apontamento rememorativo dos factos: A 25 de Junho deflagrara a Guerra da Coreia, opondo a Coreia do sul à Coreia do norte; tropas da Coreia do norte atravessam o paralelo 38, linha divisória de dois Estados de regimes políticos de sinal ideológico contrário - a República da Coreia, a sul, e a República Popular Democrática da Coreia, a norte; a 27 de Junho desse ano de 1950, o presidente americano Harry Truman deu ordem para a intervenção das forças armadas neste conflito. Na primeira fase das operações, MacArthur recebeu instruções para limitar os ataques aos agressores até ao limite do paralelo 38º. Apesar dos desmentidos oficiais, o general não respeitou essas instruções e ordenou um ataque aos aeródromos da Coreia do Norte, antes da declaração do presidente Truman. Essa atitude terá obrigado as autoridades americanas a enviar-lhe uma ordem para conservar os seus navios e aviões fora do limite das águas territoriais da China comunista e da União Soviética, especialmente ao largo da base de Vladivostock.
Verificada a impossibilidade de deter os invasores apenas com ataques aéreos, o general MacArthur pediu autorização para enviar forças terrestres. A autorização foi-lhe concedida a 3 de Julho, tendo começado a desembarcar na Coreia os primeiros contingentes da 24ª divisão americana que se encontrava no Japão. O Q.G. de Tóquio popularizou a expressão “perder terreno para ganhar tempo”, que não produziu os resultados previstos. Um mês depois, os invasores tinham ocupado dois terços da Coreia do sul e os americanos tinham realizado simples acções de retardamento, defrontando um adversário superior em número e muito bem equipado, sendo os americanos recrutas habituados a tarefas fáceis no Japão, onde a presença americana era simbólica. Depois da batalha de Taejon os efectivos americanos ficariam reduzidos a metade.
A 27 de Julho, aquando de uma visita ao quartel-general do 8º Exército, declarava o general, excessivamente optimista, garantindo que quer se desse ou não se desse a intervenção soviética, os militares americanos liquidariam rapidamente o incidente coreano: “Nunca estive tão certo da vitória como agora.”

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Academia de Letras, PROGRAMA DE FEVEREIRO, na Rádio Brigantia - Tiago Patrício



Academia de Letras, PROGRAMA DE FEVEREIRO, na Rádio Brigantia - Tiago Patrício 

Pode preencher  a ficha de Inscrição da ALTM AQUI

O Fio das Lembranças – Biografia de Amadeu Ferreira, de Teresa Martins Marques (CONVITE)

O Fio das Lembranças é uma biografia de Amadeu Ferreira, personalidade multifacetada: professor universitário, jurista, vice-presidente da CMVM, mas também escritor – poeta, romancista, contista, dramaturgo, ficcionista, ensaísta – e tradutor, assumindo o seu nome civil ou vários pseudónimos, entre eles Fracisco Niebro, Marcus Miranda e Fonso Roixo. Inteligência, cultura, simpatia, bondade, são qualidades que coloca ao serviço das causas que abraça, entre elas a cultura e a literatura mirandesas, entregando-se a tarefas hercúleas que tornam Amadeu Ferreira a figura cimeira da literatura mirandesa. Para além da sua própria obra literária, fez traduções de Camões – poesia lírica e Os Lusíadas –, de grande parte da poesia de Fernando Pessoa, nomeadamente de Mensagem, da maior parte dos poetas portugueses do século XX, mas também dos latinos Horácio, Catulo e Virgílio, e ainda de Os Quatro Evangelhos, a partir da Vulgata de São Jerónimo.
Para além da biografia do cidadão e escritor Amadeu Ferreira, o livro assume uma vertente de sociografia, focalizando aspectos vários: a infância na Terra de Miranda, mostrando a vida real em Trás-os-Montes, nesse Portugal profundo dos anos 50 e 60, que via na emigração a alternativa à miséria; a adolescência e juventude nos espaços opressivos dos seminários de Vinhais e Bragança, única saída para o prosseguimentos dos estudos dos filhos dos pobres ; a expulsão do seminário, por adesão empenhada às doutrinas renovadoras do concílio Vaticano II, em oposição às da hierarquia enfeudada ao concílio de Trento; alguns aspectos da sua intervenção no 25 de Abril e no 25 de Novembro; a militância partidária na extrema-esquerda, a passagem pelo Parlamento e a dissidência ideológica; o vazio, o recomeçar do zero, o curso brilhante de Direito, a carreira fulgurante na CMVM, o professor universitário, impulsionador da criação dos estudos dos Valores Mobiliários na Universidade e co-redactor do respectivo Código, com o Prof. Carlos Ferreira de Almeida.
A recolha de materiais desta biografia assenta, em grande parte, numa entrevista de 31 horas feita ao autor e a seus pais, filmada pelo cineasta Leonel Brito, bem como em mais de uma centena de depoimentos de personalidades que conviveram com o biografado, que se incluem integralmente na segunda parte do livro, bem como diversos estudos críticos incidindo sobre a obra literária e de tradução de Amadeu Ferreira.

Belheç / Velhice, de Fracisco Niebro
Nos anos cinquenta do século XX, um velho de oitenta anos, numa aldeia transmontana, senta-se todos os dias no poial da sua porta de casa e vê passar o mundo nas pessoas da sua aldeia. Este livro pretende ficcionar o que esse velho teria escrito.

O original mirandês é acompanhado de um apoio para leitura em português. A obra, de Fracisco Niebro (pseudónimo de Amadeu Ferreira), é acompanhada de ilustrações de Manuol Bandarra.


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Torre de Moncorvo - CONVITE


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EDP - 14 Projectos sociais aprovados

  Grupo de teatro Alma de Ferro
(fotografia do arquivo do blogue)
Programa EDP Solidária Barragens analisou nesta edição mais de 70 candidaturas e premiou um total de 14 projectos
A EDP apoia sete projectos sociais no distrito de Bragança nos concelhos abrangidos pelos novos investimentos nos empreendimentos hidroelétricos. O programa EDP Solidária Barragens analisou nesta edição mais de 70 candidaturas e premiou um total de 14 projectos.
O concelho de Macedo de Cavaleiros viu aprovados dois projectos, um deles é a criação de uma oficina de reparações móvel. O presidente do Município, Duarte Moreno, assegura que a viatura vai percorrer todo o concelho para ajudar quem mais precisa a fazer pequenas reparações domésticas.
“Trata-se de um carro que há-de dar a volta ao nosso concelho para chegar às pessoas mais carenciadas, desde a substituição de qualquer telha à substituição de qualquer lâmpada. Vamos ter duas pessoas com essa unidade móvel a fazer esse trabalho”, explica o autarca.
Outro projecto que vai ser financiado pela eléctrica nacional é uma iniciativa da Associação Grupo Alma de Ferro, de Torre de Moncorvo, que pretende levar o teatro a todas as aldeias do concelho. De acordo com Adel Mesquita, membro da direcção do grupo, para isso é preciso uma viatura com palco móvel “para levar o teatro itinerante às freguesias, aos miúdos e à população idosa. Será uma forma de nos deslocarmos mais facilmente e terá um palco móvel para as localidades que não têm condições para receber o espectáculo”, esclarece o responsável.

Fonte:
http://www.jornalnordeste.com/noticia.asp?idEdicao=643&id=20952&idSeccao=5873&Action=noticia#.VO8L-vmsWVo

Açoreira - CONVITE


ROTA DAS AMENDOEIRAS REGRESSA À CP


LISBOA – A CP – Comboios de Portugal vai organizar, nos sábados 7, 14, 21 e 28 de março, as tradicionais excursões às amendoeiras floridas das regiões do Alto Douro e Trás-os-Montes, que incluem viagens em comboio especial, complementadas por autocarro.
 O passeio inicia-se na estação de Porto Campanhã às 07h05, a bordo de um comboio especial, formado por carruagens de 1ª e 2ª classe, que chega à estação do Pocinho às 10h10, prosseguindo depois em autocarro, por um dos três percursos disponíveis para escolha.
 No regresso, a partida do Pocinho está prevista para as 19h50, e a chegada a Porto Campanhã às 23h10.
 Para esta edição da Rota das Amendoeiras os percursos escolhidos para apreciar a beleza do cenário florido e disfrutar do património cultural e gastronómico destas regiões são:

ROTA A:
 Pocinho, Museu do Côa (breve visita), Figueira de Castelo Rodrigo (tempo para almoço), Castelo Rodrigo (tempo livre), Barca d’Alva (tempo livre), Penedo Durão (vista panorâmica), Freixo de Espada à Cinta (tempo livre) e Pocinho.

ROTA B:
 Freixo de Numão, Penedono (tempo livre), Trancoso (tempo para almoço), Marialva (visita guiada ao Castelo), Meda (tempo livre), Longroiva (tempo livre), Foz Côa (tempo livre) e Pocinho.

ROTA C:
 Pocinho, Torre de Moncorvo (tempo livre), Mogadouro (tempo para almoço e breve vista ao Museu), Cerejais (vista panorâmica), Alfandega da Fé (tempo livre) e Pocinho.

O preço do programa, que inclui as viagens de comboio e autocarro, para os adultos, varia entre 38€ e 36€, no caso da Rota A, e entre 36€ e 34€, no caso das Rotas B e C, dependendo da classe escolhida, enquanto para as crianças o preço é idêntico nas três Rotas e varia entre 20€ e 19€, para viagens em 1ª ou 2ª classe, respetivamente.

Fonte: http://local.pt/portugal/lisboa/rota-das-amendoeiras-regressa-a-cp/

TORRE DE MONCORVO - EFEMÉRIDES (28/02)

28.02.1818 – Arrematação da obra das vidraças da igreja matriz de Moncorvo a Luís Gonçalo, desta vila, por 115$200 réis.
28.02.1835 – Uma guerrilha Miguelista de Moncorvo ataca as tropas de Voluntários da Rainha (Liberais) de Vila Flor.
28.02.1885Francisco Manuel Pereira pede a exoneração do lugar de professor da escola de Carviçais, sendo substituído por Miguel Augusto Zilhão.
Praça Francisco Meireles(2009)
28.02.1935 – Acta da reunião da câmara: - Pelo vogal Sr. Júlio Macedo foi apresentada a seguinte proposta: - Tendo esta comissão administrativa deliberado mandar abater as árvores da praça Francisco Meireles desta vila com o fundamento aduzido na respectiva proposta de que sobre serem inestéticas ofuscavam a sumptuosidade do edifício do Tribunal judicial em construção que deve ser inaugurado num futuro muito próximo (…) vem sugerir à câmara que em prolongamento da sua obra, mande também cortar as árvores do Passeio Alexandre Herculano. Esta proposta foi aprovada por unanimidade.
António Júlio Andrade

FORNOS DE SECAR FIGOS

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TORRE DE MONCORVO - MUNDO RURAL














Fotografias enviadas pelo Camané

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TORRE DE MONCORVO - 1987

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Enviado por Conceição Serra
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

TORRE DE MONCORVO - EFEMÉRIDES (27/02)

António Joaquim Ferreira Margarido
27.02.1842 – Nascimento de António Joaquim Ferreira Margarido, em Torre de Moncorvo. Formado em medicina pela universidade de Coimbra, foi o maior político de Moncorvo nos anos de 1890 – 1910.
27.02.1862 – Nascimento de Antero Adelino Guerra e Sá, filho do dr. Francisco Diogo de Sá e D. Maria de São Joaquim Araújo Guerra. Formado em Medicina na Escola Médico – Cirúrgica do Porto, foi médico do partido em Vila Flor durante muitos anos, terra originária de sua mulher, D. Ludovina Pereira Forjaz de Sampaio. Era um dos maiores proprietários agrícolas do concelho de Vila Flor, nomeadamente da Quinta do Barracão, no Vale da Vilariça.
27.02.1871 – Nomeação do dr. Augusto Duarte Areosa para o cargo de delegado do procurador régio da comarca de Moncorvo.
27.02.1893 – O administrador Marcolino Márcio Ferreira Margarido dava a seguinte informação sobre a raiva e o remédio da Cardanha: - Há muito tempo que ninguém foi mordido neste concelho por animais hidrófobos, a não ser ultimamente um indivíduo da freguesia de Castedo, haverá um mês, pouco mais ou menos. O tratamento empregado tem sido uns bolos feitos por duas mulheres, irmãs, da Cardanha, remédio antiquíssimo que tem passado de geração em geração e que de longe tem sido procurado. O resultado obtido tem sido sempre o mais satisfatório, não tendo ainda morrido ninguém de raiva, pois tem-se o cuidado de tomar o remédio ao tempo competente. O remédio consta de 9 bolos, tomando-se um por dia, em jejum, desfeito num copo de quartilho de vinho branco sem composição, passeando-se o remédio em seguida e em sítio onde se não veja água. Acho da máxima conveniência que este remédio seja analisado competentemente.
27.02.1918 – Grassando então no concelho uma grande epidemia de tifo o administrador escreve aos regedores e aos párocos para que recomendem muita atenção e cuidado com os piolhos.
António Júlio Andrade


TORRE DE MONCORVO - PALHEIROS

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URROS - FAMÍLIA EMIGRA PARA U.S.A. EM 11 /02 DE 1911


 Nesta foto, da dir. para a esq. : Maria José Nunes Seco (minha avó materna), Graça Nunes Seco (Belchior – balshor), Lucinda Nunes Seco, Benedita Nunes Seco e António Emílio Nunes Seco. – Fotografia e texto original enviados por Maria José Garcia Fernandes.
Das páginas 193-194 de Pioneiros Portugueses do Espaço Sacramento :

ARTHUR BALSHOR (Alexander Arthur Belchior) casou com GRAÇA JOAQUINA NUNES SECCO em 1902 em Urros, Portugal, em um casamento arranjado pela mãe da noiva. Graça, nascida em 25 de novembro de 1882 ,filha de Manuel José Secco e Josefa da Conceição, 17 anos mais nova que seu marido. Inicialmente ela recusou-se mas cedeu sob pressão da família.

TORRE DE MONCORVO -CARDANHA / UNIVERSIDADE DE VERMONT

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Alfândega de Fé - PASSEIO PEDESTRE - TRILHO FORNO DA CAL

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Torre de Moncorvo prepara mais uma edição da Feira Medieval

Inserida nas festividades das Amendoeiras em Flor tem lugar de 19 a 22 de Março mais uma edição da Feira Medieval de Torre de Moncorvo.
O centro histórico da vila enceta uma emotiva e colorida viagem a uma época da História do Homem e da Civilização. Torre de Moncorvo irá respirar a Época Medieval, reatando, assim, um diálogo vivo com as memórias que nos chegam do ambiente vivido no espaço rural do séc. XIII.
Nesta edição pretende-se recriar a visita régia de D. Dinis a terras transmontanas. Esta aconteceu em 1281, passando dois meses por estas terras, assinalando-se a sua presença na antiga vila velha de Santa Cruz da Vilariça. O Rei rapidamente percebeu a centralidade de Torre de Moncorvo e a sua importância na defesa contra as incursões espanholas, atribuindo-lhe foral em 1285 e mandando construir cerca, como refere documento de 1295. D. Dinis foi sempre incentivando o crescimento da vila, decidindo a seu favor em várias disputas com concelhos vizinhos e concedendo-lhe carta de feira em 1319.
A Feira Medieval de Torre de Moncorvo pretende ser um espaço de animação e convívio, dando a conhecer ao público, residente e visitante como decorria um mercado medieval, assim como outras práticas frequentes na época.
Destaque também para a participação neste evento da comunidade escolar e de toda a comunidade local.
A iniciativa é uma organização da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo em parceria com o Agrupamento de Escolas de Torre de Moncorvo, Agrupamento de Escuteiros de Torre de Moncorvo, Grupo Alma de Ferro Teatro, Paroquia de Torre de Moncorvo, Associação de Comerciantes e Industriais de Moncorvo e Guarda Nacional Republicana.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 25 de Fevereiro de 2015

Luciana Raimundo.

Bragança - São 600 idosos e vivem isolados


Há 600 idosos a viverem longe de tudo e sem ninguém. O abandono e solidão dos idosos tornou-se numa preocupação maior do que o crime para a GNR do distrito de Bragança.
  
Os concelhos de Vinhais e Torre de Moncorvo
 são os mais problemáticos
O abandono e solidão dos idosos tornou-se numa preocupação maior do que o crime para a GNR do distrito de Bragança, que acompanha 600 seniores a viverem longe de tudo e sem ninguém, revelou esta terça-feira o comandante distrital.


“Agora temos mais uma (preocupação) acrescida: os velhotes, os idosos, os que estão abandonados lá atrás do sol-posto e passamos uma boa parte do nosso tempo a tentar apoiar essas pessoas”, disse Sá Pires, à margem das comemorações do dia da Unidade do Comando Territorial de Bragança da GNR.
Os concelhos de Vinhais e Torre de Moncorvo são, segundo o comandante, os mais problemáticos no distrito de Bragança e onde não faz eco a máxima de que ninguém pode ficar para trás.
“Costuma-se dizer que ninguém fica para trás, mas há pessoas que estão a ficar para trás e longe”, alertou Sá Pires, enfatizando que do que estas pessoas realmente necessitam é da família.
O comandante concretizou que os idosos, normalmente, estão abandonados e casos há em que a família vive muito bem, está muito bem instalada nas grandes cidades e até no estrangeiro e os velhotes foram ficando e são os últimos”.

Património imaterial do Nordeste Transmontano candidatado à UNESCO

O património imaterial do Nordeste Transmontano e da zona raiana espanhola, onde sobressaem as festas de Inverno dos Rapazes e os caretos, vai ser estudado e registado para integrar candidatura à UNESCO.
O trabalho de levantamento e registo está a cargo da Comunidade Intermunicipal (CIM) Terras de Trás-os-Montes e conta com a colaboração da Direcção de Regional de Cultura do Norte.
“Trata-se de um projecto interessante que pretende fazer o levantamento e registo dos rituais ligados ao solstício de inverno na região de fronteira, em que terá ainda a participação de entidades de Castela, em Espanha”, diz à Renascença o presidente da CIM, Américo Pereira.
O responsável sublinha que esta é uma “forma de preservar e valorizar as manifestações culturais da região” e, nesse sentido, serão estudadas todas as “lendas, tradições, mitologias que dão origem a várias obras imateriais” das aldeias e das vilas da região da raia nordestina.

O trabalho de levantamento e registo das tradições transmontanas e raianas já começou e vai prolongar-se durante um ano.

Fonte:
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=30&did=179483

Ciclo de Conferências 2015 - Coronel Aniceto Afonso - Convite


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Alfândega da Fé - SESSÃO DE ESCLARECIMENTO - MEDIDA "COMÉRCIO INVESTE"

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