quinta-feira, 23 de Outubro de 2014

Macedo de Cavaleiros - Autarca condenado

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Fonte: Mensageiro de Bragança, edição 3495

Torre de Moncorvo - Convite

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Alfândega da Fé - Passeio Pedestre pelos caminhos da Pré-História

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Ponte do Sabor I

Fotografia cedida por Camané

Torre de Moncorvo - Igreja da Misericórdia recebeu comemoração do Dia Nacional dos Bens Culturais da Igreja

Durante o dia 18 de Outubro decorreu na Igreja da Misericórdia de Torre de Moncorvo a comemoração do Dia Nacional dos Bens Culturais da Igreja com o tema “Comunicar Património”.
A abertura ficou ao cuidado do Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, que iniciou a sessão dizendo que comunicar património é o que o Município tem vindo a fazer e que se pretende dar continuação a este trabalho com a criação do Centro de Interpretação de Arte Barroca e Centro de Estudos Judaicos. Lançou ainda um apelo ao Sr. Bispo para que o espólio do Abade Tavares regressasse a Torre de Moncorvo. Alertou ainda o Director Regional de Cultura do Norte para o estado dos frescos da Igreja Matriz que necessitam uma intervenção e que espera que o órgão da Igreja seja uma realidade. O Padre António Ferreira Pires, Presidente da Comissão de Arte Sacra da Diocese de Bragança-Miranda salientou que o património é a melhor comunicação do que somos.
Seguiu-se a intervenção do Director Regional de Cultura do Norte, Alberto da Ponte, que referiu a importância de perpetuar a memória que recebemos, salvaguardando a nossa história e identidade, considerando o património um agente de desenvolvimento regional do ponto de vista social e económico.
D. José Cordeiro, Bispo de Bragança-Miranda, explicou que “comunicar património é comunicar a beleza da fé, na fé expressa na arte, ma arquitetura, na escultura, na pintura, no têxtil, na ourivesaria sacra, nos livros litúrgicos, na Oração da Igreja. Ao mesmo tempo é deixar que o Património comunique a Bíblia e a fé da Igreja.”
A intervenção de D. Pio Alves, bispo auxiliar do Porto e Presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais foi sobre o tema “De portas abertas: comunicar e fruir o património da Igreja”. D. Pio Alves alertou para a importância das igrejas estarem de portas abertas para receberem os fiéis, pois são um meio de evangelização.
No decorrer da manhã e durante toda a tarde decorreram três painéis relacionados com o património, tendo ainda sido apresentada a edição nº9 da Revista Invenire, por Francisco José Viegas.
No final da tarde teve ainda lugar a atuação do Quarteto de Cordas Ministério da “Cultura”.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 22 de Outubro de 2014

Luciana Raimundo

Vinhais - Festa da Castanha

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Torre de Moncorvo: Moncorvo com apoio presidencial


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Fonte: Mensageiro de Bragança, edição 3495

Rudes Penedias 2 - de Salvador Parente


Excerto do conto " A FLORESTA"
Salvador Parente nasceu em Águas Santas, freguesia de S. Tomé do Castelo, concelho de Vila Real, a 1 de Fevereiro de 1934.

Ingressou no Seminário de Vila Real em 1944 e concluiu o curso de Teologia em 1956, sendo ordenado dois anos depois. Foi professor de várias disciplinas (Latim, Português, Matemática, Físico-Química, etc.) e pároco em diversas localidades dos concelhos de Sabrosa e de Vila Real.

Em 1979 termina a licenciatura em Filosofia na Universidade do Porto.

É autor das seguintes obras: Cancioneiro Transmontano – Cantigas de Roda (1989), Contos Tradicionais Transmontanos (1993), Cantares do Marão (1994), Rudes Penedias (2002), Teatro (2004) e O Livro dos Provérbios (2005).

Torre de Moncorvo: Rio Sabor


BRAGANÇA - Uma rota de turismo cultural VII

A Rua Direita no dia do Kipur no ano de 1745.
Numa das crónicas anteriores vimos que o r/chão da casa de José Cardoso Borges, sita a meio da rua Direita de Bragança, servia de esconderijo aos esbirros da Inquisição para vigiarem os cristãos-novos que se juntavam em casa de António Rodrigues Gabriel, o Falho de alcunha, para fazer sinagoga, nas noites de sexta-feira.
E falámos sobre Pedro Lafaia de Castro – o chamador – que ia pela rua Direita batendo na calçada com um pau ferrado a chamar os outros para os tais ajuntamentos.
Acerca desta casa, diremos que, da outra banda, ela dava para a rua da Esquerda – assim aparece designada em alguns documentos a actual rua do Conselheiro Abílio Beça, em outras eras também conhecida por rua da Corredoira. E essa casa, por 1585, pertencia a um capitalista “judeu” de que também já falámos em uma das nossas crónicas, chamado Rodrigo Lopes, sogro de Pedro de Figueiredo, este bisavô da mulher de Cardoso Borges, cuja fortuna estaria na origem da ilustre e brasonada Casa dos Figueiredos.

Torre de Moncorvo: Terra de Vinhos IX

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Nordeste transmontano - EFEMÉRIDES (23/10)

Domus Municipalis
23.10.1676António Monteiro de Morais e Manuel Tenreiro de Melo eleitos como procuradores às Cortes, pelo círculo de Moncorvo, com 31 e 28 votos respectivamente.
23.10.1719 – Em reunião da câmara de Moncorvo foi deliberado “que se comprasse um cálix de prata e sua patena e sua colher, tudo de prata, que tudo será 8 mil réis, uma bolsa de corporais, um véu de tafetá encarnado e a bolsa de corporais é de fio de prata será de seda verde (…) para a capela de Santa Luzia. Na mesma reunião se tomou conhecimento e mandou registar uma provisão régia concedendo a Apolinário Gonçalves Quintão a mercê de poder ter um forno de pão em sua casa, pagando de pensão em cada ano ao concelho 180 réis.
23.10.1834 – Notícia do jornal “Periódico dos Pobres”: - Os oficiais Miguelistas têm ido para Espanha, porém quase todos lá têm sido presos e conduzidos para aqui (Bragança); hoje vieram 6, que julgo irão para essa cidade (Porto): todos são façanhudos; dois de Vila Real, tenentes; os povos, com a notícia da vinda de D. Miguel, estão exaltados, bem como alguns Miguelistas que aqui estão, e se não fosse o medo de serem presos em Espanha, já lá estavam todos.
23.10.1932 – Inauguração da “Domus Municipalis” de Bragança, no seguimento de grandes obras de recuperação efectuadas sob a responsabilidade do arquitecto Baltasar de Castro. Refira-se que este é o monumento de arquitectura civil romana mais importante e único no seu género em toda a península Ibérica, símbolo máximo da dinâmica dos concelhos e do poder local.
23.10.1959 – Escritura de compra de um terreno para a construção da Escola Prática de Agricultura de Carvalhais, por 1 782 800$00.
António Júlio Andrade

TORRE DE MONCORVO - N.SENHORA DA TEIXEIRA (2009)

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FELGAR - 1824

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do livro"Visitações e Inquéritos Paroquiais da Comarca da Torre de Moncorvo de1775-1845”
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Torre de Moncorvo: Vindimas XI

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PRIMEIRA REPÚBLICA - ENSINO

ZILHÃO, Augusto Luis
. Nasceu em Carviçais, em 1.2.1861. Aos 13 anos foi para Setúbal e mais tarde para Lisboa, dedicando se ao comércio. Ao mesmo tempo frequentava a Escola Normal, concluindo o curso em 1884. Em 1888 foi nomeado Professor da Escola Central de Lisboa. Escreveu: Noções elementares de Aritmética que foi oficialmente aprovado para o uso das Escolas. Teve várias dezenas de edições, em todo o país.
 Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses,
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TORRE DE MONCORVO - 1968

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Foto cedida pelo meu amigo Camané
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Torre de Moncorvo: Vindimas XII

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TORRE DE MONCORVO 1890 - 1926

Sobre as cenas de violência e descontrolo democrático nas diversas assembleias de voto, muito haverá para dizer. Vejam, a título de exemplo, o seguinte ofício do administrador do concelho para o delegado do procurador régio:
- Acaba de se apresentar perante mim José  Augusto Lopes da Fonseca, casado, proprietário, morador nesta vila, queixando-se contra José Francisco Aires, casado, oficial de diligências do juízo de direito desta comarca, contra Manuel Maria Almeida, viúvo, da freguesia de Urros, contra José Pando, casado, pastor e contra Manuel do Nascimento Parrico, casado, jornaleiro, estes desta vila, pelo facto de todos eles ofenderem corporalmente a ele queixoso, sendo o primeiro a maltratá-lo o referido oficial de diligências, todos os arguidos armados de navalhas (…) Este facto teve lugar no dia de ontem, seriam 5 horas da tarde, pouco mais ou menos, dentro da igreja matriz desta vila, aonde se estava a proceder a uma eleição, fazendo parte da mesa o queixoso, na qualidade de escriturário (…) Queixando-se ainda contra Adriano Catalão, Júlio Henrique de Abreu, José Madeira, dr. Ramiro Guerra, Manuel Joaquim de Morais Leal, Frederico José de Abreu (…) armados de revolveres e navalhas ameaçando o queixoso no dia 3, na igreja matriz.[1]
[1] AHM, Administração – Correspondência expedida, 1901.
Excerto do livro  HISTÓRIA POLÍTICA DE TORRE DE MONCORVO 1890 - 1926 ,
de António Júlio Andrade
Âncora Editora ( com o apoio da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo)
O livro é apresentado no dia 16 de Outubro na biblioteca municipal.
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quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

Torre de Moncorvo: Apresentação do livro “Memórias do Visconde de Vila Maior”

No próximo dia 25 de Outubro, Sábado, pelas 15h00 realiza-se a apresentação do livro “Memórias do Visconde de Vila Maior” e inauguração da exposição “O Visconde de Vila Maior”, na Biblioteca Municipal de Torre de Moncorvo.
O livro foi transcrito por Adília Fernandes, tem a introdução de Manuel Pimentel Quartin Bastos, trineto do 2º Visconde de Vila Maior e uma nota de abertura do Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo.
As Memórias do Visconde de Vila Maior serão apresentadas por Adília Fernandes e Adriano Vasco Rodrigues.
No prefácio Adília Fernandes considera “O documento que aqui se apresenta – a reconstituição escrita na primeira pessoa, de uma vida no seu conjunto – possibilita o conhecimento particularizado da existência, alargado a vários domínios, de uma das figuras mais notáveis do século XIX português – o 2º Visconde de Vila Maior”.
Em destaque estará no átrio da Biblioteca Municipal de Torre de Moncorvo uma exposição documental sobre o 2º Visconde de Vila Maior elaborada com informações, documentos, livros e fotografias existentes no Arquivo Histórico, Biblioteca Municipal e Centro de Memória.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 21 de Outubro de 2014

Luciana Raimundo

Comidas Conversadas, novo livro de António Manuel Monteiro

Comidas conversadas – memórias de herança transmontana são conversas e histórias de comeres, cibos de gana a outros apetites, reencontros e partilha de costumes, meras curiosidades, falas e enguiços, com especial referência a Trás-os-Montes e Alto Douro. Resultaram de um percurso pessoal, técnico e de vivências várias. É o início de um pequeno e modesto roteiro de memórias comestíveis e de algumas transmontanices – de Torre de Moncorvo a Évreux, de Freixo de Espada à Cinta a Şanliurfa, de Vinhais a Meknès ou de Mirandela a Ponta Delgada.
     A marcha dos alimentos ao lado da história das religiões, as estórias imateriais e a utopia diária da vida como a argamassa solidificante do edifício da História e a razão do ser das suas estórias, o contento ao aperto fisiológico e o sublimar dessa função, os comeres e os falares enjeitados ou a ilusão e a racionalidade das escolhas existenciais, são, tão-só, motes para a conversa e pretextos ao elogio da castanha ou à eterna paciência de beber vinho, à espera de outros tempos ou aos equívocos agro-alimentares, à excelência dos produtos de identidade territorial ou à virgindade do azeite… enfim… à comemoração da memória e da simplicidade dos saberes.
     A memória é, naturalmente, a capacidade de permanência face ao tempo que corre e que passa – o salvar do passado para serventia do Futuro que queremos!
AMMonteiro
Nota de Abertura
     Com a publicação deste livro, iniciamos uma colecção de gastronomia e cultura, à qual se irão juntar obras importantes para um melhor conhecimento das tradições alimentares portuguesas, capítulo fundamental para entender as actuais circunstâncias da mesa, e seus atos conviviais, partindo do pressuposto de que «não há futuro sem passado». A alimentação, finalmente considerada como património imaterial, é um elemento diferenciador da cultura dos povos, e assim assume um papel de relevo na história da humanidade.
     António Manuel Monteiro é um autor invulgar e possuidor de um rico conhecimento das tradições nacionais, com particular incidência da memória transmontana. A sua escrita, com um vocabulário muito próprio, ou das gentes de para lá dos montes, é um dos fascínios desta obra. No entanto, e para uma melhor leitura, foi criado um glossário simples e elucidativo dos vocábulos menos utilizados. O vigor da informação e a precisão das fontes que confirmam as suas afirmações fazem do conjunto destes textos uma documentação fundamental para quem queira entender a forma como alguns produtos, ou algumas receitas, chegaram até nós.
     A Âncora Editora orgulha-se de poder começar esta colecção com este livro e este autor.

Virgílio Nogueira Gomes
Director da colecção
Nota: Apresentação do livro na Biblioteca Municipal de Torre de Moncorvo no dia 29, por Rogério Rodrigues.

BRAGANÇA - Uma rota de turismo cultural VI

Pedro Lafaia de Castro, o “chamador”
Como já dissemos, era na rua Direita que habitava a maior parte dos cristãos-novos de Bragança. Bastará consultar os processos da Inquisição para vermos como a rua era deles povoada. A título de exemplo, vejamos tão só um desses processos – o de Francisco Rodrigues Ferreira:
- Disse que tinha umas casas na rua Direita da cidade de Bragança, na quina da travessa do Corpo da Guarda e nelas tem a terça parte por serem do réu e de suas duas irmãs chamadas Inácia e Catarina, solteiras, com quem vive, e são livres e valem ao todo valem 300 mil réis. Na mesma travessa tem outras duas moradas de casas que são comuns com as duas suas irmãs e são livres e valem ao todo 200 mil réis.
Como se sabe, todos eles eram cristãos baptizados e exteriormente tinham de se apresentar como tais e cumprir os deveres cristãos. No interior de suas almas porém, a generalidade deles acreditavam era no deus de Moisés e não em Cristo. E também se reuniam para rezar, sempre às escondidas, naturalmente e no estreito círculo das pessoas de confiança que normalmente se limitavam à própria família, mais ou menos alargada.

Nordeste transmontano - EFEMÉRIDES (22/10)

Casa de António E. Pimenta
 (Maçores).


22.10.1633 – O dr. Cristóvão de Andrade Freire, originário de Bragança, que então era deputado do tribunal da Inquisição de Évora, transitou nesta data para o tribunal de Coimbra. Dois anos depois, em 7.8.1635, foi promovido à categoria de Inquisidor do mesmo tribunal. Depois de aposentado em Coimbra, foi nomeado membro do Conselho Geral da Inquisição e do Conselho Ultramarino.
22.10.1807 – Registo da Patente de Capitão Mor Agregado da vila de Torre de Moncorvo conferida a João Carlos de Oliveira Pimentel “tendo em consideração os merecimentos e mais partes que concorrem na pessoa de (…) e esperar dele que em tudo de que for encarregado me servirá muito ao meu contentamento…”
22.10.1879 – Nascimento do padre Maximiliano César de Lima, na aldeia da Cardanha.
22.10.1908 – Correspondência da administração do concelho de Moncorvo informando sobre os maiores produtores de centeio do concelho e que são os seguintes: Ambrósio do Senhor Rodrigues (Cardanha), Miguel Frederico Miranda (T. Moncorvo), D. Palmira Vilhena (Junqueira), Manuel Dinis Pontes (Urros) e António Emílio Pimenta (Maçores).

TORRE DE MONCORVO - HOMENAGEM (2001)

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Torre de Moncorvo: Vindimas XI

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TORRE DE MONCORVO - PÓVOA (1974)

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Alfândega da Fé - Discussão Pública da Revisão do Plano Diretor Municipal



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Torre de Moncorvo: Vindimas X

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VISCONDE DE VILLA MAIOR - 1849

Em 1849, foram analisadas as águas de Moura pelo Visconde de Vila Maior, a pedido de ilustres personagens, entre eles o Duque de Palmela que sentiu melhoras do seus padecimentos digestivos e dos rins (cit. Acciaiuoli 1944, II: 146).
É a partir desta análise das águas do Castelo de Moura que as suas qualidades terapêuticas começam a ser conhecidas para males do aparelho digestivo, diabetes, gota e litíase, começando o seu engarrafamento e comercialização nos primeiros anos da segunda metade do século XIX. Em 1858, um decreto determinava o preço da venda desta água nas Boticas de 106 réis por libra.
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FELGAR - CAPELA

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Capela de Santa Cruz reconstruída
Foto enviada por um felgarense

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ROSTOS TRANSMONTANOS III

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Fotografia de Paulo Patoleia, no dia do seu aniversário.
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terça-feira, 21 de Outubro de 2014

FÓRUM - Que posso fazer por Trás-os-Montes


Colégio Campos Monteiro - Álbum de Memórias


Torre de Moncorvo: Fim-de-semana dedicado à Saúde

Nos dias 24, 25 e 26 de Outubro decorre em Torre de Moncorvo o Fim-de-semana da Saúde com a realização de um ciclo de conferências e rastreios à população.
No total serão proferidas cinco palestras, na Biblioteca Municipal, sobre vários temas relacionados com a saúde, como posicionamentos corretos, nutrição, automedicação, saúde animal e cancro. De referir também a apresentação do livro “Inovação para a Mudança” do professor Dr. António Lúcio Baptista, médico-cirurgião cardiotorácico com grande experiência na área cardiovascular. A introdução da obra fica ao cuidado do Eng.º Madeira Pinto.
Os rastreios à população terão lugar nos centros e dia e lares do concelho, e para o público em geral no Adro da Igreja Matriz e na Praça Francisco Meireles.
A iniciativa pretende alertar e sensibilizar a população para alguns cuidados de saúde a ter em conta, assim como, através dos rastreios, detectar futuros problemas de saúde nos cidadãos.
O fim-de-semana da saúde é uma iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo e da Associação de Jovens Universitários de Torre de Moncorvo e conta com o apoio da Santa Casa da Misericórdia de Torre de Moncorvo.

PROGRAMA
Ciclo de Conferências
24 Outubro – Sexta-feira
20h30 – “Importância dos Posicionamentos na Manutenção da Saúde”, por Júlio Frade e Alexandre Pires
21h00 – “Os Nossos Tesouros Nutricionais”, por Nina Rodrigues
21h30 – “Riscos da Automedicação”, por Andreia Carona
22h00 – Apresentação do Livro “Inovação para a Mudança” de António Lúcio Baptista.

25 Outubro – Sábado
20h00 – “Animais Sãos! Pessoas Sãs!”, por Andreia Gil
20h30 – “Descodificar o Cancro: Palavras Simples pra uma Doença Complexa”, por Diana Martins
Rastreios
Dia 25 Outubro
18h40 - Adro da Igreja Matriz de Torre de Moncorvo
Dia 26 Outubro
10h00 às 13h00 – Praça Francisco Meireles


Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 20 de Outubro de 2014

Luciana Raimundo 

NORDESTE TRANSMONTANO - EFEMÉRIDES (21/10)

Pelourinho(AHMTM)
21.10.1401 – D. João I faz doação de todos os seus direitos reais sobre as terras de Alfândega, Mogadouro, e Mirandela a Pêro Lourenço de Távora, criando assim a casa mais rica de Trás-os-Montes.
21.10.1704 – Em reunião da câmara de Moncorvoassentaram que, por o Pelourinho que está na praça desta vila estar em mau sítio, que se faça planta da melhor forma e se mude para a ponta do paredão que está na dita praça e na forma da dita planta que será bem feita, se ponha a pregão e se arremate por conta dos bens deste concelho”.
Na mesma reunião “assentaram que se repare e concerte o forno que este concelho tem no sítio de Lamelas, de cozer telha (…) Que se concerte e repare o chafariz pequeno que está na praça desta vila (…) Também assentaram que se faça um passadiço na rua que vem detrás da cadeia para a igreja…”
21.10.1911 – Notícia do jornal “República”:
- Macedo foi terra de tumultos e foco abundante de conspiradores… Altas horas, os abades fizeram tanger o hierático bronze… Vivam a Santa religião e a bandeira das Cinco Chagas! – tais eram os gritos de guerra dos revoltosos.
21.10.1944 – Aprovação dos Estatutos da Associação de Desportos do Distrito de Bragança.
Antóni Júlio Andrade

BRAGANÇA - Uma rota de turismo cultural V

Em uma memória enviada em 1721 para a Academia Real da História, o secretário da câmara de Bragança escrevia que a fábrica de sedas de Bragança “consta hoje somente de 30 tornos e 350 teares, que os mais se ocupam em mantas de peso, e com o consumo da fábrica se cria muita e excelente seda nos lugares do termo”.Pensamos que o nome “fábrica” não deve ser entendido como um edifício onde estivessem instalados aqueles tornos e aqueles teares, antes terá o significado de produção e indústria.Não vamos também questionar aqueles números que pecarão por defeito, na medida em que o cronista usa o advérbio “somente”. A verdade é que a existência de 350 teares numa terra de 500 ou 600 casas significa um elevado índice de industrialização. Por outros documentos se verifica também que a classe dos fabricantes de seda seria a de maior peso no tecido económico e social da cidade naquela época.Também não será novidade para ninguém que aquela indústria, em Bragança como em Chacim e nos outros centros sericícolas, estava nas mãos da gente da nação hebreia. 

Torre de Moncorvo - Igreja Matriz

Fotografia de Filipe Calado

RIO SABOR visto por Jorge Delfim.

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FELGAR - 1974

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Torre de Moncorvo - Qualidade

Restaurante "Artur"
Fotografia de Filipe Calado