sexta-feira, 22 de maio de 2015

namari - Uma banda de Torre de Moncorvo



Qualquer coisa uniu dois continentes para que hoje bons amigos pudessem fazer música juntos. 
Dessa música se fazem momentos, dançantes ou reflexivos, e desses momentos se faz a vida.
namari assume-se como um projeto eclético pois agrupa na sua música um pouco de tudo aquilo que inspira os seus componentes: do Rock ao Samba, do Fado ao Reggae.
A lusofonia é, até o momento, uma das suas maiores características, evidenciando o gosto por compor e cantar em português, além da presença quase total de material original, composto e produzido por elementos da banda.
namari tem a satisfação de atrair para si um público curioso, interessado e predisposto a gostar, que abrange todas as idades.
Como diz em uma de suas letras: “A partilha do presente só aumenta o bem-estar.”
Membros: 
Voz: Mariane Reis Guitarra eletro-acústica: Bernardo Silva Bateria: Ricardo Pereira Baixo: Sérgio Salgueiro Guitarra elétrica: Vasco Machado Teclas: Victor Leal Acordeão: Luís Martins

Via Navegável do Douro gerida pela APDL a partir de 1 de junho


Via Navegável do Douro gerida pela APDL a partir de 1 de junho
A gestão da Via Navegável do Douro (VND) passa para a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) a partir de 1 de junho, segundo um diploma publicado hoje em Diário da República.Para a região duriense esta é uma "boa notícia". Francisco Lopes, presidente da Comunidade Intermunicipal do Douro e da Câmara de Lamego, afirmou em março à agência Lusa que a situação atual "era de vazio" e que, por isso, a solução anunciada pelo Governo é a "mais adequada".

Depois da extinção do IPTM, a gestão da VND foi entregue transitoriamente ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes.
"O Porto de Leixões tem em capacidade técnica e financeira para assegurar a gestão da navegabilidade e pôr cobro a um período de desinvestimento e dinâmica muito escassa como o que se verificou nos últimos anos", referiu Francisco Lopes.
E, "até pela proximidade", o autarca defendeu que o Douro "só tem a ganhar com esta integração".
A APDL vai assumir todas as atribuições e competências relativas à VND, nos seus múltiplos aspetos de ordem económica, financeira e patrimonial, de gestão de efetivos, de administração do património do Estado que lhe está afeto e de exploração portuária.

Alfândega da Fé - 1ª SUBIDA DA SERRA DE BORNES - FESTA DA CEREJA 2015

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   O Município de Alfândega da Fé leva a efeito, no próximo dia 7 de JUNHO de 2015, a 1ª SUBIDA DA SERRA DE BORNES - FESTA DA CEREJA 2015.4ª etapa do Circuito Nacional de Montanha 2015 o evento em questão é composto por uma corrida em montanha (km vertical) - 8,3 km, com partida na barragem de Vilares de Vilariça e meta no topo da serra de Bornes, num panorama ímpar sobre o nordeste transmontano.Em simultâneo decorrerá também uma caminhada não competitiva (8,3 km), com partida simbólica em Vilares de Vilariça seguida de partida real em Vales, após a qual percorrerá os pomares de cerejas deste concelho num trajeto predominantemente plano ou em suaves descidas até à meta, instalada em Alfândega da Fé, em pleno recinto da FESTA DA CEREJA 2015.Aqui fica o convite para, no fim-de-semana de 6 e 7 de Junho de 2015, visitar Alfândega da Fé e, para lá de tomar parte no evento desportivo, ter oportunidade de desfrutar da animação da FESTA DA CEREJA 2015.Informações e inscrições em -http://alfandegadafe.terrasdeaventura.netCONTAMOS CONSIGO!!!
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Bragança - Cuidados paliativos ao domicílio

Cuidados paliativos ao domicílio em BragançaO protocolo assinado com as câmaras de Vinhais, Macedo de Cavaleiros e Bragança quer ser uma resposta de proximidade num dos mais envelhecidos distritos do país. Manuel Teixeira, secretário de Estado da Saúde, diz que é um exemplo que deve ser alargado a todo o país.
Cuidados paliativos ao domicílio em Bragança
A unidade vai percorrer os três concelhos do distrito de Bragança, respondendo às solicitações de quem necessitar de cuidados paliativos. A novidade é que estes doentes poderão ser acompanhados na sua própria habitação.
A unidade conta com uma equipa multidisciplinar, médicos, enfermeiros e um psicólogo clínico. O acordo é de quatro anos e as autarquias apoiam financeiramente e com meios humanos. Hernâni Dias, presidente da Câmara de Bragança, diz que este serviço é importante principalmente para as pessoas mais isoladas e dependentes.
Este protocolo é o segundo feito na região transmontana. Vai cobrir uma área de cerca de 70 mil habitantes.
O primeiro, que funcionou como experiência piloto, foi feito no planalto mirandês nos municípios de Vimioso, Mogadouro e Miranda do douro e a unidade deu assistência a cerca de 300 pessoas.
"Um exemplo para todo o país", é assim que o secretário de Estado da Saúde vê o protocolo assinado pela Unidade Local de Saúde de Bragança e três autarquias de concelhos transmontanos.

Alfândega da Fé - Cereja a caminho da certificação

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A cereja de Alfândega da Fé pode vir a integrar o lote de produtores regionais transmontanos com certificado de qualidade, anunciou hoje o presidente da Cooperativa Agrícola local, Eduardo Tavares.

Aquela organização tem em fase de conclusão, segundo o dirigente, o processo para a qualificação deste fruto com Denominação de Origem Protegida (DOP) e espera que na próxima época possa já ser comercializada com o selo de qualidade.
Eduardo Tavares, explicou hoje, à margem da apresentação da Festa da Cereja programada para o primeiro fim de semana, em Alfândega da Fé, que numa fase inicial a qualificação deverá ser ainda apenas de Indicação Geográfica Protegida (IGP) até estarem reunidos todos os requisitos para a obtenção da distinção DOP.


Fonte: http://visao.sapo.pt/cereja-de-alfandega-da-fe-a-caminho-da-certificacao=f820403#ixzz3arOhL5J3

Torre de Moncorvo - Palestra sobre Apoios ao Programa Desenvolvimento Rural 2014-2020

Tem lugar no próximo dia 22 de Maio, sexta-feira, uma palestra sobre os apoios ao Programa de Desenvolvimento Rural 2014-2020, no Cine-Teatro de Torre de Moncorvo. 
A sessão de abertura está marcada para as 09h15, e fica ao cuidado do Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, do Presidente da CAP, João Machado, e do Vice-Presidente da CAP, Joaquim Abreu Lima. Terão ainda lugar cinco painéis, o primeiro sobre “As Linhas Orientadoras do PDR”, o segundo sobre “O Investimento Agrícola”, um sobre “O Investimento Agro-industrial”, um outro sobre “O Apoio ao Investimento Florestal” e o último sobre “A Formação na Agricultura – obrigações e oportunidades”.
A organização é da Confederação de Agricultores de Portugal e conta com o apoio do Município de Torre de Moncorvo e da Amendoacoop.


Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 21 de Maio de 2015
Luciana Raimundo 

TORRE DE MONCORVO - EFEMÉRIDES (22/05)


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22.05.1873 – Vejam um pouco da prosa do administrador de Moncorvo Carvalho e Castro, para o governador civil do distrito, em ofício desta data:
- (…) Este concelho que, de certo modo, era o mais pacífico de todo o distrito, há dois ou três anos a esta parte, que se acha perturbado pelos manejos de uma diminuta facção política a quem aproveitam os tumultos e as desordens, único meio de se impor à maioria sensata que se lhe opoem. É filha desta facção a actual câmara, exceptuando o seu digno presidente que foi incluído única e exclusivamente para fazer peso na balança e à sombra do seu nome, melhor conseguirem os seus instintos…
22.05.1904 – Nota do semanário Torre de Moncorvo deste dia: - Agora pensa-se em elaborar um novo projecto para a Ponte do Pocinho, aumentando-lhe os pegões para melhor segurança, a fim de ficar com tantas pernas como a centopeia…
O mesmo jornal dá conta da nomeação do Dr. Balbino Rego, de Moncorvo para o cargo de Director do Instituto Bacteriológico do Funchal.
António Júlio Andrade 

TORRE DE MONCORVO - CARVIÇAIS (1957)

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Post original publicado a 20/01/2011

TORRE DE MONCORVO - EM LOUVOR DO DR. RAMIRO

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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Maçores - Torre de Moncorvo

Foto:Henri Richard
Maçores
O nome desta aldeia, situada entre várias serras, aparece nos livros de registo paroquiais como "Massores", que deve radicar do termo arcaico "masores", que significa testamenteiro, executor de testamentos e das mandas. Os machados de pedra polida e as moedas antigas que apareceram no termo desta freguesia comprovam que esta é povoada desde os tempos pré-históricos e romanos. Pensa-se ter havido ali indústrias de tapetes e colchas de lã e linho em teares manuais, o que não é de estranhar, visto que a freguesia fica bem perto de Urros onde ainda há quem trabalhe com teares.
Nos meses de Fevereiro e Março as encostas ficam vestidas do branco das flores das amendoeiras. Mas, é no Outono na festa de S. Martinho que as pessoas vivem a mais ancestral das festas populares. A festa é composta por um magusto colectivo, uma caldeira cheia de vinho, onde as pessoas bebem de bruços, uma gaita-de-foles e foguetes.

Torre de Moncorvo - Esta avó tem uma casa moderna


undefinedTemos a chave da porta da frente, tomamos o pequeno-almoço na cozinha e temos uma governanta para nos ajudar. A Casa Dona Maria Luiza, em Torre do Moncorvo, no Douro Superior, é a homenagem de dois netos a uma avó de 91 anos.
O edifício é mais moderno do que a maioria que ocupa o centro de Torre do Moncorvo, vila transmontana cuja origem remonta ao século XIII, e por isso não é difícil perceber onde fica a Casa Dona Maria Luiza. Quase se confunde com um prédio de habitação mas é, na verdade, uma unidade hoteleira moderna e sossegada, gerida pelos irmãos André e João Meneses. A partir das duas casas de família, contíguas, os dois jovens decidiram fazer uma homenagem à avó, Maria Luiza, hoje com 91 anos. Muitas paredes foram deitadas abaixo, desníveis minimizados, traços rústicos eliminados. “Quisemos apostar nas linhas mais contemporâneas, sem pretensiosismos, tudo muito clean, branco e minimalista”, explica o primeiro irmão, enquanto nos dá a provar um Porto tónico e amêndoas cobertas, gesto de boas-vindas que, diz, é repetido com todos os hóspedes que escolhem passar a noite na casa com o nome da sua avó.
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São dez os quartos, divididos por dois pisos: duas suítes e oito duplos, todos com um tema. Os produtos da região dão nome a alguns dos quartos, cuja decoração e aroma giram à volta do mel, do vinho, da amêndoa, da azeitona, do azeite e da amendoeira em flor. Nos restantes, mantém-se o conceito, mudam os elementos: terra, ferro, água e barro, que marcam a paisagem de Torre de Moncorvo. Todos têm um provérbio e um desenho nas paredes, brancas e luminosas, bem como os equipamentos normais e uma óptima ligação de Internet sem fios, gratuita. “Meia vida é a candeia e o vinho a outra meia” é o provérbio que se pode ler na porta da casa-de-banho da suíte do vinho, a única com uma generosa banheira de hidromassagem no centro do quarto.

Memórias e Divagações, de João de Deus Rodrigues (convite)

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Torre de Moncorvo - Igreja Matriz

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Alfândega da Fé - IV TERTÚLIAS DE ARQUEOLOGIA

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Rota das Maias contou com cerca de 165 participantes

A Junta de Freguesia da Cabeça Boa organizou no dia 17 de Maio, o passeio pedestre da “Rota das Maias”. 
O percurso de cerca de 10,5 km seguiu por caminhos rústicos, rochosos e declivosos desde a Cabeça de Mouro até à Foz do Sabor.
Os mais de 165 participantes tiveram oportunidade de apreciar vários pontos de interesse tanto a nível arquitetónico como a nível paisagístico. Destaque para a capela do Espírito Santo, Igreja Matriz de Nossa Senhora das Neves, Mina do Carvalhal, Cruzeiros, Igreja Matriz de S. Brás e Capela de S. Luís. No que diz respeito ao património natural de realçar as paisagens sobre a Ribeira dos Cavalos, o Vale Vilariça, a Serra do Roboredo, a sede de concelho, o escalão jusante da Barragem do Baixo-Sabor, o Rio Douro e a Foz do Rio Sabor. No final teve lugar um almoço convívio entre todos os 
participantes na praia fluvial da Foz do Sabor.
A iniciativa contou com o apoio do Município de Torre de Moncorvo.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 20 de Maio de 2015
Luciana Raimundo 


Torre de Moncorvo - Corrupção com cartas de condução chega a julgamento.

Dinheiro e ovelhas por cartas.
Um dos arguidos confessou. Paguei 6300 euros mais ovelhas e fardos de palha a um angariador. No total, a carta do meu filho ficou em 7500 euros." Antónia Rodrigues, de 73 anos, contou assim ao CM a razão por que faz parte do grupo de 111 arguidos que começaram ontem a ser julgados em Bragança, no Centro Empresarial da cidade, num processo de corrupção com cartas de condução. Antónia, residente em Vilar Tropim, Figueira de Castelo Rodrigo, lembra que foi abordada pelo angariador. O filho foi quatro vezes a uma escola de condução em Torre de Moncorvo. "Ele tem a carta mas nunca conduziu porque não chegou a aprender, sinto-me enganada", concluiu a arguida. No banco dos réus estão examinadores, angariadores, instrutores, escolas de condução, médicos e candidatos à carta de condução de norte a sul do País que se dirigiram a Bragança e a Mirandela, locais onde conseguiram obter a carta de forma ilícita. Muitos deles não sabem ler nem escrever e alguns têm deficiências incapacitantes para a condução. Na manhã da primeira sessão, foram identificados os arguidos. Começaram a ser ouvidos à tarde, mas apenas cinco prestaram declarações: quatro negaram os factos constantes da acusação e um confessou. "É verdade, paguei 2000 euros para ter a carta. Não tive nenhuma aula teórica nem prática, apenas me apresentei em Moncorvo no dia dos exames. No de código, o examinador disse-me as respostas com os dedos", disse Raul Teixeira, natural de Gaia. Cinco dos arguidos, quatro examinadores e um instrutor, estão em prisão preventiva.

Fonte: 
 http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/dei_6300__e_ovelhas_por_carta_do_meu_filho.html

TORRE DE MONCORVO - EFEMÉRIDES (21/05)

21.05.1837 – Tomou posse do lugar de Juiz de Direito da Comarca de Moncorvo (o primeiro?) o bacharel Manuel Duarte da Fonseca e do lugar de Delegado o bacharel José Maria Pinto de Almeida Carvalhais.
António Júlio Andrade

Larinho - Habitações de outros tempos

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Estas imagens, captadas na aldeia do Larinho, são exemplo de muitas habitações mais antigas, que se encontram por todo o concelho, algumas habitadas, outras desabitadas e degradadas. Resultado da existência de uma população envelhecida, tendo as camadas mais jovens  procurado outro modo de vida na cidade ou no estrangeiro. Mas muitos desses que um dia partiram, começam a regressar e a recuperar muitas dessas casas que pertenceram aos seus antepassados, o que é de louvar.

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Post colocado a 29/03/2011

MULHERES DA MARINHA GRANDE, de Júlia Barros (29/03/2011)

Palavras prévias à edição de 2010


Em 8 de Março de 2008, o MDM fazia sair a 1ª edição de “Mulheres da Marinha Grande – histórias de luta e de coragem”. O livro em breve esgotou. Era evidente que várias outras histórias de tantas outras mulheres anónimas, heroínas desconhecidas, quase sempre na sombra dos maridos ou dos pais, ficaram por contar. Decidiu então o MDM fazer uma 2ª edição do livro. E porque não acrescentar-lhe mais algumas histórias? Houve, pois, que proceder à recolha e registo de mais alguns relatos de vida, ouvindo quem os viveu e sofreu. Aqui está o livro, agora com 15 histórias: doridas, pungentes. Ao longo da recolha, tornou-se claro que o trabalho ia ficando cada vez mais difícil: primeiro, é a idade que cada vez pesa mais e impõe as suas leis; segundo, é a doença que sobrevém e impõe os seus limites; e, por último, é a memória que falha.
Só nos resta reconhecer o óbvio: tal como acontece com as as folhas de Outono que o vento para sempre levou, uma vez perdidas estas memórias, não há recuperação possível.
Por isso, esperamos que as histórias aqui narradas, sejam representativas das que se não contaram e possam ser lições de vida para todos nós, que ainda estamos presentes e, principalmente, para os vindouros.
Júlia Guarda Ribeiro

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Post colocado a 29/03/2011

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Bolsas / Becas para Oficina / Taller de Escultura .

No âmbito do PAN XIII de Morille (Salamanca) e PAN I de Carviçais (Torre de Moncorvo) - Encontro e Festival Transfronteiriço de Poesia, Património e Arte de Vanguarda (17 a 19 e 24 a 26 de Julho respectivamente), decorrerá uma oficina de escultura designada "Neoberracos", destinada a jovens artistas, para a qual estão abertas candidaturas a 8 bolsas de estudo (4 para Portugal e 4 para o Estado espanhol).

Se tiver contacto com algum estabelecimento de ensino superior ou profissional, ou conhecer algum estudante desse ramo artístico (maior de idade), faça chegar-lhe a informação que segue em anexo, se faz favor.

(RIBACVDANA - Associação de Fronteira para o Desenvolvimento Comunitário)


As Asas da Libelinha, de Hercília Agarez (Convite)


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Torre de Moncorvo - Praça Francisco Meireles

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Torre de Moncorvo - O único concelho de distrito a aderir à Festa do Cinema

A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo aderiu à Festa do Cinema que teve lugar nos dias 11, 12 e 13 de Maio. Durante os 3 dias o Cine-Teatro da vila teve em exibição um filme por dia. No dia 11 de Maio foi emitido o filme “Teoria de Tudo”, no dia 12 “o Jogo da Imitação” e no dia 13 o “Sniper Americano”. De salientar ainda que os bilhetes tinham um preço simbólico de 2,50€.
A iniciativa foi um sucesso e, tendo em conta que as sessões decorreram durante a semana, passaram pela sala de cinema mais de 400 pessoas. 
O Município de Torre de Moncorvo reforça assim a aposta na cultura e no cinema, pouco tempo depois de ter investido num equipamento para exibição de filmes em 3D e mais recentemente com a venda de pipocas ao público. 
Pretende-se assim que a população local tenha as mesmas oportunidades de que dispõem as pessoas que vivem nos grandes meios, aproximando cada vez mais o Cine-Teatro das grandes salas de cinema a nível nacional.


Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 18 de Maio de 2015
Luciana Raimundo 

Torre de Moncorvo - Município reduziu em 70% prazo médio de pagamento

Segundo os dados divulgados pela Direcção Geral das Autarquias Locais o Município de Torre de Moncorvo diminuiu em cerca de 70% o prazo médio de pagamento aos fornecedores. 
Se em Dezembro de 2013 a autarquia demorava cerca de 137 dias a efetuar o pagamento dos serviços contratados, em Dezembro de 2014 demorou apenas 41 dias, o que se traduz numa redução de 96 dias no prazo de pagamento.
A informação foi divulgada no final do mês de Abril na página eletrónica da Direção Geral das Autarquias Locais.
Estes dados comprovam o esforço financeiro que o executivo tem vindo a fazer para diminuir a dívida do Município e para pagar atempadamente a todos os fornecedores.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 19 de Maio de 2015
Luciana Raimundo 

TORRE DE MONCORVO - EFEMÉRIDES (20/05)

20.05.1773 – Adjudicada a João Carlos de oliveira Pimentel a obra de pintura e douramento do retábulo da capela de Nª Sª da Esperança. A acta da câmara onde se faz a adjudicação apresenta também o respectivo caderno de encargos. Poderá o documento ter interesse para os especialistas de arte antiga. Para os historiadores não deixa de ser interessante esta faceta do pai do general Claudino, apresentado no texto como “Mestre Pintor”. 
Felgar

20.05.1835 – Na reunião de câmara desta data foi deliberado:- Nomear Tadeu Luís Queirós para o cargo de comandante major da Guarda Nacional de Moncorvo. - Chumbar o recenseamento eleitoral feito no Felgar, nomeando-se nova comissão recenseadora constituída por: Padre Francisco António Delgado, Francisco António Guerra e Manuel José Pires de Gouveia.- Nomear uma Junta de Saúde constituída pelos seguintes médicos que deveriam apresentar-se em câmara 2 vezes por mês: Manuel António Monteiro (morador em Moncorvo); Manuel António Fernandes Delgado (Souto da Velha); José Pereira Encarnação Monteiro (Urros).
Carviçais
- Nomear Manuel José Trigo para o cargo de Comissário da Polícia de Moncorvo.
20.05.1894 – Nota do jornal O Moncorvense dizendo que António Caetano de Oliveira pediu licença ao ministro para recusar o título de Conde da Vilariça que lhe ofereceram.
Noticiada também no mesmo jornal a abertura de uma “fábrica de lumes de pau com enxofre” em Carviçais denominada “Pombal” , propriedade do sr. Manuel Pinto da Silva e Cª. O seu depósito é na casa do sr. José Fortunato Pereira.

António Júlio Andrade

Rio Douro - Foz do Sabor

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Fotografias: Rio Douro - junto à praia fluvial da Foz do Sabor

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Novo livro de Rentes de Carvalho (06/04/2011)

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Publicado a 06/04/2011

terça-feira, 19 de maio de 2015

Torre de Moncorvo - Memórias


Uma produção de Leonel Brito para o Arquivo de Memória do Vale do Côa.
Torre de Moncorvo Maria da Conceição Silveira de Sousa 2013 R from Arquivo de Memória on Vimeo.

Pinhel - histórias de África


 Produção de Leonel Brito para o Arquivo de Memória do vale do Côa
Pinhel José Bernardo Desterro 2013 R from Arquivo de Memória on Vimeo.

Alfândega da Fé - Sessão informativa

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Torre de Moncorvo - Vista Geral

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Vila Real - Apresentação de livro sobre António Milhais, o Soldado Milhões

A mostrar TM_milhoes_Convite_apresentacao_livro_Heroi_Portugues_Traga-Mundos.jpgApresentação de livro sobre António Milhais, o Soldado Milhões
apresentação a cargo do Dr. António Guilhermino Pires, com a presença do autor Francisco Galope
dia 23 de Maio de 2015 (sábado), pelas 21h00
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real

“O Herói Português – da I Guerra Mundial” de Francisco Galope

De anónimo nas trincheiras a herói nacional, a história de Aníbal Milhais, o soldado Milhões.

Lousa - Alma de Ferro - Morgado de Fafe Amoroso

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Mogadouro - Sala Museu de de Arqueologia terá intervenção de fundo

Sala Museu de de Arqueologia terá intervenção de fundoA Sala Museu de Arqueologia de Mogadouro sofreu uma intervenção de fundo para melhorar a disposição do espólio que está cronologicamente situado entre o sexto milénio antes de Cristo e a Idade Contemporânea.

Em declarações prestadas hoje à agência Lusa, Emanuel Campos, arqueólogo do município de Mogadouro, disse que foi preciso "devolver a dignidade" à Sala Museu para assim se melhor conservar todas as suas peças.
Acrescentou que se se trata de uma unidade museológica que abriu portas há muito tempo e já nem um espaço tinha nem um espaço para tratamento das peças, nem mesmo gabinete de apoio.
Este espaço abriu ao público em 1989 e foi agora alvo de melhoramentos de 30 mil euros. A sala foi criada para exposição e recolha do espólio arqueológico proveniente das diversas campanhas arqueológicas realizadas na década de 80, bem como de doações e depósitos efetuados por particulares.
O espaço tem visto o seu espólio remodelado fruto de escavações que vão acontecendo no Castro da Idade do ferro de Vilarinho do Galegos. Futuras prospeções que vão acontecer na freguesia de Castro Vicente e no Salgueiral (Mogadouro) aumentarão ainda mais esse espólio.
Desde a sua abertura, a sala, situada no piso zero do edifício da Câmara Municipal, foi visitada por cerca de 13 mil pessoas vindas um ouço de todo o país e estrangeiro, o que resulta numa medias que ronda as 150 pessoas /mês o que considerado "como muito bom".

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/cultura/391808/sala-museu-de-de-arqueologia-tera-intervencao-de-fundo

Alfândega da Fé - Ministra inaugura regadio pronto há meio ano

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A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, visita na terça-feira Trás-os-Montes para a inauguração oficial do reforço do regadio de Alfândega da Fé pronto há meio ano e que assegurará água aos agricultores nas próximas décadas.
A intervenção para reabilitação e alargamento do perímetro de rega da barragem de Esteveínha, no distrito de Bragança, ficou concluída em novembro de 2014 depois de um investimento de 1,2 milhões de euros da responsabilidade da Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural que permitiu aumentar o regadio de uma área de 196 para os 270 hectares.
De acordo com o programa divulgado hoje pela Câmara de Alfândega da Fé, a ministra Assunção Cristas fará o percurso do perímetro de rega em "minibus" e ficará a conhecer o aproveitamento hidroagrícola e as obras de reabilitação, durante uma visita de uma hora, ao início da tarde de terça-feira.
Estas obras assumem "especial relevância para o desenvolvimento agrícola do concelho", na medida em que vieram "modernizar e garantir a sustentabilidade do regadio para os próximos 40/50 anos", conforme foi anunciado por ocasião da conclusão dos trabalhos.
O Perímetro de Rega da Barragem da Esteveínha foi construído há cerca de meio século e encontrava-se em avançado estado de degradação, conduzindo a muitas perdas de água e consequentemente a uma deficiente utilização da mesma.
A reabilitação permitirá, segundo a autarquia liderada pela socialista Berta Nunes "uma maior sustentabilidade no uso da água, evitando desperdícios e melhorando a eficiência" e "tal terá reflexos positivos na produção agrícola".
A expetativa é de com as novas condições surjam novas iniciativas de investimento, nomeadamente na fruticultura, numa zona onde predominam o olival, amendoal e cerejal, produções de grande peso económico concelho.
A gestão do regadio é da responsabilidade da Associação de Beneficiários.

Fonte: http://www.sapo.pt/noticias/ministra-inaugura-regadio-pronto-ha-meio-ano-_5559d323cff2c2f35621a0d6

Barragem do Sabor - Novas Imagens


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Fotografias de Carlos Ricardo (Camané)

TORRE DE MONCORVO - EFEMÉRIDES (19/05)

19.05.1870 – Ofício do presidente da câmara dr. João Galas para o gov. civil de Bragança:


- (…) No dia 7 de Março corrente, uma mulher de Urros, por nome Teresa Gaia, que há muitos anos conserva e mantém relações amorosas com o administrador deste concelho, José Maria Pimenta, deu à luz uma criança do sexo masculino, que foi exposta à porta de João Marcelino Belchior, de Urros que veio no dia seguinte remetida para a Roda pelo respectivo regedor, sendo logo entregue à ama Ana Maria Ludovina, de Cabeça de Mouro. Eu logo que tive conhecimento deste facto, passados alguns dias, oficiei ao regedor de Urros para que intimasse a dita Teresa Gaia para ir à Cabeça de Mouro buscar a criança. Este funcionário entendeu que não só não devia cumprir com o que por mim lhe fora ordenado, dentro da esfera das minhas atribuições, mas que também me devia ensinar uma desconhecida jurisprudência que eu ignorava, dizendo-me que a referida Teresa Gaia não tinha sido intimada pela autoridade administrativa e por isso não era obrigada a criar a criança. Estranhei, não aprendi com a lição e calei-me, podendo e devendo até usar dos meios que as leis me facultam. No dia 8 do corrente mês fez-se o pagamento às amas dos expostos e eu fui avisado de que a Teresa Gaia viria nesse dia ver o filho que estava em poder de Ana Ludovina. Não faltei. Eu mesmo vi. 
Quando chegou a ocasião de pagar àquela ama, eu disse-lhe que, a contar desse dia, não tinha mais vencimento e que fosse entregar a criança à mãe, Teresa Gaia. Um oficial de diligências da administração que estava presente saiu logo a avisar o administrador e este mandou imediatamente recolher numa casa a Gaia, de sorte que foram inúteis todos os esforços empregados para o filho lhe ser entregue nesta vila. Foi então que eu (…) mandei a ama a Urros entregar a criança à mãe. No dia seguinte, o regedor de Urros mandou a criança à Roda desta vila. Eu dei ordens para não ser recebida e oficiei novamente ao regedor para que a entregasse à mãe, Teresa Gaia, o que ele não fez, sendo logo pelo administrador mandada entregar por um oficial da administração, à antiga ama Ludovina, a quem eu também ordenei que conservasse em seu poder a criança para que a vida dela não perigasse, até que Vª Exª determinasse o que julgasse conveniente…

António Júlio Andrade
Fotografias:  vista geral de Urros  (1947) e casa da Roda.

TORRE DE MONCORVO - MUNÍCIPE EXEMPLAR

Exº Snr. Presidente da Comissão Administrativa da Câmara de Moncorvo.

Moncorvo 2 . 2 . 1931
Não é a mim, simples munícipe ,a quem compete apontar as faltas cometidas a cláusulas de contratos feitos perante a Câmara Municipal de que Vª Exª é digno presidente, mas sim ao respectivo fiscal.
Sei que o arrematante da limpeza é obrigado a vir varrer o bairro da Corredoura uma vez em cada mês, porém, nos meses de Dezembro e Janeiro, aquele não foi varrido, acumulando-se portanto o lamaçal e lixo duma forma que este bairro mais parece afastado da sede do concelho muitos quilómetros, do que dela fazendo parte.
Aos candeeiros da iluminação, umas vezes falta-lhes combustível, outras vezes a falta de limpeza é tanta, que a sua luz se confunde com a dos pirilampos que de noite se topam a cada momento.
Esperançado que a este abuso será posto cobro, assim o espera o que esta queixa assina.. De Vª Exª com toda a consideração, o munícipe–Miguel Frederico de Mesquita

TORRE DE MONCORVO - ESCAPARATE (VII)

                                          Prefácio

À ILDA o meu muito obrigado e os meus parabéns. Obrigado por nos teres trazido à lembrança os tempos em que éramos crianças e os meus parabéns por o teres feito com inegável mestria e verdade. Sem fantasias. Era mesmo assim. É excepcional a forma, mas também a memória dos pequenos gestos e dos acontecimentos que fizeram e são identidade do povo Maçorano no último século (XX). É uma realidade que para os mais novos é longínqua, para alguns, talvez inacreditável mas para nós - os da tua geração - é o regresso: “... era neste ambiente simples, pacífico, de privações, imbuído de amor e verdadeira amizade onde as crianças cresciam felizes, desconhecendo por completo a inveja, ódio e rancor (Cap. 11.17)”.
Desconhecia e certamente tantos outros, que Maçores vinha de tão longe! Desde os tempos da nacionalidade, portanto mais de nove séculos, em que aquelas ruas, ou casas albergaram gerações que, face ao ambiente duro e austero as temperou, lhes deu coragem para viver e se projectarem, sem dúvida, por esse mundo fora. Apesar dos montes que nos envolvem, em todas as gerações, quisemos e fomos mais além. É este o herói desconhecido - o EMIGRANTE - (Cap. 13) que temos que homenagear por ser um vencedor, onde quer que fosse o seu posto de trabalho, o seu porto de abrigo e por nunca esquecer a sua terra que lhe marcou a identidade, lhe deu referências morais e éticas que o fizeram portador da história de uma pequena aldeia que o viu nascer e o criou. Essas “raízes”, para todos nós, foram importantes. Para mim foram-no, sem dúvida, e não esqueço a dívida de gratidão para toda uma aldeia em que toda a mulher era nossa mãe.

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Post de 12/02/2011