segunda-feira, 2 de maio de 2016

Memórias Orais - Adília Veneranda Branco



Começa com uma oração, quase de forma involuntária. Como quem quer espantar o nervosismo. Conhece pouco as letras. Só os seus irmãos foram à escola. Tinha que ser a segunda mãe, diz, e ir criando os irmãos. “Eles sabem-se defender do mundo, e eu sou uma analfabeta”.

Adília Veneranda Branco passou depressa pela infância. Lembra-se apenas  que foi muito triste. “Meu pai não era trabalhador. Passei necessidades. Minha mãe tinha um bom cordão, vendeu-o pra comprar gado, meu pai destruiu-o …destruiu tudo. Podíamos estar bem na vida, mas não estivemos..”

Da vida foi obrigada a saber quase tudo. Com 15 anos viu nascer , pelas suas mãos, um irmão. A falta de recursos obrigava ao desenrasque e Adília, de olhos na vida, ajudou a sua mãe. “Fui eu que cortei o cordão  e graças a Deus correu tudo bem”.

Com 73 anos recorda uma vida de trabalho para contrariar as necessidades e um marido muito seu amigo. “Eu casei com uma mão atrás e outra à frente mas arranjei os meus bocadinhos e fiz uma casa de raíz que tem 10 de largo por 11 de comprido. O meu marido era muito trabalhador”.

Nunca saiu de Lagoaça, “feliz daquele que se governa na sua Nação”. A primeira viagem para fora foi ao Porto, pra ver um filho doente. “Deus Nosso Senhor levou-mo”. Talvez a única vez que Falhou com ela. Diz que tudo que lhe tem pedido, Deus tem-lhe dado. Sente-se sozinha mas isso é culpa da vida. Os filhos há muito que fizeram a sua vida fora da aldeia mas Adília queria-os perto. “Quando o meu marido era vivo nada me fazia falta, e hoje faz-me falta tudo, companhia...”

Apesar de tudo, não lhe faz falta a alegria que imprime nas canções e versos que sabe de cor, com as pausas e tempos certos e com a entoação de uma artista.  Talvez saiba que assim a solidão se torna mais pequena...

Memórias Orais - Adília Veneranda Branco


sexta-feira, 15 de abril de 2016

Estátua de Monsenhor Júlio Augusto Martins - Ligares



Estátua de Monsenhor Júlio Augusto Martins - Ligares

“Sabem a razão por ele estar com o chapéu na mão? Uma das vezes que nos veio visitar dizia assim “estes homens de Ligares andam sempre com o chapéu tão roto, tão roto”. Depois foi a Moncorvo a uma chapelaria, a “Chapelaria Silva”  e disse “arranje maneira de embalar estes chapéus todos, que eu compro-lhos todos” e o homem ficou sem um único chapéu. Chegou a Ligares e pôs um chapéu na mão daqueles que não tinham e substituiu os chapéus velhos pelos novos que tinha comprado. Antigamente os homens trabalhavam todos na lavoura e traziam os chapéus todos sujos, era a miséria. E então o meu tio “limpou” a Chapelaria do Silva” para dar os chapéus novos aos homens”.

Pequena história contada por duas sobrinhas de Monsenhor Júlio Augusto Martins

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Memórias Orais - Maria Margarida Morgado



“A nossa vila era uma vila com muita falta de água E depois um senhor, Almirante Sarmento Rodrigues, é que nos meteu a água cá em Freixo. Deus queira que a alminha dele esteja em descanso pelo bem que fez à vila, se não fosse ele não tínhamos a fartura da água”.

Podia ter sido corista. Era na Igreja onde melhor se sentia a cantar. Depois de casar essa vida parou, diz. “Quando passava na Praça olhava prá Igreja, chegavam-me aquelas saudades porque já não podia ir. Tinha outra vida já não podia ir, e depois olhava prá Igreja até se me soltavam as lágrimas”. O peso da dificuldade dos tempos poucas vezes deixava chegar aos sonhos e os caminhos eram por onde se pudesse ganhar “algum” para pôr comida na mesa e ver os filhos criados. Eram estes os dias, aos quais a maioria não podia fugir.

Maria Morgado é dos tempos difíceis. De não existir água e ainda assim ter que fazer todas as lides da casa.  “Naquele tempo de Inverno eram as geadas, a água gelava-se no ribeiro, tinha que a gente andar a bater pra desfazer o gelo, pra podermos lavar”. As dificuldades que lhe ficaram daquela época não deixam que se esqueça, nunca, do Senhor Almirante Sarmento Rodrigues como um grande benemérito “que trouxe a água para a sua terra”.

Hoje, aos 80 anos, as saudades de cantar são as mesmas e para que não esqueça vai dizendo umas recitas:

Meu pai, minha mãe
eu já não sou pequenina
vou à escola tão bem
porque há lá muita menina

Vamos contentes
Vamos estudar
Vamos à escola
A aprender a falar

Vamos que o dia
Nasceu mesmo agora
E pra lá chegar
É mais de uma hora

Diz com algum aperto que “antigamente não havia nada e hoje há tudo”. As distrações do trabalho eram livres, sem amarras. “Subíamos à torre, sem medo e eram assim as nossas brincadeiras”. Hoje vê que as mocidades são diferentes. Mas da sua nunca se esqueceu e diz que sempre que “o coração lhe puxar” irá continuar a cantar. 

Abril de 2015

Joana Vargas


Memórias Orais - Maria Margarida Morgado


segunda-feira, 28 de março de 2016

Ernesto Rodrigues - "Uma Bondade Perfeita"

CONVITE


A Gradiva e a Livraria Ferin têm o prazer de a/o convidar
para o lançamento do romance
Uma Bondade Perfeita
de Ernesto Rodrigues

A obra será apresentada pelo autor.
A sessão terá lugar no próximo dia 31 de Março de 2016, quinta-feira, pelas 18h30, na Livraria Ferin, Rua Nova do Almada, 70-74, Lisboa.
Seguir-se-á uma sessão de autógrafos.

ENTRADA LIVRE

Numa livraria próxima de si...
A editora Gradiva publica o livro "Uma Bondade Perfeita" de Ernesto Rodrigues.
Enorme qualidade narrativa e um enredo brilhante, uma leitura aliciante. Aqui se semeia surpresa e se avança com a certeza de que as personagens vão crescendo ao longo das páginas, ganhando espessura
e interesse. Um carrasco que tem por tarefa executar a mãe, um director 
de prisão que transpira maldade, um frade com passado de jornalista que assume um papel essencial nesta história.
Luisa Amaral

domingo, 27 de março de 2016

Tempos de Coimbra - As minhas amêndoas

Em 1983 produzi e editei uma antologia em discos de vinil “Tempos de Coimbra”, constituída por seis LP’s e um livro,  de que se publicaram 2000 exemplares. Com o tempo transformou-se  numa obra de culto visual e auditivo.
Leonel Brito


“A antologia Tempo(s) de Coimbra traduz em grande parte o trabalho de recriação e divulgação apresentado pelo Grupo de Guitarras e Cantares de Coimbra  no verão de 1983 na Rádio e Televisão Portuguesa (RTP), numa série intitulada Tempo de Coimbra, realização de Dórdio Guimarães e direcção de produção de Leonel Brito.”




Um link: (http://www.cdgo.com/Detalhes/grupo-de-guitarras-e-cantares-de-coimbra-tempos-de-coimbra/2574678
Grupo de Guitarras e Cantares de Coimbra  era constituída pelos instrumentistas António Brojo (Guitarra de Coimbra), António Portugal (Guitarra de Coimbra), Aurélio Reis (Viola), Luís Filipe (Viola), Rui Pato (Viola) e pelos cantores Alfredo Correia (1.º tenor), Fernando Machado Soares (1º tenor), Fernando Rolim (1.º tenor), José Mesquita (2.º tenor), Luís Marinho (2.º tenor), António Bernardino (barítono) e Luiz Goes (barítono). A proposta de audição sugere uma convidativa viagem pela Canção de Coimbra, linearmente orientada, que começa nos alvores do século XX e termina nos inícios da década de 1980. O devir histórico é percebido a partir de um olhar coimbrocêntrico como uma sucessão de contributos recebidos e produzidos por diversas gerações dispostas na espinha linear do tempo. Nos anos que se seguem a 1984 e à edição desta antologia Tempo(s) de Coimbra não são conhecidos propriamente projectos de abordagem da Canção de Coimbra disponíveis em suportes fonográficos e/ou multimédia que constituíam uma alternativa consistente ao legado do Grupo de Guitarras e Cantares de Coimbra.Aos que revisitam a antologia Tempo(s) de Coimbra, votos de aprazível reaudição. Aos que a ouvem pela primeira vez fica o convite à descoberta de um género artístico português ainda pouco conhecido e insuficientemente estudado que vale a pena visitar.

















Tempos de Coimbra - Discos 3 e 4









Tempos de Coimbra - Discos 5 e 6







quinta-feira, 24 de março de 2016

"Romanceiro da Província de Trás-os-Montes" (Mazouco)



"Era uma menina que era filha órfã, sem pai;
Não tinha outro abrigo, vivia com a mãe.
E a mãe, como não queria que a filha amores tivesse,
Namoravam-se às escondidas, sem que a mãe nunca o soubesse.
Namoraram-se catorze meses, sem nunca haver novidade;
ao fim dos catorze meses Deus deu-lhe uma enfermidade
duma moléstia que andava, chamada febre amarela.
Dentro em vinte e quatro horas toma a morte posse dela.
A mãe, como nada sabia, que a filha amores tivesse,
A filha tudo lhe disse, até onde morava.
Manda a mãe uma criada, a casa lh’assubia:
-       Venha ver a sua amada, qu’está na última agonia.
E ele, como nada sabia, sobressaltado ficou,
E mesmo naquele instante a criada acompanhou.
E quando chegou à porta, encontrou tudo fechado.
Encontrou tudo fechado, janela, porta, postigo;
Ali não s’ouvia nada, nada, senão a gemidos.
Entrou pela casa adentro, ao quarto onde dormia;
A mãe chorava de pena, ela na cama gemia.
Dá-me de lá um aceno, antes que me coma a terra;
É o produto que tiras desta infeliz donzela.
-       Queria Deus que te não corrompa o corpo malmitério (?),
Enquanto não seja dado meu corpo ao cemitério.
-       Eu vou-te dar um adeus antes que me coma a terra,
-       Que é o produto que tiras desta infeliz donzela.
<<Adeus, amor da minha alma>>, foi as falas que lhe deu;
apertou a mão dele, fechou os olhos e morreu.

Variantes: 10a pergunt’à... – 19aa m. Ela c. – 20b q. te c."

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo assina protocolo com Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro


No passado dia 18 de Março a Câmara Municipal de Torre de Moncorvo celebrou um protocolo com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), que tem como objetivo a cooperação entre as duas instituições, tendo em vista a consultoria e apoio técnico nas várias áreas do conhecimento e investigação desenvolvidas pela UTAD.
O protocolo foi assinado pelo Reitor da UTAD, António Augusto Fontaínhas Fernandes, e pelo Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves.
A sessão decorreu no âmbito da comemoração dos 30 anos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Biblioteca Central da UTAD, e contemplou a assinatura de protocolos entre a Universidade e várias Autarquias.




Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 22 de Março de 2016
Luciana Raimundo

Cineteatro de Torre de Moncorvo recebeu Encontro de Coros


Teve lugar no passado dia 18 de Março, pelas 21h30, no Cineteatro de Torre de Moncorvo um Encontro de Coros, promovido pela Câmara Municipal de Torre de Moncorvo.
A iniciativa contou com a participação do Coro Infanto Juvenil da Escola Municipal Sabor Artes, Coro Adulto da Escola Municipal Sabor Artes, Coro da Cruz Vermelha de Mirandela, Coro do IPB e Coral Brigantino.
O espetáculo teve início com a atuação do coro infanto-juvenil da Escola Municipal Sabor Artes que interpretou quatro temas, o último “Loucos de Lisboa” em conjunto com o Coro Adulto. Este por sua vez interpretou cinco temas. De seguida subiu ao palco o Coro da Cruz Vermelha que apresentou como repertório música sacra, clássica e internacional, seguido do Coro do IPB. O encontro encerrou com a atuação do Coral Brigantino.


O Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, procedeu à entrega de uma lembrança do Encontro de Coros de Torre de Moncorvo aos responsáveis dos Coros presentes.



O público aderiu muito bem à iniciativa, estando presentes mais de 200 pessoas no espetáculo.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 22 de Março de 2016
Luciana Raimundo

Torre de Moncorvo promove concerto de Páscoa com os Lacre

 
No próximo dia 25 de Março, realiza-se na Igreja Matriz de Torre de Moncorvo um concerto de Páscoa com os Lacre.
Os Lacre são um grupo transmontano que teve origem em Bragança, em janeiro de 2012. Um ano e meio depois editam o seu primeiro albúm discográfico, chamado “Opus 0”.
A banda, com temas originais, é constituída por cinco elementos, Carolina Franco Vieira na voz, Miguel Moita Fernandes na Guitarra Clássica, Yazalde Afonso na Guitarra Clássica, Rómulo Ferreira no Violoncelo e Igor Ferreira no Violino.
Os Lacre caracterizam-se pela “música erudita, baseada numa poesia simultaneamente melancólica, poderosa e exultante do espírito, interpretada por instrumentos clássicos e uma voz feminina segura em afinação e amplitude".
O concerto tem entrada gratuita e promete um espetáculo bastante intimista na Igreja Matriz de Torre de Moncorvo.
A iniciativa é promovida pelo Município de Torre de Moncorvo e está inserido no programa das celebrações da Semana Santa.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 22 de Março de 2016
Luciana Raimundo

Freixo de Espada à Cinta - 21 de Março


Freixo de Espada à Cinta - 21 de Março

Fotografia: Filipe Calado

terça-feira, 22 de março de 2016

Um dos primeiros clones do Freixo D’Armas já mora em Freixo



No dia 21 de março, dia em que se comemora o Dia Mundial da Árvore, um dos primeiros clones do Freixo D’Armas, árvore emblemática da vila manuelina, foi oferecido ao Município de Freixo de Espada à Cinta. A recebê-lo esteve Maria do Céu Quintas, presidente da autarquia, que se mostrou visivelmente emocionada e satisfeita com a ideia de o Freixo D’Armas poder vir a constar de outras zonas do concelho.
O clone que tem apenas seis meses foi criado a partir do Freixo D’Armas cuja idade apurada é de 500 anos, mais 300 anos que o normal, facto que levou a que os investigadores da UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro decidissem estudar o Freixo e cloná-lo para que este possa figurar noutras zonas do concelho de Freixo, e noutros concelhos de Portugal.
O Freixo, com mais de cinco séculos, está há um ano a ser alvo de uma intervenção de requalificação que visa melhorar a saúde da árvore secular. Com a criação dos primeiros clones, a partir do Freixo D’Armas, renasce a esperança de que a população freixenista nunca perderá a sua identidade cultural.

Gabinete de Comunicação da CM de Freixo de Espada à Cinta  
Sara Alves

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo promoveu Game Day para alunos do Agrupamento de Escolas


Os alunos do Agrupamento de Escolas de Torre de Moncorvo participaram no passado dia 15 de Março num Game Day, no Largo da Corredoura, em Torre de Moncorvo. Durante cerca de meia hora as várias turmas do 1º, 2º e 3º Ciclo experimentaram diversos jogos nas consolas Nintendo WII U, Playstation 4 e Xbox One que tinham à disposição. Presente esteve o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo e vereador responsável pela Educação, Victor Moreira.

As crianças adoraram a ideia e aproveitaram ao máximo a oportunidade para se divertirem com os seus jogos favoritos de futebol, corridas, aventuras ou lutas.
Pretende-se com esta atividade criar um espaço único de entretenimento e aprendizagem em ambientes de festa e descontração, fomentando o uso das novas tecnologias de informação junto dos jovens.

A iniciativa contou com o apoio do Município de Torre de Moncorvo, estando inserida nas Jornadas Culturais do Agrupamento de Escolas de Torre de Moncorvo.


Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 21 de Março de 2016
Luciana Raimundo

Leitura de poemas no Museu da Seda e do Território assinala o Dia Mundial da Poesia



De Bocage a Guerra Junqueiro. Por Fernando Pessoa e Miguel Torga. Houve Jorge de Sena e Mário Cesariny. E Ary dos Santos. Assim se assinalou na segunda feira o Dia Mundial da Poesia no Museu da Seda e do Território. A sala estava completa para declamar e ouvir grandes autores, porque grande foi a sua obra em Portugal e além fronteiras. No final ficou a certeza da organização de mais tertúlias nomeadamente sobre escritores nascidos em Trás os Montes.

Exposição em Alfândega da Fé - Caminho de Santiago


Rota Prof. Doutor António Monteiro Cardoso ( roteiro judaico-manuelino)


Rota Prof. Doutor António Monteiro Cardoso ( roteiro judaico-manuelino) from Leonel Brito on Vimeo.

Confraria Enófilos e Gastrónomos de Trás- os- Montes - Feira Medieval em Torre de Moncorvo



História

A primeira Feira Medieval aconteceu em 2011 pela mão do Agrupamento de

Escolas de Torre de Moncorvo com o apoio do Município de Torre de

Moncorvo. Destinada apenas aos alunos do agrupamento realizou-se no dia 8

de Abril. Contou com um cortejo real, representações teatrais, danças e lutas,

promovidas pelo Agrupamento de Escolas, uma Ceia Medieval e a venda de

produtos no Largo General Claudino.

Inicialmente pensada para se realizar de dois em dois anos, a Feira Medieval

volta a acontecer a 15 de Março de 2013, já com o envolvimento de outras

entidades e com novas atividades como o assalto ao castelo, torneios a cavalo,

luta de guerreiros e falcoaria.

Em 2014, a Feira Medieval passa a ser da responsabilidade do Município, que

considera que a sua realização deve ser anual e alargada para três dias.

Muitas foram as novidades introduzidas, além da venda de produtos da terra

junto à Igreja Matriz passa também a haver artesanato na Praça Francisco

Meireles. Instalam-se as tabernas no Largo Balbino Rego e aposta-se na

animação no decorrer da feira, destacando-se uma sessão de vídeo mapping

na Igreja Matriz.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Exposição “Primeiro Olhar” inaugurou no dia 20 de Março


A exposição de fotografia digital de recém nascidos, “Primeiro Olhar”, inaugurou no Auditório Municipal de Freixo de Espada à Cinta. Elodie Teixeira, autora do trabalho, estreia-se, na sua terra, com um conjunto de fotografias a que ninguém consegue ficar indiferente.
Artur Parra, Vice Presidente da Câmara, que abriu a sessão, elogiou o trabalho de uma conterrânea e a importância da divulgação dos projetos realizados por pessoas do concelho de Freixo de Espada à Cinta.
A autora revelou que o gosto por este tipo de trabalho surgiu quando frequentou um workshop de fotografia e lhe interessaram as técnicas e os cuidados utilizados com os bebés.
O trabalho está patente no Auditório Municipal até ao dia 15 de abril.

Joana Vargas

domingo, 20 de março de 2016

INVERNO, por Clotilde Soeiro


Para assinalar o fim do Inverno, o blogue Farrapos de Memória reedita as quadras da poeta popular Clotilde Soeiro, de 92 anos (2013) e analfabeta, natural de Vales, Alfândega da Fé. 

sexta-feira, 18 de março de 2016

Freixo de Espada à Cinta - Dia Mundial da Poesia


Poesia que escalda! - tertúlia poética


“Poesia que escalda!” – tertúlia poética
por Calhau – colectivo de poetas
dia 18 de Março de 2016 (sexta-feira), pelas 21h00
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real


Ai, ui!
Se o meu amor sabe que lá fui!...
Ui... Ai.
Às armadilhas em que contentinho se cai.

começou como "coisa" séria e agora já não é mais que brincadeira inocente; poderá ser a revisitação de um famoso "cancioneiro" da Natália Correia, poderá ser menos do que isso. deverá ser quase tudo e quase nada, apesar de brincadeira e ainda para mais inocente... poesia para quem dela parece precisar, uma pedrada neste lago bem-aventurado; uma agitação, uma tórrida toada cantante...

Protocolo com os Bombeiros Voluntários de Torre de Moncorvo permitiu apoiar o transporte de 419 doentes



A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo apoiou, durante o ano de 2015, o transporte de 419 doentes para os hospitais de Vila Nova de Foz Côa, Mirandela, Macedo de Cavaleiros, Bragança, Vila Real e Porto. Os doentes são transportados pelos Bombeiros Voluntários de Torre de Moncorvo, no âmbito de um protocolo assinado, dia 6 de Maio de 2015, entre a Câmara Municipal de Torre de Moncorvo e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Torre de Moncorvo.
O Município apoia, assim, parte dos custos dos transportes para as consultas e tratamentos em unidade hospitalares, de doentes com mais dificuldades económicas e financeiras.
Esta medida insere-se no programa “Ninguém Fica de Fora” que além de ter uma vertente cultural tem uma vertente social que permite levar os cuidados necessários à população do concelho e permite aos idosos e pessoas mais desfavorecidas terem acesso a serviços de forma gratuita.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 15 de Março de 2016
Luciana Raimundo