sábado, 20 de dezembro de 2014

IGREJA MATRIZ DE FREIXO DE ESPADA À CINTA, por Emílio Remelhe

MATRIZ COM "M" DE MEMÓRIA

Durante o sonho dos homens, a Terra não dorme. Dá muitas voltas consigo mesma. Em tempos de que não há memória, os planaltos mudaram de Lugar, as montanhas afastaram-se dos mares, os vales convidaram rios a passar. Quando se acalmou, o corpo feito terra, água, fogo e ar, fez-se também abrigo. Os homens guardaram-se das intempéries e dos animais. Desenharam espaços, dividiram lugares, levantaram paredes. Para se protegerem de outros homens, para se encontrarem com deuses. Muros para o corpo, desenhos para a alma. Nada nasceu do nada. Lugares, formas e gestos nasceram por necessidade, por desejo, por determinação. Por isso, cada memória traz consigo muitas outras, entrelaçadas. Nas nossas viagens cabe a terra toda. Na nossa memória cabe o mundo inteiro. No nosso mapa liga-se o conhecido e o desconhecido, à espera de oportunidade. Chegámos a Freixo de Espada à Cinta, onde a terra parece estar mais perto do sol e o rio brinca às escondidas com as montanhas, sem pressa de chegar ao mar. Vimos igrejas-salão na Alemanha, em França, na Inglaterra. Em Portugal, o Mosteiro dos Jerónimos e o Convento de Jesus em Setúbal. Ver uma coisa é ver e saber outras. E é preciso fechar os olhos a tudo o que vemos de igual ou parecido, para melhor ver o irrepetível. Cada lugar é único, tal como cada rosto. Para conhecer o templo de São Miguel Arcanjo é preciso ouvir, ver e sentir, dentro e fora de portas. Sentir este e o outro lado das paredes. É que a fé dos homens é uma só e distribui-se pela terra, pelos frutos, pelas mãos, pelas palavras, por Deus. Alguém com ar de quem atravessou todos os séculos diz que as coisas são como são, que sabemos apenas o que sabemos e pronto. Alguém que nos leva a ver muito mais do que poderíamos imaginar.
EMÍLIO REMELHE

Fonte: "ONDE NADA SE REPETE" - crónicas à volta do património. (excerto)

Academia de Letras, PROGRAMA DE NOVEMBRO, na Rádio Brigantia - Dia do livro e do livreiro



Fonte:
http://altm-academiadeletrasdetrasosmontes.blogspot.pt/2014/12/academia-de-letras-programa-de-novembro.html

Comidas conversadas,por Ernesto Rodrigues


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22 de Novembro: almoço de excepção, no Restaurante Nobre - da macedense Justa Nobre -, em Lisboa, para lançamento de António Manuel Monteiro, Comidas Conversadas. Memórias de Herança Transmontana, com que Virgílio Nogueiro Gomes decidiu inaugurar a Colecção Gastronomia & Cultura na Âncora Editora. 
Sem longos discursos, e sessão de autógrafos no fim, tivemos um sábado de encher peito e alma, bebendo, no meu caso, além de um Consensual, as «conversas gastrófilas» (p. 146) do Embaixador Francisco Seixas da Costa e especialistas convidados, em cujos roteiros cabem alguns restaurantes disseminados por esta obra magnífica.
Onze capítulos bem fornidos abrem com alheiras de Mirandela, tabafeias e vilões, larotas e azedos, encerrando com hino ao azeite, que dará passagem - assim esperamos - a romance protagonizado pela… oliveira, que já tratou em crónica e livro. António Monteiro equilibra a prosa entre rememoração, saber académico («Como agrónomo que sou», p. 114), fundas pesquisas histórico-etimológicas e receituário, em que experiência de viageiro e provador, bibliografia apurada - saliento uso da dicionarística - e testemunhos de quem mete a mão na massa, ou informantes, são decisivos em cada «comida conversada» (p. 101).  O poder evocativo faz emergir uma tal riqueza lexical, que o glossário é bem-vindo para a maioria dos leitores - sem solução, já, na montanha de fonemas de “Uma carambina alustrada” (p. 104-109), que recoloca o problema da leitura ‘fonética’ desde Mau Tempo no Canal, e que também pratiquei em Várias Bulhas e Algumas Vítimas (1980). Temos ficcionista.

Cuscos de Vinhais, urtigas (gostei da fórmula «ler urtigamente», p. 137), polvo, vegetais diversos, elogio do bacalhau e do castanheiro, vinhos e doçuras, eis outras tentações que pedem demora, como esta longa reunião prandial que chamou outros convivas: o editor António Baptista Lopes, Amadeu Ferreira e filhos, Licínio Martins (da Multitipo, que imprime qualidade aos livros), Nuno Aires, Teresa Martins Marques, Maria do Loreto, Natália Praça, António Ramos Preto e mulher, Rogério Rodrigues e família do autor, também grão-mestre, justificadamente, da Confraria de Enófilos e Gastrónomos de Trás-os-Montes e Alto Douro, entre dezenas que não caberiam aqui. Venham mais simpósios destes.

Ernesto Rodrigues

Fonte :M.B.

TORRE DE MONCORVO - IGREJA MATRIZ II

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Mensagem de Natal de D. José Cordeiro

Representatividade, por José Mário Leite

Desde há muito que me questiono sobre a representatividade dos deputados na Assembleia da República. Diz a Constituição no seu número 2 do art. 152º que “Os Deputados representam todo o país e não os círculos por que são eleitos” e contudo estes são eleitos por círculos eleitorais em listas fechadas (não é possível um candidato numa lista substituir alguém de uma lista diferente).
Entende-se a lógica dos diretórios dos partidos por quererem os deputados domesticados nacionalizando-os, mas regionalizam a sua origem para, por um lado manter a influência local e por outro, “resistir” à pressão dos pesos pesados do litoral para monopolizarem as listas de candidatos.  Não se entende é a coerência da medida. Se na Assembleia da República está representada a totalidade dos eleitores, seria lógico que a divisão por círculos eleitorais estivesse presente pois que lógica tem que um bragançano vote e, alguém que em vez de defender os interesses, em nome dos quais foi eleito, pelo contrário esteja ao serviço de uma direção nacional? Dir-me-ão que essa situação é meramente teórica pois o interesse nacional corresponde ao cúmulo dos interesses regionais e setorias. Não é verdade. O caso do Queijo Limiano, como foi conhecido, o voto contra o orçamento do deputado Rui Barreto e o recente episódio com os deputados do PSD-Madeira (curiosamente na semana em que eu tinha publicado a minha anterior crónica sobre este assunto) vêm demonstrar que o problema existe. E só não é mais frequente porque a maioria dos eleitos, por perfídia e enviesamento da lógica eleitoral, fica mais dependente da direção partidária que da preferência dos eleitores e, tratando antes de mais da sua vidinha, prefere manter-se fiel à direção política que à região que supostamente representa. E se isto é verdade nos cabeças de lista, mais o é para os seguintes, sobretudo nos distritos com poucos deputados.
Mais uma razão para questionar a utilidade de ter vários deputados do mesmo partido, no mesmo círculo, que mais não fazem que votar de acordo com as determinações dos diretórios. Não se lhes conhece intervenção substancial porque quando raramente se fazem ouvir mais não fazem que repetir argumentos de uma lógica que sendo legítima é já conhecida e bem melhor defendida pelos candidatos de topo. Enquanto cidadão entendo que o meu distrito só beneficiará com o alargamento do espetro eleitoral. Obviamente que não estou a querer que o resultado global da composição da Assembleia seja distorcido. Se bem que, como demonstrei recentemente, distorções já existem, seria bem simples alargar o espetro político de cada distrito, mantendo o total nacional. Bastaria que a compensação se fizesse ou com um círculo nacional ou, meramente com a absorção nos grandes círculos do litoral.
Tomemos os resultados da última eleição legislativa. O partido menos votado, com representação na Assembleia da República teve um resultado de 5,17%, com 8 deputados distribuídos por 5 círculos. Imaginemos agora que a regra seria que quem obtivesse 5,17% em qualquer distrito veria um deputado eleito, o BE, com os mesmos 8 deputados estaria em 7 círculos (Coimbra seria um deles), o PCP passaria a estar em 9 em vez dos atuais 8, o CDS passaria de 12 para 21 e o PS faria o pleno, tal como o PSD agora tem. E, teriam exatamente o mesmo número de deputados! Que a qualidade seria superior, não tenho dúvidas. E, o que é mais importante, a defesa dos interesses locais seria mais aberta, mais disputada e, em consequência, superiormente reclamada.
Logicamente que a representatividade seria, indubitavelmente, melhor.

Fonte: http://eleicoes.cne.pt/raster/index.cfm?dia=05&mes=06&ano=2011&eleicao=ar.
 M.B.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Ernesto Rodrigues - 40 Anos de Vida Literária

Torre de Moncorvo - Escola Municipal Sabor Artes promove concerto de Natal

A Igreja Matriz de Torre de Moncorvo recebe no dia 21 de Dezembro, Domingo, pelas 17h00, um concerto de Natal com os alunos da Escola Municipal Sabor Artes.
Durante o espetáculo os alunos de várias classes vão tocar e interpretar diversos temas natalícios.
A atuação contará com o grupo de acordeões, grupo de cavaquinhos, coro adulto, coro infantil, prática de conjunto, sendo que algumas músicas serão apresentadas por várias turmas.
O espetáculo tem entrada gratuita.
Esta é mais uma iniciativa promovida pelo Município de Torre de Moncorvo em plena época de Natal.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 18 de Dezembro de 2014

Luciana Raimundo

NORDESTE TRANSMONTANO - EFEMÉRIDES (19/12)

19.12.1745 – Notícia da celebração de uma conferência dada pela Academia dos Unidos, de Torre de Moncorvo em que “houve muitas poesias de diferentes metros e um grande concurso da Nobreza” seguindo-se um animado baile.
19.12.1751 – Um violento terramoto sacudiu Torre de Moncorvo e toda a região.
19.12.1895 – Nascimento de Cristiano de Morais em Vila Flor. O baptizado foi na Cardanha, terra de sua mãe, D. Zulmira Amélia Rodrigues.
Vila Flor
19.12.1927 – Evadiram-se da cadeia de Moncorvo, na madrugada deste dia os seguintes presos: José Baptista Pimentel, o Pé de Cão, de Ligares, Joaquim Aires, do Castedo, António Moreto, o Perdigoto, de Freixo de Espada à Cinta, Elias Pires Estevas, o Trovilete, de Lousa, João Carvalho, de Lousa. O terceiro está indiciado pelo crime de homicídio e o penúltimo de fogo posto…
António Júlio Andrade

Touça, o "Alma de Ferro" e o Pai Natal

Camané (Pai Natal) a distribuir prendinhas

Torre de Moncorvo - Inauguração da requalificação das Escadas do Baldoeiro

 O Presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, Dr. Melchior Moreira, e o Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, inauguraram no passado dia 13 de Dezembro as obras de requalificação das escadas do Baldoeiro.
Na cerimónia esteve também presente o Embaixador da Argentina, Jorge Arguello, o Director Regional de Cultura do Norte, António Ponte, e o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Victor Moreira.
Nuno Gonçalves proferiu umas breves palavras para explicar a intervenção efetuada nesta antiga porta da vila, nomeadamente a colocação de hematite no chão e um arco em ferro, materiais que tão bem caracterizam o concelho.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 18 de Dezembro de 2014

Luciana Raimundo

Rede de Judiarias confiante no cumprimento de prazos do projeto Rotas de Sefarad

"Edifício do Largo General Claudino que serviu de
Sinagoga aos marranos nos anos 20 e 30 do Século XX"
Vila Nova de Paiva, Viseu, 18 dez (Lusa) - O secretário-geral da Rede de Judiarias de Portugal, Jorge Patrão, disse hoje ter garantias do cumprimento de prazos por parte dos municípios que participam no projeto Rotas de Sefarad.
Com um investimento superior a cinco milhões de euros, 15% dos quais pagos pelo Orçamento do Estado e 85% pelo programa EEA Grants (Noruega, Islândia e Liechtenstein, com a Noruega a contribuir com cerca de 97%), o projeto Rotas de Sefarad visa valorizar a herança judaica na história e na identidade cultural portuguesa.
Na segunda-feira, em Leiria, a diretora regional da Cultura do Centro, Celeste Amaro, alertou que estes cinco milhões de euros estão em risco.
"É um projeto que me preocupa muito dado o atraso", afirmou Celeste Amaro, explicando que existem cinco milhões de euros por investir, sendo quatro milhões contributo da Noruega para os projetos-âncora, que têm de estar concluídos até abril de 2016.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Torre de Moncorvo - Exposição de Presépios ao Ar Livre durante a quadra natalícia (5)






Fotografias de Carlos Ricardo (Camané)

Nota do editor: Estas são as primeiras 3 fotografias dos presépios, tencionamos publicar todas.

Nordeste Transmontano -Efemérides (18/12)

18.12.1801 – Um grupo de 7 negociantes trasmontanos promove a constituição de uma sociedade e propõem-se tomar conta da Real Fábrica de Sedas de Chacim.
Lousa -2011
18.12.1900 – Nota da Caderneta de Lembranças: - abalou desta villa, para a cidade do Porto, o Ex.mo Snr Antonio Augusto Carvalho e Castro para um imprego de 400 000 reis por anno que lhe arranjou o Ex.mo Snr. Doutor Margarido, é o que acontece a quem não tem tino na bóia, para se governar, porque uma pessoa tão nobre e tão rica como elle era dar cabo de tudo em tão pouco tempo como elle deu, para se sujeitar a ir çer um impergado dos caminhos de ferro por não ter com que se çustentar que pudia ter elle criados e criadas para mandar, e que o não mandaçem a elle mas elle assim o quis assim o tem, e escusa de se queixar contra ninguém, só contra a sua cabeça.
18.12.1966 – Inauguração da rede energia eléctrica da freguesia de Lousa e do edifício da Escola primária, com 4 salas de aula.
António Júlio Andrade

Torre de Moncorvo - Loja Interactiva de Turismo

No passado dia 13 de Dezembro foi inaugurada a Loja Interactiva de Turismo de Torre de Moncorvo pelo Embaixador da Argentina, Jorge Arguello com a presença do Director do Turismo do Porto e Norte, Melchior Moreira.
O Presidente da Câmara Municipal referiu que este projecto “ liga 85 Municípios em rede onde podemos projectar e promover os nossos produtos”. Explicou ainda os ícones escolhidos para representar o concelho, expostos na Loja Interactiva de Turismo. De seguida, tomou a palavra Melchior Moreira para dizer que este espaço “era um ponto que só tinha informação e que fechava às 17h30 da tarde, o que acabou. Este é um conceito que pretende fazer a promoção turística em rede, sendo o primeiro projecto mundial de um destino em rede. A partir de agora a informação passa a estar disponível 24 horas com a mesa virtual e a promotora virtual instalada na praceta em frente ao Município.” Já o Director Regional de Cultura do Norte, António Ponte, salientou que “a oferta turística de Torre de Moncorvo caminhará certamente para uma maior afirmação se todos os agentes do território conseguirem identificar o que é único em Torre de Moncorvo. É aqui que as Lojas Interactivas podem ajudar e dar um contributo muito especial porque ao venderem a região vendem o que cada concelho tem de diferente.”
Por fim, foi o embaixador da Argentina, Jorge Arguello, falou ao público presente explicando a ligação a Torre de Moncorvo, nomeadamente através de Jorge Luís Borges e dos seus antepassados. Referiu ainda que “em poucas semanas vamos colocar em andamento uma ambição que é o projecto de investigação genealógica para constatar quais as origens da família Borges. Isto tem muito que ver com a Loja de Turismo de Moncorvo porque Francisco Borges e a família de Jorge Luís Borges se originou num só local, em Torre de Moncorvo. E isto eu creio que vai servir para revitalizar o intercâmbio cultural, turístico e de negócios no futuro, que é o que Portugal e a Argentina necessitam.”
O conceito desta loja assenta em três fases sendo a primeira a implantação da loja, a segunda a fase de negócio e a terceira a internacionalização.
Esta foi a 35ª loja a ser inaugurada estando previstas até Junho do próximo ano a implementação de 69 na região norte do país.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 17 de Dezembro de 2014

Luciana Raimundo

Baixo Sabor - 48 medidas de salvaguarda ambiental

Medal 2012
A EDP Produção anunciou hoje 48 medidas de salvaguarda ambiental para a região da albufeira do Baixo Sabor, num investimento que ronda os 60 milhões de euros, para um período de 75 anos.
Segundo a elétrica, nos últimos anos já foram investidos nos quatro concelhos da região cerca de 10 milhões de euros em medidas ambientais que abrangem cerca de duas mil entidades e pessoas instaladas naquele território.
"Esta estratégia inédita implicou um planeamento cuidado e uma atuação muito dinâmica, dada a necessidade de negociar acordos com dezenas de entidades locais e centenas de proprietários, previamente à realização das intervenções de gestão ambiental", adiantou Sérgio Figueiredo, administrador da EDP Produção.
Os concelhos abrangidos são os de Torre de Moncorvo, Alfândega da Fé, Mogadouro e Macedo de Cavaleiros, todos pertencentes ao distrito de Bragança.
A estratégia adotada para implementação no território "foi alicerçada" no estabelecimento de parceria com entidades locais "experientes e conhecedoras do território".

Torre de Moncorvo - Festa de Natal dos idosos

O Município de Torre de Moncorvo promove no próximo dia 19 de Dezembro, uma festa de Natal para todos os idosos das Instituições Particulares de Solidariedade Social do concelho.
Do programa faz parte uma Oração de Natal pelas 14h30, seguida da atuação dos alunos da Escola Municipal Sabor Artes, do Agrupamento de Escuteiros e do Padre Victor. Às 16h30 são distribuídos os presentes e às 17h00 realiza-se um lanche convívio entre todos.
A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo organiza esta festa com o objectivo de proporcionar um dia diferente aos idosos em plena época de Natal.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 17 de Dezembro de 2014

Luciana Raimundo

Alfândega da Fé - Boas Festas

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Torre de Moncorvo - Mensagem de Natal

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Lema d'Origem - Boas Festas


Freguesia de Castedo recebe apresentação do livro “O Menino Rei”

Freguesia de Castedo recebe apresentação do livro “O Menino Rei” de Carlos Carvalheira

 No próximo dia 21 de Dezembro, Domingo, pelas 14h00, é apresentado o livro “O Menino Rei” de Carlos Carvalheira, no salão de festas do Castedo.
A apresentação do livro é da organização da Junta de Freguesia do Castedo e tem o apoio do Município de Torre de Moncorvo.
O livro conta uma história de Natal, nomeadamente a história do menino Jesus.
O autor, Carlos Cavalheira, nasceu em Trancoso, mas possui grande afinidade com o concelho de Moncorvo, nomeadamente com a freguesia do Castedo, onde casou. Licenciou-se em Direito, possui Pós-graduação em Direito Europeu e Diploma Superior de Estudos Franceses.
A iniciativa está inserida na Festa de Natal promovida pela Junta de Freguesia de Castedo, onde ainda estão inseridas outras atividades.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 15 de Dezembro de 2014

Luciana Raimundo

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

MONCORVO - EFEMÉRIDES (17/12)

Minas de minério abandonadas-20010
17.12.1893 – Notícia do aparecimento de um novo jornal em Torre de Moncorvo, no Club, “satírico e humorístico. Não tem assinatura”.

17.12.1941 – Efectuadas buscas em Carviçais, nas casas de Homero Apolinário, António Augusto Claro, Teresa Carvalho e Alfredo José Estácio tendo-se apreendido bastante minério. A denúncia foi feita por Abel Augusto Roque, representante da Companhia Mineira em Moncorvo.

António Júlio Andrade

Ernesto Rodrigues - 40 Anos de vida literária (Álbum)


Torre de Moncorvo - Exposição de Presépios ao Ar Livre durante a quadra natalícia

Alguns espaços do centro histórico da vila e área urbana de Torre de Moncorvo estão decorados a rigor, nesta época natalícia, com presépios elaborados pelas Juntas de Freguesia e associações do concelho.

A exposição de Presépios ao Ar Livre foi inaugurada no dia 14 de Dezembro e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, do Vice-presidente, Victor Moreira, e da Vereadora Piedade Meneses.
Após uma pequena explicação do que é este projeto, pelo Sr. Presidente, seguiu-se a visita a cada um dos presépios expostos, onde o Presidente de Junta de Freguesia ou responsável pelo presépio fazia uma breve síntese e explicação sobre o significado de cada um.
Várias foram as tradições do concelho representadas desde a cera, ao ferro, ao xisto, entre outras. Os presépios podem ser apreciados até dia 10 de Janeiro de 2015, nos seguintes locais: Praça Francisco Meireles, Muralha do Castelo, Largo da Igreja, Largo General Claudino, Jardim Dr. Horácio de Sousa, cruzamento da Avenida Jorge Luís Borges com a Rua Vasco da Gama, Unidade de Cuidados Continuados, rotunda da Azória, rotunda do Centro de Saúde, Aveleiras, Largo da Republica, Largo da Corredoura, rotunda de acesso ao IP2, rotunda do Mateus e junto ao Terminal de Autocarros.


Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 15 de Dezembro de 2014


Luciana Raimundo 

TORRE DE MONCORVO - CAMPOS MONTEIRO

                                                                    ACTO ÚNICO

(entra a figura fantasmagórica de Campos Monteiro, sozinho em palco, deambulando de um lado para o outro)
CAMPOS MONTEIRO (com ar distraído) – Cem anos! Cem anos passaram. Os finais de século são assustadores! Repete‐se tudo? Os valores, meu Deus, os valores! A ética! A moral! Por onde andarão? Será que se perderam para sempre nos saudosos tempos do romantismo, em que a palavra contava? Em que a palavra não se vendia a quem desse mais? Tudo se repete… tudo se repete! Outra vez a República! Outra nefasta e cavernosa República! (Continua nos come
ntários)

Camané no papel de Campos Monteiro.
O que se segue foi representado pelo Camané em Junho de 2009,durante o almoço de confraternização da A.A.A.C.C.M.


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TORRE DE MONCORVO - OS FOJOS DO LOBO

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HISTÓRIA DA PRIMEIRA REPÚBLICA EM TORRE DE MONCORVO

O livro História da Primeira República em Torre de Moncorvo (1910-1926) centra-se no estudo das especificidades da acção republicana neste concelho, desde o acto revolucionário fundador da República Portuguesa até ao seu ocaso.
Pretende-se que a diversidade dos temas abordados e a correspondente conceptualização permita vislumbrar os contornos sociais, políticos, económicos e culturais subjacentes a todo este breve mas rico e intrincado percurso. Combinam-se os factos cronologicamente encadeados e a sua interpretação, advinda do recurso a condicionantes estruturais locais de vários tipos, com as sucessivas e indispensáveis remissões para o enquadramento nacional. Tal processo não podia deixar de se submeter à teorização republicana, componente fundamental para o entendimento de posições tão imperativas como, por exemplo, a que correspondeu ao fenómeno religioso.
Se o trabalho tem em vista, por um lado, informar sobre este momento histórico do concelho de Torre de Moncorvo em todas as suas nuances, aspira, por outro, a que desperte para a pesquisa e para a reflexão sobre outros momentos históricos, num procedimento que se harmoniza com a historiografia actual ao defender a concentração positivista em trabalhos de menor escala, deixando para trás os grandes debates ideológicos do passado.
Autor: Adília Fernandes

Edição Palimage com o apoio da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo.

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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Que Ensino Superior para o Século XXI, em Portugal e no espaço Lusófono, por Fernando dos Santos Neves

Resumo: Com esta obra, Fernando dos Santos Neves convida à reflexão, analisando o Ensino Superior como a «alfabetização – instrução – educação universal , obrigatória e gratuita do nosso tempo» e o «motor essencial do desenvolvimento humano das sociedades», expõe os seus pontos de vista sobre a «Declaração de Bolonha» e o Espaço Europeu de Ensino Superior, abre caminhos de discussão sobre o Espaço Lusófono do Ensino Superior e aborda a experiência da Universidade Lusófona.
Autor: Fernando dos Santos Neves, natural de Gondomar, Porto, é doutor em Filosofia, Ciências Sociais Aplicadas e Pensamento Contemporâneo.

É co-fundador e primeiro reitor da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Lisboa, 1991-2006) e da Universidade Lusófona do Porto (2007-2012), e presidente honorário do Conselho Superior Académico do Grupo Lusófona (CSA/GL).
Foi professor de Ciências Políticas na Universidade de Paris e na Universidade Nova de Lisboa, vindo a criar a primeira licenciatura de Ciência Política em Portugal (1991), bem como a primeira licenciatura de Ciência das Religiões (ULHT/ULP, 1991/1997). Programou, nas universidades portuguesas, a disciplina de Introdução ao Pensamento Contemporâneo e a primeira Unidade de Estudos e Investigação Ciência, Tecnologia e Sociedade (UEICTS).
Organizou as Semanas Portuguesas de Teologia (Lisboa, 1962-1965) e o Instituto Superior Católico de Angola (Nova Lisboa-Huambo, 1967). Fundou as Semanas Sociológicas (1989), a Sociedade Africanológica de Língua Portuguesa (SALP/1991) e a Associação dos Cientistas Sociais do Espaço Lusófono (ACSEL/1994).
Lançou a Editorial Colóquios (Angola, 1968), as Edições ETC (Paris, 1973), as Edições Universitárias Lusófonas (Lisboa, 1992), a Editorial Clérigos (Porto, 2014), a Kairologia Editora (Lisboa,2014), bem como a Revista Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Res-Publica: Revista Lusófona de Ciência Política e Relações Internacionais, Campus Social: Revista Lusófona de Ciências Sociais, Africanologia: Revista Lusófona de Estudos Africanos e Kairologia: Revista Lusófona do Pensamento Contemporâneo.
É considerado o pai teórico da Lusofonia (cuja palavra terá feito entrar no vocabulário da Língua Portuguesa) e é autor da «Declaração de Luanda» (2002) para a criação do Espaço Lusófono do Ensino Superior, à imagem e semelhança da «Declaração de Bolonha» e do Espaço Europeu de Ensino Superior, de que foi, em Portugal, um dos mais destacados pioneiros, designadamente com o polémico artigo: «Quem tem medo da “Declaração de Bolonha?”».

APRESENTAÇÃO

Educação e Lusofonia

O SANTO DA MONTANHA, de Camilo Castelo Branco

..."- Ora isso passa-lhe, primo Baltasar - disse Lopo Vaz. - Assim que vir os porcos bravos a estrinçar lenha por aqueles matagais do Reboredo, não tem mão em si que não bote as unhas a uma caçadeira e meta dous zagalotes no peito do javali!... Para lá vamos."...

..."Entrou a D. Mécia à sala. Vestia esbeltamente e no auge da moda, que era novidade recentíssima para as damas de Moncorvo e Freixo. De Braga é que a filha de Lopo trouxera os  moldes da guapa vestidura."...

"D. Mécia contou às senhoras pelo miúdo as festas de Braga ; e, como não soubesse dilucidar  alguns pontos mitológicos dos mais  enredados do sagrado espetáculo, Baltasar, rogado por Lopo, associou-se à narração de Mécia, complentando-a na parte mais substancial e científica. Isto durou muito tempo, até que as senhoras se despediram, pactuando ajuntar- se ao outro dia no bosque do
"reboredo."

António Ponte: “Queremos lançar o registo das tradições de Inverno”

fotoAntónio Ponte está à frente da Direcção Regional de Cultura do Norte (DRCN) há um ano. Doutorado em Museologia defende o trabalho em rede para divulgar a Cultura e o Território.
Jornal Nordeste (JN) - A reabilitação é uma das prioridades da DRCN. A cultura poderá aproveitar o próximo quadro de apoio?
António Ponte (AP) - Por missão a DRCN tem a salvaguarda, valorização do património e a dinamização cultural. É a nossa obrigação, como herdeiros de um passado, dá-lo ao futuro. Mas temos também de pô-lo ao serviço da contemporaneidade, dar-lhe valor e uso, e fazer com que tenha um papel importante na dinamização dos territórios. Sendo o turismo estratégico, e o turismo cultural um vector estratégico dentro do turismo, temos aqui tudo o que é necessário para o robustecer e desenvolver.
Há intervenções nas sete sés da região Norte e em Santo Cristo do Outeiro, Torre de Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta, Malhadas e Miranda do Douro. A Rota das Catedrais por si só tem 4,5 milhões de investimento, nas outras intervenções na região temos uma estimativa de 2,5 a 3 milhões de euros.

Borda D'Água - Feijão com Couves


INGREDIENTES:

Feijão vermelho manteigado
Batata
Couve galega
Carnes de porco:
Orelha
 Pé de porco
 Pernil
 Enchidos

Primeiro, pôr o feijão a cozer; em seguida, misturar a couve e, por último, a batata.
As carnes são cozidas à parte. Passado um pouco, a água que está a cozer as carnes é substituída, ou seja, a primeira água retira-se da panela (porque está cheia de gordura) e põe-se água "nova", que já não tem gordura.
A tal primeira água é aproveitada para dar gosto às couves.  

Receita cedida pela D. Maria, proprietária e gerente do restaurante Borda D'Água, Salto, Montalegre.

José Alves (Zé Carlos)


Baixo Sabor já produz energia ...e muitas reclamações dos ambientalistas

Polémica. Contestada desde o primeiro momento pelos ambientalistas, a barragem do Baixo Sabor, em Trás-os-Montes, impressiona pela dimensão. São 700 mil metros cúbicos de betão que dão forma a um muro de 123 metros de altura
Está concluída uma das barragens mais polémicas dos últimos anos. O aproveitamento hidroelétrico do Baixo Sabor, que substituiu a barragem de Foz Côa - onde as gravuras não sabiam nadar -, é elogiada pelos autarcas locais, mas é odiada pelos ambientalistas.

Nasceu há seis anos debaixo de forte contestação. De um lado, as organizações ambientalistas a reclamar desde o início a não construção da barragem do Baixo Sabor, em Trás-os-Montes; do outro, as autarquias abrangias pela área de intervenção das obras e da albufeira (nomeadamente Torre de Moncorvo e Mogadouro) a defender a obra, nomeadamente pelo impacto económico, sobretudo ao nível do emprego, na região.

Fonte: http://expresso.sapo.pt/baixo-sabor-ja-produz-energia-e-muitas-reclamacoes-dos-ambientalistas=f902242

Alfândega da Fé- ATL de Natal 2014, de 17 a 30 de Dezembro

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Rede de Judiarias promove homenagem a judeus portugueses na Holanda

A Rede de Judiarias de Portugal, com sede em Belmonte, vai promover em Amesterdão uma homenagem aos judeus portugueses na Holanda: Será plantada uma oliveira no Beth Haim - Portuguese Jewish Cemetery.

O Beth Haim é o mais antigo cemitério judeu na Holanda
O secretário-geral da instituição, Jorge Patrão, explicou que integram a comitiva portuguesa 12 pessoas, entre os quais presidentes de câmaras municipais, representantes das comunidades judaicas de Lisboa e Belmonte e responsáveis do Cátedra de Estudos Sefarditas – Alberto Benveniste e da Associação Portuguesa de Estudos Judaicos. “Vamos estar na Holanda entre hoje e domingo e o objetivo desta viagem é assinalarmos os 400 anos da fundação do cemitério judaico português em Amesterdão, homenageando todos os que no período da inquisição tiveram de fugir de Portugal e ali se refugiaram”, especificou.
Jorge Patrão referiu que a decisão de fazer esta homenagem também está relacionada com o facto de “milhares de portugueses” terem sido sepultados naquele espaço, classificado como património protegido no World Monuments Fund e monumento nacional daquele país.
Os túmulos do albicastrense Elias Montalto (médico da rainha de França, Maria de Medici), de Menasseh Ben Israel (conhecido rabino amigo do pintor Rembrandt), de Ephraim Bueno, médico nascido em Castelo Rodrigo, ou dos pais do filósofo Spinoza são alguns dos exemplos mencionados pela RJP.

CONVITE - 14 e 20 de Dezembro, Lançamentos na Poética para os mais novos

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A Poética tem o prazer de convidar toda a gente, pequena e crescida, para dois momentos que prometem muita diversão e alegria! Trata-se do lançamento de dois livros destinados à pequenada, com a presença dos respectivos autores, a decorrerem ambos na Livraria Poética, em Macedo de Cavaleiros, nos próximos dias 14 e 20. 
Consideramos que faz sentido promover os livros como prendas de Natal privilegiadas, e apostamos em promover o contacto dos autores com as crianças, numa tentativa de tornar a leitura mais cativante. 
Apareçam!
Mais informações sobre os livros aqui: Poética
Esperamos por vós!

Virgínia do Carmo 
Poética

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Torre de Moncorvo - Oficina Vinária recebeu atividade Quintas-feiras na Quinta

Oficina Vinária recebeu atividade Quintas-feiras na Quinta

No dia 8 de Dezembro realizou-se mais uma atividade Quintas-feiras na Quinta, na Oficina Vinária de Torre de Moncorvo.
Da iniciativa fez parte uma visita guiada ao Museu do Vinho ali instalado e uma explicação sobre o ciclo da vinha. Em representação do Município esteve a vereadora Piedade Meneses, responsável pelo pelouro da Agricultura.
Depois de dar a conhecer vinicultura aos mais novos o Município de Torre de Moncorvo promoveu esta atividade destinada o público em geral. A população respondeu à chamada e participou nesta iniciativa que visa promover os vinhos da região, dar a conhecer todo o processo de produção e a importância da vinha e do vinho no concelho de Moncorvo.
Da responsabilidade do Município de Torre de Moncorvo esta Quinta-feira na Quinta contou com o apoio da Oficina Vinária.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 10 de Dezembro de 2014

Luciana Raimundo

DITOS DEZIDEIROS - Provérbios Mirandeses, de Amadeu Ferreira

SINOPSE:
Nesta obra, Amadeu Ferreira procurou reunir todos os provérbios mirandeses até agora publicados, partindo da junção da sua colecção, disponível na página «Sendim em Linha» (www.sendim.net), à de António Maria Mourinho, editada na obra Ditos Dezideiros Mirandeses.
As colecções foram criteriosamente analisadas e estudadas, de forma a serem eliminadas as variantes não significativas, chegando-se a aproximadamente 5000 provérbios que revelam a essência dos saberes populares da cultura mirandesa.

CONTRACAPA:
«De agora em diante, esta passará a ser a mais completa lista de provérbios mirandeses, aproximadamente em número de 5000. A colecção de António Maria Mourinho apresenta um grau de criatividade relativamente elevado, quer em termos de ditos novos, quer em traduções, sobretudo do castelhano. Exigia-se colocar este cuidado na publicação dos provérbios mirandeses, pois eles são um vector fundamental da cultura do povo mirandês.»
«Zde agora an delantre, esta passará a ser la mais lharga i cumpleta lista de ditos dezideiros, an númaro de arrimado a 5000. La colecion de António Maria Mourinho apersenta inda ua amportante criatebidade, cun que tubímos que cuntar, seia quanto a ditos nuobos, seia quanto a traduciones, subretodo de l castelhano. Habie que poner este cuidado na publicacion de ls ditos mirandeses, yá que eilhes son ua lhinha fundamental de la cultura de l pobo mirandés.»
in Introdução / Antrada

TORRE DE MONCORVO - EFEMÉRIDES (13, 14 e 15 /12)

13 Dez. 1395 – Durante mais de 15 dias a vila de Torre de Moncorvo foi a capital de Portugal. Sabem porquê? É que, entre os dias 13 e 30 de Dezembro de 1395, o rei D. João I aqui terá fixado a sua residência, que o mesmo é dizer a sede do seu governo… Certamente que este rei gostaria muito de Torre de Moncorvo pois já em 1386, no seguimento da vitória militar sobre os castelhanos e consequente conquista do poder, ele escolhera os campos da Vilariça para neles fazer a primeira grande parada militar que houve em Portugal, maravilhosamente descrita por Fernão Lopes, na Crónica de D. João I, concluída nos seguintes termos:

- E este foi o mais fermoso alardo que até ali em Portugal fora visto!
A explicação lógica para esta preferência real estará no facto de a Torre de Moncorvo ter constituído o seu primeiro e mais forte apoio político em terras de Trás-os-Montes, todas viradas para o Rei de Castela.
13 Dez. 1837 – Nesta data foram arrematados os bens do convento dos frades da ordem da Santíssima Trindade da freguesia da Lousa que o governo antes tinha nacionalizado.

TORRE DE MONCORVO - EFEMÉRIDES  (14/12)

14 Dez. 1870 – Começou a funcionar em Torre de Moncorvo a primeira destilaria de aguardente, instalada na Corredoura por António Caetano de Oliveira.
Nesta mesma data, o administrador do concelho enviava uma circular aos regedores das diferentes freguesias pedindo informações sobre todos os estrangeiros residentes da área de suas freguesias. O curioso desta circular encontra-se na seguinte nota:

TORRE DE MONCORVO - MÓS

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Cartaz enviado pelo Lopes
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TORRE DE MONCORVO - POSTAL (ANOS 60)

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