terça-feira, 9 de junho de 2015

TORRE DE MONCORVO - RIO SABOR

Click na imagem para aumentar.
Fotografia enviada pelo Camané

Reedição de posts desde o início do blogue

9 comentários:

  1. Grande foto/postal do rio Sabor.Barco de um passado que se mantem e persiste na nossa memória.
    Bravo!Bravo!Aplausos ao KAMANÉ.

    ResponderEliminar
  2. Esta é para ganhar um concurso, Camané!
    Bela fotografia.

    Será por teres respirado o ar com vapores de hipossulfito e de hidroquinona, quando o vizinho fazia os banhos reveladores e fixadores para as que tirava "a la minuta" que ficaste tão afinado ?
    Continua, eu aplaudo a execução e o sentido estético.
    Usaste duas regras básicas da boa fotografia: a proximidade ao objecto e a simplicidade.
    Parabéns e um abraço
    F. Garcia

    ResponderEliminar
  3. Diz-me com quem andas...
    É a faceta teatral do Camané...um dia faz de Campos Monteiro, noutro de Chico Cabeças.E é bom homem como o segundo mestre.O outro, é somente uma figura literária.Um fantasma da Misericórdia, um mono do castelo,onde se encondia para jogar aos policías e ladrões.
    Venham mais cinco, como se diz no post da Júlia da Corredoura.Nomeio desde aqui o F.Garcia, cronista oficial da Misericódia e arredores (rua dos Sapateiros).Júlia Barros há muito tempo que é a cronista-mor dos "indios".A.J.Andrade cronista oficial do concelho,Ilda Fernandes de Maçores.Os senhores do blogue têm que colocar um anúncio :"Procura-se cronista para as restantes aldeias e bairros da vila.Sem remuneração em metálico.Incluido no seviço cívico, no gozo pessoal e com reconhecimento agradecido de todos nós.
    Como diz Rui Carvalho (Baiqueuespero);BOTAI LÁ!

    Noitibó

    ResponderEliminar
  4. Sempre encontrei muitas semelhanças entre desenhar e fotografar, ao fotografar é exactamente isso o que acontece: o abandono do olhar sem ver, do olhar utilitário e automático por nós usado para nos movermos e actuarmos no mundo. Fotografar também impõe um olhar analítico, um olhar selecionador, um olhar julgador e não um olhar distraído.
    Desenho desde menino. Fotografo desde adolescente, (o vizinho, o srº francisco garcia explicou-me os banhos reveladores e fixadores quando aparecia no seu laboratório vindo pelo telhado, imaginem de bicicleta e que ele me deixava ver essas técnicas utilizadas por ele) quem desenha conhece bem o fenomeno de errar as proporções da coisa desenhada. Uma das razões é o olhar que não esta a ser usado analiticamente, e o desenho segue uma declaração interna do que seja o objecto, ao invés de seguir de facto a forma do objecto. A falta de análise, quando desenhamos algo que está na nossa frente, é a verdadeira responsável pelos erros de proporção. Não é errado dizer: aprender a desenhar é aprender a analisar as formas.
    A mesma coisa acontece na fotografia, mas fica um pouco ocultada pelo facto da camera “desenhar bem” naturalmente. De facto, qualquer fotografia feita em modo automático, por exemplo, apresenta um desenho convincente do objecto fotografado, correcta sob o ponto de vista da representacção convencional. Enquanto no desenho a disciplina do desenhista, o rigor de sua análise determinam a correcção da representação, na fotografia a correcção da representação é garantida desde sempre, é quase a plataforma mínima da fotografia.
    Diversas estruturas formais da fotografia são estranhas à vista humana desarmada; desfoques, silhuetas, DOF curto, perspectiva rectilinear, nada isso é nosso, nada disso é parecido com nosso olhar humano. Tudo isso é aprendido pelo uso da máquina ou pela contemplação do universo de imagens fotográficas circulantes no mundo. Aprendemos a fotografar vendo fotografias e entendendo sua forma de fazer.

    A fotografia é feita de um objecto, mas constitui uma coisa própria, regida por leis próprias, e olhar fotográfico é análise formal, é tornar consciente a percepcção visual, e aplicar essa consciência ao enquadrar o mundo no retângulo.
    Obrigado
    camane

    ResponderEliminar
  5. Só duas palavras : que maravilha!

    Uma moncorvense

    ResponderEliminar
  6. Não sou de Moncorvo, mas conheço esta terra maravilhosa de gente boa, a melhor de Trás-os-Montes, todos os dias visito este blog eu, que estou a muitos km de distancia que um dia passei por aí e saboreei as migas de peixe na foz do sabor feitas pelas mãos da D.Branca, que saudade, apaixonei-me logo, não foi mal empregue o tempo que passei nessa casa a saborear esse pitéu, como disse atrás tenho seguido este blog e estou estupefacto com a qualidade dos textos e fotografias que se tem posto neste blog, segui com mais atenção e posso dizer que é um dos melhores do mundo, esta fotografia do camané que não o conheço é das fotos mais bonitas que vi, depois de olhar para o conteúdo do blog e o percorrer com mais atenção destaco uma outra que me impressionou muito http://lelodemoncorvo.blogspot.com/2010/12/torre-de-moncorvo-avozinhas.html, mas esta foto do barco pode quanto a mim ganhar um prémio seja em que lugar for,
    Parabéns ao administração do blog e a todos os que colaboram nele

    antonio de sousa

    ResponderEliminar
  7. Outro bom enquadranmento e momento. parabéns mano.

    ResponderEliminar
  8. Mais um quadro que a nossa bela terra pariu. Obrigada aos olhos que a captaram e a partilharam com o mundo..O sr. Camané é um artista muito sensível e com o gosto muito apurado. Esse nome nao me é desconhecido.. Eu brinquei muito na rua nova e no castelo, joguei a bola, brinquei as escondidas e andei na bicicleta da lucinha... Que tempos e que saudade! Naquele tempo na minha querida rua nova éramos mais de 20 raparigos!!!já lá voltei e nao há nenhum...

    ResponderEliminar