quinta-feira, 11 de junho de 2015

"Inverno Mágico" e "Por Longos Dias, Longos Anos, Fui Silêncio" (convite)


Uma década após a publicação de Inverno Mágico – Ritos e Mistérios Transmontanos, António Pinelo Tiza lança o Volume II e reedita o Volume I.


As obras serão apresentadas por Ernesto Rodrigues.
A sessão, que decorrerá juntamente com a apresentação do livro
Por Longos Dias, Longos Anos, Fui Silêncio­ - Uma Breve Antologia de Autoras Transmontanas, Organização de Hercília Agarez e Isabel Alves, terá lugar no próximo dia 13 de Junho, sábado, pelas 19:00 horas, no Auditório da Feira do Livro de Lisboa, Parque Eduardo VII, Lisboa.

SINOPSE

Inverno Mágico – Volume I
Tempo e espaço são dois elementos essenciais a qualquer estudo antropológico ou etnográfico.
Neste contexto, os ritos festivos do Inverno Mágico – Volume I acontecem no tempo cíclico da estação que, no espaço da Terra Fria do Nordeste Transmontano, se inicia no mês dos Santos e se prolonga até aos alvores da Primavera. São ritos de culto aos mortos, festas solsticiais herdeiras das antigas Saturnais, ritos de passagem de uma a outra idade na vida dos jovens iniciados, mascaradas de esoterismo espontâneo e funcional, festas da fertilidade ou de culto ao pão, bacanais das Calendas de Janeiro, libações, comidas comunitárias e celebrações dos prolegómenos da tão ansiada Primavera, com a ritualidade que a práxis cristã e medieval determinam e que ciclicamente se cumpre.
Por tudo isto, é justamente este o mais emblemático ciclo festivo deste “reino maravilhoso”. O clima rigoroso, as neves e geadas de rachar, as terras de montanha e de povoamento concentrado forçam o aconchego do lar e o convívio comunitário, carregado de ritos ancestrais de uma magia tão profunda que só aquele que os vivencia os poderá assimilar em toda a sua plenitude.
O autor deste livro, sendo um filho desta terra, aprofundou o conhecimento destes rituais através do método que os antropólogos designam de investigação-acção, ao longo de três décadas de vivências conjuntas com aquelas comunidades que teimam em manter vigentes estas tradições milenares.


Inverno Mágico – Volume II
No decurso da década seguinte à publicação do Inverno Mágico, foi o autor constatando que “outros ritos e mistérios” persistiam em celebrar-se com força e vigor. Sentiu, pois, que muito havia para fazer/pesquisar. Da continuação dos trabalhos de campo resultou uma reflexão sobre o evoluir da práxis decorrente da contemporaneidade, constatada nas novas tecnologias da comunicação, da revitalização de celebrações perdidas ou da introdução de encenações que, embora radicados na tradição, se orientam agora para a inevitável “turistização”.
Rituais perdidos que renasceram ou que ganharam uma dimensão nunca sonhada, adequação de celebrações festivas à modernidade, reconstrução de ritos de inspiração antiga, de tudo um pouco ocorreu nesta década do pós-Inverno Mágico.
O aprofundamento dos ritos “esquecidos” no primeiro volume é neste uma constante, a par de algumas revelações. Era inevitável que assim fosse; num território tão vasto e tão rico, nem tudo era possível conhecer e muito menos aprofundar; a sua coincidência no tempo cíclico exige mais tempo para a todos acorrer; provavelmente, este processo de reconhecimento não terminou. Assim, os ritos de entrada na estação escura consolidam os anteriores da lenha dos Santos, acrescidos das celebrações do vinho novo; outras festas solsticiais (antes adormecidas) renasceram e as mesinhas do milagroso e mártir Sebastião ganharam agora um vigor nunca antes visto. Como consequência destes fenómenos, o presente Inverno Mágico alargou o seu âmbito espacial a uma boa parte do território de Trás-os-Montes; o seu tempo cíclico prolongou-se até à Semana Santa que, sendo movediça, se celebra ainda no Inverno (o transmontano) que neste “reino”, é de “nove meses”. E, acima de tudo, mágico.

SOBRE O AUTOR
António Pinelo Tiza é natural de Varge, Bragança.
Estudou Teologia em Bragança e Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tendo concluído a licenciatura. Defendeu a tese de doutoramento em Ciências Sociais na Universidade de Valladolid, com a classificação de “Sobresaliente cum laude”. Foi professor do ensino básico, secundário e superior.
É autor das seguintes obras, entre outras: Máscara e Danças Rituais – Ritos Ibéricos do Solstício de Inverno; O Diabo e as Cinzas (contos); Inverno Mágico – Ritos e Mistérios Transmontanos; Máscara Ibérica (com Hélder Ferreira); Estudo Antropológico das Mascaradas de Zamora, Bragança e Douro (com Jesús Nuñez); Portugal y España – Vidas Paralelas (com Isidoro González).
Participa em antologias e revistas com artigos sobre Etnografia e Educação: Brigantia, de Bragança; Tellus, de Vila Real; Jornal de Letras, de Lisboa; Stvdia Zamorensia, de Zamora, El Filandar/O Fiadeiro, de Zamora, Jentilbaratz – Cuadernos de Folklore do País Basco e outras.
Foi Presidente da Região de Turismo do Nordeste Transmontano (1998-2002). Actualmente desempenha as funções de Presidente da Direcção da Academia Ibérica da Máscara e Vice-Presidente da Academia de Letras de Trás-os-Montes. É membro da Associação Portuguesa de Escritores.


Sessão de Apresentação do livro
Por Longos Dias, Longos Anos, Fui Silêncio ­ Uma Breve Antologia de Autoras Transmontanas
Organização de Hercília Agarez e Isabel Alves.


A obra será apresentada por António Pinelo Tiza.

A sessão, que decorrerá juntamente com o lançamento dos livros Inverno Mágico – Ritos e Mistérios Transmontanos – Volumes I e II, de António Pinelo Tiza, terá lugar no próximo dia 13 de Junho, sábado, pelas 19:00 horas, no Auditório da Feira do Livro de Lisboa, Parque Eduardo VII, Lisboa.

  
SINOPSE

Com este projecto, a Academia pretende ir ao encontro da literatura transmontana, da poesia, da arte e da investigação (neste caso, produzidas por mulheres); estamos a prosseguir as finalidades que presidiram à criação da nossa instituição: a valorização e a promoção das duas línguas do nosso País porque uma delas, o Mirandês, é no território transmontano que vive e floresce agora, mais do que nunca. Este desígnio ficou formalmente expresso na Introdução da obra, pelas suas coordenadoras: “embora se apresente como uma antologia ligada a uma região concreta de Portugal — Trás-os-Montes e Alto Douro—, tentou cultivar-se um olhar abrangente do ponto de vista geográfico, cultural e linguístico. Daí, por exemplo, alguns dos textos surgirem em mirandês” – a prova provada da nossa riqueza linguística e literária.
António Tiza, do Prefácio.


BIOBIBLIOGRAFIAS
Adelaide Monteiro nasceu a 16 de Maio de 1949, em Especiosa - Miranda do Douro. Professora aposentada do Ensino Secundário e artista plástica, participou nas antologias: Antre Monas i Sbolácios (2010); A Terra de Duas Línguas: Antologia de Autores Transmontanos (2011); A Terra de Duas Línguas II: Antologia de Autores Transmontanos (2013).


Alcina Pires, nasceu na freguesia de Genísio, concelho de Miranda do Douro, em 1953. Exerceu a sua atividade profissional no Ensino Básico e ao mesmo tempo dedicou-se à pintura e à escrita da língua mirandesa. Licenciou-se pelo ISEC, no ano de 2002, em Apoios Educativos. Em 2010 publicou um livro em mirandês, "Lucrécia cunta-moscumo era".


Ana da Conceição Bernardo — pseudónimo Ana Bárbara de Santo António — é natural de Torre de D. Chama onde nasceu em 1965.
Trabalha no concelho da Maia em serviços administrativos. Publicou Penas da alma para a mão (poesia, 2006); Teu Cancro Meu; Russa a burrinha tecedeira (infanto-juvenil, 2008) e À Flor da Pele dos Sentidos da Alma (poesia, 2012).


Ana Ribeiro nasceu em Poiares (Peso da Régua), no ano de 1966. É professora no Departamento de Estudos Portugueses e Lusófonos da Universidade do Minho. Publicou, entre outros: A escola do paraíso, de José Rodrigues Miguéis: um romance de aprendizagem, Colecção Hespérides/Literatura, Braga, Universidade do Minho/Centro de Estudos Humanísticos, 1998; “Itinerários femininos no Portugal colonial segundo A árvore das palavras” in Narrativas do poder feminino, Universidade Católica, Publicações da Faculdade de Filosofia, 2012, pp. 461-469; “À volta dos livros: o que revelam as cintas”, in Revista Galega de Filoloxía, 13, 2012, pp. 85-120; “Para além dos clássicos: os escritores contemporâneos de João de Araújo Correia na biblioteca do autor”, in Geia, 3, 2013, pp. 40-55.


Bina Cangueiro ye Piçporra i Ribeirinha. Naciuen 1956, en Augas Bibas i bibiuenUbaadondefizolascuola i adondelabó, fuonte de sabedorie i guardadora de mimórias, alhimentou l sou maginairo. Fizo l lhiceuenBergância, bibiuen Paris i studiou na Sorbonne.
Fizo 1 purmeiro curso de mirandês cun Amdeu i zdende ten dado passicos a la par de las pessonas cun quiem daprendiu todo i a quien d´s bida nas sues cuntas de quando 1 tiempo tenie tiempo.


Cremilde da Conceição Esteves Alonso, nascida em Prado Gatão, Miranda do Douro em 1948, é licenciada em Germânicas pela Universidade de Lisboa, tendo também frequentado o curso superior de Português na mesma Instituição. Exerceu a profissão de professora e colaborou em jornais regionais. Publicou o livro de memórias mirandesas Uma casa de sete por sete (2014).


Eduarda Chiote nasceu em Bragança em 1930. Licenciada em Histórico-Filosóficas, foi directora de um centro psicotécnico e gerente comercial de uma empresa de estudos e realizações ligada ao cinema. Trabalhou também numa galeria de pintura. Incluída em várias antologias, divide-se entre ficção e poesia, tendo sido distinguida nesta última com o Prémio Teixeira de Pascoaes em 2006 com O Meu Lugar à Mesa.


Graça Morais é o nome da pintora nascida em Vieiro, Trás-os-Montes, em 1948. Tirou o curso de pintura na Escola Superior de Belas Artes do Porto. Foi bolseira da Fundação Gulbenkian em Paris. É membro da Academia Nacional de Belas Artes e de outras Associações culturais. Tem feito numerosas exposições individuais em Portugal e no estrangeiro. Em 1997 foi condecorada pelo então Presidente da República, Jorge Sampaio, com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
No Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, em Bragança, podem apreciar-se quadros desta pintora transmontana.


Guida Nunes nasceu em Mondrões, Vila Real, em 1952. Emigrou para o Rio de Janeiro, Brasil, onde realizou a sua formação intelectual, com uma licenciatura em Comunicação Social e outra em Direito. Exerceu o jornalismo naquele país por dez anos e é advogada em Portugal desde 1981. Publicou no Brasil, pela editora Vozes, "Rio, Metrópole de 300 Favelas"; "Catumbi-Rebelião de um Povo Traído" e "Favela-Resistência pelo Direito de Viver". Em Portugal, como edição de autor, "Cidadãos do Mundo - Cidadãos de Portugal?" e "Lavradores de Volfrânio"; e pela Editora Tartaruga: "Casa Minha - Vida Não", "Europa Escondida" e "25 sem Abril".


Isabel M Fernandes Alves nasceu em Carva, Murça, em 1964. É docente na UTAD, com um doutoramento em Literatura Norte-Americana: Fragmentos de Memória e Arte: Os Jardins na Ficção de Willa Cather, Colibri (2006). Nos últimos anos, e para além de estudar autores americanos, tem vindo a interessar-se pela relação entre literatura e paisagem. Tem também desenvolvido estudos na área da literatura comparada; nesse âmbito, escreveu sobre Júlio Dinis, Miguel Torga e A.M. Pires Cabral. Co-editou Aqui e Agora Assumir o Nordeste : Antologia de Textos de A. M. Pires Cabral, Âncora (2011).


Isabel Mateus nasceu em 1969 em Torre de Moncorvo (Quintas do Corisco – Felgueiras). Publicou: A Viagem de Miguel Torga, Gráfica de Coimbra (2007);Outros Contos da Montanha, Gráfica de Coimbra (2009); O Trigo dos Pardais (contos da infância), Gráfica de Coimbra (2009); A Terra do Chiculate – Relatos da Emigração Portuguesa, Gráfica de Coimbra (2011); Contos do Portugal Rural/Tales of Rural Portugal (1.º volume da colecção “Portuguese Insights – BilingualTextCollection”), Gráfica de Coimbra (2012); A Terra da Rainha – Retratos Portugueses no Reino Unido, Gráfica de Coimbra (2013); Farrusco – Um Cão de Gado Transmontano, Gráfica de Coimbra (2013); Contos do Portugal Rural/葡萄牙鄉村故事 (2.º volume da colecção “Portuguese Insights – Bilingual Text Collection”), Gráfica de Coimbra (2014).


Lara de Leon, pseudónimo de Maria Idalina Alves Brito, nasceu em Felgueiras, Moncorvo, a 2 de dezembro 1954. É licenciada em Serviço Social (1977), Sociologia (1991) e possui uma Pós-Graduação em Direito e Interioridade (2012). Vive na cidade de Bragança onde é Técnica Superior no Centro Distrital Segurança Social. Colaborou durante alguns anos no jornal "Verde Planura" da vila de Izeda. Tem obra publicada no âmbito da ficção narrativa, do ensaio e da poesia. Integra a Antologia Autores Transmontanos, "A Terra de Duas Línguas II.


Laura Mónica Bessa-Luís Baldaque nasceu no lugar de Ariz, Peso da Régua, em 1946. Retrata o Douro na sua pintura e na sua ficção. Está ligada à actividade museológica como conservadora principal, nomeadamente dos museus municipais do Porto. Tem realizado inúmeras exposições individuais e colectivas. Publicou cinco livros, dois dos quais fazem parte do Plano Nacional de Leitura. Destaque para Contos Sombrios (2011) e Vinte Anos na Província (2013).


Lucília da Glória Verdelho da Costa Ladoucette é historiadora e crítica de arte; nasceu em Mirandela, a 11 de Abril de 1958, licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (1980), e obteve os títulos de Mestre em História da Arte (1985), e de Doutora em História, especialidade História da Arte (1996), pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Das obras publicadas destaca Ernesto Korrodi: 1889-1944. Arquitectura. Ensino e Restauro do Património (Lisboa, Editorial Estampa, 1997), Alfredo d’Andrade. Da Pintura à Invenção do Património (Lisboa, Editora Vega, 1997), e Fialho d’Almeida. Um decadente em revolta (Lisboa, Editora Frenesi, 2004).


Luísa Dacosta nasceu em Vila Real em 1927 e faleceu em Matosinhos a 15 de Fevereiro de 2015. Formou-se em Lisboa em Histórico-Filosóficas, mas a sua actividade docente foi dedicada ao ensino de português a alunos do segundo ciclo, na cidade do Porto. Participou na experiência de Veiga Simão para o lançamento dos sétimo e oitavos anos de escolaridade, Esteve em Timor, em 1975, acedendo ao convite para reformular os programas de ensino. A sua obra conta com cerca de vinte e cinco títulos.
Como escritora cultivou o romance, o ensaio, o conto infanto-juvenil, a diarística, a poesia. Entre outros, foi agraciada com o Prémio Vergílio Ferreira da Universidade de Aveiro. Foi a escritora homenageada na Correntes de Escrita, na Póvoa de Varzim, em 2011.


Maria da Assunção Anes Morais nasceu em Chaves em 1972. Licenciada em Humanidades (Ensino de) pela Faculdade de Filosofia de Braga (Universidade Católica Portuguesa); Mestre em Ensino da Língua e Literatura Portuguesas, pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Vila Real). Professora de Português e de Literatura Portuguesa no Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar. Pertence a várias associações culturais: Grupo Cultural Aquae Flaviae, Círculo Cultural Miguel Torga, Tertúlia João de Araújo Correia e Academia de Letras de Trás-os-Montes. Tem obra publicada dedicada, principalmente, ao Escritor Miguel Torga.


Maria da Assunção F. Morais Monteiro, nasceu em Vila Real, em 17 de Novembro de 1950. Professora Catedrática da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Autora, entre muitas outras obras e artigos, de: Camões de Simeone Sografi (1990); Romantismo e Realismo no Amor de Perdição (1990); O Conto no Diário de Miguel Torga (1998); Da heteronímia em Eça de Queirós e Fernando Pessoa à alteronímia em Miguel Torga (2003); Acerca de Miguel Torga... (Com depoimentos de Padre Avelino e cartas) (2003).


Maria da Conceição Martins Pacheco nasceu em Salto, Montalegre, em 1920. Fez os estudos secundários em Braga e licenciou-se em Filologia Clássica em Coimbra. Foi a primeira mulher da sua região a frequentar a universidade. Leccionou em Braga, nos ensinos público e particular. Muito ligada ao seu Barroso nativo, publicou, em 2008, Salto: apelos do torrão natal. Os seus outros escritos encontram-se registados na imprensa regional.


Maria Hercília Agarez de Campos Marques nasceu em Vila Real em 1944. É professora aposentada do Ensino Secundário. Tem-se dedicado à investigação e à crítica literária. É estudiosa de Miguel Torga, Camilo Castelo Branco, João de Araújo Correia e Luísa Dacosta. Publicou um livro de crónicas, A Brincar Que o Digas..., (2001) dois ensaios sobre Miguel Torga —A Força das Raízes e Dois Homens Num Só Rosto (2007 e 2013) e o livro de contos Histórias que o Povo Tece. (2012) É membro da direcção da Tertúlia João de Araújo Correia e da Academia de Letras de Bragança. É sócia da Associação Portuguesa de Escritores. Tem estudos publicados em várias revistas literárias e está representada em antologias.


Maria José Corrêa Pinto nasceu em Chaves. É licenciada em Filologia Românica pela Universidade de Coimbra e pós-graduada em Ciências Pedagógicas e Museologia. Tem uma intensa actividade no campo da cultura como museóloga, promotora de exposições e conferências, como dinamizadora de acções educativas com as escolas.
Publicou, em 2003, uma monografia sobre Cascais - Cascais 1900 e em 2013 o romance Terra  Fria Terra Quente.


Maria José Quintela Claro da Fonseca nasceu em Vila Real, em 6 de Agosto de 1955, e reside em Lamego. Está aposentada desde Junho de 2014. Até à data, publicou: Vozes e Ecos (2000), Um Olhar não Basta (2006), O mundo é irreal mas não me importa (2007), Pertence à água a escolha dos náufragos (2014).
Está representada em várias antologias e em publicações periódicas como Eito fora (Fev. 2001), Inútil (Out. 2009) e Aquilino (2010)


Maria Júlia Ferreira Barros Guarda Ribeiro, nasceu em Moncorvo, em 17 de Agosto de 1938. Licenciou-se em Filologia Germânica; é Mestre em Ciências da Educação. É professora aposentada. Leccionou no Ensino Secundário e no Ensino Superior. Publicou: Constantino, Rei dos Floristas (2003), Os contos da minha avó (2003), Mulheres de Marinha Grande, histórias de luta e de coragem, (2008); A parábola dos três anéis (2009), Contos Temperados...(2012), Contos no Terreiro ao Luar de Agosto (2014).


Marília Miranda Lopes nasceu acidentalmente no Porto em 22 de Maio de 1969, mas viveu sempre em Vila Real onde reside e está envolvida em diversas iniciativas de carácter literário enquanto poeta, contista, dramaturga, "cantautora". Formou-se em Línguas e Literaturas Modernas. É professora do ensino secundário. Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian ao abrigo do programa "Dramaturgia Portuguesa". Além de publicações individuais, está representada em diversas antologias.
O seu livro Duendouro - Era uma vez um rio está incluído no Plano Nacional de Leitura.


Paula Salema nasce a 16 de Maio de 1974, na vila Transmontana Torre de Moncorvo, onde passa a sua infância e adolescência. Licenciada em Românicas, variante Português e Francês (ensino de), com uma pós-graduação em Cultura Portuguesa, ambas atribuídas pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Presentemente faz parte da secção da Cultura e Turismo do Município de Torre de Moncorvo.
Janela Indiscreta foi o primeiro livro de poesia da Autora.


Raquel Serejo Martins nasceu em Vilarandelo, a 13 de Agosto de 1974.
Licenciada em Economia e pós-graduada em Direito Penal Económico e em Direito Administrativo. Trabalhou na Rádio Universitária de Coimbra, no Diário de Coimbra, no Banco BPI, SA. Actualmente desempenha funções de inspecção na Autoridade Tributária e Aduaneira.
Autora dos romances: A Solidão dos Inconstantes (2009) e Pretérito Perfeito (2013).

Regina dos Santos Sousa Gouveia nasceu no Brasil em 14 de Outubro de 1945, mas veio viver para Alfândega da Fé com apenas dois anos. É licenciada em C. Físico Químicas pela Universidade do Porto onde leccionou após ter concluído o mestrado em Supervisão.
Tem uma dezena de obras publicadas nas áreas da poesia, da ficção e da literatura infanto-juvenil (poesia e teatro).
Está representada em diversas antologias literárias.


Teresa Almeida Subtil nasceu em Lagoaça, concelho de Freixo de Espada à Cinta, em 1946. Vive em Miranda do Douro - Portugal.
Estudou em Escola do Magistério Primário de Vila Real e Instituto Superior de Educação e Trabalho do Porto. Dedicou a sua vida à causa da educação, ora no ensino, ora na área da gestão e administração escolar.
Faz parte da direção da Associação de professores do Planalto Mirandês.
É autora do livro Ousadia (Corpus Editora) e está representada em várias Antologias.


Virgínia do Carmo nasceu em Champagnole, França, 1973. Veio para Trás-os-Montes aos dois anos. Licenciada em Comunicação Social, exerceu jornalismo no início da sua vida profissional. Mais tarde tornou-se livreira e actualmente desenvolve também um pequeno projecto editorial. É autora das obras Tempos Cruzados (poesia, Pé de Página Editores, Coimbra, 2004), Sou, e Sinto (poesia, Temas Originais, Coimbra, 2010), Uma luz que nos nasce por dentro (contos, Lua de Marfim Editora, Lisboa, 2011) e Relevos (poesia, Poética Edições, Setembro de 2014).



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