quinta-feira, 25 de junho de 2015

Torre de Moncorvo - ‘Aquafixe’: Um parque aquático para se refrescar no interior do país

Foto: DR
Recinto aquático tem uma área de 3,5 hectares e pode receber mais de dois mil visitantes diários. Tem pistas rápidas, uma grande piscina de lazer, uma grande área aquática infantil e novidades para os mais novos e famílias.
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O ‘Aquafixe’ é um parque de diversões aquáticas situado junto à localidade de Cabanas de Baixo, no concelho de Torre de Moncorvo, a mais de 200 km do litoral. 
O novo espaço quer ser uma âncora do desenvolvimento turístico da região do Douro Superior. Este investimento privado, que ultrapassa os cinco milhões de euros, pretende criar 35 postos de trabalhos, mais 70 sazonais. 
O recinto aquático tem uma área de 3,5 hectares e está organizado para receber, em época alta (Maio a Setembro), mais de dois mil visitantes diários, o que o torna "o maior do género construído no interior do país", refere o director do empreendimento, Tiago Bessa, admitindo que poderá tratar-se de um investimento "de risco" para um empreendimento desta natureza. Contudo a localização, junto à foz dos rios Sabor e Douro, abre expectativas. 

"Este equipamento de lazer poderá mesmo tornar-se na âncora do desenvolvimento turístico, já que está muito próximo do rio Douro e do rio Sabor, dois dos mais importantes rios de Portugal, e a proximidade com Espanha é também importante e permitiu ser uma aposta certa dentro deste tipo de actividade", sublinha o empresário. 
O 'Aquafixe' é um parque aquático de linhas arquitectónicas modernas e “vai dispor de todas as novidades de diversões aquáticas como pistas rápidas, uma grande piscina de lazer, uma grande área aquática infantil e novidades para os mais novos e respectivas famílias". 
Combater o despovoamento do interior
Os mercados alvos são o espanhol, o inglês, o francês, o brasileiro, o alemão, assentando em parcerias com operadores turísticos. "Vamos criar parcerias com a CP e com alguns operadores turísticos, proprietários de embarcações que cruzam o rio Douro, que permitam trazer visitantes ao empreendimento, permitindo usufrir de todo o potencial", adianta Tiago Bessa. 
O complexo turístico é financiado em 65% por fundos do antigo Quadro de Referência de Estratégia Nacional (QREN). 
Numa segunda fase, e com as obras já em marcha, vai surgir o "Douriuns Resort Hotel & SPA". Uma unidade hoteleira com 61 quartos, spa com ginásio, restaurante, auditório e adega, entre outras valências, estando orçado em dez milhões de euros, que serão repartidos por duas fases. 
O hotel prevê a criação de cerca de 25 postos de trabalho, e deve entrar em funcionamento já em 2016. O empreendimento ocupa uma área de cinco hectares de terreno e a sua taxa de ocupação previsível, para o primeiro ano, rondará os 40 a 50%. 

"Estes dois empreendimentos completam-se", e podem ser um exemplo "para a erradicação do despovoamento do interior", conclui Tiago Bessa.

Fonte: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=191342

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