sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

TORRE DE MONCORVO - EFEMÉRIDES ( 15/01)

15 Jan 1201 – Foral dado à povoação de Junqueira da Vilariça, primeira sede do concelho de Torre de Moncorvo. 25 anos depois a sede seria transferida para o povoado de Santa Cruz da Vilariça e em 1285 para a Torre de Moncorvo. Como se vê, em menos de um século a sede do concelho mudou por 3 vezes. Entretanto, refira-se que na área do actual concelho existiam ainda, naquele tempo, dois outros concelhos: o de Mós e o de Urros.

15 Jan 1510 – Falecimento de frei Antão Gonçalves, fundador do convento da Santíssima Trindade da Lousa.
15 Jan 1885 - Decidido em reunião de câmara continuar com a obra de edificação dos paços do concelho, no largo do castelo, por administração directa.
15 Jan 1933 – Incêndio do Teatro do Castelo, em Moncorvo, quando se estava projectando um filme. Felizmente não houve mortos a registar. Este teatro situava-se no sítio do actual edifício dos correios.

António Júlio Andrade

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5 comentários:

  1. Já vi uma foto do castelo com essa casa.Julgo que foi neste blog.Entre esse incêndio em 1933 e a abertura do cine-teatro(52/54?) onde passavam os filmes e os outros espectáculos?

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  2. Existe o foral da Junqueira?Julgava que o primeiro era o da Santa Cruz.

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  3. Fui várias vezes à Lousa e não vi nem as ruinas do convento.Que aconteceu?

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  4. Resposta ao 1º Anónimo :
    Durante alguns anos os filmes passaram na garagem do Sr. Moreira, ao cimo da Canelha, entre a casa dos Areosas e a da D.Judite. Depois, passaram para a outra garagem, também do Sr. Moreira, ao cimo da R. dos Sapateiros, à direita.
    Mas durante uns anos, ainda antes das garagens, vinha aos Sábados o Daniel das Fitas. Montava um lençol em dois paus espetados na terra, em frente das Escolas Primárias da Corredoura. Quando chovia, não havia cinema: quando fazia muito vento, via-se tudo às ondas, mas era divertido! O Daniel rodava a manivela e fazia a dobragem, ou antes, fazia a sonorização, pois os filmes que ele trazia eram todos mudos. Sara, a mulher, cobrava o bilhete: estendia um boné sebento em frente de cada um dos espectadores, alguns dos quais talvez dessem um tostão ou dois... Na Corredoura ficou por muitos anos a expressão do Daniel que dizia para a mulher, enquanto parava a rodagem: "Sara, a colheita".

    Tempos gloriosos!!

    Júlia

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  5. Que grande memória a da Julinha Biló!Estes "farrapos" e os que nos deixa nos seus livros são jóias preciosas (juntamente com a Caderneta de Lembranças,as Efemérides do Sr.António Júlio e outros)para o conhecimento da Memória da nossa terra.E gratos devemos estar a este bolg pela sua divulgação.

    Maneldabila

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