sexta-feira, 20 de maio de 2016

TORRE DE MONCORVO - EFEMÉRIDES (20/05)

20.05.1773 – Adjudicada a João Carlos de oliveira Pimentel a obra de pintura e douramento do retábulo da capela de Nª Sª da Esperança. A acta da câmara onde se faz a adjudicação apresenta também o respectivo caderno de encargos. Poderá o documento ter interesse para os especialistas de arte antiga. Para os historiadores não deixa de ser interessante esta faceta do pai do general Claudino, apresentado no texto como “Mestre Pintor”. 
Felgar

20.05.1835 – Na reunião de câmara desta data foi deliberado:- Nomear Tadeu Luís Queirós para o cargo de comandante major da Guarda Nacional de Moncorvo. - Chumbar o recenseamento eleitoral feito no Felgar, nomeando-se nova comissão recenseadora constituída por: Padre Francisco António Delgado, Francisco António Guerra e Manuel José Pires de Gouveia.- Nomear uma Junta de Saúde constituída pelos seguintes médicos que deveriam apresentar-se em câmara 2 vezes por mês: Manuel António Monteiro (morador em Moncorvo); Manuel António Fernandes Delgado (Souto da Velha); José Pereira Encarnação Monteiro (Urros).
Carviçais
- Nomear Manuel José Trigo para o cargo de Comissário da Polícia de Moncorvo.
20.05.1894 – Nota do jornal O Moncorvense dizendo que António Caetano de Oliveira pediu licença ao ministro para recusar o título de Conde da Vilariça que lhe ofereceram.
Noticiada também no mesmo jornal a abertura de uma “fábrica de lumes de pau com enxofre” em Carviçais denominada “Pombal” , propriedade do sr. Manuel Pinto da Silva e Cª. O seu depósito é na casa do sr. José Fortunato Pereira.

António Júlio Andrade

2 comentários:

  1. A cantarinha do Felgar - é fotografia ou pintura?Tão simples e tão bonita!
    Visitante

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  2. Tantas as cantarinhas que eu desenhei, desde criança, ainda, até ao liceu! lá estava a cantarinha. Tiha que ser igual, em sombras e luz e traços...Ao fundo da sala, em frente à janela, nas aulas de desenho.
    Depois,lentamente, de lápis inclinado, mais tarde, já mais à vontade, com o dedo, ou até um papel, amarrotado, lá ia espalhando, pela cântara, o pó do lápis.
    Na escola, para ilustrar uma redação, era a minha mãe a ajudar-me, e... era uma cantarinha, agora fazes tu, para aprenderes, este lado deve ser igual ao outro; não, não! eu gosto mais de desenhar flores, dizia eu à minha mãe
    ....
    Tininha, de Urros

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