segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Cardanha - Fotografia Histórica

Foto cedida pela Dona Aurélia Sendas

2 comentários:

  1. Aldeia da Roupa Branca
    Beatriz Costa

    Ai rio não te queixes,
    Ai o sabão não mata,
    Ai até lava os peixes,
    Ai põe-nos cor de prata.
    Roupa no monte a corar
    Vê lá bem tão branca e leve
    Dá ideia a quem olhar
    Vê lá bem que caiu neve

    Água fria, da ribeira,
    Água fria que o sol aqueceu,
    Velha aldeia, traga a ideia,
    Roupa branca que a gente estendeu.
    Três corpetes, um avental,
    Sete fronhas, um lençol,
    Três camisas do enxoval,
    Que a freguesa deu ao rol.(bis 2x)

    Ai rio não te queixes,
    Ai o sabão não mata,
    Ai até lava os peixes,
    Ai põe-nos cor de prata.
    Olha ali o enxoval
    Vê lá bem de azul da esperança
    Parece o monte um pombal
    Vê lá bem que pombas brancas

    Água fria, da ribeira,
    Água fria que o sol aqueceu,
    Velha aldeia, traga a ideia,
    Roupa branca que a gente estendeu.
    Três corpetes, um avental,
    Sete fronhas, um lençol,
    Três camisas do enxoval,
    Que a freguesa deu ao rol.(bis 2x)

    Ai rio não te queixes,
    Ai o sabão não mata,
    Ai até lava os peixes,
    Ai põe-nos cor de prata.
    Um lençol de pano cru,
    Vê lá bem tão lavadinho,
    Dormimos nele, eu e tu,
    Vê lá bem, está cor de linho.

    Água fria, da ribeira,
    Água fria que o sol aqueceu,
    Velha aldeia, traga a ideia,
    Roupa branca que a gente estendeu.
    Três corpetes, um avental,
    Sete fronhas, um lençol,
    Três camisas do enxoval,
    Que a freguesa deu ao rol.(bis 2x)

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  2. ALDEIA DA ROUPA BRANCA
    VIDEO: http://youtu.be/clrmt-sb-P4

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