terça-feira, 28 de julho de 2015

Convite - Apresentação do livro L’Eiternidade de las Yerbas dia 29 de julho em Lisboa

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Obra com poemas inéditos de Fracisco Niebro (pseudónimo de Amadeu Ferreira) e aguarelas de Manuol Bandarra, lançada dia 29 de Julho, no âmbito das celebrações do 65.º aniversário de Amadeu Ferreira.
O livro será apresentado por Ernesto Rodrigues, Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Director do CLEPUL.
A sessão terá lugar no próximo dia 29 de Julho, quarta-feira, pelas 18:30 horas, 
na Livraria Ferin, Rua Nova do Almada, 70, Lisboa.


SINOPSE
L’Eiternidade de las Yerbas | A Eternidade das Ervas, escrito em Português e Mirandês, foi um desejo de Amadeu Ferreira, com uma selecção de textos feita por si, entre as obras publicadas e inéditas, de Fracisco Niebro.
Os amigos fizeram algumas traduções em falta, e a organização dos textos, assim como das aguarelas que o seu irmão Manuol Bandarra fez para este livro, ficaram a cargo do filho de Amadeu Ferreira. 



SOBRE O AUTOR
Amadeu Ferreira (1950-2015, Sendim, Miranda do Douro), jurista, autor e tradutor de uma vasta obra em português e em mirandês (também com os pseudónimos de Fracisco Niebro, Marcus Miranda e Fonso Roixo), segunda língua oficial de Portugal, reconhecida há 15 anos pela lei 7/99 de 29 de Janeiro, foi um dos principais responsáveis pelo reconhecimento e divulgação da língua mirandesa.
Traduziu para a língua mirandesa obras como Os Quatro Evangelhos, Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões, Mensagem, de Fernando Pessoa, dois volumes de Astérix, e obras de Horácio, Vergílio e Catulo, entre muitos outros. Foi, além disso, colaborador, sobretudo em mirandês, de diversos meios de comunicação social, nomeadamente do Jornal Nordeste, do Mensageiro de Bragança, do Diário de Trás-os-Montes, do Público e da rádio MirandumFM e publicou mais de três mil textos, quase exclusivamente literários, em blogues como Fuontes de l Aire, Cumo Quien Bai de Camino e Froles Mirandesas.
Deixou-nos obras científicas e literárias, em poesia e em prosa. Entre muitas outras, publicou, na área do Direito, Homicídio Preveligiado e Direito dos Valores Mobiliários; em poesia, Cebadeiros; e em prosa, Cuntas de Tiu Jouquin.
Na Âncora Editora publicou as traduções para a língua mirandesa de Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões, e uma edição comemorativa dos 25 anos da adaptação daquela obra para banda desenhada por José Ruy, com quem também colaborou no álbum Mirandês – História de uma Língua e de um Povo, e correspondente versão em mirandês. É autor de La Bouba de la Tenerie / Tempo de Fogo, primeiro romance publicado simultaneamente em mirandês e português, e das obras Norteando, com fotografias de Luís Borges; Ars Vivendi Ars Moriendi (poesia); Lhéngua Mirandesa – Manifesto an Modo de Hino / Língua Mirandesa – Manifesto em Forma de Hino; Ditos Dezideiros – Provérbios Mirandeses; e Belheç / Velhice.
Foi vice-presidente da Associaçon de la Lhéngua i Cultura Mirandesa, presidente da Academia de Letras de Trás-os-Montes, vice-presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), professor convidado na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, Membro do Conselho Geral do instituto Politécnico de Bragança e, desde 2004, comendador da Ordem do Mérito da República Portuguesa.


SOBRE O AGUARELISTA 
Manuol Bandarra, pseudónimo de Manuel do Nascimento Ferreira, nasceu em 1954, Sendim, Miranda do Douro.
Foi professor de Educação Visual no Agrupamento de Escolas de Miranda do Douro.
Fez muitas exposições de pintura, tendo as últimas sido em: 2012, Bragança e Sendim; 2013, Miranda do Douro, Macedo de Cavaleiros, e Cogula, Trancoso; e 2014, Miranda do Douro.
As suas pinturas e desenhos embelezam vários livros escritos em mirandês. 
Arrecadou, duas vezes, o segundo prémio do Concurso de Pintura “Mascararte”, da Câmara Municipal de Bragança.

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