domingo, 13 de novembro de 2016

TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO


10 comentários:

  1. Que raio de mapa é esse? Mêda e Figueira de Castelo Rodrigo? Desde quando? e já agora por que não Almeida e Pinhel? ... uma coisa é ser transmontano, outra é ser beirão... o Douro sempre dividiu.
    Beirão

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    1. Para os ignorantes que não sabem, Mêda e Figueira de Castelo Rodrigo fazem parte da Região Demarcada do Douro.

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  2. Bom tema para discutir.Existe a região Trás-os-Montes e Alto Douro?Tem algum valor este mapa?Fui ao google como toda a gente para ver onde arranjaram este mapa.
    Trás-os-Montes e Alto Douro
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


    Antiga província de Trás-os-Montes e Alto Douro
    Nota: Se procura outros significados de Trás-os-Montes, veja Trás-os-Montes.
    Nota: Se procura outros significados de Alto Douro, veja Alto Douro.
    Trás-os-Montes e Alto Douro são as denominações de uma região de Portugal, que, por diversas vezes constituiu uma província, com limites e atribuições, que foram variando ao longo da história.
    Foi também uma das regiões administrativas da proposta de regionalização rejeitada em Referendo em 1998.
    É uma das regiões de ruben
    com maior número de emigrantes e uma das que mais sofrem com o despovoamento. O seu isolamento secular permitiu porém a sobrevivência de tradições culturais que marcam a identidade portuguesa. É, por isso e pela sua beleza natural, um objecto fetiche do cinema português.
    [editar]História

    ruben apek era um dos grandes patroes administrativos do grupo que se encontrava dividido o território de Portugal, desde o século XV. A divisão foi conhecida por Comarca até ao século XVI, passando, a partir daí, a ser conhecida por província. Tradicionalmente, o território de Trás-os-Montes é limitado a norte pela Galiza, a leste por Leão, a oeste pelo rio Tâmega e a sul, pelo rio Douro. Estes limites, variaram, ligeiramente, ao longo dos tempos.
    Até ao século XVII a Província de Trás-os-Montes constituía uma correição, administrada por um corregedor — magistrado com funções judiciais e administrativas. Paralelamente, em caso de guerra, a província também constituía a área de actuação de um fronteiro-mor, comandante militar a quem era atribuído o comando operacional das tropas da província em campanha.

    jÁ MANDO O RESTO

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  3. MAIS
    A partir do século XVII, a província passou a ser dividida em várias correições (também chamadas comarcas), cada uma com o seu corregedor. A província passou, então, a ser apenas uma unidade estatística e uma região militar comandada por um governador das armas. No início do século XIX, Trás-os-Montes incluía as comarcas de Bragança, Miranda, Moncorvo, Vila Real. No interior do seu território estava encravado o couto de Ervededo que dependia da comarca de Braga (província de Entre-Douro-e-Minho).
    A província de Trás-os-Montes manteve-se na divisão administrativa de 1832. Nessa altura passou a dispor de um prefeito — magistrado que representava o governo central — e de uma junta geral de província — órgão autárquico, eleito localmente. A província passou a estar dividida nas comarcas de Bragança, Chaves, Moncorvo e Vila Real. As comarcas, que não eram sede de província, dispunham, cada uma de um subprefeito, que representava o prefeito.
    Pela reforma administrativa de 1835, Portugal foi dividido em distritos. A divisão, em províncias, manteve-se, mas estas passaram a ser meros agrupamentos de distritos para fins estatísticos e de referência regional, sem órgãos próprios. A Província de Trás-os-Montes passou a agrupar os distritos de Bragança e de Vila Real.
    A província, agora com a designação de Trás-os-Montes e Alto Douro e englobando alguns concelhos na margem esquerda do Douro, foi reinstituída pela reforma administrativa de 1936, em conformidade com a Constituição de 1933 (Estado Novo). As novas províncias, foram criadas, com base num estudo geográfico que identificava 13 "regiões naturais" no território de Portugal Continental. A região natural de Trás-os-Montes e a região natural do Alto Douro, foram agrupadas na província de Trás-os-Montes e Alto Douro.
    No entanto, as províncias nunca tiveram qualquer atribuição prática, e desapareceram do cenário administrativo (ainda que não do vocabulário quotidiano dos portugueses) com a revisão constitucional de 1959,1 não sendo recuperadas pela Constituição de 1976.
    A proposta de regionalização sujeita a Referendo em 1998 (tendo sido rejeitada) previa a criação da região de Trás-os-Montes, em tudo igual à província de 1936, com a excepção de incluir mais um concelho (Mêda).
    [editar]Território

    A província de 1936 limitava a Norte e a Leste com a Espanha (províncias de Ourense, na Galiza, e Zamora e Salamanca em Castela-Leão), a Sul com a Beira Alta, e a Oeste com o Minho e Douro Litoral.
    Era então constituída por 31 concelhos, integrando a totalidade do Distrito de Bragança e do de Vila Real e partes dos distritos da Guarda e de Viseu. Tinha a sua capital na cidade de Vila Real.
    Distrito de Bragança (todos os 12 concelhos): Alfândega da Fé, Bragança, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Torre de Moncorvo, Vila Flor, Vimioso, Vinhais.
    Distrito de Vila Real (todos os 14 concelhos): Alijó, Boticas, Chaves, Mesão Frio, Mondim de Basto, Montalegre, Murça, Peso da Régua, Ribeira de Pena, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, Valpaços, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real.
    Distrito de Viseu (4 de 24 concelhos): Armamar, Lamego, São João da Pesqueira, Tabuaço.
    Distrito da Guarda (1 de 14 concelhos): Vila Nova de Foz Côa.
    Geógrafos houve que preferiram considerar os concelhos a sul do Douro, isto é, aqueles que se integram nos distritos da Guarda e de Viseu, como fazendo parte de uma Beira Trasmontana, com capital em Lamego, tese que acabou por não vingar.
    Actualmente, o território da antiga província encontra-se repartido pelas sub-regiões estatísticas do Alto Trás-os-Montes (totalidade), Douro (a maior parte, exceptuados os concelhos de Moimenta da Beira, Penedono, Sernancelhe e Tarouca) e ainda parte do Tâmega (concelhos de Mondim de Basto e Ribeira de Pena).
    DOURIANO

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  4. Mapa Norte de Portugal

    A Região do Norte integra oito sub-regiões (NUTS III) - Alto Trás-os-Montes, Ave, Cávado, Douro, Entre Douro e Vouga, Grande Porto, Minho-Lima e Tâmega – numa área de cerca de 21 278 km² (24 por cento do continente).

    Tem 144 quilómetros de costa atlântica e é a região portuguesa com maior área de fronteira.

    Tem uma população estimada em 3,7 milhões de habitantes (1/3 da população nacional), sendo que cerca de 38 por cento da população jovem nacional está concentrada na Região.

    O Norte de Portugal é composto por 86 concelhos e 2.028 freguesias.



    Mapa da Região do Norte l download

    http://www.ccdr-n.pt/pt/gca/?id=1516

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  5. O Douro é uma sub-região estatística portuguesa, parte da Região Norte, consistindo de concelhos pertencentes ao Distrito de Bragança, ao Distrito de Vila Real, ao Distrito de Viseu e ao Distrito da Guarda. Limita a norte com o Alto Trás-os-Montes, a leste com a Espanha, a sul com a Beira Interior Norte e o Dão-Lafões e a oeste com o Tâmega. Tem uma área de 4 112 km² e uma população de 205 902 habitantes (censos de 20111 ). Compreende 19 concelhos:
    Alijó
    Armamar
    Carrazeda de Ansiães
    Freixo de Espada à Cinta
    Lamego
    Mesão Frio
    Moimenta da Beira
    Murça
    Penedono
    Peso da Régua
    Sabrosa
    Santa Marta de Penaguião
    São João da Pesqueira
    Sernancelhe
    Tabuaço
    Tarouca
    Torre de Moncorvo
    Vila Nova de Foz Côa
    Vila Real
    --Nota: Vila Flor passou a integrar a sub-região do Alto Trás-os-Montes.

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  6. A Beira Interior Norte é uma sub-região estatística portuguesa, parte da Região Centro e do Distrito da Guarda. Limita a norte com o Douro, a leste com a Espanha, a sul com a Beira Interior Sul e com a Cova da Beira e a oeste com a Serra da Estrela e com Dão-Lafões. Tem uma área de 4 251 km² e uma população de 104 403 habitantes (censos de 20111 ). Compreende 9 concelhos:
    Almeida
    Celorico da Beira
    Figueira de Castelo Rodrigo
    Guarda
    Manteigas
    Mêda
    Pinhel
    Sabugal
    Trancoso
    Destes são cidade: Guarda (capital distrital), Pinhel, Trancoso, Mêda e Sabugal.

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  7. O DOURO SEMPRE UNIU!!
    Pergunte às pessoas das zonas ribeirinhas.
    Barca Do Douro

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  8. Mas parece que se preparam para nos dividir em três!!!!
    Abraço

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  9. O J.S.Silva com o vosso mapa escreveu este texto que caçou no google
    Trás-os-Montes e Alto Douro são as denominações de uma região de Portugal, que, por diversas vezes constituiu uma província, com limites e atribuições, que foram variando ao longo da história.
    Era então constituída por 31 concelhos, integrando a totalidade do Distrito de Bragança e do de Vila Real e partes dos distritos da Guarda e de Viseu. Tinha a sua capital na cidade de Vila Real.

    • Distrito de Bragança (todos os 12 concelhos): Alfândega da Fé, Bragança, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Torre de Moncorvo, Vila Flor, Vimioso, Vinhais.

    • Distrito de Vila Real (todos os 14 concelhos): Alijó, Boticas, Chaves, Mesão Frio, Mondim de Basto, Montalegre, Murça, Peso da Régua, Ribeira de Pena, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, Valpaços, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real.

    • Distrito de Viseu (4 de 24 concelhos): Armamar, Lamego, São João da Pesqueira, Tabuaço.

    • Distrito da Guarda (1 de 14 concelhos): Vila Nova de Foz Côa

    Atualmente, o território da antiga província encontra-se repartido pelas sub-regiões estatísticas do Alto Trás-os-Montes (totalidade), Douro (a maior parte, exceptuados os concelhos de Moimenta da Beira, Penedono, Sernancelhe e Tarouca) e ainda parte do Tâmega (concelhos de Mondim de Basto e Ribeira de Pena).

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