segunda-feira, 14 de novembro de 2016

De Malcata ao Reboredo - castanhas














Algodres (Figueira de Castelo Rodrigo) e Maçores (Torre de Moncorvo)

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3 comentários:

  1. MAÇORES
    História

    O nome desta aldeia, situada entre várias serras, aparece nos livros de registo paroquiais como "Massores", que deve radicar do termo arcaico "masores", que significa testamenteiro, executor de testamentos e das mandas. Os machados de pedra polida e as moedas antigas que apareceram no termo desta freguesia comprovam que esta é povoada desde os tempos pré-históricos e romanos. Pensa-se ter havido ali indústrias de tapetes e colchas de lã e linho em teares manuais, o que não é de estranhar, visto que a freguesia fica bem perto de Urros onde ainda há quem trabalhe com teares.
    Nos meses de Fevereiro e Março as encostas ficam vestidas do branco das flores das amendoeiras. Mas, é no Outono na festa de S. Martinho que as pessoas vivem a mais ancestral das festas populares. A festa é composta por um magusto colectivo, uma caldeira cheia de vinho, onde as pessoas bebem de bruços, uma gaita de foles e foguetes.
    http://www.torredemoncorvo.pt/macores

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  2. Algodres

    Orago : Santa Eufémia.
    Festas: Santa Eufémia 16 de Setembro
    Nossa Senhora de Fátima: 13 de Maio
    Situada 15 km a noroeste da vila de Figueira de Castelo Rodrigo, Algodres pertence a este concelho desde 24 de Outubro de 1855. Até ai integrava o concelho de Almendra, extinto naquela data.
    As origens de Algodres mergulham longe no tempo. Atestando-o, lá está no alto do monte de Santa Barbara os vestígios de um castro lusitano, que seria depois ocupado no período romano, como o atestam moedas e tegulae.
    A ocupação árabe parece estar directamente ligada com o topónimo da freguesia, que crê-se derivar de Algodes, cuja raiz está no nome Algodrons, que se manteve durante séculos e era a corrupção do étimo Alcoton. A sepultura antropomórfica da cova da moura remonta a esta época da reconquista.
    Na relação de documentos do Convento de Santa Maria de Aguiar, encontram-se referências à freguesia: no ano de 1385, 1400 e 1446.
    Em 28 de Maio de 1758, o abade Cabral de Gouveia nas “Memórias Paroquiais” refere que”… os frutos que colhe com maior abundância são o centeio, o trigo e o azeite…também colhe algum vinho e, já houve tempo em que colhia tanto, que daqui ia para a cidade da Guarda, razão por que se chamava Algodres dos Vinhos…”.


    Em termos Monumentais destacam-se a Igreja Matriz que datará do séc. XV e a Fonte do cabeço do séc. XIV, classificados como imóveis de Interesse público. São também locais a visitar as Capelas de Santa Barbara, de Santo António e da Misericórdia.
    As arribas do Côa são um local de Interesse paisagístico.
    http://www.cm-fcr.pt/concelho/freguesias/Paginas/Algodres.aspx

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  3. Adoro as cadeirinhas feitas com as castanhas.Tenho que ir a Algodres.

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