sexta-feira, 1 de maio de 2015

TORRE DE MONCORVO - CARVIÇAIS (ILUSTRES)

Alípio José Alves nasceu em Carviçais por 1848, mas logo depois de ordenado padre terá sido colocado na paróquia de Felgueiras, de onde nunca mais saiu, se bem que o bispo da diocese o tenha despachado para o Larinho, em determinada altura. Morou na brasonada casa dos Botelho Vasconcelos, em cuja família casou, em segundas núpcias, em 1871, o seu irmão Acácio Abílio Alves, com Leonor de Sampaio e Melo. Também um descendente do mesmo Acácio, se bem que por ligação extra-matrimonial, Urbano Acácio Diogo, filho de Albertina Palmira Alves, casou depois com Maria do Céu Sampaio e Melo, sobrinha de Leonor, que contava então uns 14 anos. A casa, a propriedade anexa e o abade foram imortalizados por guerra Junqueiro no poema O Melro, porventura a sua obra-prima. Verdadeira lenda ficou sendo o seu cavalo, a que pôs o nome de Pilatos (outros dizem Judas) e que foi objecto de uma crónica política publicada pelo autor destas linhas no jornal Terra Quente de 1.5.1993.
Nota do autor – No livro (Vida Política de Moncorvo 1890 – 1926), por inqualificável descuido, na passagem do texto manuscrito para o computador, ele saiu adulterado e com um grosseiro erro, do que peço desculpa aos leitores e muito especialmente aos familiares e amigos de D. Maria do Céu Sampaio e Melo. E já agora, se algum leitor encontrar alguma outra incorrecção no livro, agradeço me comuniquem, usando o e-mail antónio_julio_a@sapo.pt . Aliás, agradeço também qualquer outra informação sobre o assunto para uma hipotética edição melhorada e ampliada do mesmo livro. António Júlio Andrade.

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1 comentário:

  1. A humildade de pedir desculpa e de solicitar ajuda é sempre de louvar.Vamos todos ler (ou reler) o livro com cuidado,para procurar gralhas,dar mais informações e, sobretudo, para saber mais sobre a nossa terra e as nossas gentes.

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