quarta-feira, 6 de maio de 2015

LINHO CÂNHAMO -VILARIÇA (1790)



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Documento enviado por Fernando Garcia. Foto da  Cannabis sativa,linho cânhamo.

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8 comentários:

  1. Ora aqui está a solução para a crise: semear uns valentes alqueires de Cannabis sativa com teores de THC acima de 5%, exportar para a Holanda e em três anos estamos livres do FMI, Banco Europeu e Madame Angela Merkel!
    Justificação: "It's the economy, stupid"

    Maria Joana
    :)

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  2. Porque não? Mas atenção, para 'delirar' o povo portugues não precisa de canabis, basta seguir e houvir os politicos do pais.

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  3. Ora aqui está uma verdadeira ideia a candidatar ao PROVERE - Programa de Valorização dos Recursos Endógenos, no âmbito do QREN e das suas estratégias de eficiência colectiva.
    1º As fábricas do Vale do Ave, passariam a utilizar matéria prima nacional.
    2º No meio de tantos hectares e a título experimental, fomentar o apuramento de castas com THC superior a 5%, a serem avaliados na Feira de Produtos da Terra, e que seguramente a colocaria no panorama das melhores feiras internacionais.
    3º Reconversão dos cafés e pastelarias em coffee shop's.
    4º Negociar o Rock In Rio para a Courela Grande (sobre o restolho do material), metia o WOODSTOCK no chinelo.
    5º Charter's no Sá Carneiro, comboios especiais, A4, IP2, IC5, Barcos no Douro. Vinho? Azeite? Amendoeiras em Flor? Era um ver se te avias.
    Será que é tão difícil criar para uma zona deprimida e em irreverssível processo de desertificação, um regime legal de excepção? Têm a palavra os politicos.
    Bird

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  4. Ao leitor(a) Bird, o meu aplauso!
    Por pareceres menos escorreitos e mais enviesados já vi o estado pagar fortunas.
    Aproveitem, pois, os senhores políticos o que atrás foi dito. Está lá tudo.
    Gostei sobretudo da ideia da folia na Courela Grande, sobre o restolho do material.

    Maria Joana
    Em tempo de Carnaval, que ninguém leva a mal!

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  5. 6º um casino nos Estevais, do Staley Ho.
    7ºBares de alterne nas casas abandonadas da Póvoa
    8ºuma fábrica de empadas em Urros para fornecer o MODELO-CONTINENTE
    9ºabrir um centro ecológico para drogados na Macieirinha
    10ºcriar corvos nos forros da igreja para exportar para a Irlanda
    11º criar uma reserva natural para fumadores no Reboredo
    12ºcriar uma clínica de desintoxicação de whisky e outras bebidas exógenas na Adega cooperativa
    13º exportar amêndoa coberta para os países árabes , destapada para os países protestantes e envolvida em linho cânhamo para a América Latina
    14ºexportar vinho com 80 graus centigrados para a Rússia
    MAIS...
    VOX

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  6. THC variam, aproximadamente, conforme abaixo demonstrado:



    Maconha:de 0,5% a 14%

    Skunk: 7% a 14%

    Haxixe:de 2% a 20%

    Óleo de cannabis:de 15% a 60%

    O skunk é também chamado de sinsemilla (sem semente) nos países de língua castelhana. É importante lembrar que nos anos sessenta, a concentração de THC na maconha consumida pelo movimento dos hippies era de cerca de 1%.

    Drogados anónimos

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  7. Tetraidrocanabinol, também conhecido como THC (do inglês Tetrahydrocannabinol) , Δ9-THC, Δ9-tetraidrocanabinol (delta-9-tetraidrocanabinol), ou dronabinol, é a principal substância psicoactiva encontrada nas plantas do género Cannabis,[3] e pode ser obtido por extracção a partir dessa planta ou por síntese em laboratório.
    O resto na:http://pt.wikipedia.org/wiki/Tetraidrocanabinol
    GANDA GANZA!

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  8. Concordo com o(a) Bird(a), toda a industria têxtil pode(ria) ter como base, matéria prima nacional de primeira qualidade. Não percebo como o Camilo de Mendonça não se lembrou (também é verdade que a reconversão do Vale do Ave só ocorreu depois). Enfim, valem os melões e a (triste/pobre)policultura (subsidiada)implantada no Vale.
    O que interessa é fazer mais espaços onde os nossos velhinhos sejam despejados. Apetece-me perguntar, quando (5 a 10 anos) já não houver velhos, o que vai acontecer a todos esses lares? Serão reconvertidos em albergues de quê? Clínicas de desintoxicação? Bares de alterne? Para quem? Ah, pode ser para albergar os magotes de turistas que vêm visitar as gravuras e o Museu, se ainda existir depois de cair aos bocados por falta de dinheiro para a manutenção, porque para construir lá se arranja maneira(CEE), depois manter, é que é o diacho, não há guito! Ah pois é, donde vem o guito? Dos impostos e dos clientes claro. De quem? Se não há gente!
    E como é Carnaval...! Portugal descobriu e dominou meio mundo, quando a Vilariça produzia matéria prima utilizada nas velas e cordames das Naus que rasgaram os oceanos e convenhamos que a bordo deveriam ir alguns fardos da "boa" e que ajudaram a fazer frente ao Bojador e Tormentas. Face ao panorama actual estamos precisados de uns bons fardos, não?
    O Índio

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