domingo, 20 de março de 2016

INVERNO, por Clotilde Soeiro


Para assinalar o fim do Inverno, o blogue Farrapos de Memória reedita as quadras da poeta popular Clotilde Soeiro, de 92 anos (2013) e analfabeta, natural de Vales, Alfândega da Fé. 

4 comentários:

  1. Freguesia de Vales

    Área da freguesia: 7 km2

    Aldeias anexas: não tem

    Distância à sede de concelho: 10 km.

    Património cultural e edificado: Igreja Matriz (1747), fonte de mergulho.

    Local a visitar: Igreja Matriz, paisagem natural de soutos e lameiros.

    Localizada na encosta sul da Serra de Bornes, o nome desta localidade advém da sua localização geográfica, entre vales delimitados por dois cursos de água. Do ponto mais alto da povoação obtem-seuma excelente panorâmica do Vale da Vilariça. Constituída por um casario airoso, rodeado de belos soutos e lameiros a agricultura encontra na castanha e floresta as suas principais produções.

    Aldeia de gente acolhedora e cheia de orgulho na sua igreja matriz de meados do século XVIII.

    A povoação pertenceu ao coute de Sambade antes de se assumir como sede de freguesia. Só no séc. XIV é que aparecem os primeiros documentos desta freguesia, no entanto achados arqueológicos, comprovam que a sua formação é muito mais remota.
    http://www.cm-alfandegadafe.pt/freguesias/40

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  2. Que memória espantosa!
    Estou certa que aos 100 anos a Dona Clotilde ainda nos vai deliciar com os versos que nos recitará: seja o esconjuro do inverno, seja a vida dura do camponês, seja o amor aos netos ou qualquer outro tema que a tocou e a comoveu.

    Um abraço muito grande, Dona Clotilde.
    Júlia Ribeiro

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  3. Maria Clotilde escreveu:·
    Que bela memória essa senhora!!!!!!!!! Que Deus a abençoe , e lhe traga uma Primavera bem florida alegre e feliz.

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  4. Dona Clotilde,analfabeta,mas sábia.

    Um abraço com muita ternura,querida Senhora.
    Uma moncorvense

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