domingo, 19 de abril de 2015

TORRE DE MONCORVO -DESASTRE EM SILHADES (1917)

Click na imagem para aumentar.
Texto do dr. Carlos Seixas
Reedição de posts desde o início do blogue

7 comentários:

  1. Este texto tem que ser reescrito para melhorar a qualidade de leitura.Tem que ser passado a word e voltar ao blog.É um documento histórico, devia circular pelas escolas ,lares de idosos e ser mostrado a todos os felgarenses.Nem todos têm internet.estavamos em pela guerra com moncorvenses em França e Moçambique,fome ,miséria,desemprego ,emigração e este drama .Hoje ,mesmo com crises,mau governo, corrupção temos dificuldade em compreender o que as pessoas sofriam.Senhores do TERRA QUENTE enviem para o blogue mais texto do dr.Carlos Seixas.Nós precisamos deles e as pessoas que fazem o blog também devem precisar e agradecer.Um abraço de solidariedade para com os descentes .
    Estou longe e são estes momentos que mais me sinto moncorvense.É a transmontaneidade que os escritores falam.Obrigado,doutor.

    ResponderEliminar
  2. E tudo a barragem vai cobrir .Nem uma placa /epitáfio há em Silhades nem a colocam quando tudo ficar submerso.

    ResponderEliminar
  3. Bom texto do dr.Carlos Seixas e pormenorizada "reportagem" do ceguinho,figura típica das feiras de Moncorvo no tempo da minha meninice.Há recolha desta literatura de cordel no nosso concelho?

    Uma moncorvense

    ResponderEliminar
  4. O Francisco António Ferreira era um poeta popular felgarense, falecido em Janeiro de 1937, que ditava os versos oralmente para que o filho - o futuro major Ferreira, pai do nosso Presidente - os escrevesse e registasse para a posteridade, visto ele ser analfabeto.

    Têm mts. versos dele os familiares em folhas soltas e ainda não compiladas, o que é uma pena.

    Nestes versos gosto muito da forte carga dramática da descrição de um pai impotente que vê morrer os seus 2 filhos, envoltos na turpia,e sem remissão, ali diante dos seus olhos sabe que vão morrer e sem lhes poder acudir. Foi, de certeza, muito doloroso e nem sei se dá para imaginarmos o sofrimento de um pai nessa situação.

    Como noutras terras, mais algumas tragédias foram acontecendo. A da malina de 1905 tb. é muito interessante por ter obrigado o Felgar a ficar de quarentena e isolado do resto do Mundo.

    Infelizmente mão habilidosa ( ou será criminosa ? ) deitou unhas ao livro existente no Fundo do Arquivo Historico que descrevia todo esse enredo e fez dele sumiço, aboletando-se com ele e não permitindo a sua consulta. O que configura tb. uma tragédia ou é um crime de lesa cultura.

    Max

    ResponderEliminar
  5. O Felgar é uma caixinha de boas surpresas.Quanto à malina de 1905 ver os jornais de Torre de Moncorvo dessa época.Do mal o menos...

    ResponderEliminar
  6. Pelo comentário do amigo blogueiro Max, a mão que se aboletou com o livro não teve nada de 'habilidosa' , mas unicamente criminosa. Ninguém sabe quem foi?

    Júlia

    ResponderEliminar
  7. Já agora, e em relação ao Felgar, se tb. desse á costa ou aparecesse por aí o Livro dos Acordãos de 1790-1791, seria de louvar tal achamento, por tb. andar desaparecido do Fundo Arq. Histórico da CMTM.

    É que sem documentos, não há história... e é desesperante não encontrá-los onde era suposto que estivessem.

    Já não bastava as incompreensões de algumas pessoas que, por mais que se lhes peça, nunca cedem um documento ou uma simples fotografia, apresentando as mais variada e patéticas excusas.

    Por isso, este blog, com o mérito de dar a conhecer a nossa terra e, sobretudo, com o fito de registar a ideia de PARTILHAR que lhe está subjacente, pelo que, é justo(issimo)reconhecer publicamente o seu valor, e se os actuais não lhe reconhecerem tal,nem sabem o que perdem, e já os vindouros saberão agradecer tudo o que cultural e desinteressadamente partilha e torna público.

    Merci.

    Rex

    ResponderEliminar