segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Moncorvo - EFEMÉRIDES (05/12)


Açoreira - capela
05.12.1837 – 32 cidadãos da freguesia de Açoreira entregam na câmara municipal um requerimento reclamando o direito de ser inscritos nos cadernos eleitorais para poder votar.

Açoreira - capela
05.12.1841 – Numa circular então enviada pela câmara municipal de Torre de Moncorvo às juntas de paróquia do concelho pode ler-se: - A câmara municipal de Moncorvo, em sessão de 28 de Novembro próximo passado deliberou que cada um dos moradores deste concelho plante 2 amoreiras, 2 cerdeiras e 6 amendoeiras onde for terra própria.

05.12.1896 – Nota da Caderneta de Lembranças: - é que começarão a pôr os letreiros nas esquinas das ruas da villa.

-Neste dia se iniciou a numeração das casas e colocação de placas toponímicas nas ruas da vila de Torre de Moncorvo, trabalho adjudicado ao empreiteiro João António Pontes, de Vila Nova de Fozcôa, por 46 mil e 800 réis.


05.12.1900 – Publicado o nº 33 do semanário “Torre de Moncorvo” essencialmente dedicado às eleições que tinham acabado de realizar-se e que os regeneradores ganharam. Apesar disso neste periódico progressista escrevia-se que “Este velho baluarte do partido regenerador, durante um período de 20 anos, começou a ruir na eleição passada e aparece agora em completa derrocada, para não dizer esphacelado de todo…” Este jornal criado pelos regeneradores e dirigido por Sousa Penas, tinha acabado de se virar para os progressistas… dele respigamos as seguintes informações:

- Faleceu Marcolino Márcio Ferreira Margarido, no Porto, irmão do Dr. Margarido, com 39 anos…

- Café Progresso – É inaugurada no próximo sábado uma nova casa de recreio intitulada – Café Progresso – de que é proprietário o nosso amigo e editor deste jornal, Dionízio António Cardoso. A casa é o antigo salão do Grémio Fraternidade.

05.12.1912 – O cônsul geral de Itália em Lisboa pede ao administrador de Moncorvo que mande “certidão de óbito do súbdito italiano Luigi Prosperi, filho de Pacífico, sacerdote, que faleceu em Maio de 1885 nesta vila e está sepultado no jazigo da Viscondessa do Carvalho”.

António Júlio Andrade

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