terça-feira, 31 de março de 2015

TORRE DE MONCORVO (1972)


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7 comentários:

  1. Este blog não deixa de me surprender.Diz um amigo meu que o blog é uma mistura do Correio da manhã com os suplementos culturais do Expresso e Público.Para mim é o sítio onde me revejo, onde me encontro.É a minha casa/lar com cortinha incluída.
    Noitibó

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  2. o Povo na sua santa ignorância artística sempre teve a sabedoria da experiência e a memória para duvidar de restauros desprendidos de interesses maiores, não seria o caso do tripíco de Santa Ana, que de minha memória tinha sido furtado anos antes, mas ainda hoje devotos do Santo Apolinário de Urros, juram que o olhar do santo nunca mais foi o mesmo desde que foi levado para restauro e, nestas coisas da fé o povo tem cada vez menos nos homens e mais em Deus.

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  3. Parabéns Carina Teixeira.Mande sempre e muitos recortes e fotografias antigas.Estou à espera dos velhos postais.A cãmara devia editar essa coleção a preto e branco.
    um leitor

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  4. Não poderia constituir-se em Moncorvo outra "missão de observadores" que tivesse como tarefa vigiar,proteger,reparar o que está deteriorado,evitar danos e roubos de tesouros da nossa Igreja,já que as entidades responsáveis nada têm feito?

    Uma moncorvense

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  5. Aqui à uns 15 ou 16 anos atrás, o S. Martinho de Maçores, foi restaurado por um experiente restaurador chamado para vir executar o trabalho lá em Maçores. Isto, porque os devotos, recearam que o S. Martinho pudesse rumar para onde rumaram com o Santo Apolinário. Então vai daí, trouxeram o S. Martinho, para a Junta de Freguesia e mantiveram esse espaço aberto, disponivel aos olhares de toda a população interessada, que não hesitou em espreitar consoante o tempo tido, dos movimentos do restaurador, que esteve hospedado na aldeia, com cama, comida e roupa lavada. Quanto ao santo, nas horas de "descanso", ficava encarcerado na Junta, mas sempre, sob o olhar atento das zeladoras que, do principio ao fim, não o largaram.

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  6. Grandes "observadores" maçoranos!Assim os houvesse em Moncorvo ...

    Maneldabila

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