quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

TORRE DE MONCORVO - EFEMÉRIDES (09/02)


Adriano Abílio de Sá
09.02.1860 – Nascimento do general Adriano Abílio de Sá. Foi comandante da Região Militar de Lisboa e deixou o nome ligado a grandes obras de engenharia como fossem pontes metálicas e ferrovias.
09.02.1912 – Correspondência enviada de Ligares, concelho de Freixo de Espada à Cinta e publicada no jornal República deste dia: - “Já há alguns dias que a rapaziada principiou com o abuzinamento, velha usança das proximidades do Carnaval, que consiste em dizer o que se quer, em voz disfarçada, estando já iminente por isso alguns conflitos”.
 Recordo-me que na aldeia de Larinho ainda este costume continuava nos fins da década de 1970. Os rapazes disfarçavam a voz usando um funil muito grande, de lata.
 09.02.1927 – Telegrama enviado pelo câmara de Moncorvo ao ministro da guerra: - Comissão administrativa minha presidência saúda Vª Exª o exército português, heróico libertador cidade Porto e segura garantia tranquilidade pública. Emílio Barreiras.

09.02.1931 – Alguém pegou no retrato do Presidente da República que estava na exposto no edifício da câmara e o atirou para o depósito de água que abastecia a retrete do mesmo edifício.
09.02.1933 – Acta da reunião da câmara: - Presente um requerimento da comissão encarregada da construção do edifício do Teatro municipal desta vila, em que pede licença para a referida construção ser feita no lado sul do jardim 28 de Maio e bem assim para aproveitar alguns materiais que se encontram depositados no largo do Rossio desta vila, para início das respectivas obras. Deliberado autorizar a construção do referido Teatro no jardim 28 de Maio e quanto à cedência dos materiais, resolvem estudar o assunto oportunamente.
09.02.1942 –Telegrama enviado pela câmara de Moncorvo:- Eleito general Carmona 149 votos. Pontes.
António Júlio Andrade

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2 comentários:

  1. Em Urros, na década de 70, já com menos frequência, ainda se praticava esse acto de grasnar, ou gasnar(abuzinar): dois interlocutores, a uma distância relativamente grande, do cimo do povo para a fonte nova, com um funil na boca para disfarçar a voz, punham a nu os vicios defeitos ou irregularidades de qualquer tipo, para ridicularizar e criticar,como as cantigas de escárneo da idade média; e começavam assim: Ó camarada! nao ouvistes para aí falar da ....e diz que...
    esse hábito já se perdeu.
    Tininha

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  2. Em Urros também existia a família Barreiras. penso que é a mesma;
    assm como Pontes, Areosa;e havia também a casa do Consul, onde ele viveu.
    Ao A.J.ANDRADE, NÃO QUER ADIANTAR NADA?

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