sexta-feira, 11 de maio de 2012

Silhades - Felgar - 1996














Fotografias cedidas por António Manuel Teixeira.
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JUNQUEIRA - 2012













Fotos A.F.F.M.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Estados Unidos da Europa por Francisco António Correia


     
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Francisco António Correia nasceu em Moncorvo(Foz do Sabor),a 9 de Novembro de 1877, e veio a falecer em Lisboa, a 8 de Fevereiro de 1938.Era filho de Francisco Correia Ralha e de mariados Prazeres Morais de Sampaio e Melo. Havendo concluído o curso de comércio pelo Instituto Industrial e Comercial de Lisboa, virá adirigir essa instituição entre 1917 e 1928 e a exercer aí a docência até 1938.Prosseguirá, em paralelo, uma carreira no âmbito da diplomacia e das relações externas, ao longo da qual desempenhou diversos cargos e funções, como, por exemplo, membro da missão intelectual que acompanhou o Presidente da República ao Brasil (1922), responsável pelas negociações para a concretização de um modus vivendi com a França (1923), representante de Portugal na Conferência Económica Internacional na Sociedade das Nações (1927), director-geral dos Negócios Comerciais e Consulares (1929), lugar que ocupou quando ascendeu a ministro plenipotenciário de 1.3 classe, e presidente da Comissão de Propaganda e Turismo de Portugal no Estrangeiro, alcançando o ponto mais alto como titular da pasta dos Negócios Estrangeiros, entre 26 de Junho e 19 de Julho de 1920. Voltaria, por uma última vez, ao Executivo, no papel de ministro das Finanças, entre 19 de Outubro e 5 de Novembro de 1921. Além dos referidos cargos, integrou, logo a seguir à sua formatura, os Serviços das Alfândegas (de que seria mais tarde chefe), foi vogal do Conselho Superior de Comércio e Indústria e desempenhou o lugar de vice-reitor da Universidade Técnica, entre 1936 e 1938. Sem filiação partidária e gozando de independência política, aderiria à Ditadura Militar, como, anos antes, fizera parte do primeiro corpo directivo da Seara Nova, revista de inspiração liberal. Foi sócio da Academia das Ciências e do Instituto de Coimbra, havendo publicado diversos títulos de índole económico-financeira, como Elementos de Direito Fiscal, História Económica de Portugal e Consequências Económicas dos Descobrimentos.

Clube Unesco Entre Gerações -Projeto Arquivo de Memória



Filmado em Algodres ,Janeiro de 2012 .
Clube Unesco Entre Gerações  - Projeto Arquivo de Memória.

TORRE DE MONCORVO - ESCOLA INDUSTRIAL III ENCONTRO (2000)



Fotografia cedida pelo professor Fernandes
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TORRE DE MONCORVO - AUTORAS MONCORVENSES


Maria Lucinda Tavares da Silva (Lucinda Antunes)  e Júlia Guarda Ribeiro (Júlia Barros Biló) - duas colegas, duas amigas, duas autoras moncorvenses (destas e de outras obras) de quem nos orgulhamos.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Carne Mirandesa (DOP)

Taberna do Carró - Moncorvo
A Carne Mirandesa (DOP) é um produto da região Porte e Norte, mais precisamente dos concelhos de Bragança, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mogadouro, Vimioso e Vinhais.
Produzida em pastagens naturais (lameiros) do nordeste transmontano, numa região que se situa acima dos 500 metros de altitude, a raça mirandesa difere de qualquer outra carne de bovino. As características genéticas que possui, associadas à alimentação natural dos animais, resultam em qualidades organolépticas únicas.
Saborosa, tenra e suculenta, esta carne é muito utilizada na cozinha tradicional da região, destacando-se a receita de Posta à Mirandesa. O modo de confecção consiste simplesmente em grelhar a carne na brasa, temperada com sal (de preferência integral), realçando assim o seu excelente sabor. Como acompanhamento, a batata cozida com casca e uma salada são boas opções. Vitela Assada no Forno, Bifes à Alto Douro e Vitela Entronchada à Transmontana são outros exemplos de pratos populares que incluem a carne de bovinos mirandeses.
A carne é comercializada em duas categorias: vitela e novilho. A vitela é proveniente de animais com idade compreendida entre os seis e os oito meses de idade, que permanecem com a mãe durante esse período. Já a carne de novilho provém de animais abatidos após o desmame, com idade entre os dez e os 18 meses.

Fonte:

terça-feira, 8 de maio de 2012

Moncorvo - do tempo















do tempo
          
                                     para o Horácio Espalha Jr. e para Moncorvo

 muitas coisas se passaram dentro dos meus versos
alongou-se, talvez demais, o espaço entre as sílabas
o que prenunciava a mudança
e eu estava ali nesse silêncio compacto e viscoso
da espera

 nada definitivamente nada fluía de tal recanto
digamos desse indefinido pedaço de memória
como uma mera imagem das minhas inquietações

aí então, tal faca no vazio, se revelaram os diversos tempos
o tempo inicial e informe do princípio
milhões de milhões de anos de poeira sideral
até ao tempo do meu passo sobre este mesmo chão
ou o meu tempo interior, sem tempo
do tempo medido do meu gesto
ao tempo sem tempo nenhum da minha ideia de tempo
do universo que flui de mim
ao segundo infinitesimal da ideia

passado presente e futuro são apenas construções
como o tempo da minha vila se constrói naquele fontanário da praça
que eu vejo
mas podia nem sequer ver
podia apenas imaginar
como as pedras sobrepostas de uma escada
ou o amanhecer através da janela envidraçada deste quarto sobre a serra
aí então a minha memória poderia descobrir o tempo definitivo
o tempo essencial

http://headandneckdanieldesousa.blogspot.pt/2012/05/do-tempo.html

Macedo de Cavaleiros - Exposição de fotografia






Baixo Sabor -Quinta do Carrascal

António Júlio Andrade .Quinta do Carrascal.TERRA QUENTE ,  15 de Novembro 2003.

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TORRE DE MONCORVO - JORGE LUÍS BORGES

Click na imagem para aumentar-

Da esquerda para a direita : JorgeLuís Borges,inspector Costa,dr.Joaquim Ribeiro e senhor Frederico Mesquita.

“Embaixada” moncorvense a Lisboa em 1984,aquando da entrega do título de Cidadão Honorário da nossa terra ao grande escritor com raízes moncorvenses.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

“Sei Onde Mora o Herberto Helder”

Apresentação dolivro “Sei Onde Mora o Herberto Helder” pelo seu autor, Manuel Monteiro
Dia 11 de Maio, sexta-feira,pelas 21h00, na Traga-Mundos em Vila Real

O romance conta ahistória de um homem vulgar, mas que, devido a suas idiossincrasias, vai viver uma vida invulgar. O personagem principal tem uma fobia que o faz perseguir homens famosos, para saber mais da sua vida íntima (Salazar, Álvaro Cunhal,Sebastião Alba, Herberto Helder) e que o conduz às mais mirabolantes aventuras.
 Manuel Augusto Monteiro é transmontano de Vila Real. Tem 63 anos. Camponês e depois operário,é actualmente alfarrabista. Em 1974, foi um dos fundadores da União Democrática Popular e em 1979 foi eleito deputado à Assembleia da República por esta força política. Durante quatro anos foi autarca, membro da Assembleia Municipal deLisboa. Em 1982 abandonou a UDP, continuando a participar na vida política em pequenos núcleos. Aos 40 anos, com apenas a 4.ª classe, fez exame ad-hoc de acesso à universidade, frequentando o curso de História até ao 2.º ano, na Faculdade de Letras de Lisboa. Tendo publicado poesia e romances.

local: Traga-Mundos– livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª,Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00

Moncorvo : o presente,ao menos

Santa Leucádia - 2010

Alma de Ferro ,Almeida Garret e o Ensino























O guia de leitura da AREAL publicou no Manual Escolar CONTO CONTIGO 8 destinada a todos os Professores e Alunos uma fotografia do Grupo Alma de Ferro de Torre de Moncorvo  da peça“Falar Verdade a Mentir” de Almeida Garret

Nota: Para abrir a página(ampliar as fotos), clique no lado direito do rato ;abrem as instruções, e depois clique em abrir hiperligação. Grupo Teatro Alma Ferro

domingo, 6 de maio de 2012

TORRE DE MONCORVO - Registos de Passaportes (1932)




Fonte: Arquivo Distrital do Porto

DIA DA MÃE

Minha mãe, só ela, viu o sinal no dedo grande

do meu pé direito. Porque ela o beijava enquanto

me calçava os carapins.

Mãe, eu só descobri o sinal no dedo grande

do teu pé direito

no dia em que morreste.

Oh, Mãe, quem consolará a minha dor?



Júlia Barros "Biló"

O Castanheiro: contrastes humanos e da natureza:

Chegados ao Santuário de Nossa Senhora do Amparo, descemo -nos e fomos cumprimentar que, estando,não estava pois tinha ido dar um passeio até ao Povo! Domingo seria Páscoa. Antes de me deslocar ao cemitério e na campa da velhota depositar lindos lírios silvestres,encontrados na berma da estrada que liga Cerejais a Sendim da Ribeira e a Vilarchão, ainda houve tempo para pedir à filhota para que tirasse uma fotografia ao belo castanheiro da Lameira do Vale.
Parecendo estar sozinho é ilusão.Há outras criaturas suas vizinhas e,também,outra há mais de cem anos que, quando ele desperta para o dia vê beijar seus pés de altar pelo sol que lhe entra pela friestas da sua capela.
Mas vejam ainda o contraste. Ele, velhote castanheiro,rodeado de ervas que ainda não foram baptizadas,vê sair do seu seio ramos verdes anunciadores de mais vidas primaveris.
O seu companheiro,não mais do que uns instantes, mas agora para a posteridade, graças ao clicar de dedo elegante de filha que nunca se picou nos ouriços do meu companheiro.
Quantos e quantos romeiros, passantes, ciganos, aldeões,cabras , ovelhas, vacas, burros e cavalos não terão pedido abrigo do sol escaldante ou pedido " pão" ao valente castanheiro?
Reparem na força das raízes que,beijando pedras suportadoras de muro e de terras barrentas que já foram de trigo e agora são de azeite!

TORRE DE MONCORVO - DIA DA MÃE


Foto enviada pelo Camané

"Quando eu era pequenina, vivia numa casa de telha vã
e chão de terra batida: o vento entrava nela e a chuva
pingava aos pés da cama. Só tinha uma porta
com um postigo por janela.
Mas a minha casa tinha um coração: a minha Mãe.
A minha casa era tão aconchegada ! "


Júlia Barros "Biló"

sábado, 5 de maio de 2012

A QUINTA DE CRESTELOS ,por Carlos Seixas

Publicado no jornal TERRA QUENTE -15 de Agosto de 2003
Ler em PDF:
http://issuu.com/lelodemoncorvo/docs/quinta_de_crestelos

MONCORVO - RETORNADOS




Ver: http://lelodemoncorvo.blogspot.pt/2012/04/adelaide-leonardo-tecedeira.html
http://lelodemoncorvo.blogspot.pt/2011/11/escaparate-lviii-os-retornados-estao.html

Moncorvo de outros tempos












Fotografias enviadas por Afonso B.M.

HISTÓRIAS POLÍTICAS - Coisas de Moncorvo!

Por: António Júlio Andrade

Duarte Areosa e Ferreira Pontes

Da “rapaziada alegre” transmontana da universidade de Coimbra “in illo tempore”, um dos mais castiços era o António Joaquim Ferreira Pontes, natural de Urros, concelho de Torre de Moncorvo, e que ali foi baptizado com o nome de “cara estanhada”.
Urros 1947 -Foto F.P.S.J.
Ficou célebre uma aventura que, em tempo de aulas, o levou a passear de Coimbra para o Porto. Na cidade invicta, passeando com os amigos, saiu-lhe pela frente, em plena rua, próprio pai, que ali fora comerciar. Apanhado em flagrante, quando o pai vinha direito a ele, não se desmanchou e, virando-se para os amigos, comentou:
- Querem ver que aquele homenzinho me está a confundir com o filho dele!
O pai avançava para o filho e este, sem pestanejar, desarmou-o logo e tão lindamente que deixou embatucado, atirando-lhe:
- Oh! Bom homem! Está-me a confundir com alguém, algum filho seu, é?! Ele é parecido comigo?!

Alma de Ferro - Sempre!


O Grupo de Teatro  Alma de Ferro de Torre de Moncorvo leva à cena, hoje, 5 de Maio, à noite (22:00h), no salão da Associação do Louriçal, Pombal (Rua D. João V, n.º 44, em Louriçal), a peça "Deus lhe pague", da autoria do escritor e dramaturgo Joracy Camargo.Apesar de se tratar de uma obra do principio do séc. XX, a temática é perfeitamente actual!Mais uma representação e divulgação da actividade cultural de Moncorvo.Parabéns e bem-hajam.

Torre Moncorvo -Grupo de amigos (1954)


                   

Mais uma fotografia que achei lá por casa . . .
Deixo o desafio aos Moncorvenses para a identificação das pessoas.
Eu não identifico um dos fotografados.
Penso que a fotografia foi tirada no Cabeço da Srª da Assunção - Vilas Boas - Vila Flor
F. Garcia

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Padre Victor - Encontrar-te

Universidade de Trás-os-Montes -Empreender no Douro


Em tempo de crise, a Universidade de Trás-os-Montes tem procurado mostrar aos jovens estudantes como se pode ser empreendedor no Douro. A instituição apresenta exemplos como o de Sandra Tavares, uma ex-modelo que ganhou nome nas passerelles nacionais e internacionais e que hoje é conhecida pelo trabalho como enóloga e empresária de sucesso na região demarcada mais antiga do mundo.

BEMPOSTA -1964













Fotografias cedidas por Arnaldo Firmino

TORRE DE MONCORVO - A 400 METROS DE ALTITUDE

Torre de Moncorvo está a 400 metros de altitude média, sensivelmente a meia encosta da serra do Reboredo. Compõe-se de um núcleo principal, a vila em si, e de alguns bairros suburbanos situados mais a baixo: corredoura, Prado, Carrascal, Montesinho. Na corredoura, no Prado, no carrascal, no Montesinho diz-se habitualmente «vou à vila» para significar que vai subir até ao centro de Moncorvo. Esgotos, em alguns casos luz eléctricos, ruas largas e bem pavimentadas tardaram ou tardam ainda nesses sítios, onde por outro lado o comércio, de tão escasso, parece quase inexistente.
Em Moncorvo há para apreciar sobretudo a igreja matriz, de grandes proporções, construída a partir de meados do século XVI. Já não há castelo com a sua torre de menagem, rodeado por quatro cortinas e quatro torres angulares e respectivas barbacãs, tudo em cantaria (segundo o «Guia de Portugal», II vol. De «Trás-os-Montes e Alto Douro», p. 813), que um mandante antigo da vila pura e simplesmente deitou abaixo. Esta, pelo menos, foi a insistente versão que apurei, é certo que sem mais pormenores. Ainda em Moncorvo, o visitante dado aos roteiros monumentais verá a capela da Misericórdia, do século XVI, e varias casas senhoriais, como a antiga casa do general Claudino Pimentel (fachada brasonada) e a do primeiro visconde de Vila Maior, ou também o solar dos Doutéis, a casa brasonada dos Carvalhos e Sá, a casa dos Tenreiros.
Perto da vila, o castro do Baldoeiro e restos do que foi a povoação de Santa Cruz da Vilariça atrairão as atenções do turista com vocação para a história antiga.
F.A.P. 

In TORRE DE MONCORVO
Março de 1974 a 2009
De Fernando Assis Pacheco ,Leonel Brito, Rogério Rodrigues
Edição da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo

Moncorvo - Escola Industrial (Álbum de Memórias)

Fotografia cedida pelo professor Fernandes

Baixo Sabor - Quinta de Vila Maior

Ler mais em PDF:
http://issuu.com/lelodemoncorvo/docs/quinta_de_vila_maior

quarta-feira, 2 de maio de 2012

IC5 - ABRIU HOJE !

O IC5 abre esta quarta-feira em toda a sua extensão. O JN soube, junto das Estradas de Portugal, que a partir das 19 horas vão começar a ser abertos os lanços que foram concluídos nos últimos dias, pelo que passa a ser possível viajar entre o IP4, no Alto do Pópulo, e Duas Igrejas, em Miranda do Douro.O IC5, com 131 quilómetros de extensão, é uma das vias da concessão Douro Interior, a cargo da Ascendi, e serve diretamente os concelhos de Murça, Alijó, Carrazeda de Ansiães, Vila Flor, Alfandega da Fé, Mogadouro e Miranda do Douro, numa via com melhores condições de segurança, que encurta consideravelmente o tempo do percurso.
Ver mais: http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Bragan%E7a&Concelho=Miranda%20do%20Douro&Option=Interior&content_id=2452977

“Corrida Solidária” e o Agrupamento de Escolas de Moncorvo





























Decorreu hoje, 2 de Maio de 2012 a “Corrida Solidária”,um evento levado a cabo pelo Agrupamento de Escolas de Moncorvo e os pelos Médicos do Mundo.
A III Corrida Solidária 2012 apoiará os jovens de S. Tomé e Príncipe e a população idosa de Portugal.
O Agrupamento fez-se representar pelos Jardins de Infância de Larinho, Carviçais e Carvalhal e também pela Escola do 1º Ciclo de Carvalhal.
A Estação do Larinho foi o ponto de partida para crianças e adultos percorrerem parte da Ecopista.

Para saber mais:
 http://www.medicosdomundo.pt/index.jsp?page=corrida12&lang=pt
Texto e fotos enviados por A.Manuel.

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Cardanha (1974); Vergt (2012)

José Sendas com a sua filha Diana  em Vergt ,Aquitânia,França .José é o miúdo da foto a preto e branco(já anteriormente publicada neste blogue),  tirada na Cardanha aquando da reportagem   Moncorvo, Zona Quente na Terra Fria, de  Fernanda Assis Pacheco e Leonel Brito no  Jornal “República”, Março de 1974 .Falta só descobrir quem são as meninas.

Parque Natural do Douro Internacional e os dois vigilantes


Parque Nacional do Douro Internacinal -PNDI (Ligares)
O Parque Natural do Douro Internacional tem dois vigilantes para 87.011,26 hectares.
O autarca de Mogadouro, António Morais Machado (PSD), disse que já há um ano denunciou a “falta de investimentos, de pessoal do quadro - só há dois elementos - e de vigilantes”. No entanto, admitiu que a falta de vigilantes “não incomoda muito” porque “aplicam multas e pouco mais”.
Para António Morais Machado deveria apostar-se na sustentabilidade do parque de forma a “melhorar as condições de vida das populações e não haver necessidade de emigrar, como está a acontecer no momento, que é de despovoamento total”.
O autarca defendeu ainda que a gestão dos parques naturais deveria “pertencer aos autarcas” porque “não há ninguém que defenda tão bem o seu território”.
Lusa.

Moncorvo - Para a história da banda

Enviada pelo professor Arnaldo Silva.
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FELGAR -Vale do Sabor

Vale do Sabor
FOTO DE ANTÓNIO MANUEL TEIXEIRA

terça-feira, 1 de maio de 2012

Dá-lhes um sumiço...,por Júlia Barros Ribeiro (Biló)

A  autora  aos 5 anos
Há quase um século que não escrevo no Blog.  Bom, há só três meses e tal.
Hoje, como já tenho dois dedos funcionais, vou contar-vos as peripécias das vezes em que já fui roubada. Penso que são 4 ou 5 vezes que a carteira ou o saco de viajem me desaparecem, dá-lhes um sumiço...
A verdade deve ser dita: sou muito distraída, ou melhor dizendo, sou despassarada. Até as minhas netas dizem que eu convido os ladrões a levarem aquele saco ou aquela carteira que eu pouso, aberta, em qualquer lado. Não será bem assim, mas quase.
Mas agora só vos vou contar um desses roubos.
Num dia quente de Agosto, saí de uma loja, entrei no carro que estava ao sol e abri logo as janelas todas. No momento em que rodo a chave para ligar o motor, vejo um braço peludo entrar pela janela da frente e sacar a carteira que estava no banco ao meu lado. Apercebi-me que um homem, e peludo, tinha acabado de me roubar. Espreitei e vejo um fulano de bicicleta a esconder a minha carteira debaixo da T-shirt e toca de dar ao pedal e entrar no parque da Marinha Grande. Nem pensei duas vezes: fui de carro em perseguição do ciclista-ladrão pelos carreiros empedrados entre as árvores e os canteiros de flores. O rapaz – era rapaz aí dos seus vinte anos - olhou para trás e ficou de olhos arregalados quando viu que eu ia de carro atrás dele. Atrapalhou-se e caiu. Ele e a bicicleta. Eu parei o carro e o safado, segurando a minha carteira debaixo da T-shirt, montou na bicicleta e desatou a pedalar por ali fora como se tivesse de chegar à meta primeiro que eu . E tinha.
Eu,com todo o fair-play, deixei-o levantar-se, levantar a bicicleta, montar nela e começar a pedalar. Só depois arranquei e reiniciei a perseguição. Ora, nesse entrementes, o pilha-carteiras aproveitou para dar a curva a um canteiro oval e saiu pelo sítio por onde tínhamos entrado. E eu atrás dele, fazendo gincana.
Meteu então por uma rua de sentido proibido e eu também. Chegou a um largo em frente dos Bombeiros e esgueirou-se por entre os pirolitos que circundavam o dito largo. Eu tive de parar, porque não podia derrubar os malfadados pirolitos. Um bombeiro e uma maqueira, que estavam em frente, ficaram pasmados por me verem desembocar de uma rua de sentido proíbido. Saí do carro e gritei para ambos : “Aquele ciclista é ladrão. Roubou-me a carteira”. A maqueira desatou numa corrida atrás do ladrãozeco que ainda se via ao longe e o bombeiro meteu por uma outra rua para atalhar.  A rapariga corria que nem a Rosa Mota e eu deixei de os ver. Daí a cerca de meia hora, apareceram o bombeiro e a maqueira, exautos da corrida, mas com a minha carteira como troféu.

Qualquer dia conto-vos outro dos roubos de que fui vítima . 
                      
 Júlia  Barros Ribeiro      (Biló)
Publicado a 01/05/12