domingo, 7 de maio de 2017

. Vandalizar figuras de Foz Côa foi como "rasgar a Gioconda"

A situação do Parque Arqueológico do Côa foi igualmente criticada pela Associação dos Arqueólogos Portugueses (AAP), na quinta-feira, que se manifestou indignada com o "criminoso atentado" e reclamou a intervenção direta do Ministério da Cultura, "de modo a assegurar a reposição imediata, e até o reforço do dispositivo de vigilância e segurança dos vários núcleos de arte rupestre que o integram".
Quando foram conhecidos os atos de vandalismo, a Lusa questionou o ministro da Cultura sobre a falta de segurança do parque, tendo Luís Castro Mendes referido que "toda a gente" se queixa de falta de vigilância, admitindo porém que, se dissesse que está tudo bem, estaria a ser "incorreto".
"Vivemos anos de cortes brutais em todas as estruturas da Cultura, seria impossível que, num ano, estivesse tudo remediado", considerou.
"Isto mostra a vantagem de termos uma nova estrutura que está praticamente pronta, a fundação está constituída, os estatutos estão aprovados, estão nomeados os representantes dos vários ministérios e, agora, vamos entrar a trabalhar muito seriamente a partir do fim deste mês".

No início de abril, com a aprovação dos novos estatutos, o Governo estendeu aos ministérios da Ciência, do Turismo e do Ambiente, assim como à autarquia local e à Associação de Municípios do Vale do Côa, a representação na fundação Coa Parque, aguardando-se ainda a constituição do conselho de administração.
Fonte:http://www.dn.pt/artes/interior/vandalizar-figuras-do-parque-arqueologico-do-coa-foi-como-destruir-a-gioconda---icomos-7581432.html

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