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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
HOMENAGEM AO FERRO
Cal Lane , naceu a 6 de Novembro de 1968 no Canada.
Ver mais :
http://www.facebook.com/pages/Cal-Lane/291626354639?sk=wall
Reediçã de posts desde o início do blogue
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
"Moncorvo, Zona Quente na Terra Fria" (1974) IV
O SONHO DAS MINAS A FUNCIONAR PASSA POR OUTRAS REALIDADES
«Se um dia as minas funcionarem a sério… se um dia Moncorvo for a terra do ferro…» Este sonho foi-me posto com tal veemência que não posso deixar de o registar no derradeiro texto sobre a vila e o concelho. As minas são as de hematite, no Carvalhal, mais ou menos a caminho do Felgar (num desvio). E o que há sobre elas está, por agora, num plano de hipotética concretização.
«Se um dia as minas funcionarem a sério… se um dia Moncorvo for a terra do ferro…» Este sonho foi-me posto com tal veemência que não posso deixar de o registar no derradeiro texto sobre a vila e o concelho. As minas são as de hematite, no Carvalhal, mais ou menos a caminho do Felgar (num desvio). E o que há sobre elas está, por agora, num plano de hipotética concretização.
Socorro-me de textos oficiais para fazer ponto à situação do ferro (hematite) de Moncorvo. Assim, as Estatísticas Industriais de 1972, vol. I, «Indústrias Extractivas», a pp. 12/13, diziam no capítulo da «Extracção de Minérios de Ferro» que a produção continental de ferro no ano anterior montara a 42826 toneladas, sendo 42140 de ferro-manganês, do Cercal do Alentejo, supõe-se, e escassas 686 (valendo 137 contos) de hematite, estas do Carvalhal. O distrito da Bragança tinha, em 31-12-1971, qualquer coisa como 33 estabelecimentos registados e 508 coutos mineiros de ferro.
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
TORRE DE MONCORVO - FERROMINAS (2012)
sexta-feira, 28 de março de 2014
Minas de Torre de Moncorvo querem contratar 400 pessoas
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| Antigo bairro da Ferrominas.Foto: Leonel Brito |
28 Março 2014, 15:24 por Alexandra Noronha | anoronha@negocios.pt
A MTI, futura concessionária do projecto, pretende
antecipar o início da exploração.
As futuras minas de ferro de Torre de Moncorvo precisam de
400 trabalhadores numa fase inicial, sendo que, posteriormente, a empresa MTI
poderá contratar até 700 trabalhadores, segundo revelou ao Negócios Tiago
Souza d’Alte, director executivo da futura concessionária do projecto.
"O nosso contrato inicial é para quatro anos de
preparação, mas queremos tentar antecipar a entrada em funcionamento das
minas", explicou o responsável e porta voz da MTI. A empresa gastou em
2013 mais de um milhão de euros em estudos e pretende, em Abril, iniciar o
processo para obter a Declaração de Impacto Ambiental favorável ao projecto e,
assim, antecipar o início da exploração, que está provisoriamente previsto para
2016.
A MTI, que apresenta publicamente esta tarde o resultado
dos estudos de ordem de magnitude, terá depois que passar por duas fases para
aferir a viabilidade do projecto e conta depois assinar um contrato de
concessão com o Estado, que pode durar entre 50 e 60 anos, segundo Tiago Souza
d’Alte. O investimento previsto ronda os 600 milhões de euros, sobretudo em
equipamento de extracção.
A MTI foi criada em 2008 por investidores
nacionais para o sector. "Estamos confiantes que não haverá obstáculos ao
financiamento", explicou o director executivo da MTI.
O principal mercado para as minas será o europeu que
"importa 80% do ferro" que consome, explica Tiago Souza d’Alte. Mas a
facturação irá depender do preço do ferro nos mercados internacionais.
Este depósito de ferro foi explorado desde tempos
históricos, mas a sua exploração moderna decorreu entre 1957 e 1986. Tiago
Souza d’Alte diz que ainda há muito minério por explorar, sobretudo recorrendo
às técnicas que existem actualmente.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Torre de Moncorvo pretende fornecer material para recuperação da orla costeira
O presidente da Câmara de Torre de Moncorvo anunciou nesta
quinta-feira que, futuramente, o concelho poderá fornecer ao litoral material
"apropriado", resultante da exploração mineira local, para aplicar em
obras de recuperação da orla costeira afectada pelas intempéries.
http://www.publico.pt/local/noticia/torre-de-moncorvo-pretende-fornecer-material-para-recuperacao-da-orla-costeira-1624476
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Exploração mineira em Moncorvo "sempre" foi compatível com parque eólico
![]() |
| Carvalhal 1974. Arquivo de Lb |
Torre de Moncorvo, 11 dez (Lusa) - O novo presidente da Câmara de Torre de
Moncorvo, Nuno Gonçalves (PSD), defendeu hoje que a construção de um parque
eólico na serra do Reboredo "sempre" foi compatível com o projeto de
exploração mineira para aquela área do concelho.
"Desde sempre, mesmo quando estava na oposição, que defendo que a
instalação de um parque eólico na serra do Reboredo era compatível com a
exploração mineira, porque se trata de dois projetos estruturantes para o
concelho e não chocam um com o outro", disse Nuno Gonçalves à agência
Lusa.
Em julho de 2012, também em declarações à Lusa, o então presidente da
autarquia, Aires Ferreira (PS), afirmou que a possibilidade de reativação das
minas no cabeço do Carvalhal inviabilizava a instalação de um parque eólico, o
que significava que, se não avançasse a exploração mineira, o município
perderia dois investimentos.
"Para o concelho de Torre de Moncorvo, que está financeiramente
desestruturado, a construção de um parque eólico na serra do Reboredo ou na
serra da Lousa seria uma forma ajudar a equilibrar as contas da autarquia já
que até julho de 2014 está prevista a entrada de 3,750 milhões de euros",
declarou o atual presidente da autarquia.
Embora considere o investimento no setor eólico "estruturante para o
concelho de Torre de Moncorvo", Nuno Gonçalves assinala que a apresentação
do projeto da multinacional Island "foi feita no tempo errado, já que se
estava em tempo de pré-campanha eleitoral".
O atual autarca de Torre de Moncorvo acrescenta que até hoje ainda não foi
contactado pela multinacional de capitais irlandeses Island, apesar do contrato
de contrapartidas ter sido assinado no passado mês de setembro.
"Sei que há documento assinado por pessoas que me merecem a minha
confiança, como é caso do anterior presidente, e penso que o investimento
estará de alguma forma assegurado, sendo um projeto que se pode deixar
cair", destacou.
O investimento anunciado pela multinacional de capitais irlandeses ronda os
75 milhões de euros, o que vai permitir a instalação de 25 a 30 aerogeradores
com uma potência que vai de 2 a 2,5 megawatts, tratando-se assim de um
investimento "viável".
A potência total a instalar está prevista para os 50 megawatts.
O futuro parque eólico está previsto para uma altura de 900 metros de
altitude, entre as localidades de Lousa e Castedo.
A futura infraestrutura elétrica apanhará ainda parte do vizinho concelho
de Carrazeda de Ansiães, onde ficarão instalados três a sete aerogeradores.
O começo da construção do parque eólico no concelho de Torre de Moncorvo
está agendado para o verão de 2014, prevendo-se a sua conclusão nos primeiros
meses de 2015.
FYP // JGJ
Lusa/fim
terça-feira, 11 de junho de 2013
Minério de Moncorvo usará via fluvial apesar do interesse da CP Carga
MTI vai construir barcaças para escoar o minério pelo rio
Douro e oceano Atlântico até ao porto de Aveiro, o que foi considerado pela
empresa ferroviária como uma "desconsideração"
A via fluvial ou um mineroduto. O transporte ferroviário
está fora de questão. São estes os cenários propostos pela MTI - Ferro de
Moncorvo SA para o escoamento do minério desde Trás-os-Montes até ao porto de
Aveiro.
O minério extraído das minas de Carviçais (Torre de
Moncorvo) será transportado em camiões até ao porto fluvial de Pocinho e daí
seguirá por barcaças pelo rio Douro e pelo oceano até ao porto de Aveiro, onde
a carga será transbordada para navios graneleiros.
Mas é no Pocinho, mesmo ao lado do porto fluvial, que se
situa uma das pontas da rede ferroviária nacional na qual a CP Carga dispõe até
de um terminal de mercadorias com espaço suficiente para ser ampliado.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Torre de Moncorvo: Multinacional MTI explica projeto mineiro à população
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| Foto A.F.F.M. |
A multinacional MTI vai assinalar o Dia Europeu dos Minerais
com um conjunto de iniciativas que pretendem manter a população do concelho de
Torre de Moncorvo informada sobre o projeto de exploração mineira em curso
naquela região.
Aquela empresa do
setor mineiro avançou que o dia aberto para os minerais está agendado para
sexta-feira, estando em consonância com expectativas criadas na população, em
relação à exploração mineira na área do Carvalhal, situada naquele concelho
transmontano.
"Esta iniciativa, que conta com o apoio do município de
Torre de Moncorvo, tem o objetivo de manter a população informada acerca da
evolução do projeto, mas também o de gerir as expectativas face à realidade
deste empreendimento", avança a MTI.
A MTI já prestou uma caução ao Estado no valor de 700 mil
euros (o total a prestar de caução é 1,2 milhões de euros), tendo iniciado
várias frentes de trabalho necessárias à definição da viabilidade
técnico-económica da exploração e aos estudos de pré-viabilidade e viabilidade
do projeto.
O evento, designado por "Open Day da MTI", vai
decorrer na antiga estação da CP de Moncorvo e terá diversas atividades onde se
destaca a conferência "Da Jangada de Pedra de José Saramago ao minério de
ferro de Torre de Moncorvo".
As atividades terminam com um ponto de situação do projeto
da MTI, apresentado por Vítor Correia, presidente do Conselho de Administração
da MTI.
Em complemento a estas duas iniciativas, vão decorrer no
Agrupamento de Escolas de Torre de Moncorvo, atividades experimentais da
responsabilidade do Centro de Ciência Viva de Estremoz que, no seu conjunto,
permitirão aos alunos integrar os conhecimentos sobre Geologia com a evolução
da região onde vivem.
“Esta iniciativa pretende ser uma demonstração clara e
inequívoca do empenhamento da MTI em definir para Moncorvo um projeto
sustentável, assegurando uma relação edificante com as comunidades
estabelecidas no interior e na envolvente próxima da área concessionada",
avançou Vítor Correia.
www.rba.pt
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Maior empresa mineira do mundo quer investir em Torre do Moncorvo (Publicado a 20 de Outubro de 2011)
Os australianos da Rio Tinto, a maior empresa de minas do mundo, querem investir cerca de mil milhões de euros na exploração de ferro em Portugal, disse fonte próxima das negociações à Lusa.
Texto: http://m.tsf.pt/m/newsArticle?contentId=2070921&page=1
Ver:
http://www.rtp.pt/noticias/?t=Autarca-de-Torre-de-Moncorvo-so-concorda-com-investimento-se-municipio-for-ressarcido-e-populacao-compensada.rtp&article=491154&visual=3&layout=10&tm=6
http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Populacao-contente-com-possivel-investimento-nas-minas-de-Torre-de-Moncorvo.rtp&headline=46&visual=9&article=491016&tm=8
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| ...minas de Torre de Moncorvo |
O projecto será realizado nas minas de Torre de Moncorvo, em Trás-os-Montes, um dos maiores depósitos de minério de ferro da Europa, com recursos medidos e indicados de 552 milhões de toneladas de minério e recursos inferidos de mil milhões de toneladas.
O investimento está a ser negociado entre o Governo, a empresa que detém a concessão da mina até 2070, a MTI - Minning Technology Investments, e a Rio Tinto, refere a mesma fonte.
O Ministério da Economia confirma oficialmente que está «a desenvolver negociações com uma das maiores empresas do mundo para um grande investimento no sector mineiro em Portugal», sem, no entanto, avançar qualquer dado sobre o assunto.
Álvaro Santos Pereira já tinha anunciado a 27 de Setembro na RTP que existia uma multinacional que pretendia fazer um grande investimento em Portugal, escusando-se na altura a avançar com detalhes.Texto: http://m.tsf.pt/m/newsArticle?contentId=2070921&page=1
Ver:
http://www.rtp.pt/noticias/?t=Autarca-de-Torre-de-Moncorvo-so-concorda-com-investimento-se-municipio-for-ressarcido-e-populacao-compensada.rtp&article=491154&visual=3&layout=10&tm=6
http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Populacao-contente-com-possivel-investimento-nas-minas-de-Torre-de-Moncorvo.rtp&headline=46&visual=9&article=491016&tm=8
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Ferro de Moncorvo no Canadá
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| Foto A.F.F.M. |
- A MIT- Ferro de Moncorvo S.A. anunciou hoje que estará presente na "maior feira internacional do mundo" dedicada ao setor mineiro para promover o projeto que está a desenvolver na região de Torre de Moncorvo.
O certame vai decorrer de 03 as 06 de março na cidade de Toronto, no Canadá, onde a MTI quer consolidar a projeção internacional da empresa e do projeto mineiro que está a desenvolver em Moncorvo desde de 2008, disse hoje à Lusa o presidente do seu conselho de administração, Vítor Correia.
"Têm sido inúmeros os pedidos de informação por parte de potenciais investidores internacionais, sobretudo desde que em novembro de 2012 foi assinado com o Estado português o contrato para a exploração experimental de depósitos de minério de ferro em Moncorvo", explicou.
(Lusa)
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Morcegos 2 - Moncorvo 0
Ambientalistas preocupados com colónias de morcegos nas minas de Moncorvo.
No dia em que o Ministério
da Economia assina novos contratos para a exploração de minas em Portugal, os
ambientalistas fazem saber que não aceitam o que está a acontecer com os
trabalhos de prospeção nas minas de Moncorvo, que estão a pôr em risco duas
espécies de morcegos em vias de extinção.Ainda há pouco tempo, uma das
barragens do plano nacional - a barragem de Padroselos - ficou pelo caminho por
causa de uma espécie rara de mexilhão, levando o Ministério do Ambiente a
travar a obra.Os ambientalistas avisam que o mesmo pode acontecer nas minas de
Moncorvo.
Arlinda Brandão (Com Marcos
Celso)
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=629596&tm=8&layout=123&visual=61OBRIGATÓRIO VER:
http://lelodemoncorvo.blogspot.pt/2013/01/morcegos-1-moncorvo-0.html
http://lelodemoncorvo.blogspot.pt/2013/01/ambientalistas-preocupados-com-morcegos.html
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
MORCEGOS -1 MONCORVO - 0

MTI explica que só depois de concluídos os diversos estudos de Impacto Ambiental é que se iniciará a exploração efetiva
A MTI, empresa que poderá vir a explorar os depósitos de ferro em Torre de Moncorvo, garantiu hoje que irá "contribuir para preservação da biodiversidade da área onde o projeto se insere", rejeitando críticas dos ambientalistas.
http://m.dinheirovivo.pt/m/article?contentID=CIECO093204
sábado, 19 de janeiro de 2013
Ambientalistas preocupados com morcegos em Torre de Moncorvo
Reportagem de Olímpia Mairos
Quercus sugere a interrupção da exploração de minério para avaliar o impacto negativo que está a ter sobre os morcegos que vivem nas minas.
Os ambientalistas pedem a suspensão da exploração experimental de minério, em Torre de Moncorvo, até que seja feito um estudo de impacte ambiental e encontradas medidas que preservem os morcegos que vivem nos abrigos das minas.
Nuno Sequeira da Quercus diz que esta espécie protegida já está a ser afectada.
“Detectámos através de pessoas no local, mas também através de técnicos que trabalham com esta espécie que estão a existir impactos. Os trabalhos devem ser suspensos até se fazer um estudo para avaliar os impactos para se poder depois avaliar alternativas e depois ver o que se pode fazer”, considera Nuno Sequeira.
“Não dizemos que os trabalhos sejam parados definitivamente, mas que sejam suspensos para que, tal como se faz com outro tipo de projectos, fazer-se um estudo de impacte ambiental antes de os projectos avançarem, que dê algumas pistas para que a actividade não cause tantos impactos.”
Quercus, Liga para a Protecção da Natureza, Fapas e GEOTA pedem a suspensão da exploração mineira em Torre de Moncorvo, até que sejam encontradas medidas para proteger os morcegos que vivem nos abrigos das minas.
PARA OUVIR:
Nuno Sequeira da Quercus diz que esta espécie protegida já está a ser afectada.
“Detectámos através de pessoas no local, mas também através de técnicos que trabalham com esta espécie que estão a existir impactos. Os trabalhos devem ser suspensos até se fazer um estudo para avaliar os impactos para se poder depois avaliar alternativas e depois ver o que se pode fazer”, considera Nuno Sequeira.
“Não dizemos que os trabalhos sejam parados definitivamente, mas que sejam suspensos para que, tal como se faz com outro tipo de projectos, fazer-se um estudo de impacte ambiental antes de os projectos avançarem, que dê algumas pistas para que a actividade não cause tantos impactos.”
Quercus, Liga para a Protecção da Natureza, Fapas e GEOTA pedem a suspensão da exploração mineira em Torre de Moncorvo, até que sejam encontradas medidas para proteger os morcegos que vivem nos abrigos das minas.
PARA OUVIR:
PARA RECORDAR:
| Cartaz da palestra MORCEGOS NA REGIÃO DE DE MONCORVO |
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Todos à espera de ver assinado o contrato para o ferro de Moncorvo
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| Foto A.F.F.M. |
Oito meses depois do anúncio do maior investimento de sempre na reativação das minas de ferro de Torre de Moncorvo, as forças vivas do Nordeste Transmontano aguardam com expetativa a assinatura do contrato.
A promessa de grandes investimentos, no passado, que acabaram por não se concretizar, criou um sentimento de "desconfiança" que leva alguns interlocutores ouvidos hoje pela Lusa a preferirem aguardar pela formalização do negócio.
"Quando houver um contrato, eu falo", é a reação do presidente da Câmara de Torre de Moncorvo, Aires Ferreira, que reafirma apenas o que já tinha dito em outubro de 2001, quando foi anunciada pelo Governo a intenção do gigante do setor mineiro, a anglo-australiana Rio Tinto, investir cerca de mil milhões de euros numa parceria para explorar aquela que é considerada das maiores jazidas de ferro.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Minas de Ferro - Torre de Moncorvo
Nota: Para abrir a página(ampliar as fotos), clique no lado direito do rato ;abrem as instruções, e depois clique em abrir hiperligação.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Minas de Moncorvo podem albergar maior investimento estrangeiro de sempre
Nas minas de Moncorvo, ricas em ferro, pode nascer o maior investimento estrangeiro de sempre em Portugal. O Governo e a multinacional anglo-australiana Rio Tinto, empresa que será responsável pela exploração de ferro nas minas situadas no nordeste de Portugal, terminaram as negociações e o contrato será assinado entre 11 e 15 de Junho.

O contrato a assinar representa o maior investimento estrangeiro alguma vez realizado em Portugal. Numa primeira fase assumirá a forma de concessão experimental, uma fase intermédia até ao contrato de exploração final, e visa aprofundar o conhecimento do jazigo, que se admite ser um dos maiores da Europa.
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