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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

HOMENAGEM AO FERRO


Cal Lane , naceu a 6 de Novembro de 1968 no Canada.
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 http://www.facebook.com/pages/Cal-Lane/291626354639?sk=wall

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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

"Moncorvo, Zona Quente na Terra Fria" (1974) IV

O SONHO DAS MINAS A FUNCIONAR PASSA POR OUTRAS REALIDADES


«Se um dia as minas funcionarem a sério… se um dia Moncorvo for a terra do ferro…» Este sonho foi-me posto com tal veemência que não posso deixar de o registar no derradeiro texto sobre a vila e o concelho. As minas são as de hematite, no Carvalhal, mais ou menos a caminho do Felgar (num desvio). E o que há sobre elas está, por agora, num plano de hipotética concretização.
Socorro-me de textos oficiais para fazer ponto à situação do ferro (hematite) de Moncorvo. Assim, as Estatísticas Industriais de 1972, vol. I, «Indústrias Extractivas», a pp. 12/13, diziam no capítulo da «Extracção de Minérios de Ferro» que a produção continental de ferro no ano anterior montara a 42826 toneladas, sendo 42140 de ferro-manganês, do Cercal do Alentejo, supõe-se, e escassas 686 (valendo 137 contos) de hematite, estas do Carvalhal. O distrito da Bragança tinha, em 31-12-1971, qualquer coisa como 33 estabelecimentos registados e 508 coutos mineiros de ferro.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Trás -os- Montes (Outono )

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sexta-feira, 28 de março de 2014

Minas de Torre de Moncorvo querem contratar 400 pessoas

Antigo bairro da Ferrominas.Foto: Leonel Brito
28 Março 2014, 15:24 por Alexandra Noronha | anoronha@negocios.pt

A MTI, futura concessionária do projecto, pretende antecipar o início da exploração.

As futuras minas de ferro de Torre de Moncorvo precisam de 400 trabalhadores numa fase inicial, sendo que, posteriormente, a empresa MTI poderá contratar até 700 trabalhadores, segundo revelou ao Negócios Tiago Souza d’Alte, director executivo da futura concessionária do projecto.
 "O nosso contrato inicial é para quatro anos de preparação, mas queremos tentar antecipar a entrada em funcionamento das minas", explicou o responsável e porta voz da MTI. A empresa gastou em 2013 mais de um milhão de euros em estudos e pretende, em Abril, iniciar o processo para obter a Declaração de Impacto Ambiental favorável ao projecto e, assim, antecipar o início da exploração, que está provisoriamente previsto para 2016. 
 A MTI, que apresenta publicamente esta tarde o resultado dos estudos de ordem de magnitude, terá depois que passar por duas fases para aferir a viabilidade do projecto e conta depois assinar um contrato de concessão com o Estado, que pode durar entre 50 e 60 anos, segundo Tiago Souza d’Alte. O investimento previsto ronda os 600 milhões de euros, sobretudo em equipamento de extracção.
 A MTI  foi criada em 2008 por investidores nacionais para o sector. "Estamos confiantes que não haverá obstáculos ao financiamento", explicou o director executivo da MTI.

O principal mercado para as minas será o europeu que "importa 80% do ferro" que consome, explica Tiago Souza d’Alte. Mas a facturação irá depender do preço do ferro nos mercados internacionais.
 Este depósito de ferro foi explorado desde tempos históricos, mas a sua exploração moderna decorreu entre 1957 e 1986. Tiago Souza d’Alte diz que ainda há muito minério por explorar, sobretudo recorrendo às técnicas que existem actualmente. 

 Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/minas_de_torre_de_moncorvo_querem_contratar_400_pessoas.html

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Torre de Moncorvo pretende fornecer material para recuperação da orla costeira

O presidente da Câmara de Torre de Moncorvo anunciou nesta quinta-feira que, futuramente, o concelho poderá fornecer ao litoral material "apropriado", resultante da exploração mineira local, para aplicar em obras de recuperação da orla costeira afectada pelas intempéries.
 "A MTI, empresa que detém os direitos de concessão da exploração das minas de ferro do concelho, já se comprometeu com a autarquia em dar início à actividade mineira no princípio de 2015, e que os [materiais] rejeitados da actividade, que têm uma grande concentração de ferro, poderão ser uma grande ajuda para a recuperação de todo o litoral", disse à Lusa, Nuno Gonçalves.
 O autarca garantiu ainda que a empresa concessionária e a autarquia estarão abertas "ao diálogo" para o fornecimento desse material, resultante da exploração do concentrado de ferro previsto para o início de 2015.
 Documentos que propõem esta solução já foram entregues ao Governo por parte da MTI- Ferro de Moncorvo, SA, a empresa concessionária da exploração mineira no concelho transmontano.
 "Este material, se não fosse produzido nas minas de Torre de Moncorvo teria de ser importado da Suécia", acrescentou o autarca.
 Segundo o documento da MTI enviado ao Governo, a que a Lusa teve acesso, os inertes densos de ferro de Torre de Moncorvo já foram utilizados "com sucesso" em obras de protecção nos molhes de Sines e da barra do Douro, resistindo a violentos temporais devido à sua elevada densidade e características.
 "Os subprodutos [rejeitados] resultantes da exploração mineira são armazenados e utilizados na posterior recuperação das áreas exploradas, constituído um passivo ambiental", alerta a empresa.
 A empresa concessionária das minas de Ferro de Torre de Moncorvo prevê concluir os compromissos contratuais, referentes à exploração experimental em curso, no início de 2015, e começar a produção nesse mesmo período de 2015.
 A MTI, que poderá explorar os depósitos de ferro em Torre de Moncorvo, já disse que irá investir cerca de 600 milhões de euros "logo que haja uma decisão favorável sobre o Estudo de Impacto Ambiental".
 A empresa mineira tem ainda um período de cerca de três anos para definir a viabilidade técnico-económica e ambiental da exploração e efectuar os estudos de pré-viabilidade e de viabilidade do projecto.
http://www.publico.pt/local/noticia/torre-de-moncorvo-pretende-fornecer-material-para-recuperacao-da-orla-costeira-1624476

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Exploração mineira em Moncorvo "sempre" foi compatível com parque eólico

Carvalhal 1974. Arquivo de Lb
Torre de Moncorvo, 11 dez (Lusa) - O novo presidente da Câmara de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves (PSD), defendeu hoje que a construção de um parque eólico na serra do Reboredo "sempre" foi compatível com o projeto de exploração mineira para aquela área do concelho.
"Desde sempre, mesmo quando estava na oposição, que defendo que a instalação de um parque eólico na serra do Reboredo era compatível com a exploração mineira, porque se trata de dois projetos estruturantes para o concelho e não chocam um com o outro", disse Nuno Gonçalves à agência Lusa.
Em julho de 2012, também em declarações à Lusa, o então presidente da autarquia, Aires Ferreira (PS), afirmou que a possibilidade de reativação das minas no cabeço do Carvalhal inviabilizava a instalação de um parque eólico, o que significava que, se não avançasse a exploração mineira, o município perderia dois investimentos.
"Para o concelho de Torre de Moncorvo, que está financeiramente desestruturado, a construção de um parque eólico na serra do Reboredo ou na serra da Lousa seria uma forma ajudar a equilibrar as contas da autarquia já que até julho de 2014 está prevista a entrada de 3,750 milhões de euros", declarou o atual presidente da autarquia.
Embora considere o investimento no setor eólico "estruturante para o concelho de Torre de Moncorvo", Nuno Gonçalves assinala que a apresentação do projeto da multinacional Island "foi feita no tempo errado, já que se estava em tempo de pré-campanha eleitoral".
O atual autarca de Torre de Moncorvo acrescenta que até hoje ainda não foi contactado pela multinacional de capitais irlandeses Island, apesar do contrato de contrapartidas ter sido assinado no passado mês de setembro.
"Sei que há documento assinado por pessoas que me merecem a minha confiança, como é caso do anterior presidente, e penso que o investimento estará de alguma forma assegurado, sendo um projeto que se pode deixar cair", destacou.
O investimento anunciado pela multinacional de capitais irlandeses ronda os 75 milhões de euros, o que vai permitir a instalação de 25 a 30 aerogeradores com uma potência que vai de 2 a 2,5 megawatts, tratando-se assim de um investimento "viável".
A potência total a instalar está prevista para os 50 megawatts.
O futuro parque eólico está previsto para uma altura de 900 metros de altitude, entre as localidades de Lousa e Castedo.
A futura infraestrutura elétrica apanhará ainda parte do vizinho concelho de Carrazeda de Ansiães, onde ficarão instalados três a sete aerogeradores.
O começo da construção do parque eólico no concelho de Torre de Moncorvo está agendado para o verão de 2014, prevendo-se a sua conclusão nos primeiros meses de 2015.
FYP // JGJ
Lusa/fim


terça-feira, 11 de junho de 2013

Minério de Moncorvo usará via fluvial apesar do interesse da CP Carga

MTI vai construir barcaças para escoar o minério pelo rio Douro e oceano Atlântico até ao porto de Aveiro, o que foi considerado pela empresa ferroviária como uma "desconsideração"
A via fluvial ou um mineroduto. O transporte ferroviário está fora de questão. São estes os cenários propostos pela MTI - Ferro de Moncorvo SA para o escoamento do minério desde Trás-os-Montes até ao porto de Aveiro.

O minério extraído das minas de Carviçais (Torre de Moncorvo) será transportado em camiões até ao porto fluvial de Pocinho e daí seguirá por barcaças pelo rio Douro e pelo oceano até ao porto de Aveiro, onde a carga será transbordada para navios graneleiros.
Mas é no Pocinho, mesmo ao lado do porto fluvial, que se situa uma das pontas da rede ferroviária nacional na qual a CP Carga dispõe até de um terminal de mercadorias com espaço suficiente para ser ampliado.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Torre de Moncorvo: Multinacional MTI explica projeto mineiro à população

Foto A.F.F.M.

A multinacional MTI vai assinalar o Dia Europeu dos Minerais com um conjunto de iniciativas que pretendem manter a população do concelho de Torre de Moncorvo informada sobre o projeto de exploração mineira em curso naquela região.   
 Aquela empresa do setor mineiro avançou que o dia aberto para os minerais está agendado para sexta-feira, estando em consonância com expectativas criadas na população, em relação à exploração mineira na área do Carvalhal, situada naquele concelho transmontano.
"Esta iniciativa, que conta com o apoio do município de Torre de Moncorvo, tem o objetivo de manter a população informada acerca da evolução do projeto, mas também o de gerir as expectativas face à realidade deste empreendimento", avança a MTI.
A MTI já prestou uma caução ao Estado no valor de 700 mil euros (o total a prestar de caução é 1,2 milhões de euros), tendo iniciado várias frentes de trabalho necessárias à definição da viabilidade técnico-económica da exploração e aos estudos de pré-viabilidade e viabilidade do projeto.
O evento, designado por "Open Day da MTI", vai decorrer na antiga estação da CP de Moncorvo e terá diversas atividades onde se destaca a conferência "Da Jangada de Pedra de José Saramago ao minério de ferro de Torre de Moncorvo".
As atividades terminam com um ponto de situação do projeto da MTI, apresentado por Vítor Correia, presidente do Conselho de Administração da MTI.
Em complemento a estas duas iniciativas, vão decorrer no Agrupamento de Escolas de Torre de Moncorvo, atividades experimentais da responsabilidade do Centro de Ciência Viva de Estremoz que, no seu conjunto, permitirão aos alunos integrar os conhecimentos sobre Geologia com a evolução da região onde vivem.
“Esta iniciativa pretende ser uma demonstração clara e inequívoca do empenhamento da MTI em definir para Moncorvo um projeto sustentável, assegurando uma relação edificante com as comunidades estabelecidas no interior e na envolvente próxima da área concessionada", avançou Vítor Correia.
 www.rba.pt

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Maior empresa mineira do mundo quer investir em Torre do Moncorvo (Publicado a 20 de Outubro de 2011)

Os australianos da Rio Tinto, a maior empresa de minas do mundo, querem investir cerca de mil milhões de euros na exploração de ferro em Portugal, disse fonte próxima das negociações à Lusa.
...minas de Torre de Moncorvo
O projecto será realizado nas minas de Torre de Moncorvo, em Trás-os-Montes, um dos maiores depósitos de minério de ferro da Europa, com recursos medidos e indicados de 552 milhões de toneladas de minério e recursos inferidos de mil milhões de toneladas.
O investimento está a ser negociado entre o Governo, a empresa que detém a concessão da mina até 2070, a MTI - Minning Technology Investments, e a Rio Tinto, refere a mesma fonte.
O Ministério da Economia confirma oficialmente que está «a desenvolver negociações com uma das maiores empresas do mundo para um grande investimento no sector mineiro em Portugal», sem, no entanto, avançar qualquer dado sobre o assunto.
Álvaro Santos Pereira já tinha anunciado a 27 de Setembro na RTP que existia uma multinacional que pretendia fazer um grande investimento em Portugal, escusando-se na altura a avançar com detalhes.

Texto: http://m.tsf.pt/m/newsArticle?contentId=2070921&page=1
Ver:
http://www.rtp.pt/noticias/?t=Autarca-de-Torre-de-Moncorvo-so-concorda-com-investimento-se-municipio-for-ressarcido-e-populacao-compensada.rtp&article=491154&visual=3&layout=10&tm=6
http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Populacao-contente-com-possivel-investimento-nas-minas-de-Torre-de-Moncorvo.rtp&headline=46&visual=9&article=491016&tm=8

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Ferro de Moncorvo no Canadá

Foto  A.F.F.M.

 - A MIT- Ferro de Moncorvo S.A. anunciou hoje que estará presente na "maior feira internacional do mundo" dedicada ao setor mineiro para promover o projeto que está a desenvolver na região de Torre de Moncorvo.
O certame vai decorrer de 03 as 06 de março na cidade de Toronto, no Canadá, onde a MTI quer consolidar a projeção internacional da empresa e do projeto mineiro que está a desenvolver em Moncorvo desde de 2008, disse hoje à Lusa o presidente do seu conselho de administração, Vítor Correia.
"Têm sido inúmeros os pedidos de informação por parte de potenciais investidores internacionais, sobretudo desde que em novembro de 2012 foi assinado com o Estado português o contrato para a exploração experimental de depósitos de minério de ferro em Moncorvo", explicou.

 (Lusa)

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Morcegos 2 - Moncorvo 0


Ambientalistas preocupados com colónias de morcegos nas minas de Moncorvo.

No dia em que o Ministério da Economia assina novos contratos para a exploração de minas em Portugal, os ambientalistas fazem saber que não aceitam o que está a acontecer com os trabalhos de prospeção nas minas de Moncorvo, que estão a pôr em risco duas espécies de morcegos em vias de extinção.Ainda há pouco tempo, uma das barragens do plano nacional - a barragem de Padroselos - ficou pelo caminho por causa de uma espécie rara de mexilhão, levando o Ministério do Ambiente a travar a obra.Os ambientalistas avisam que o mesmo pode acontecer nas minas de Moncorvo.
Arlinda Brandão (Com Marcos Celso)
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=629596&tm=8&layout=123&visual=61
OBRIGATÓRIO VER:
http://lelodemoncorvo.blogspot.pt/2013/01/morcegos-1-moncorvo-0.html
http://lelodemoncorvo.blogspot.pt/2013/01/ambientalistas-preocupados-com-morcegos.html

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

MORCEGOS -1 MONCORVO - 0

Empresa que vai explorar as minas de Moncorvo garante a preservação da biodiversidade
MTI explica que só depois de concluídos os diversos estudos de Impacto Ambiental é que se iniciará a exploração efetiva
A MTI, empresa que poderá vir a explorar os depósitos de ferro em Torre de Moncorvo, garantiu hoje que irá "contribuir para preservação da biodiversidade da área onde o projeto se insere", rejeitando críticas dos ambientalistas.
http://m.dinheirovivo.pt/m/article?contentID=CIECO093204



sábado, 19 de janeiro de 2013

Ambientalistas preocupados com morcegos em Torre de Moncorvo

Reportagem de Olímpia Mairos


Quercus sugere a interrupção da exploração de minério para avaliar o impacto negativo que está a ter sobre os morcegos que vivem nas minas.
Os ambientalistas pedem a suspensão da exploração experimental de minério, em Torre de Moncorvo, até que seja feito um estudo de impacte ambiental e encontradas medidas que preservem os morcegos que vivem nos abrigos das minas.
Nuno Sequeira da Quercus diz que esta espécie protegida já está a ser afectada.
“Detectámos através de pessoas no local, mas também através de técnicos que trabalham com esta espécie que estão a existir impactos. Os trabalhos devem ser suspensos até se fazer um estudo para avaliar os impactos para se poder depois avaliar alternativas e depois ver o que se pode fazer”, considera Nuno Sequeira.
“Não dizemos que os trabalhos sejam parados definitivamente, mas que sejam suspensos para que, tal como se faz com outro tipo de projectos, fazer-se um estudo de impacte ambiental antes de os projectos avançarem, que dê algumas pistas para que a actividade não cause tantos impactos.”
Quercus, Liga para a Protecção da Natureza, Fapas e GEOTA pedem a suspensão da exploração mineira em Torre de Moncorvo, até que sejam encontradas medidas para proteger os morcegos que vivem nos abrigos das minas.
PARA OUVIR:
PARA RECORDAR:
Cartaz da palestra MORCEGOS NA REGIÃO DE DE MONCORVO
 

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Todos à espera de ver assinado o contrato para o ferro de Moncorvo

Foto A.F.F.M.
A promessa de grandes investimentos, no passado, que acabaram por não se concretizar, criou um sentimento de "desconfiança" que leva alguns interlocutores ouvidos hoje pela Lusa a preferirem aguardar pela formalização do negócio.
"Quando houver um contrato, eu falo", é a reação do presidente da Câmara de Torre de Moncorvo, Aires Ferreira, que reafirma apenas o que já tinha dito em outubro de 2001, quando foi anunciada pelo Governo a intenção do gigante do setor mineiro, a anglo-australiana Rio Tinto, investir cerca de mil milhões de euros numa parceria para explorar aquela que é considerada das maiores jazidas de ferro.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Minas de Ferro - Torre de Moncorvo


















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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Minas de Moncorvo podem albergar maior investimento estrangeiro de sempre

Nas minas de Moncorvo, ricas em ferro, pode nascer o maior investimento estrangeiro de sempre em Portugal. O Governo e a multinacional anglo-australiana Rio Tinto, empresa que será responsável pela exploração de ferro nas minas situadas no nordeste de Portugal, terminaram as negociações e o contrato será assinado entre 11 e 15 de Junho.

 O contrato a assinar representa o maior investimento estrangeiro alguma vez realizado em Portugal. Numa primeira fase assumirá a forma de concessão experimental, uma fase intermédia até ao contrato de exploração final, e visa aprofundar o conhecimento do jazigo, que se admite ser um dos maiores da Europa.