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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Salomão sai de Belém a caminho da Faia Brava







Foi no séc. XVI que o elefante Salomão partiu de Portugal em direcção à Áustria para ser oferecido pelo rei D. João III ao arquiduque austríaco Maximiliano II. Não há registos da viagem, apenas se sabe que a etapa nacional terminou em Figueira de Castelo Rodrigo, junto à fronteira com Espanha.
José Saramago, no seu romance “A viagem do elefante”, relata toda esta odisseia que cruzou o país. Em 2009 nasce o Caminho de Salomão, uma Rota Portuguesa marcada pelo próprio escritor, onde são assinalados novos apeadeiros entre os dois pontos conhecidos da viagem.
Esta rota cultural, tem como objectivo dar a conhecer os sabores, memórias, mitos e tradições desta região, passa em Cidadelhe, na entrada da Reserva da Faia Brava e em Castelo Rodrigo.
A região do Vale do Côa, detentora de um encanto especial, dá agora a conhecer ao mundo o seu património cultural através do Caminho de Salomão. Ora cá fica uma sugestão, descobrir esta Rota histórica, e aproveitar a passagem pela entrada da Reserva para se maravilhar com a paisagem do Côa.
ATN


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domingo, 28 de fevereiro de 2016

FOZ COA - ARRANCA HOJE MAIS UMA EDIÇÃO DA FESTA DA AMENDOEIRA EM FLOR

Começa hoje mais uma edição da festa da amendoeira em flor em Foz Coa. O certame prolonga-se até dia 13 de março onde estão previstas imensas atividades. Um dos principais objetivos é atrair visitantes à região de Foz Coa e expor os produtos endógenos no certame da Expcoa, como adiantou o Vereador do Município de Foz Coa João Paulo Sousa.
Foz coa auto denomina-se como a capital da amendoeira em flor, o vereador também salienta que Foz coa é o único concelho do país com 2 patrimónios mundiais, e que este evento das amendoeiras em flor é mais um motivo para visitar o concelho e afirmar-se como capital cultural do interior. 
O desfile etnográfico, que acontece no ultimo fim de semana é já uma referencia desta festa da amendoeira em flor. São esperadas milhares de pessoas até porque, é a cereja no topo do bolo como referiu o Vereador João Paulo Sousa.
Fonte: http://radiof.gmpress.pt/arranca-hoje-mais-uma-edicao-da-festa-da-amendoeira-em-flor-em-foz-coa/

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Parque Arqueológico de Foz Côa

 Como se vivia há 25 mil anos?
O Renato Duarte foi até Vila Nova de Foz Côa perceber porque é que há 20 anos uma das grandes obras públicas portuguesas foi interrompida para preservar a memória do paleolítico.
No Parque Arqueológico de Foz Côa, onde se encontra o Museu do Côa, o nosso repórter visitou o maior conjunto de gravuras rupestres ao ar livre do mundo. O arqueólogo António Martinho Batista guiou esta visita ao local que é património da humanidade, consagrado pela UNESCO.


Fonte: rr.sapo.pt/artigo/39371/como_se_vivia_ha_25_mil_anos

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

“Côa: Reinventar a Arte da Nascente à Foz”

A 18 de Abril, Dia Internacional dos Monumentos e dos Sítios – “Do Património Mundial ao Património Local: Proteger e Gerir a Mudança”, vai ser inaugurada, pelas 15h00, no espaço “Portas do Côa”, do Centro Cívico Nascente do Côa, a Exposição “Côa: Reinventar a Arte da Nascente à Foz”.
Esta Exposição surgiu da sinergia entre a Câmara Municipal do Sabugal e a Fundação Côa Parque (Parque Arqueológico / Museu do Côa), destacando-se o papel catalisador da Junta de Freguesia dos Fóios, tendo por denominador comum o Rio Côa e as formas de arte primitiva ao longo do seu curso, da Nascente à Foz, promovendo o património e a sua relação com o Homem / Território.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Museu do Côa

Esta fotografia de Daniel Palos, obtida no Museu do Côa, foi considerada a imagem do dia no site Liquid Images do dia 4 de Janeiro de 2012.
Este reconhecimento dá direito a publicação na revista DP-Arte fotográfica.

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Terceira edição do Côa Criativo

Territórios do Côa

A Territórios do Côa – Associação de Desenvolvimento Regional, e em representação da região de influência do Vale do Côa (Almeida, Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à Cinta, Mêda, Mogadouro, Pinhel, Sabugal, Torre de Moncorvo, Trancoso e Vila Nova de Foz Côa), promove, de 17 a 19 de Setembro, a terceira edição do Côa Criativo.
A edição deste ano contempla um programa de três dias e abrange três concelhos. A inauguração será no dia 17 de Setembro, em Mogadouro; sucede-se Torre de Moncorvo, no dia 18 de Setembro e Freixo de Espada à Cinta, no dia 19 de Setembro.
A Territórios do Côa aposta na inovação dos conteúdos e que pretende estimular o convívio e o envolvimento das pessoas em temáticas que poderão ser replicadas quer na vida profissional quer na vida pessoal. Os oradores convidados possuem experiências repartidas entre o mundo empresarial, público e privado, associativo, académico, autárquico e governamental, artístico e da imprensa, e participam em representação da Academia das Emoções, parceiro desta iniciativa.

Paralelamente aos workshops e em parceria directa com os Municípios de Mogadouro, Torre de Moncorvo e Freixo de Espada Cinta serão ainda garantidas actividades complementares de promoção da criatividade.

Fonte: http://www.jornalaguarda.com/index.php/atualidade/853-terceira-edicao-do-coa-criativo

terça-feira, 15 de julho de 2014

Arqueólogo de Foz Côa co-edita livro sobre arte rupestre para a conceituada Routledge

15/07/2014 - 15:28
Volume reúne contribuições de investigadores internacionais numa área que tem sido "o patinho feio" da arte rupestre.

O coordenador do programa de conservação de arte rupestre no Parque Arqueológico do Vale do Côa, António Pedro Batarda Fernandes, é o co-editor de um volume sobre conservação de arte rupestre ao ar livre que a editora Routledge, líder mundial em publicações académicas de ciências sociais, acaba de publicar.
O livro de 278 páginas Open-Air Rock-Art Conservation and Management: State of the Art and Future Perspectives (“Conservação e Gestão de Arte Rupestre ao Ar Livre: O Estado da Arte e Perspectivas Futuras”, numa tradução literal) reúne as contribuições de diversos investigadores internacionais especialistas em conservação de arte rupestre ao ar livre.
Este campo específico, de estudos sobre arte rupestre ao ar livre, tem recebido relativamente pouca atenção, em contraste com a extensa pesquisa que tem sido desenvolvida sobre a preservação de arte rupestre em ambientes protegidos como cavernas e abrigos rochosos. António Batarda, que co-edita o volume com Timothy Darvill, arqueólogo e professor da Bournemouth University, em Inglaterra, nota ao PÚBLICO que os sítios arqueológicos de arte rupestre ao ar livre eram até há pouco tidos como “o patinho feio”. “É muito pouca a literatura que existe sobre conservação de arte rupestre ao ar livre. Quando cheguei ao Parque Arqueológico do Vale do Côa, em 2000, ela estava reduzida a newsletters e fóruns de discussão mais ou menos obscuros”, diz.
O Vale do Côa é “O santuário de arte rupestre ao ar livre na Europa, com O maiúsculo”
António Batarda Fernandes, arqueólogo
O volume agora publicado corresponde a uma vontade de “trazer para o mainstream” esta área de estudos e resultou de uma proposta feita pelos dois co-editores à Routledge que teve como ponto de partida os papers apresentados numa sessão por eles organizada durante o Congresso da Associação Europeia de Arqueólogos de 2010.
O livro apresenta quase duas dezenas de casos, da Austrália aos Estados Unidos. Um dos capítulos, assinado por António Batarda Fernandes, é dedicado ao Vale do Côa – um dos dois sítios arqueológicos de arte rupestre ao ar livre no mundo onde se está a estudar a relação entre as variáveis meteorológicas (radiação solar, precipitação, humidade, etc) e o grau de degradação nas rochas gravadas consoante a sua orientação cardial (painéis expostos a norte ou a sul).
Os métodos e filosofias de conservação de arte rupestre ao ar livre continuam a ser matéria de amplo debate, por vezes, até entre arqueólogos que trabalham no mesmo local.
O Vale do Côa é “O santuário de arte rupestre ao ar livre na Europa, com O maiúsculo”, diz António Batarda Fernandes ao PÚBLICO, pela quantidade ímpar de gravuras e rochas gravadas que sobreviveram – cerca de mil rochas gravadas, metade das quais datam do Paleolítico Superior. O arqueólogo nota que quando as gravuras de Foz Côa foram descobertas, em 1994, apenas existiam “um ou dois sítios” de arte rupestre ao ar livre desse mesmo período pré-histórico. Actualmente, existe já uma dezena.



quinta-feira, 29 de maio de 2014

Côa Parque quer chegar a novos públicos com organização de festival vínico

Foto Lb
 A Fundação Côa Parque, que faz a gestão do Museu e Parque Arqueológico do Côa, anunciou hoje que pretende chegar pela primeira vez a todos os tipos de púbico com a organização do Festival do Vinho do Douro Superior.
A iniciativa decorre entre sexta-feira e domingo e pretende aproximar "a cultura da economia" numa ação que coloca em valor os maiores "embaixadores" da região: o património mundial da Unesco representado pelas gravuras rupestres do Vale do Côa e "riqueza" produzida pela qualidade dos vinhos do Douro Superior.
"Esta é uma tentativa de fazer a abertura [da fundação] ao exterior e assim chegar a todos os tipos de público através de uma das atividades económicas de maior relevo da região, como é a produção de vinho, e ao mesmo tempo associada a projeção internacional que a fundação tem através de uma património com mais 25 mil anos", disse hoje à Lusa o presidente da fundação, Fernando Real.
A organização do certame e pela primeira vez é da responsabilidade do Côa Parque em parceria com a câmara de Vila Nova de Foz Côa.
Segundo o responsável é preciso colocar "em evidência" um projeto cultural associado a um recurso endógeno da região como é produção de vinhos " de qualidade superior".
"A economia da cultura é um dado importante porque as políticas europeias começam a convergir nesse sentido, não só através do património ou das indústrias criativas, sendo por isso cada vez mais importante estabelecer parcerias entre os diferentes agentes locais de forma a trabalhar em rede ", frisou.
No certame estão disponíveis 73 espaços para degustação de vinhos e sabores provenientes de oito concelhos da região Douro Superior (Carrazeda de Ansiães, Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à Cinta, Mêda, São João da Pesqueira, Torre de Moncorvo, Vila Flor, Vila Nova de Foz Côa), com mais de 220 referências e de 3.000 garrafas de vinhos que estarão estar em prova ao longo das dezoito horas da Feira de Vinhos e Sabores.
A Expo Côa vai ser palco da Feira de Vinhos e Sabores (prova de vinhos gratuita e possibilidade de aquisição dos mesmos a preços especiais), de quatro Provas Comentadas por Especialistas, três de vinhos e uma de azeites.
Um colóquio destinado a profissionais do sector vitivinícola sob o tema "O Douro Sustentável: Vinho e Turismo / Património"; e do Concurso de Vinhos do Douro Superior, marcaram um evento que se prolonga até domingo.
A novidade deste ano é um Jantar Vínico da autoria de um chef nacional, a acontecer no restaurante Coa Museu.
A cidade de Vila Nova de Foz Côa vai ser "invadida" por muita diversão, com várias demonstrações artísticas ao longo dos três dias: números de magia, malabarismo, intervenções de teatro de rua, percussão tradicional portuguesa.
Destaque ainda para um concerto da fadista Mariza, com lugar marcado para sábado, à noite, no palco do ExpoCôa.
FYP // MSP
Lusa/fim


quarta-feira, 19 de março de 2014

segunda-feira, 17 de março de 2014

sábado, 25 de janeiro de 2014

Trabalhadores da Fundação Côa Parque não receberam salario de Janeiro

Os cerca de 40 funcionário da Fundação Côa Parque não receberam o salário correspondente ao mês de Janeiro, disse nesta quinta-feira fonte do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Centro (STFPS).
"Desde o seu início, a Fundação Côa Parque tem-se debatido com problemas de tesouraria, ou seja, os sócios fundadores não têm feito as transferências das verbas que estão acordadas. Pelo menos é o que nos informa a direcção da fundação", disse Luís Luís, delegado do STFPS.
Há já "largos meses" que os salários dos trabalhadores da Fundação Côa Parque "têm sofrido atrasos no seu pagamento, como o subsídio de férias foi pago com uma semana de atraso", exemplificou o sindicalista.
"O que nos foi transmitido via e-mail, pelo Conselho de Administração da Fundação, é que este mês não havia dinheiro para o vencimentos e não foi apresentada nenhuma data para o pagamento dos ordenados dos trabalhadores", frisou Luís Luís.
Os membros fundadores da Côa Parque são a Direcção-Geral do Património Cultural, ministérios da Economia e do Ambiente, Câmara de Vila Nova de Foz Côa e Associação de Municípios do Vale do Côa.
"Deteriora-se a situação na Fundação Côa Parque. Depois de ficarmos a saber que o Governo ainda anda a avaliar o que fazer da Fundação, tivemos hoje a certeza, através de nota de serviço interna, de que os nossos ordenados não serão pagos, situação que se pode arrastar até Fevereiro", acrescentam os trabalhadores, em comunicado enviado à Lusa.
A Fundação Côa Parque tem a seu cargo a gestão do Museu do Côa (MC) e o Parque (PAVC) Arqueológico do Vale do Côa.
Os trabalhares do MC e do PAVC garantem que se trata de uma situação de “suma gravidade para quem trabalha, sobretudo para quem aufere de salários baixos e para quem as contas a pagar chegam, infelizmente, à tabela”.
"Trata-se de um desrespeito e de uma falta de consideração por um corpo de funcionários que já foi dado como exemplar na administração pública. A recompensa para tal exemplaridade tem que ser ela própria exemplar; assim, para além dos pesadíssimos cortes extensíveis a todos os colegas da função pública, vimos também ser-nos sonegado o direito ao salário", adiantam em comunicado após plenário de trabalhador realizado em Vila Nova de Foz Côa.
Para denunciar a situação publicamente, foi anunciada uma concentração em Lisboa junto àSecretaria de Estado da Cultura e uma jornada de luta a realizar no próximo dia 13 de fevereiro.


A Lusa tentou contactar a direção da Fundação Côa Parque, mas sem sucesso.
http://www.publico.pt/local/noticia/trabalhadores-da-fundacao-coa-parque-nao-receberam-salario-de-janeiro-1620885

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Fotografar no Côa, Águeda e Douro Internacional


Os vales do Côa, Águeda e Douro Internacional compõem hoje um conjunto de áreas protegidas de admirável valor patrimonial.
Descobrem-se aqui paisagens amplas, que ora encerram os segredos de uma arte milenar, ora surgem desenhadas por singulares arquitecturas vinhateiras, em harmonioso convívio com uma fauna e flora que compõem um quadro tantas vezes exuberante. 
Conhecer ou revisitar estes territórios é uma experiência marcante.
O Master Class e o Workshop de fotografia propõem-se orientar um outro olhar sobre estes patrimónios de diversidade, agora pintados em tons outonais…
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=724344734246539&set=a.495066657174349.126481.301386623209021&type=1&theater

sábado, 22 de junho de 2013

Por Terras do Côa - VIAGEM DO ELEFANTE



MÓ - "Arquitecturas da Água - entre o Coa, o Águeda e o Douro Internacional"


from coletivo criatura on Vimeo.
Documentário realizado no âmbito do projeto de investigação "Arquitecturas da Água - entre o Coa, o Águeda e o Douro Internacional" para a Direção Regional de Cultura do Norte. Editado exclusivamente com as imagens de apoio à investigação etnográfica.