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sexta-feira, 26 de agosto de 2016
Salomão sai de Belém a caminho da Faia Brava
domingo, 28 de fevereiro de 2016
FOZ COA - ARRANCA HOJE MAIS UMA EDIÇÃO DA FESTA DA AMENDOEIRA EM FLOR
Começa hoje mais uma edição da festa da amendoeira em flor em Foz Coa. O certame prolonga-se até dia 13 de março onde estão previstas imensas atividades. Um dos principais objetivos é atrair visitantes à região de Foz Coa e expor os produtos endógenos no certame da Expcoa, como adiantou o Vereador do Município de Foz Coa João Paulo Sousa.
Foz coa auto denomina-se como a capital da amendoeira em flor, o vereador também salienta que Foz coa é o único concelho do país com 2 patrimónios mundiais, e que este evento das amendoeiras em flor é mais um motivo para visitar o concelho e afirmar-se como capital cultural do interior.
O desfile etnográfico, que acontece no ultimo fim de semana é já uma referencia desta festa da amendoeira em flor. São esperadas milhares de pessoas até porque, é a cereja no topo do bolo como referiu o Vereador João Paulo Sousa.
Fonte: http://radiof.gmpress.pt/arranca-hoje-mais-uma-edicao-da-festa-da-amendoeira-em-flor-em-foz-coa/
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Parque Arqueológico de Foz Côa
Como se vivia há 25 mil anos?
O Renato Duarte foi
até Vila Nova de Foz Côa perceber porque é que há 20 anos uma das
grandes obras públicas portuguesas foi interrompida para preservar a
memória do paleolítico.
Fonte: rr.sapo.pt/artigo/39371/como_se_vivia_ha_25_mil_anos
No
Parque Arqueológico de Foz Côa, onde se encontra o Museu do Côa, o
nosso repórter visitou o maior conjunto de gravuras rupestres ao ar
livre do mundo. O arqueólogo António Martinho Batista guiou esta visita
ao local que é património da humanidade, consagrado pela UNESCO.
Fonte: rr.sapo.pt/artigo/39371/como_se_vivia_ha_25_mil_anos
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
“Côa: Reinventar a Arte da Nascente à Foz”
A 18 de Abril, Dia Internacional dos Monumentos e dos Sítios – “Do Património Mundial ao Património Local: Proteger e Gerir a Mudança”, vai ser inaugurada, pelas 15h00, no espaço “Portas do Côa”, do Centro Cívico Nascente do Côa, a Exposição “Côa: Reinventar a Arte da Nascente à Foz”.
Esta Exposição surgiu da sinergia entre a Câmara Municipal do Sabugal e a Fundação Côa Parque (Parque Arqueológico / Museu do Côa), destacando-se o papel catalisador da Junta de Freguesia dos Fóios, tendo por denominador comum o Rio Côa e as formas de arte primitiva ao longo do seu curso, da Nascente à Foz, promovendo o património e a sua relação com o Homem / Território.segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Museu do Côa
Reedição de posts desde o início do blogue
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Terceira edição do Côa Criativo
Territórios do Côa
A Territórios do Côa – Associação de
Desenvolvimento Regional, e em representação da região de influência do Vale do
Côa (Almeida, Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à Cinta, Mêda,
Mogadouro, Pinhel, Sabugal, Torre de Moncorvo, Trancoso e Vila Nova de Foz
Côa), promove, de 17 a 19 de Setembro, a terceira edição do Côa Criativo.
A edição deste ano contempla um programa de
três dias e abrange três concelhos. A inauguração será no dia 17 de Setembro,
em Mogadouro; sucede-se Torre de Moncorvo, no dia 18 de Setembro e Freixo de
Espada à Cinta, no dia 19 de Setembro.
A Territórios do Côa aposta na inovação dos
conteúdos e que pretende estimular o convívio e o envolvimento das pessoas em
temáticas que poderão ser replicadas quer na vida profissional quer na vida
pessoal. Os oradores convidados possuem experiências repartidas entre o mundo
empresarial, público e privado, associativo, académico, autárquico e
governamental, artístico e da imprensa, e participam em representação da
Academia das Emoções, parceiro desta iniciativa.
Paralelamente aos workshops e em parceria
directa com os Municípios de Mogadouro, Torre de Moncorvo e Freixo de Espada
Cinta serão ainda garantidas actividades complementares de promoção da
criatividade.
Fonte: http://www.jornalaguarda.com/index.php/atualidade/853-terceira-edicao-do-coa-criativo
terça-feira, 15 de julho de 2014
Arqueólogo de Foz Côa co-edita livro sobre arte rupestre para a conceituada Routledge
15/07/2014 - 15:28
Volume reúne contribuições de investigadores
internacionais numa área que tem sido "o patinho feio" da arte
rupestre.
O coordenador do programa de conservação de arte rupestre no
Parque Arqueológico do Vale do Côa, António Pedro Batarda Fernandes, é o
co-editor de um volume sobre conservação de arte rupestre ao ar livre que a
editora Routledge, líder mundial em publicações académicas de ciências sociais,
acaba de publicar.
O livro de 278 páginas Open-Air Rock-Art
Conservation and Management: State of the Art and Future Perspectives (“Conservação
e Gestão de Arte Rupestre ao Ar Livre: O Estado da Arte e Perspectivas Futuras”,
numa tradução literal) reúne as contribuições de diversos investigadores
internacionais especialistas em conservação de arte rupestre ao ar livre.
Este campo específico, de estudos sobre arte rupestre ao ar
livre, tem recebido relativamente pouca atenção, em contraste com a extensa
pesquisa que tem sido desenvolvida sobre a preservação de arte rupestre em
ambientes protegidos como cavernas e abrigos rochosos. António Batarda, que
co-edita o volume com Timothy Darvill, arqueólogo e professor da Bournemouth
University, em Inglaterra, nota ao PÚBLICO que os sítios arqueológicos de arte
rupestre ao ar livre eram até há pouco tidos como “o patinho feio”. “É muito
pouca a literatura que existe sobre conservação de arte rupestre ao ar livre.
Quando cheguei ao Parque Arqueológico do Vale do Côa, em 2000, ela estava
reduzida a newsletters e fóruns de discussão mais ou menos
obscuros”, diz.
O Vale do Côa é “O santuário de arte rupestre ao ar livre na
Europa, com O maiúsculo”
António Batarda Fernandes, arqueólogo
O volume agora publicado corresponde a uma vontade de
“trazer para o mainstream” esta área de estudos e resultou de uma
proposta feita pelos dois co-editores à Routledge que teve como ponto de
partida os papers apresentados numa sessão por eles organizada
durante o Congresso da Associação Europeia de Arqueólogos de 2010.
O livro apresenta quase duas dezenas de casos, da Austrália
aos Estados Unidos. Um dos capítulos, assinado por António Batarda Fernandes, é
dedicado ao Vale do Côa – um dos dois sítios arqueológicos de arte rupestre ao
ar livre no mundo onde se está a estudar a relação entre as variáveis
meteorológicas (radiação solar, precipitação, humidade, etc) e o grau de
degradação nas rochas gravadas consoante a sua orientação cardial (painéis expostos
a norte ou a sul).
Os métodos e filosofias de conservação de arte rupestre ao
ar livre continuam a ser matéria de amplo debate, por vezes, até entre
arqueólogos que trabalham no mesmo local.
O Vale do Côa é “O santuário de arte rupestre ao ar livre na
Europa, com O maiúsculo”, diz António Batarda Fernandes ao PÚBLICO, pela
quantidade ímpar de gravuras e rochas gravadas que sobreviveram – cerca de mil
rochas gravadas, metade das quais datam do Paleolítico Superior. O arqueólogo
nota que quando as gravuras de Foz Côa foram descobertas, em 1994, apenas
existiam “um ou dois sítios” de arte rupestre ao ar livre desse mesmo período
pré-histórico. Actualmente, existe já uma dezena.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Côa Parque quer chegar a novos públicos com organização de festival vínico
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| Foto Lb |
A Fundação Côa Parque,
que faz a gestão do Museu e Parque Arqueológico do Côa, anunciou hoje que
pretende chegar pela primeira vez a todos os tipos de púbico com a organização
do Festival do Vinho do Douro Superior.
A iniciativa decorre entre sexta-feira e domingo e pretende
aproximar "a cultura da economia" numa ação que coloca em valor os
maiores "embaixadores" da região: o património mundial da Unesco
representado pelas gravuras rupestres do Vale do Côa e "riqueza" produzida
pela qualidade dos vinhos do Douro Superior.
"Esta é uma tentativa de fazer a abertura [da fundação]
ao exterior e assim chegar a todos os tipos de público através de uma das
atividades económicas de maior relevo da região, como é a produção de vinho, e
ao mesmo tempo associada a projeção internacional que a fundação tem através de
uma património com mais 25 mil anos", disse hoje à Lusa o presidente da
fundação, Fernando Real.
A organização do certame e pela primeira vez é da
responsabilidade do Côa Parque em parceria com a câmara de Vila Nova de Foz
Côa.
Segundo o responsável é preciso colocar "em
evidência" um projeto cultural associado a um recurso endógeno da região
como é produção de vinhos " de qualidade superior".
"A economia da cultura é um dado importante porque as
políticas europeias começam a convergir nesse sentido, não só através do
património ou das indústrias criativas, sendo por isso cada vez mais importante
estabelecer parcerias entre os diferentes agentes locais de forma a trabalhar em
rede ", frisou.
No certame estão disponíveis 73 espaços para degustação de
vinhos e sabores provenientes de oito concelhos da região Douro Superior
(Carrazeda de Ansiães, Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à Cinta,
Mêda, São João da Pesqueira, Torre de Moncorvo, Vila Flor, Vila Nova de Foz
Côa), com mais de 220 referências e de 3.000 garrafas de vinhos que estarão
estar em prova ao longo das dezoito horas da Feira de Vinhos e Sabores.
A Expo Côa vai ser palco da Feira de Vinhos e Sabores (prova
de vinhos gratuita e possibilidade de aquisição dos mesmos a preços especiais),
de quatro Provas Comentadas por Especialistas, três de vinhos e uma de azeites.
Um colóquio destinado a profissionais do sector vitivinícola
sob o tema "O Douro Sustentável: Vinho e Turismo / Património"; e do
Concurso de Vinhos do Douro Superior, marcaram um evento que se prolonga até
domingo.
A novidade deste ano é um Jantar Vínico da autoria de um
chef nacional, a acontecer no restaurante Coa Museu.
A cidade de Vila Nova de Foz Côa vai ser
"invadida" por muita diversão, com várias demonstrações artísticas ao
longo dos três dias: números de magia, malabarismo, intervenções de teatro de
rua, percussão tradicional portuguesa.
Destaque ainda para um concerto da fadista Mariza, com lugar
marcado para sábado, à noite, no palco do ExpoCôa.
FYP // MSP
Lusa/fim
quarta-feira, 19 de março de 2014
segunda-feira, 17 de março de 2014
Castelo Rodrigo - Amendoeiras em flor.
sábado, 25 de janeiro de 2014
Trabalhadores da Fundação Côa Parque não receberam salario de Janeiro
Os cerca de 40 funcionário da Fundação Côa Parque não
receberam o salário correspondente ao mês de Janeiro, disse nesta quinta-feira
fonte do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Centro
(STFPS).
"Desde o seu início, a Fundação Côa Parque tem-se
debatido com problemas de tesouraria, ou seja, os sócios fundadores não têm
feito as transferências das verbas que estão acordadas. Pelo menos é o que nos
informa a direcção da fundação", disse Luís Luís, delegado do STFPS.
Há já "largos meses" que os salários dos
trabalhadores da Fundação Côa Parque "têm sofrido atrasos no seu
pagamento, como o subsídio de férias foi pago com uma semana de atraso",
exemplificou o sindicalista.
"O que nos foi transmitido via e-mail, pelo Conselho de
Administração da Fundação, é que este mês não havia dinheiro para o vencimentos
e não foi apresentada nenhuma data para o pagamento dos ordenados dos
trabalhadores", frisou Luís Luís.
Os membros fundadores da Côa Parque são a Direcção-Geral do
Património Cultural, ministérios da Economia e do Ambiente, Câmara de Vila Nova
de Foz Côa e Associação de Municípios do Vale do Côa.
"Deteriora-se a situação na Fundação Côa Parque. Depois
de ficarmos a saber que o Governo ainda anda a avaliar o que fazer da Fundação,
tivemos hoje a certeza, através de nota de serviço interna, de que os nossos
ordenados não serão pagos, situação que se pode arrastar até Fevereiro",
acrescentam os trabalhadores, em comunicado enviado à Lusa.
A Fundação Côa Parque tem a seu cargo a gestão do Museu do
Côa (MC) e o Parque (PAVC) Arqueológico do Vale do Côa.
Os trabalhares do MC e do PAVC garantem que se trata de uma
situação de “suma gravidade para quem trabalha, sobretudo para quem aufere de
salários baixos e para quem as contas a pagar chegam, infelizmente, à tabela”.
"Trata-se de um desrespeito e de uma falta de
consideração por um corpo de funcionários que já foi dado como exemplar na
administração pública. A recompensa para tal exemplaridade tem que ser ela
própria exemplar; assim, para além dos pesadíssimos cortes extensíveis a todos
os colegas da função pública, vimos também ser-nos sonegado o direito ao
salário", adiantam em comunicado após plenário de trabalhador realizado em
Vila Nova de Foz Côa.
Para denunciar a situação publicamente, foi anunciada uma
concentração em Lisboa junto àSecretaria de Estado da Cultura e uma jornada de
luta a realizar no próximo dia 13 de fevereiro.
A Lusa tentou contactar a direção da Fundação Côa Parque,
mas sem sucesso.
http://www.publico.pt/local/noticia/trabalhadores-da-fundacao-coa-parque-nao-receberam-salario-de-janeiro-1620885
sábado, 7 de dezembro de 2013
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Fotografar no Côa, Águeda e Douro Internacional
Os vales do Côa, Águeda e Douro Internacional compõem hoje um conjunto de áreas protegidas de admirável valor patrimonial.
Descobrem-se aqui paisagens amplas, que ora encerram os segredos de uma arte milenar, ora surgem desenhadas por singulares arquitecturas vinhateiras, em harmonioso convívio com uma fauna e flora que compõem um quadro tantas vezes exuberante.
Conhecer ou revisitar estes territórios é uma experiência marcante.
O Master Class e o Workshop de fotografia propõem-se orientar um outro olhar sobre estes patrimónios de diversidade, agora pintados em tons outonais…
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=724344734246539&set=a.495066657174349.126481.301386623209021&type=1&theater
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
BARRAGEM DO CÔA - Memórias
sábado, 24 de agosto de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
FOZ CÔA ,LAGOAÇA - Programas culturais
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Vale do Côa & Siega Verde
quarta-feira, 10 de julho de 2013
sábado, 22 de junho de 2013
Por Terras do Côa - VIAGEM DO ELEFANTE
MÓ - "Arquitecturas da Água - entre o Coa, o Águeda e o Douro Internacional"
Mó from coletivo criatura on Vimeo.
Documentário realizado no âmbito do projeto de investigação "Arquitecturas da Água - entre o Coa, o Águeda e o Douro Internacional" para a Direção Regional de Cultura do Norte. Editado exclusivamente com as imagens de apoio à investigação etnográfica.
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