segunda-feira, 29 de agosto de 2011

TORRE DE MONCORVO - Reencontros à volta do fado

Dia 14 de Nª Sª da Assunção, aconteceu uma noite de amizade e reencontros à volta do fado, no torreão anexo à capela recém-restaurada do Arco da Sr.ª dos Remédios em Torre de Moncorvo, coincidindo com a presença de moncorvenses em férias, a convite da família Patoleia e da comitiva de ilustres amigos espanhóis, com responsabilidades autárquicas, no seguimento de anteriores intercâmbios culturais transfronteiriços, nos quais eu participei  com os retratos “Rostos Trasmontanos”no festival de arte e poesia de vanguardia de Morile, decorreu como bem descreve o Alcaide Manuel Ambrósio no jornal el Adelante de Salamanca, uma noite cultural com uma componente gastronómica, de produtos e vinhos da terra, sendo uma iniciativa de índole privada, mas aberta a todos os que quiseram participar, acentuando a ideia de continuidade nestas performances culturais, neste espaço magnifico que esta reabilitação bem conseguida torna visita obrigatória ao turismo na nossa vila. Agradeço a todos os participantes e músicos a participação desprendida e generosa, que fez desta noite uma noite que perdurará na memória dos que amam a nossa terra e pretendem que o seu nome passe o Douro raiano e seja como foi notícia na cidade de Salamanca, uma cidade prenhe de 1000 anos de cultura universitária, bem hajam todos.

Texto,fotografia e jornal enviados por Paulo Patoleia.
Ver a reportagem em:

http://issuu.com/lelodemoncorvo/docs/el_adelanto_miercoles_17-08-2011_-_pag_25

8 comentários:

  1. Abri os links, vi as fotos e li os textos .
    Dou os meus parabéns ao Paulo Patoleia. Deve ter sido uma noite fabulosa !
    Gostaria imenso de ter estado presente, mas a saúde vai pregando umas partidas.

    Um abraço
    Júlia Ribeiro

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  2. Os artigos no jornal espanhol são uma excelente publicidade a Moncorvo.Estreitar os laços transfronteiriços é uma obrigação e uma necessidade.Grande Paulo e os seus Rostos Transmontanos e um bravo ao doutor Carlos Abreu por este trabalho e pelo que tem feito pela nossa terra.Grão a grão ...
    Leitor

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  3. Noites de fados em Moncorvo deviam ser com regularidade para todos nós que vivemos longe organizarmos a ida, para ver os nossos pais e avós, de acordo com estes acontecimentos.Sei que do Porto aí é um saltinho (obras do IP4!?) mas temos que saber as datas.Coloquem nos eventos da facebook ou aqui neste blog.

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  4. Muito bem Paulo. Vamos construir o MIT. JA

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  5. O que é o MIT? o movimento de Independência de Trás os Montes?
    Moncorvo Ignora o Turismo?
    Marasmo Inócuo na Transmontanya?
    Meio,Inteiro?Tintooo!
    Digam!!

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  6. Paulo,quem são os fadistas?

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  7. Os fadistas eram na sua maioria moncorvenses, uns por nascimento, outros por opção, mas o importante é que houve fado fez-se silêncio e a lua ajudou ao encanto desse momento. Nesse entanto o canto como por encanto encantou.

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  8. O tinto era exelente. Parabéns também por esta boa escolha.

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