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sexta-feira, 8 de maio de 2015

FELGAR - Reconstrução do Cruzeiro no Cabeço da Mua (2005)


Corria o ano de 1939. Talvez 1940, dizem alguns.

Um grande cruzeiro em granito foi colocado no alto do Cabeço da Mua, freguesia de Felgar.

Quis o destino que no ano seguinte o cruzeiro fosse derrubado pelo “ciclone” (Ver referência aqui no blog)
Assim permaneceu até ao dia 12 de Março de 2005, dia em que foi de novo reerguido.


Se circularem na estrada nacional indo de Moncorvo em direcção a Carviçais, depois de passarem pelo Carvalhal olhem para a esquerda, para o alto do Cabeço da Mua.
Se puderem subam! Vale a pena.

Reedição de posts desde o início do blogue

quinta-feira, 23 de abril de 2015

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

sábado, 10 de janeiro de 2015

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

domingo, 9 de novembro de 2014

TORRE DE MONCORVO - URROS (1980)


Fotogramas do documentário 
"Encomendação das Almas”.
(Reedição de posts desde o inicio do blogue)  

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Carção Terra de Cristãos Novos



Nota do Editor:
Reedição dos posts públicados no blog :
http://marranosemtrasosmontes.blogspot.pt/

terça-feira, 26 de março de 2013

Pedagogia no Estado Novo



A Dona Adelaide é um testemunho vivo do tipo de Pedagogia praticado pelo chamado Estado Novo. Claro que já havia grandes pedagogos por esse mundo fora: desde Rousseau a Pestallozzi, de Fröebel a Vigotski ,Montessori ou Piaget,entre outros. Mas todos eles eram proibidos em Portugal, porque entendiam que a criança devia ser tratada com mão orientadora, sim, mas permitindo que a sua mente pudesse desenvolver-se dentro de um clima de compreensão e liberdade. Só assim poderia tornar-se um homem de pensamento crítico, um homem livre e criativo, dinâmico e produtivo. Ora, tudo isto era o que o Estado Novo menos desejava: homens e mulheres de pensamento crítico? Nunca. O que convinha era que as pessoas fossem passivas e obedientes. De preferência analfabetas. Daí que “o pulso forte” fosse encorajado e os castigos, mesmo corporais, fossem permitidos. Neste campo, a Dona Adelaide relata-nos vários e variados: desde a palmatória à chapada, do ficar em pé num só pé até presa por um cordel…
 A necessidade que os pobres tinham do trabalho dos filhos acrescentado ao ódio que muitas crianças votavam ao professor “mau” e, por extensão, à escola, levava a que o abandono escolar fosse generalizado. Assim, o regime tinha sempre ao seu inteiro dispor mão-d’obra barata e abundante.
Como é óbvio, e felizmente, também havia professores bons e muito bons.A mim calhou-me em sorte ter uma excelente professora no Ensino Primário.

Também em Portugal tivemos óptimos pedagogos como António Sérgio, que, por razões políticas, foi perseguido e obrigado a exilar-se.

Viana-do-Castelo, 25.03.2013

domingo, 17 de março de 2013

ONTEM e HOJE : encontre as diferenças




O que mais me impressionou neste vídeo foi a forma calma, serena, como a Dona Sofia Gaspar falou. Distanciada no tempo, dirá o leitor.  Não, não só. Há uma total resignação e aceitação dos factos vividos, como se não tivesse consciência dos direitos que, como ser humano, lhe assistiam. E mais, como parturiente, aceitava como natural, o facto de ter de parir os filhos sozinha, sem qualquer tipo de assistência médica ou outra.“ …ia buscar uma tesoura e linhas e ia para o quarto… e lá me amanhava”.
Controlo de natalidade? Mas o que era isso? Filhos? Vinham os que Deus queria.  Era a fatalidade. Era o destino dos pobres.
Nesse tempo vivia-se em ditadura. A mulher nem precisava de saber ler.  E mesmo o homem, quanto menos estudos tivesse, menos pensamento crítico… O que convinha a quem governava.
Mas onde é que eu já ouvi isto bem recentemente?
Vejamos:
.Hoje, a educação é cada vez menos pública, o que quer dizer, cada vez mais pesadamente paga (pelos pais e por todos nós). Consequência: forte abandono escolar.
. O trabalho é cada vez mais escasso, o desemprego sobe em flecha; daí salários cada vez mais baixos. Objectivo: trabalhadores mais obedientes e passivos.
. Os jovens licenciados, com mestrados e doutoramentos, cuja formação ficou caríssima ao país ( a nós todos) vão dar o rendimento do seu trabalho a países estrangeiros.
. A informação que temos – jornais, programas televisivos – é cada vez mais manipulada a fim de obter mentes formatadas de acordo com os desígnios de quem nos governa.
. A saúde  ! Deixei a saúde para o fim, porque é o bem que mais prezamos. Pois a saúde está cada vez menos pública, ou seja, cada vez mais privada e, obviamente , cada vez mais cara. Escasseiam já medicamentos para certas doenças e que os pobres (somos cada vez mais e cada vez mais pobres) não podem pagar. Consequência : alargar cemitérios e ter cada vez menos filhos.
Agora cabe uma pergunta: será que não estamos já a assistir a um modo de vida em que um club restrito de muito ricos tudo possuem e em todos mandam, mesmo nos políticos, na justiça, na informação? E nós, os trabalhadores mal pagos, os pensionistas, os sem-emprego, que não temos o cartão do club, ficamos de fora. Isso tornar-nos-á tão obedientes e passivos como em ditadura?  Irão as minhas netas, um dia, viver a situação de mães a parir um filho como a Dona Sofia ?  “ …Fui buscar uma tesoura e umas linhas e lá me amanhei…” 
Não ! Prefiro pensar que ninguém lhes subjugará a mente e um dia dirão : BASTA!

Leiria, 17 de Março de 2013
Júlia Ribeiro



Nordeste Transmontano - A Vida num olhar



Podia ser um video promocional do Nordeste transmontano.

Apeteceu-me partilhar estas imagens de arquivo com edição e uma música excelente

.
Disfrutem uma forma diferente de ver o Nordeste transmontano
 — em Nordeste 

Transmontano .

Cave EstudiosdeVideo


Nota do editor do blogue: Vejam esta maravilha e partilhem com todos os vossos amigos.Trabalho profissional de alta qualidade, um manual da transmontanidade. ODISSEIA, RTP NORTE e outras televisões andam distraídas e a produzir normalmente vídeos de má qualidade.