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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Quem foram os primeiros Transmontanos?


Muito antes das invasões romanas , por volta de 218 a.c, sabe-se que já habitavam na Península Ibérica os povos Ibéricos. 
Para melhor entender a origem dos Transmontanos, vamos iniciar uma viagem ao passado, até à pré-historia da península ibérica. Segundo os investigadores, a chegada dos primeiros hominídeos, à Península Ibérica, foi à cerca de 1,2 milhões de anos e que se prolongou até às guerras púnicas, e pensa-se também que os primeiros que a habitaram foram os povos autóctones conhecidos como iberios.
Varias teorias, relatam que, teriam sido eles os os criadores da grande cultura megalítica que teve início em Portugal e outra seria que, os Iberos seriam de origem caucasiana, e teriam construído oppida muito semelhantes às mesmas construções encontradas na Escócia
Seria então, na idade do ferro, por volta de 700 a.c até 218 a.c, que se deu a expansão das tribos Indo-Europeus, de origem celta, cujo falariam a língua proto-indo-europeia.  Essa língua, pelo que se sabe, teve origem próxima, do Mar negro, no oriente.
Nesse período de expansão, foi o prelúdio dos Celtibéricos, oriundos da região do Douro, Tejo e Guadina,  resultado das tribos dos célticos e da lusitânia, que foram todo o berço da Península.
Nota do editor :um muito obrigado a  Maria Leontina Trigo Fernandes.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Estátua de Monsenhor Júlio Augusto Martins - Ligares



Estátua de Monsenhor Júlio Augusto Martins - Ligares

“Sabem a razão por ele estar com o chapéu na mão? Uma das vezes que nos veio visitar dizia assim “estes homens de Ligares andam sempre com o chapéu tão roto, tão roto”. Depois foi a Moncorvo a uma chapelaria, a “Chapelaria Silva”  e disse “arranje maneira de embalar estes chapéus todos, que eu compro-lhos todos” e o homem ficou sem um único chapéu. Chegou a Ligares e pôs um chapéu na mão daqueles que não tinham e substituiu os chapéus velhos pelos novos que tinha comprado. Antigamente os homens trabalhavam todos na lavoura e traziam os chapéus todos sujos, era a miséria. E então o meu tio “limpou” a Chapelaria do Silva” para dar os chapéus novos aos homens”.

Pequena história contada por duas sobrinhas de Monsenhor Júlio Augusto Martins

sábado, 25 de outubro de 2014

Expulsos do "Reino Maravilhoso"

Vila Flor,Carrazeda de Ansiães,Torre de Moncorvo e Freixo de Espada à Cinta deixam de pertencer a Trás-os-Montes.

terça-feira, 11 de março de 2014

"REINO MARAVILHOSO" :Detido homem que terá morto a irmã e esfaqueado a mãe

Suspeito de matar irmã e atacar mãe nesta casa,
 em Meixedo
O homem de 65 anos, suspeito de ter morto a irmã e esfaqueado a mãe, no passado sábado, na aldeia de Meixedo, em Montalegre, foi, este domingo, detido pela Polícia Judiciária de Vila Real.
A fonte da Polícia Judiciária, sem avançar o local e as circunstâncias em que o alegado homicida foi detido, confirmou apenas que já estará a ser ouvido pelas autoridades policiais.
O suspeito, depois de ter cometido o crime, ter-se-á posto em fuga de carro.
O alegado homicida matou a irmã, de 61 anos, com três facadas, e esfaqueou a mãe, de 80 anos, que foi transportada para o hospital ainda com vida.
O crime aconteceu junto à casa da vítima mortal, que tinha ao seu cuidado a mãe, e do suspeito, dado serem vizinhos.
Apesar das manobras de reanimação, a irmã do presumível homicida, professora reformada, não resistiu aos ferimentos, tendo o óbito sido confirmado no local.
A mãe foi transportada para o Hospital de Chaves, onde continua internada, mas não corre perigo de vida.
As discussões entre os dois irmãos, segundo a fonte, motivadas por assuntos familiares, eram frequentes desde há um ano, altura em que deixaram de falar.
Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Seguranca/Interior.aspx?content_id=3727705&page=-1

domingo, 27 de outubro de 2013

Trás-os-Montes - 10 milhões de euros investidos na produção da castanha

O sector da castanha está a atrair investimento nacional e estrangeiro à região transmontana com novos projectos em curso que irão atingir 10 milhões de euros, anunciou hoje o director regional de Agricultura e Pescas do Norte.
Manuel Cardoso adiantou à Lusa que "neste momento existem vários investimentos em curso, que irão atingir quase 10 milhões de euros nos próximos ano e meio, dois anos e metade é investimento estrangeiro".
A castanha que, em 2012, contribuiu com 17,5 milhões de euros para as exportações portuguesas é, segundo o director regional, "neste momento o único sector que está a fazer com que haja incorporação de capital estrangeiro nos investimentos que estão a ser feitos" na região.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Para lá do Marão, acolhem-nos os que lá estão

Por Trás-os-Montes, com o mirandês como ingrediente-base, seguimos viagem juntando mais condimentos: burros, gaiteiros, caretos, uma pitada de misticismo, boas doses de hospitalidade e uma natureza que consegue ser "tão bela quanto medonha"
Ti' Giolanda, como é carinhosamente tratada, tem 83 anos, mas ainda consegue, como poucos, domar o vime com as suas mãos gastas. Ainda é de manhã e, na aldeia de Atenor, Miranda do Douro, esta natural de Águas Vivas, outro lugar mirandês, vai mostrando a sua "arte ruim", como lhe advertiu um dia a D. Rosa, a quem pediu que lhe ensinasse o ofício. Até porque este jeito não lhe vem de família. A mãe era costureira, mas Giolanda confessa que essa, sim, não era arte para si. "Não tinha paciência!" Por isso, não obstante os conselhos da sua mentora, decidiu-se pela cestaria.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Trás-os-Montes- Escolas fechadas viram casas, museus e capelas mortuárias

Escola -Turismo Rural
É o retrato da desertificação do interior: numa década, fecharam quase 800 escolas primárias em Trás-os-Montes. Não há crianças. Os edifícios são agora casas, sedes, museus e, até, capelas mortuárias.

A "imagem é cruel", mas Humberto da Costa Cerqueira, presidente da Câmara de Mondim de Basto, admite que é a realidade das aldeias: vendem-se as escolas para ampliar os cemitérios. "É a lei da vida", desabafa o autarca, lembrando que o concelho foi perdendo, em média, 40 alunos por ano. das 25 escolas primárias que havia em 2005, resta uma.
A situação repete-se em todos os municípios transmontanos. Contactadas todas as câmaras dos distritos de Vila Real e de Bragança, os dados espelham a razia: há 10 anos havia mais de 946 escolas primárias, agora são só 151. Criaram-se centros escolares modernos, com melhores condições, onde se juntaram as crianças de várias aldeias. As escolas com poucas crianças foram desativadas.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Trás-os- Montes e Alto Douro

 
Entre o Peredo dos Castelhanos,Urros e Ligares.Foto do Arquivo Fotográfico do blogue Farrapos de  Memória.