quinta-feira, 6 de novembro de 2014

TORRE DE MONCORVO - ANOS 50

 

                                                      



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Fotos enviadas por J.Santos

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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

FORUM: QUE POSSO FAZER POR TRÁS-OS-MONTES?

FORUM: QUE POSSO FAZER POR TRÁS-OS-MONTES?
CASA DO POVO DE VARGE – 8 DE NOVEMBRO DE 2014 (14.00 / 19.30)

PROGRAMA

Comissão Organizadora: Francisco Alves, Manuela Parreiras, Valdemar Roca, António Tiza, Mário Gomes, António Alves e Florindo Preto.
Comissão de Resoluções:, Valdemar Roca, Francisco Alves e António Tiza.
APOIOS - Câmara Municipal de Bragança, Junta da União das Freguesias de Aveleda e de Rio de Onor e ADASEC (Associação para o Desenvolvimento de Atividades Sociais, Económicas e Culturais de Varge)
Nota: Com exceção dos convidados/preletores, o preço do jantar para os participantes é de 5 euros.

1º Painel: O MOVIMENTO DART E A CIDADANIA EM TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO – Moderador: Valdemar Roca 14.00.
ABERTURA DO FORUM E BOAS-VINDAS AOS PARTICIPANTES – Por Valdemar Roca, prof. Do Ensino Secundário – 14.15.
OS CIDADÃOS E A CIDADANIA EM TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO - por Francisco Alves do Movimento DART e Prof. Do Ensino Secundário aposentado – 14.20.
O QUE POSSO FAZER POR TRÁS-OS-MONTES: A TRAGA-MUNDOS – por António Alberto Alves, Sociólogo e Sócio-Gerente da livraria Traga-Mundos de Vila Real – 14.35.
PRESERVAÇÃO CULTURAL E AMBIENTAL NA ALDEIA DE PALÁCIOS - (Lombada) - por Raul Tomé, Prof. do Ensino Secundário e Presidente da Associação Cultural Recreativa e Ambiental de Palácios – 14.50.
DOIS MODELOS DE DESENVOLVIMENTO:CAMILO DE MENDONÇA / CCDRN – por João Ortega, Arquiteto e Sócio-Gerente da MorphoPolis de Bragança – 15.05.
PAISAJES COM MEMORIA. DESPOBLACIÓN EN CASTILLA Y LEÓN. EN CASO DE LA PROVINCIA DE LEÓN - por Santiago Bayon Vera, Secretario de la Asociacion de Amigos de los Puentes. 15.20.
PROGRAMAS DE MOBILIDADE INTERNACIONAL DE ESTUDANTES PARA TRÁS-OS-MONTES: UMA PONTE PARA O MUNDO – por

HA - LAPID 1931


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Bragança - Cristãos, muçulmanos e budistas no mesmo espaço em Bragança

Abertura aos estudantes estrangeiros trouxe ao Nordeste Transmontano diferentes credos. Direcção da instituição criou agora um espaço de oração para todos sem excepção.

Já foi a casa senhorial de uma das quintas mais ricas da zona de Bragança, antes de ser transformada em pólo de investigação do Instituto Politécnico de Bragança (IPB). Agora, o espaço que albergou o Centro de Investigação de Montanha tornou-se um espaço intercultural e inter-religioso, onde alunos de todos os credos e religiões podem coabitar. E o pontapé de saída desta experiência inédita foi dado por três estudantes alemãs, que ao longo do último mês estiveram em Bragança a recolher experiência de vida e a aprender os desafios de viver em comunidade.
“Tem sido muito bom”, garantiram ao PÚBLICO Margarete, de 21 anos, estudante de Psicologia e oriunda de Triest, Anna, de 18, que veio de Munique e quer ser professora, e Lisa, também de 18, proveniente de Colónia e que quer estudar Teologia. As três jovens participaram numa acção promovida pela Taizé, uma comunidade ecuménica localizada em França, que acolhe jovens e adultos das várias confissões cristãs no mesmo espaço, de partilha. “É uma forma diferente de viver a fé, com respeito pelos outros”, dizem. Apesar da dificuldade com a língua, comunicar não tem sido um problema. “Entre inglês, francês ou por gestos”, explicam, com um sorriso tímido. Aproveitaram para conhecer a região e participar em alguns momentos importantes na vida da diocese de Bragança-Miranda, como a comemoração do Dia Nacional dos Bens Culturais, que decorreu em Torre de Moncorvo, no dia 18 de Outubro.

TORRE DE MONCORVO - 1897

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TORRE DE MONCORVO - URROS (1898)

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Torre de Moncorvo - Produtos promovidos no Aeroporto Francisco Sá Carneiro

O Município de Torre de Moncorvo esteve presente na loja interativa de Turismo do Porto e Norte no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, no dia 1 de Novembro.
Em representação dos vinhos do concelho estiveram presentes a Quinta Vale Perdiz, a Quinta da Silveira, a Quinta Vila Maior e Casa da Palmeira, a Adega Cooperativa de Torre de Moncorvo e a Quinta do Couquinho. Estas duas últimas além dos vinhos promoveram também o azeite de qualidade que produzem.
Destaque também para a apresentação do ex-libris da doçaria local, as amêndoas cobertas de Moncorvo, confecionadas ao vivo pela loja Arte, Sabor e Douro.
Além de provar e apreciar os produtos regionais esteve presente o Grupo Alma de Ferro Teatro que interpretou um excerto da obra “Ares da Minha Serra” de Campos Monteiro e algumas animações que deram vida a esta ação.
Com esta iniciativa pretendeu-se dar a conhecer e divulgar, junto da maior porta de entrada de turistas do Norte, as potencialidades patrimoniais, gastronómicas, culturais e turísticas do concelho.


Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 4 de Novembro de 2014

Luciana Raimundo

LINHA DO SABOR -LARINHO (1978)

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Fotogramas do filme "Manhã Submersa"
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TORRE DE MONCORVO -SAÚDE (1978)

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Enviado pelo Rui Carvalho
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Vila Real - Combate à morte do interior vai juntar políticos e académicos

Fotografia do arquivo do blogue
A Associação Animar quer mobilizar a sociedade para um combate nacional contra a morte do interior do país, afetado pelo despovoamento, envelhecimento e desemprego, juntando para o efeito políticos, académicos e técnicos num fórum, em Vila Real.
O II Fórum do Interior decorre entre sexta-feira e sábado, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), parceira neste projeto da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local (Animar).
"Sentimos que o interior do país, as zonas mais rurais do interior do país estão claramente a morrer. Tem havido uma sangria populacional enorme, os jovens estão todos a sair, a procurar emprego noutros locais e sobretudo no estrangeiro, e estão a ficar os idosos e uma enorme solidão por parte dos que ficam", afirmou hoje a responsável pela associação, Maria do Carmo Bica.
Em conferência de imprensa destinada à divulgação do fórum, a dirigente considerou que a sangria destes territórios é uma consequência da diminuição dos rendimentos das pessoas, das dificuldades no acesso aos serviços públicos, decorrentes do fecho de escolas e tribunais, da introdução de portagens e até do preço das propinas.
Maria do Carmo Bica referiu ainda que o Orçamento de Estado proposto pelo Governo para 2015 é "inimigo" do interior e destacou a "triplicação do IMI para as propriedades florestais incultas" prevista para o próximo ano.

TORRE DE MONCORVO - BOLA - IV

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terça-feira, 4 de novembro de 2014

TORRE DE MONCORVO, terra de vinhos - CISTUS RESERVA TINTO - IV


Quinta da Perdiz IV - CISTUS Reserva Tinto from Leonel Brito on Vimeo.

Grupo Alma de Ferro no Aeroporto Sá Carneiro

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Retalhos da História de Vila Flor IV

AS FAMÍLIAS HENRIQUES JULIÃO E LOPO MACHADO NA INQUISIÇÃO DE COIMBRA.
QUESTÃO RELIGIOSA OU LUTA POLÍTICA?
IV - O PROCESSO DE JULIÃO HENRIQUES
Acaso receando tempestade, no seguimento da prisão de seu filho Diogo, Julião Henriques começou a vender alguns dos numerosos bens imobiliários, espalhando-se a notícia de que ele se preparava para fugir para o estrangeiro. E então, Lopo machado e outros esbirros da Inquisição e inimigos daquele, terão convencido o vigário geral da comarca para que, em nome da Mesa do Paço de Braga, ordenasse a sua prisão na cadeia da comarca, ao mesmo tempo que se mandava relatório para a Inquisição de Coimbra, redigindo-se o competente sumário da prisão. O próprio vigário, depois de o ter preso, escrevia para Coimbra:
- Porque é rico e poderoso, será muito conveniente que Vossas Senhorias mandem brevemente quem o guarde (e leve) para que não possam, com dinheiro, corromper o carcereiro, sem embargo que o tenho segurado com ferros, porque sinto que os cristãos-novos, a peso de ouro, o poderão tirar dela.
E foi ao início de Janeiro de 1644, que Julião Henriques foi entregue a Lucas de Andrade, morador em Fonte Arcada, actual freguesia do concelho de Sernancelhe, que “a bom recato” o levou para Coimbra, depois de lhe fazer sequestro de bens e tomar 20 mil reis em dinheiro para custear transporte, alimentação e alojamento, que a Inquisição não oferecia tais serviços aos prisioneiros. (1)
Para além das denúncias de judaísmo feitas por Lopo Machado, a ordem de prisão era sustentada por uma outra, feita 21 anos antes (!), em 17.1.1623, por Brites da Costa, de 26 anos, cristã-nova, casada com Fernão Nunes, nos seguintes termos:

Torre de Moncorvo - Terra de Vinhos X

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PEREDO DOS CASTELHANOS -1952

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Fotografias enviadas de França , pela dona Ondina Lazaro.

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Torre de Moncorvo -Tempo de Vindimas XIV

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TORRE DE MONCORVO - ADEGANHA

“Ao entrar em Adeganha, o viajante
pasma diante da grande e única laje granítica
que faz de praça, eira e cama de luar no meio da povoação”


“…a igreja é esta. Não caiu em exagero quem a gabou.
A igreja da Adeganha é coisa para se ter no coração”

José Saramago, Viagem a Portugal

Historial

Situada na margem direita do rio Sabor, a dezoito kilómetros de Torre de Moncorvo, a povoação de Adeganha, uma pequena aldeia em pleno Alto Douro, edificada no cimo de um monte, nos confins da serra de Bornes, ergue-se sobre a vasta extensão do vale da Vilariça.
A paisagem local de Adeganha acompanha o irregular da sua topografia: em baixo, no extenso vale, predominam as grandes quintas, o viço das hortas e as muitas plantações da ribeira da Vilariça, que se estendem muito além do rio Sabor; em cima, as leiras de centeio convivem harmoniosamente com os olivais e, estes, com a penedia eriçada.
Aqui tudo se aproveita: as pedras, usadas em pequenas construções, guardam as ovelhas e os cereais, e as rochas são aproveitadas para paredes ou eiras onde se fazem as malhadas. A simplicidade, aliada à nobreza dos seus materiais, o granito, confere-lhe um ar austero, mas rústico, fazendo de Adeganha um dos núcleos de arquitectura rural muito interessante.
As suas casas, de planta quadrada ou rectangular, albergam os animais, em baixo, e os proprietários, em cima, além de exibirem escadarias e balcões exteriores, postigos incrustados nas paredes, que reforçam ainda mais a sua sobriedade.
            A origem etimológica do seu nome, Adeganha, é quase tão remota como a própria história, uma vez que este era o nome que se dava às terras do antigo reino de Portugal, tomadas aos montes ou campos vizinhos para formar o termo municipal.
            Contudo, perscrutando a população mais idosa, em Adeganha o nome vem associado à história das “Três Marias”. Três Marias, que são três irmãs pastoras, que costumavam apascentar o gado lá para os lados de Frei Vivas, um monte de zimbros, carrascos, sobreiros e giestas.
Conta a lenda que estas três irmãs, juntamente com rapazes, se entretinham a jogar às cartas e que uma delas, dada a manha e o jeito para a batota, acabava sempre por ganhar, ficando as outras duas roídas de inveja.
Para se desforrarem, as duas irmãs fizeram uma grande fogueira, para a qual empurraram a irmã batoteira dizendo: Arde e ganha! Arde e ganha!
Com este nome de Arde e ganha, Adeganha, ficou, deste modo, conhecida a povoação.
            Se o nome de Adeganha está envolto num misto de realidade e ficção, o mesmo se pode dizer em relação à sua origem jurídica. Muitos há, como o Abade de Baçal, Pinho Leal e Américo Costa, que corroboram a ideia de que Adeganha recebeu uma carta de foral passada por D. Afonso III, em 16 de Fevereiro do ano de 1258.
            Na realidade, não se trata propriamente de um foral, mas de uma carta de um simples emprazamento ou foro entre o referido soberano e um certo indivíduo e sua mulher (Domingos Anes e Teresa Peres), incidindo sobre um casal simples, um casal reguengo no sítio do Costado:  in Adegania in loco qui dicitur Costrado cum vinea, devendo os ditos titulares e seus sucessores ter o casal povoado e cultivado com certos encargos, entre os quais o de três soldos.
            Mas se restam dúvidas acerca da existência de um foral em Adeganha, o mesmo não se passa coma povoação da Junqueira, que se orgulha de ter recebido das mãos de D. Sancho I, em 15 de Janeiro do ano 1201. A confirmá-lo está o Pelourinho, já recuperado, e a carta de foral: vos homines de Junqueira de Valarisa qui ibidem populatores estis per mandatum meum forandi facienti.
Facto curioso é o de Junqueira ser hoje um lugar da freguesia de Adeganha, quando, no passado, se dava precisamente o contrário: Adeganha na paróquia de Junqueira. Ainda hoje, muitos historiadores defendem a ideia de que a freguesia de Adeganha herdou ou representa a paróquia medieval de Santiago de Junqueira, uma das poucas que ainda existiam na “terra” de Santa Cruz de Vilariça, nos meados do século XIII. Esta ideia fundamenta-se não só pela proximidade de Adeganha e Junqueira, mas também pelo facto de no século XIII, e posteriormente, a paróquia de Junqueira aparecer com o mesmo orago da de Adeganha e não aparecer esta, embora existisse e até se desse o facto de se ter erigido aí paróquia sem extinção da de Junqueira, chegando mesmo a coexistir.

Texto enviado por Eduardo Novo.(continua)

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TORRE DE MONCORVO - MINAS DE ESTANHO (1943)

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TORRE DE MONCORVO - CARROS DE ALUGUER -(anos 40)

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Foto do arquivo do professor Arnaldo Silva.Enviada por Paulo Patoleia.
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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Exploração de ferro em Moncorvo parada para se avaliar se morcegos hibernam ou invernam

O presidente da Câmara de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, denunciou esta segunda-feira que o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) das minas de ferro está "parado" para apurar se os morcegos que habitam o local "hibernam ou invernam".
Em declarações à Lusa, o autarca social-democrata atribui a situação à posição, que classificou como "preciosista", do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), que pretenderá averiguar se os morcegos permanecem no local ou se deslocam para outras paragens.
"Esta questão está a ser levada de tal forma, que o organismo em causa está a cair no ridículo e a tomar uma atitude demasiado preciosista face ao projecto em questão", afirmou. O autarca acusou o ICNF de dar "mais importância aos morcegos do que propriamente aos postos de trabalho que possam vir a ser criados com o projecto mineiro de Torre de Moncorvo".
Para Nuno Gonçalves, "o que está em causa é uma questão de semântica, que pelos vistos faz toda a diferença num projecto que pode aumentar em 0,2 por cento o PIB (Produto Interno Bruto) nacional e em 0,26 por cento as exportações, mas que se mantém no impasse".
As minas de Torre de Moncorvo foram a maior empregadora da região, na década de 1950, chegando a recrutar 1500 mineiros. A exploração de minério foi suspensa em 1983, com a falência da Ferrominas, e o ferro esquecido até que a MTI - Minas de Ferro de Torre de Moncorvo, uma empresa de capitais nacionais e estrangeiros, ganhou, em 2008, os direitos de prospeção e pesquisa e, em 2011, foi-lhe atribuída pelo Governo a concessão de exploração durante 60 anos, até 2070.
Menos de um ano depois da atribuição da concessão, o Governo confirmava, em Outubro de 2011, que estava a negociar com a detentora da concessão e o gigante anglo-australiano do sector mineiro Rio Tinto a exploração do ferro em Torre de Moncorvo, onde se estima que existam ainda 80 milhões de toneladas de minério.
A Rio Tinto saiu do processo e, um ano depois, a MTI- Ferro de Moncorvo assinou um contrato com o Estado para início da exploração experimental das minas, com a perspectiva de início para 2016, a criação gradual de até 500 postos de trabalho e um investimento de 600 milhões de euros ao longo do período de concessão.
A concessionária deu início aos estudos necessários e a questão dos morcegos está presente desde o início do processo, com a empresa a disponibilizar-se para investir entre 250 a 500 mil euros na construção de uma galeria para os animais. O presidente da Câmara de Torre de Moncorvo defende que "está provado que a colónia de morcegos só se encontra no espaço das minas porque houve uma exploração mineira, caso contrário não existiria".
O autarca social-democrata lamentou ainda que "o Governo esteja sempre a dizer que o Nordeste Transmontano é uma região deprimida, de baixa densidade e onde não há postos de trabalho e agora está [o ICNF] a tentar travar um projecto que vai permitir subir a empregabilidade no distrito de Bragança e a nível nacional".

"Quando temos a possibilidade de desenvolver a região, um Instituto que está dependente do Poder Central preocupa-se se os morcegos invernam ou hibernam. Está é uma situação caricata que tem de ser denunciada", frisou. O autarca expôs este assunto ao eurodeputado do PSD, José Manuel Fernandes, que visitou a região nos últimos dias e que se disponibilizou a colocar "o assunto na agenda nacional", sugerindo a organização de um seminário com responsáveis políticos, quer na área do Ambiente quer na área da Economia, para "confrontá-los diretamente com as questões".

Fonte: http://www.publico.pt/local/noticia/exploracao-de-ferro-de-moncorvo-parada-para-avaliar-se-morcegos-hibernam-ou-invernam-1675050

Confraria de Amêndoa do Douro Superior em Lamengo - Programa

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Torre de Moncorvo - António Monteiro apresentou livro “Comidas Conversadas”

O moncorvense António Monteiro apresentou a sua mais recente obra “ Comidas Conversadas – Memórias de Herança Transmontana”, no dia 29 de Outubro, no auditório da Biblioteca Municipal de Torre de Moncorvo.
Perante uma plateia bastante acolhedora e numerosa o Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, iniciou a sessão referindo que “todo este livro é uma história do concelho” e que “estas Comidas Conversadas são também um grande contributo para a história da gastronomia do nosso concelho.”

Rogério Rodrigues procedeu à apresentação da obra dizendo que “sendo erudita, não é académica, mas é gastronómica, etnográfica, antropológica e histórica.”
O autor, António Monteiro, falou sobre as motivações que o levaram a escrever o livro e os produtos que aborda, referindo que para ele há dois que são emblemáticos, nomeadamente a azeitona e a urtiga.
Durante toda a obra o autor leva-nos numa viagem pelo que de melhor tem a cozinha tradicional transmontana falando sobre diversos produtos, as várias formas de os preparar e nas curiosidades e tradições a eles associados.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 31 de Outubro de 2014
Luciana Raimundo

TORRE DE MONCORVO - 1956

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Foto enviada pelo meu amigo Camané
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TORRE DE MONCORVO -RESTAUROS PRIVADOS


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Repetição de um post anterior, por ser mais rigorosa a visão  com esta fotografia que me enviaram posteriormente .Verifica-se melhor a alteração profunda, que se concretizou na transformação de uma casa abandonada e em ruínas no edifício que nos orgulha a todos e contribui assim para o restauro do centro medieval da vila. Sem iniciativa privada não há vida .Cada um no seu lugar :a câmara faz (e bem)o que é da sua competência e o IPPAR tem que tomar consciência das realidades.

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PEREDO DOS CASTELHANOS


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TORRE DE MONCORVO - BOLA III

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TORRE DE MONCORVO - URROS (2006)

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          Fotografias enviadas por  Marta Rodrigues                                                                

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domingo, 2 de novembro de 2014

Banda Sonora do Filme "A Confederação"

Em 1977 fui director de produção  no filme “A Confederação “ de Luís Galvão Teles.
A música é de José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto.
Aqui fica a gravação para desfrutarem.
Leonel Brito


A Confederação - Lado A

A Confederação - Lado B
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A Confederação – o povo é que faz a história (1977) é um filme português de longa-metragem de Luís Galvão Teles. Trata-se de um filme de ficção científica que se enquadra no género de cinema militante, género bastante cultivado por vários cineastas portugueses da década de setenta.
Estreia em Lisboa no cinema Apolo 70, a 15 de Setembro de 1978

Moncorvo reclama intervenção nos frescos da Igreja

fotoCâmara Municipal pede, ainda, à Diocese de Bragança-Miranda o regresso do espólio do Abade Tavares
A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo alerta a Direcção Regional de Cultura do Norte para o estado dos frescos na Igreja Matriz, que necessitam de uma intervenção. A mensagem foi deixada pelo presidente do Município, Nuno Gonçalves, no passado dia 18, durante as comemorações do Dia Nacional dos Bens Culturais da Igreja, subordinadas ao tema “Comunicar Património”.
No início da sessão, Nuno Gonçalves disse que “comunicar património é o que o município tem vindo a fazer e que se pretende continuar este trabalho com a criação do Centro de Interpretação de Arte Barroca e Centro de Estudos Judaicos”.
O autarca aproveitou, ainda, a ocasião para lançar um apelo ao bispo da Diocese Bragança- Miranda, D. José Cordeiro, para que o espólio do Abade Tavares regresse a Torre de Moncorvo.

A intervenção de D. Pio Alves, bispo auxiliar do Porto e Presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais foi sobre o tema “De portas abertas: comunicar e fruir o património da Igreja”. D. Pio Alves alertou para a importância das igrejas estarem de portas abertas para receberem os fiéis, pois são um meio de evangelização.

Fonte: 
http://www.jornalnordeste.com/noticia.asp?idEdicao=584&id=20510&idSeccao=5169&Action=noticia#.VFEUPSKsW9E

Torre de Moncorvo recebeu Fim-de-semana da Saúde

Durante o fim-de-semana de 24 a 26 de Outubro, tiveram lugar em Torre de Moncorvo várias iniciativas no âmbito da saúde, nomeadamente conferências, rastreios e apresentação de livros.
Rui Ramos, representante da Associação de Jovens Universitários de Moncorvo (AJUM), deu início ao fim-de-semana da Saúde na Biblioteca Municipal, explicando as iniciativas que iriam ter lugar. Seguiram-se as conferências proferidas por técnicos de Torre de Moncorvo de várias especialidades e que abordaram temas como posicionamentos corretos, nutrição, automedicação, saúde animal e cancro. Os rastreios foram efetuados por 12 estudantes de medicina e decorreram nos Lares de Idosos e Centros de Dia do concelho e para o público em geral no Largo da Igreja Matriz e Praça Francisco Meireles.
No âmbito desta iniciativa foi ainda apresentado o livro “Inovação para a Mudança” do Professor Dr. António Lúcio Baptista. O Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo efetuou uma pequena 
introdução dando as boas-vindas a todos os presentes na comemoração do Fim-de-semana da Saúde.
O Eng.º Madeira Pinto apresentou esta obra e de seguida o autor, Lúcio Baptista, falou também ao público presente referindo que este é um simples livro de crónicas que foi escrevendo ao longo dos anos e destacou neste livro quatro temas, a ciência, inovação e empreendedorismo, a reforma dos sistemas de saúde, as tecnologias na medicina e a intervenção dos médicos na sociedade.

Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, 29 de Outubro de 2014

Luciana Raimundo 

sábado, 1 de novembro de 2014

TORRE DE MONCORVO - ANOS 30


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Da esquerda para a direita :desconhecido,dr.Porfírio Andrês, dr.Leite(de pé),dr.Rodrigues.
Foto cedida pela minha amiga Conceição Serra.

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LINHA DO SABOR -1977

Moncorvo 13h38 de 2 de Junho de 1977.
Foto de D. W. Winkworth
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TORRE DE MONCORVO - A BOLA (1)

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Enviado por António Júlio Andrade

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Nordeste Transmontano - EFEMÉRIDES (01/11)

Mofreita
01.11.1521 – Carta do rei D. Manuel I ordenando que haja fabricantes de armas em Torre de Moncorvo.
01.11.1531 – Estabelecido um contrato entre a câmara de Torre de Moncorvo e o couraceiro Afonso Pires, o qual se comprometia a ter uma loja aberta e abastecida de couraças e engenhos de limpar armas, pagando-lhe a câmara 8000 réis / ano.
 01.11.1793 – Fundação do Recolhimento de mulheres da Mofreita, Vinhais que viria a tornar-se um dos mais importantes centros da reacção Miguelista e do Cisma dos Mónicos no decurso das lutas liberais.
01.11.1861 – Início da construção da “nova linha electro-telegráfica” entre Mirandela e Torre de Moncorvo, obra dirigida pelo capitão de engenharia Honório Lopes Santana.
01.11.1891 – Saiu o nº 2 de “O Moncorvense”. Respigamos as principais notícias:
- Revolta popular em Macedo de Cavaleiros, com incêndio aos papéis da câmara e das finanças.
- Julgamento em Mirandela que ganha contornos políticos gerando-se apartes entre o Delegado (Camilo Pessanha), o juiz (Abílio de Sá) e o administrador (António Pavão), com um incêndio em Golfeiras que fez interromper o julgamento.
- Em Vimioso passavam já 3 meses que a câmara não pagava aos seus funcionários.
- Em Torre de Moncorvo fazia notícia a resposta dada a um artigo do “Primeiro de Janeiro” onde se criticava a direcção do Colégio de Santo António por mandar os alunos a fazer exame ao liceu de Lamego em vês de os mandar para Bragança. Ainda sobre Bragança, veja-se este naco de prosa do mesmo jornal:
Abade Tavares
- Bragança – Nos últimos tempos tenho-a seguido atentamente na sua nova situação de feudo político da família Pessanha. Vi-a passar do favor efémero do ministro Emígdio Navarro para o protectorado do conselheiro Eduardo Coelho, prometedor aos brigantinos de grandes benefícios materiais e de maiores benesses pessoais. Viste, amigo, como este homem repudiado pelos seus conterrâneos flavienses, chegou ao apogeu da influência e do mando no distrito de Bragança… S. Simplício.
01.11.1904 – Eleições municipais em T. Moncorvo. Na mesa de Carviçais, onde votavam ainda os povos do Felgar, Souto da Velha, Mós e Felgueiras, o local de voto era a igreja matriz. O padre (o progressista Abade Tavares) não deu a chave ao presidente da mesa, que era regenerador. Este promoveu a constituição da mesa e a votação em uma casa particular. Os progressistas fizeram outro tanto, em outra casa. Eleições anuladas, naturalmente., coisa normalíssima na época.

António Júlio Andrade

Retalhos da História de Vila Flor IV

AS FAMÍLIAS HENRIQUES JULIÃO E LOPO MACHADO NA INQUISIÇÃO DE COIMBRA.
QUESTÃO RELIGIOSA OU LUTA POLÍTICA?
IV - O PROCESSO DE JULIÃO HENRIQUES
Acaso receando tempestade, no seguimento da prisão de seu filho Diogo, Julião Henriques começou a vender alguns dos numerosos bens imobiliários, espalhando-se a notícia de que ele se preparava para fugir para o estrangeiro. E então, Lopo machado e outros esbirros da Inquisição e inimigos daquele, terão convencido o vigário geral da comarca para que, em nome da Mesa do Paço de Braga, ordenasse a sua prisão na cadeia da comarca, ao mesmo tempo que se mandava relatório para a Inquisição de Coimbra, redigindo-se o competente sumário da prisão. O próprio vigário, depois de o ter preso, escrevia para Coimbra:
- Porque é rico e poderoso, será muito conveniente que Vossas Senhorias mandem brevemente quem o guarde (e leve) para que não possam, com dinheiro, corromper o carcereiro, sem embargo que o tenho segurado com ferros, porque sinto que os cristãos-novos, a peso de ouro, o poderão tirar dela.
E foi ao início de Janeiro de 1644, que Julião Henriques foi entregue a Lucas de Andrade, morador em Fonte Arcada, actual freguesia do concelho de Sernancelhe, que “a bom recato” o levou para Coimbra, depois de lhe fazer sequestro de bens e tomar 20 mil reis em dinheiro para custear transporte, alimentação e alojamento, que a Inquisição não oferecia tais serviços aos prisioneiros. (1)
Para além das denúncias de judaísmo feitas por Lopo Machado, a ordem de prisão era sustentada por uma outra, feita 21 anos antes (!), em 17.1.1623, por Brites da Costa, de 26 anos, cristã-nova, casada com Fernão Nunes, nos seguintes termos:
- Disse que haverá ano e meio se achou em casa de sua tia Marquesa da Mesquita, com Manuel de Valença, seu irmão e com Julião Henriques e se declararam. (2).

TORRE DE MONCORVO -TESE (1881)

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FELGAR - 1975

Fotogramas do documentário "Felgar Ventos de Abril".

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