quinta-feira, 29 de setembro de 2011

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Belmonte



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                                                             Textos e Imagens: Susana Bailarim
                                                                                         Paginação: Luís Teixeira

TORRE DE MONCORVO - Registos de passaportes (1946)



Fonte: Arquivo Distrital do Porto

terça-feira, 27 de setembro de 2011

ESCAPARATE ( XLII) INTIMIDADE - Cândida Ribeiro

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Paginação por Luís Teixeira

A China e o GDM

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Jogo treino que o GD Moncorvo (seniores) realizou em Torre de Moncorvo com a equipa campeã nacional de juniores da China, que se encontra na região transmontana a realizar um estágio.

O GD Moncorvo volta a defrontar a mesma equipa no dia 1 de Outubro (sábado) pelas 16 Horas.

sábado, 24 de setembro de 2011

TRÁS OS MONTES - ESCAPARATE ( XLI)

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Paginação elaborada por Luís Teixeira

TORRE DE MONCORVO - ESCOLA TÉCNICA (A TORRE de 30/07/1966)

 

Pequenas Memórias “EXAME DE ADMISSÃO AOS LICEUS ”(XIII), por Júlia Ribeiro

“Grande é a poesia, a bondade e as danças ... Mas o melhor do mundo são as crianças “

Fernando Pessoa

1949 – De Moncorvo a Bragança – uma Aventura (2ª parte)

Notas de roda-pé – (2ª parte)
No dia seguinte, porque era Domingo, a Menina Maria da Graça Camelo levou-nos à missa. Foi ela quem nos penteou a todas: a mim, porque tinhas tranças compridas, à Frances e à Jovita, porque o cabelo era dificil de pentear. As três vestidas com as fatiotas de ver a Deus, lá fomos para a Sé. No fim da missa o padre avisou os fiéis que às 17 horas seria benzido no cemitério o primeiro jazigo de uma família cigana. E apelava a que se juntassem todos à cerimónia, pois somos todos filhos de Deus e , portanto, irmãos. Além de que o jazigo era um lindo monumento.
Ainda antes das 5 da tarde já estávamos nós em frente do jazigo. Todo de mármore branco, com um anjo grande de cada lado com asas bicudas viradas para o céu e vários anjinhos mais pequenos , era realmente uma linda obra. No cimo estava escrito : “Última Morada da Família Sigana de Abílio Oliveira”. Era a primeira vez que via a palavra cigana assim mesmo, escrita com um s . Estranhei, mas não pensei mais no assunto. Saímos do cemitério, fomos beber um pirolito fresquinho, depois passeámos até ao jardim perto do Liceu e vimos os patos no Rio Fervença. Estava quase passado o Domingo.
No dia seguinte, todas nós , com mais ou menos dor de barriga – era o primeiro exame fora da terra e o aparato era grande - aguardávamos à porta das salas. Feita a chamada , foi-nos dada uma folha com linhas, foi-nos indicado como preencher o cabeçalho e depois um silêncio total, porque ia começar o ditado. Então não é que a palavra cigano/cigana aparecia três vezes no texto? Numa aflição enorme, eu pensava que devia escrever com c mas se num sítio que toda a gente podia ver, estava a palavra escrita com um s, é porque era mesmo com um s e eu estava enganada. Foram uns momentos de tortura . Tínhamos de entregar a prova mas, nos últimos segundos em que podíamos ainda ressalvar um erro, decidi escrever no fundo da folha: “Eu acho que cigano se escreve com c de cão, mas num jazigo do cemitério está com s .
Fiz as outras provas de aritmética, de redacção, de desenho e, embora tudo tivesse corrido bem, eu saía sempre triste como a noite, por causa dos 3 erros no ditado. Dias depois saíram os resultados e todos os alunos da D. Luzia Areosa iam à oral. Eu também. Na divisão dos alunos pelos júris, eu fiquei para o último dia. A D. Luzia, sabedora dos meus 3 erros, escreveu-me uma cartinha a consolar-me.
Bragança
Chegou o dia da minha prova oral. Uma professora, membro do júri, ao pegar na minha folha do ditado, diz imensamente divertida: “Cá está a menina que escreveu a nota de roda-pé”. Eu, encolhida, quase em lágrimas, só queria um buraquinho para me esconder. E a professora continuou : “Esta menina nem sabe ainda o que é uma nota de roda-pé, mas escutem o que escreveu “ . Eu não sabia do que ela estava a falar mas coisa boa não seria , porque estava a rir-se, fazendo troça de mim. As lágrimas já teimavam em saltar-me dos olhos. E então, depois de um momento de suspense, ela leu em voz alta o que eu escrevera no fundo da página do ditado, acrescentando : “Devia haver mais cuidado com o que se escreve em edifícios públicos “. Virou o papel para mim e disse : “Estás a ver, minha linda, zero erros “.

Ainda hoje detesto notas de roda-pé.

Júlia Ribeiro

LINHA DO SABOR

Fotografia cedida por Francisco Moura

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

ALMA DE FERRO PARA SEMPRE !

Alma  Ferro  Grupo de Teatro festejou o seu terceiro aniversário no dia 17 de Setembro com uma exposição diferente e original.
Assim, o Salão Nobre da Biblioteca Municipal de Torre de Moncorvo, transformou-se num imenso palco onde foram representados excertos das obras teatrais trabalhadas pelo grupo, num ambiente povoado de cenários e adereços.
Algumas vitrinas, colocadas estrategicamente, contavam um pouco da história do teatro português, alguns excertos de entrevistas feitas ao Alma de Ferro – Grupo de Teatro, bem como um pouco da vida, ainda curta mas bem repleta, deste grupo.
A exposição abriu com o Jasmim, um pequeno boneco que vivia num sótão escuro, esquecido dentro dum baú.
Dos outros trabalhos expostos, salientamos os três últimos: “Falar Verdade a Mentir”, “As Rainhas Magas” e “Deus lhe pague”.
Inesperadamente, apareceu o Dr. Campos Monteiro que numa “visita” cheia de significado contou um pouco da sua vida.
A festa continuou no pátio da biblioteca onde foram cantados os parabéns.
Agradecemos a presença de todos que quiseram celebrar connosco este dia tão especial, deixando um agradecimento muito especial ao nosso colega o ator José Rachado que apesar de, neste dia, se encontrar longe das terras portuguesas também foi lembrado. E como ele, todos os profissionais que no Alma de Ferro – Grupo de Teatro deram os primeiros passos na representação.
A exposição estará patente na Sala multiuso da Biblioteca Municipal de Torre de Moncorvo, até ao fim do mês Setembro. Não perca esta oportunidade.

TEXTO E FOTOS do Alma de Ferro - Grupo de Teatro

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Moinhos de vento na Lousa













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A 2ª queda de Salazar, por Júlia Barros Ribeiro

Em Janeiro de 1970, eu precisei de alguns dados sobre Escolas Primárias, incluindo Escolas Anexas, para um debate a realizar-se na Escola Técnica de Leiria.
Recorri ao Professor Mil-Homens, Director das Anexas. Enquanto estava a ouvi-lo e a registar datas e números de professores e de alunos, alguém bateu à porta. O Professor Mil-Homens mandou entrar.
Era uma professora novinha que, de chofre, disse: “O Salazar caiu. Que lhe faço?”
Ficámos de boca aberta. Salazar caíra da cadeira há 2 anos. O Professor Mil-Homens respondeu: “Ele já caiu há muito tempo. A senhora não tem que fazer nada”.
“Não é isso. Ele caiu agora mesmo. Mando consertar ou abato-o?”
Como demonstrássemos ambos um enorme espanto, a jovem professora deve ter achado que não se explicara bem e então, pausadamente, esclareceu : “O quadro com o retrato do Salazar caiu da parede e partiu-se todo . Ou o mando consertar ou o dou para o abate. Assim com assim, o retrato já ali não estava a fazer nada”.
Com um suspiro de alívio, o Professor Mil-Homens respondeu: “Vai já para o abate”.

Leiria, 16 de Setº de 2011

Júlia Ribeiro

"ROSTOS TRANSMONTANOS" EM MACEDO













Fotos enviadas por Paulo Patoleia.Depois de abrir a imagem, clique no endereço que se encontra no canto inferior esquerdo para a ampliar.

GENERAL TOMÉ PINTO

 
Depois de abrir a imagem, clique no endereço que se encontra no canto inferior esquerdo para a ampliar.
Ver : http://lelodemoncorvo.blogspot.com/2011/01/torre-de-moncorvo-general-tome-pinto.html

TORRE DE MONCORCO - A velha Corredoura

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Fotografia enviada pelo Paulo Patoleia.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

MONCORVO - ALMA DE FERRO

                                               

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Pequenas Memórias “A noção de responsabilidade nas crianças”(XI), por Júlia Barros Ribeiro

“Grande é a poesia, a bondade e as danças ... Mas o melhor do mundo são as crianças “
Fernando Pessoa


Sempre gostei daquelas estórias que começavam assim: “No tempo em que os animais falavam...” E ainda gostava mais quando quem os entendia eram apenas as crianças. Os adultos já tinham perdido a inocência e com essa perda sumira-se o seu entendimento da fala dos animais.
Uma noite, a Inês já na cama, estava eu a contar-lhe as aventuras de um rapazinho, perdido em montanhas longínquas, com fraguedos muito grandes e muito altos, mas que foi ajudado por um lobo, depois por um urso e, finalmente, por uma águia que o transportou às costas para a sua aldeia. E, pelo caminho, o menino ia conversando com os animais, que lhe contavam as suas vidas que, por sua vez, eram mais estórias...
Já de olhos piscos e pálpebras pesadas, a Inês perguntou : “Avó, tu sabes girafês?” “Não, minha querida, eu não sei girafês”. “E elefantês?” “Não, também não sei elefantês”. Então a miúda espetou o indicador na minha direcção e disse : “Pois devias saber. Se escreves estórias para meninos, devias aprender girafês, ursês, e ... “ Os olhos fecharam-se-lhe , entrou no sono das crianças e dos anjos, e eu pensei: “Tem toda a razão a menina. A sua noção de responsabilidade é maior do que a dos políticos” .

Júlia Ribeiro
17 de Agosto de 2011

domingo, 11 de setembro de 2011

Pequenas Memórias “A ÁRVORE DAS PATACAS ”(X), por Júlia Barros Ribeiro

“Grande é a poesia, a bondade e as danças ... Mas o melhor do mundo são as crianças “



Fernando Pessoa

Quando eu era mesmo muito miúda- talvez uns quatro anos - tinha uma mania que só larguei após uma valente sova da minha amãe. Talvez fosse mais um sonho do que mania, mas ninguém entendeu tal sonho. Ouvia com frequência a minha avó dizer que era preciso isto ou aquilo e a minha mãe responder que não tinha a árvore das patacas. Claro que a primeira coisa que procurei saber foi que fruta seria aquela das patacas, que nós não tínhamos e tanta falta fazia. Perguntei ao meu pai, que sabia muita coisa porque, sendo caixeiro-viajante (assim eu o imaginava), viajava muito. Não tinha muito tempo para mim, pois chegava a casa era já noite fechada e saía de madrugada. Uma noite esperei por ele e perguntei-lhe sobre a tal fruta chamada patacas. Disse-me que não era fruta, fora dinheiro em Portugal e no Brasil.
No ouvido ficaram gravadas as palavras dinheiro e Brasil . Entendi tudo: o Brasil era rico, porque lá havia umas árvores que davam patacas. Ora, eu iria em segredo semear umas moedinhas, regaria muito bem todos os dias e, tal como os feijões e as favas, cresceriam as pequenas árvores e eu cuidaria delas até darem moedinhas muito brilhantes, porque eram todas novinhas.
Tirei duas moedas de um tostão da bolsinha de riscado da minha mãe e fui semeá-las na minha hortinha de palmo. Regava todos os dias, mas não havia maneira de uma pontinha verde brotar do chão. A minha ansiedade era enorme. Um dia vejo o porquito fuçar a terra regada de fresco e fiquei aflita por me estragar a sementeira. Enxotei o porco e procurei as duas moedinhas. Não as encontrei. Pensei que, por serem velhas e já muito escuras de tanto uso, não serviam para semente. Até porque eu ouvia muitas vezes as mulheres comentarem que a batata de semente era cara, que tinham de escolher o melhor feijão para a sementeira, etc.
Fui então à taleiguinha do dinheiro de minha mãe e vi, entre as moedinhas escuras, uma moeda pequenina, brilhante como prata que, soube depois, era de “cinc’roas”. Portanto, valia dois escudos e cinquenta centavos.
Fui enterrar aquela moeda tão linda, essa sim, dela iria crescer uma bela árvore, com folhas verdinhas e, entre elas, muitas, muitas moedinhas de prata. Iria ser uma boa surpresa para a minha mãe e para a minha avó. Ao virar-me para ir buscar água à bica, deparei com três ou quatro raparigos atrá de mim a ver o que eu fazia. Expliquei-lhes que, quando a árvore crescesse e as moedinhas também, eu lhes daria algumas. Fui encher o pucarinho de água, reguei e voltei para casa.
A minha mãe barafustava “ tinha a certeza que tinha cinc’croas na bolsa, alguém tinha tirado os 25 tostões que tanto lhe custaram a ganhar...” ; a minha avó com a cara muito consumida, “que não, que ninguém entrara em nossa casa...” e eu, à porta, de olhos arregalados, a começar a entender o que eu tinha feito.
“Mãe, venha cá ver. Enterrei a moedinha e reguei-a para ela crescer e ficar uma árvore a dar mais ... “ . Nem acabei a frase. A minha mãe arrastou-me por um braço e só disse: ” Onde? ” . Levei-a à minha hortinha e mostrei-lhe o lugar, ainda bem molhado da rega. Num frenesim, escavou com as duas mãos, mas a moeda evaporara.
Apanhei uma tareia como nunca havia apanhado nem voltei a apanhar. E, apesar de pequenina, compreendi perfeitamente o desespero da minha mãe: 2$50 eram, em 1944, mais de meio dia de trabalho. A jeira de uma mulher do campo era então 4$50. Fiquei a saber que com “patacas” não se brinca.

Leiria, 5 de Setº de 2011

Júlia Ribeiro

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

ALMA DE FERRO – GRUPO DE TEATRO VAI PARTICIPAR EM MAIS UMA FORMAÇÃO


Está à porta a oitava edição do Fórum Permanente de Teatro, evento da responsabilidade da Federação Portuguesa de Teatro, que terá lugar em Avis, entre os dias 9 e 11 de Setembro de 2011, numa organização conjunta com o Grupo de Teatro «A Fantasia» e o Opsis em Metamorphose, e com o apoio da Câmara Municipal da Avis.
Os diversos painéis contam com os seguintes formadores:
• CARLOS OLIVEIRA, do Teatrinho de Santarém; FERNANDO SOARES (Licenciado em Teatro, e professor do ensino secundário); PEDRO BARÃO - Grupo de Teatro In Impetus; CARLOS ALVES Fundador do Grupo de Teatro Opsis em Metamorphose, onde exerce as funções de Director Artístico e Actor; JORGE FRAGA – Encenador, Actor e Professor na ESE – Viseu; SILVIA BRITO – Actriz, Encenadora; ESTRELA NOVAIS – Actriz; JOÃO FONSECA BARROS – Cenógrafo - Atelier de Cenografia de João Barros - Salão de Pintura do Teatro Politeama; MANUEL RAMOS COSTA, Encenador e Director Artístico da CONTACTO; AURORA GAIA Formação de Caracterização; RITA TORRÃO, Artista Plástica, Docente, Cenógrafa, Aderecista, Bailarina, Actriz; PEDRO ESTEVES – Locutor da TSF (Formação de Desenho de Som); ARMANDO MAFRA – Técnico de Luz (Formação de Iluminação de Cena).
Neste FORUM será homenageada a obra da dramaturga Luísa Costa Gomes, que estará presente no Auditório Ary dos Santos, no sábado, e para a apresentação do espectáculo «Terror e Miséria», pelo BláBláBlá - Teatro Jovem de Campo Maior (Prémio Ruy de Carvalho para Melhor Produção - Póvoa de Lanhoso 2011).
Estão já inscritos no evento, cerca de 213 participantes, o Alma de Ferro – Grupo de teatro é um deles.
Prometemos contar tudo, quando regressarmos …. Até lá….bem hajam!!!!!!
Alma de Ferro – Grupo de Teatro

TORRE DE MONCORVO - MUNDO RURAL

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Fotografia enviada pelo Camané

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

domingo, 4 de setembro de 2011

Pequenas Memórias “ Mas que bela praia ! ”(VIII), por Júlia Barros Ribeiro

“Grande é a poesia, a bondade e as danças ... Mas o melhor do mundo são as crianças “

Fernando Pessoa

Aí pelos meus 14/16 anos fui madrinha de 3 ou 4 miúdos da Corredoura.
Quando me formei, comecei a leccionar no Liceu da Figueira da Foz, em 1961. Em princípios de Julho de 1962 combinei com a minha mãe vir até à Figueira e trazer um dos meus afilhados com ela, para passar 15 dias connosco na praia.
No primeiro Sábado de Julho lá apareceu a minha mãe com o Toninho, um garoto vivo, esperto, com uns 6 ou 7 anos.
Fui comprar-lhe uns calções, um baldinho e uma pá e, pelo caminho, falei-lhe da praia e do mar: areia dourada, quase branca, fininha, onde ele podia brincar, construir castelos; iria buscar água ao mar com aquele baldinho … E então o mar: água a perder de vista, muito azul, as ondas sempre em movimento … Uma maravilha ! Foi assim que eu lhe descrevi a praia.
No dia seguinte, um Domingo, por essas 10 horas e picos, lá fomos nós para a praia. Já estava cheia de gente. Ainda não tínhamos descido dois degraus, o garotito parou, de olhos arregalados, e eu pensei: “Está espantado “ . E esperei. Então o Toninho disse
 “ Ena, pá, tanta gaja tão boa!” .
Eu tinha-me esquecido de lhe falar das pessoas em fato de banho.

Elvas, 2 de Setº 2011

Júlia Ribeiro

QUINTA DO CORISCO - SABEDORIA E CRENÇA POPULARES

 





















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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

BAIXO SABOR - VALE DA VILARIÇA

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Fotografia enviada por Luís Pedro
http://lelodemoncorvo.blogspot.com/2010/09/caldeirada-na-ribeira-vilarica.html











TORRE DE MONCORVO - PARA QUE FIQUE ESCLARECIDO















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A Capela de Nossa Sra. dos Remédios, pertença da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, foi submetida a obras de conservação e restauro, faltando executar, apenas, alguns trabalhos pontuais.

Toda a obra é da responsabilidade da câmara Municipal, e está inserida no projecto de Regeneração Urbana – Viver Moncorvo (Requalificação do centro histórico e áreas conexas), Acção D.3 - “Recuperação duma das antigas portas do castelo e da pequena capela adjacente”.
O projecto VIVER Moncorvo (e as suas diversas acções), foi apresentado publicamente no salão do edifício dos Paços do Concelho em 2009, tendo sido distribuído uma revista onde é explanada a importância do projecto, os parceiros, e os apoios (CCDRN, ON2, QREN, U.E. e CMTM).
E assim surgiu a nossa capela, linda, renovada, na sua cor e sua traça original, digna de ser admirada pelos moncorvenses e turistas.
O acompanhamento da obra foi da responsabilidade da Divisão Técnica do Património da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo.
Texto e fotos de Susana Bailarim