sábado, 30 de outubro de 2010

TORRE DE MONCORVO - MARINHA GRANDE

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TORRE DE MONCORVO - URROS (1498)

A Bartolomeu Pires, morador em Urros, termo de Torre de Moncorvo e abade dessa vila, licença para ter em sua casa uma mulher para o servir e administrar sua fazenda desde que seja de 60 ou mais anos, sem filhos ou herdeiros.

Manda-se também que não seja tomada pela justiça como barregã de clérigo. O beneficiado informou ter 60 anos, estar cansado e quebrado das virilhas, entre outras enfermidades. El-rei o mandou pelos doutores D. Pedro, bispo da Guarda, do seu conselho e seu capelão-mor e Gonçalo de Azevedo, ambos do desembargo do Paço. Gil Fernandes a fez.


Datas 1498-02-09

TORRE DE MONCORVO - CLAQUES E DESFILES

 

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

TORRE DE MONCORVO - CORPO EXPEDICIONÁRIO PORTUGUÊS (1914/18)

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TORRE DE MONCORVO - ILUSTRES (1876)

Júlio Henrique de Abreu nasceu em Torre de Moncorvo em 10.12.1876, filho de António Marcelino de Abreu, jornaleiro e de Maria Benedita de Carvalho, natural de Vale Frechoso, concelho de Vila Flor. Fez os estudos liceais no colégio de Santo António, matriculando-se depois na universidade de Coimbra onde se formou em direito. Exerceu advocacia em Torre de Moncorvo onde, pelos anos de 1904-1905, foi director político do semanário Torre de Moncorvo, órgão do partido progressista local. Enveredou pela magistratura e, em Março de 1915, ascendeu à categoria de juiz de 1ª instância, sendo nomeado para a comarca do Sotavento, província de cabo Verde. Nas legislaturas de 1921 e 1922, foi deputado pelo círculo de Moncorvo.
Excerto do livro "HISTÓRIA POLÍTICA DE TORRE DE MONCORVO 1890 – 1926" , de António Júlio Andrade
Âncora Editora ( com o apoio da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo)

TORRE DE MONCORVO - ASCENSÃO E QUEDA DO BMW












Click nas imagens para aumentar.Fotografias enviadas pelo Paulo Patoleia.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

TORRE DE MONCORVO - BOM EXEMPLO













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Antigo bairro da Ferrominas, recuperado pela empresa Gestão de Empreendimentos Hoteleiros da Região do Douro, para  ser alugado por um periodo de sete anos à EDP.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

TORRE DE MONCORVO - LINHA DO SABOR

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TORRE DE MONCORVO - ILUSTRES MONCORVENSES


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Obras de dois dos mais ilustres moncorvenses :  Francisco Botelho de Morais e Vasconcelos (séculos XVII/XVIII)e Júlio Máximo de Oliveira Pimentel ,Visconde de Vila Maior (século XIX )


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

TORRE DE MONCORVO - 1501

João Afonso, morador em Carrascais, termo de Mós, fora preso na prisão de Torre de Moncorvo por uma querela de João Lopes, morador no lugar de Mós, em o mês de Janeiro de 1501, dizendo na querela que o suplicante fora causa de Lopo (em baixo: Álvaro) Afonso, morador em Ilgares lhe furtar 5 colmeias, pelo que andando o suplicante assim preso, e por ser dele Lopo Afonso preso, lhe viera a fugir da cadeia pela porta, pelo que andava amorado.


E porquanto se queria livrar e mostrar por sem culpa, pediu por mercê lhe perdoasse a fugida, e el-rei, vendo seu dizer e se não britara cadeias nem ferros, etc., lhe perdoou sua justiça contanto pagasse 300 rs. para as despesas da Relação João Lourenço a fez.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

terça-feira, 19 de outubro de 2010

TORRE DE MONCORVO - 1494

A Gonçalo Vaz, cavaleiro da Casa d'el-Rei, alcaide-mor do Vimioso, confirmação do privilégio de couto à Torre de Moncorvo, podendo viver no dito castelo vinte homiziados de quaisquer malefícios em que sejam culpados, não sendo presos, nem tirados do dito couto.


Todavia, sendo tais os malefícios que não gozem do privilégio e imunidade da Igreja, nesses casos não é válido este privilégio de couto. Este privilégio vale apenas para os homiziados cujos malefícios forem cometidos até dez léguas do dito couto. Inserido diploma confirmado, de 1494, Fevereiro, 27, Lisboa. Belchior Nogueira a fez.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

HISTÓRIA POLÍTICA DE TORRE DE MONCORVO 1890 - 1926 ( IV )

                                                       EXCERTOS
                                                                 I
Sendo o azeite a principal cultura agrícola do concelho, ao início da campanha da colheita da azeitona, os trabalhadores jornaleiros resolveram unir-se e reivindicar aumento de salários. Reivindicavam 400 réis / dia para os homens e 200 para as mulheres, bem como a redução do horário de trabalho. E ameaçaram com greve. Prevendo distúrbios, o administrador requisitou a Bragança o envio de uma força militar. Acabou por não ser necessário, pois que proprietários e jornaleiros acabaram por se entender, depois de uma reunião promovida pela câmara municipal, assentando-se que os salários subiriam para 300 e 160 réis, respectivamente e fixando-se o horário de trabalho das 7H30 às 16H30, com uma hora para o almoço.


                                                                  II

E estava também naquele dia 7 de Março de 1912 na praça municipal quando um grupo de homens pegou no carro com a pipa cheia de dejectos e a despejou no centro da praça que ficou inundada e pestilenta de cheiro. Talvez por consideração a este cidadão republicano antigo, as consequências foram bastante limitadas, desistindo a câmara, por ofício de 14 de Março do procedimento judicial e das investigações que tinha solicitado à polícia judiciária em 9 de Março, como consta do ofício seguinte:

- (…) O facto de terem transportado o carro que esta câmara tem para o lançamento dos dejectos, para o centro da praça pública e ali o deborcaram com grande estrondo, fazendo o despejo no pavimento que ficou num estado imundo e deixando ali o mesmo carro voltado para maior escândalo (…) um dos apontados é o director de um jornal daqui que tem tentado meter a ridículo a inovação da fossa (…) requisitar dois polícias dessa Judiciária…

Nota:a apresentação do livro de António Júlio Andrade, é sábado ,dia 16,pelas 15,00 ,na Biblioteca Municipal.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Revista Colégio Campos Monteiro - Excertos ( III )

“Muito haveria a dizer sobre o impacto da realização das obras na região, mas tal caberá no âmbito de um estudo sociológico aprofundado e que, inclusivamente, poderá trazer à lembrança episódios dignos de registo. Poderá invocar-se o paralelismo com a situação que se poderá observar ao caso da construção do Aproveitamento do Baixo Sabor”


(Pocinho 1976-1983.Memórias de uma barragem—Ramiro Salgado)

“A questão religiosa na I República, aparte da participação portuguesa na Guerra de 1914, da pneumónica e do revivalismo católico de Fátim, terá sido uma das causas maiores para a queda e falência do generoso ideário do regime republicano”.

(A questão religiosa e Afonso Costa –Rogério Rodrigues)

“ Em 10 de Dezembro de 1908, o jornalista, panfletário e historiador João Chagas, em memorável carta ao rei D. Manuel aproveitando a ocasião da sua viagem ao Norte, a dada altura pergunta: Quem foi o Buiça? Responde: O Buíça, meu príncipe, foi – a Fatalidade”.

(Buíça, um apelido perigoso—Armando Fernandes)

segunda-feira, 11 de outubro de 2010